Na caatinga de Ipirá, uma ovelha dá cria a um borrego no meio
do pasto. A ovelha lambe a cria e oferece-lhe o colostro. Um carcará faminto se
aproxima esperando a oportunidade. Com a ovelha na proximidade, o carcará cisca
e cacareja imitando uma galinha. A ovelha enganada, dá mole e vacila; o carcará
aproveita e ataca arrancando os dois olhos e a língua do borrego (só quer isso)
deixando um corpo agonizando à beira da morte. Não há crueldade, perversidade
ou crime na natureza. O carcará obedece a lei natural, essa é a essência e a
natureza do bicho carcará. Compete aos criadores fecharem seus corpos contra
cachorro-vampiro, carcará e ladrão. Três pragas no sertão.
Na Guerra do Petróleo a conversa é outra. A matança de
crianças, mulheres, idosos e civis é crime de guerra e é coisa medonha, trata-se
de uma perversidade, atrocidade e genocídio. Nos últimos dias, os aliados de
Trump, presidente dos Estados Unidos e Netanyahu, primeiro-ministro de Israel,
bateram boca e trocaram farpas, mas um não passa o tição no outro. Trump disse
que Netanyahu é “completamente louco”. Isso é pior do que ser um carcará
sanguinolento, violento e cruel.
O completamente louco Netanyahu de Israel está atrás de território
na região para formar o “Grande Israel” e acomodar sua população que cresce.
Tump dos Estados Unidos gasta bilhões de dólares do Tesouro norte-americano na
Guerra do Petróleo contra o Irã, para roubar o petróleo iraniano e encher os
cofres das empresas petrolíferas norte-americanas (que não gastam um centavo na
guerra) com bilhões de dólares, com o domínio e o controle do petróleo no
mercado mundial.
Trump joga, manipula e especula jogando para cima e para
baixo o preço dos combustíveis (gasolina e diesel) com suas afirmações e fake news.
A população do mundo paga o custo da guerra, com o combustível mais caro e a
inflação subindo para as alturas em todos os países. A guerra continua. Os
riscos tiram o sono da população.
O governo brasileiro gasta uma grana gorda com subsídios para
distribuidoras de petróleo no território nacional para o preço dos combustíveis
não disparar. Não se sabe por quanto tempo aguentará o repuxo. Tudo indica que
não haverá surpresas no período do São João, não se sabe sobre o período da
copa.
Enquanto isso, um chute de ‘Di Fora’ para o alto botou a bola
na Coréia do Sul. O não comparecimento de ‘Di Fora’ que pediu seis mil reais
para jogar a final, deixa claro que ‘Di Fora’ não tem amor, paixão e respeito
pelo clube ipiraense. O dinheiro é o troféu. O prefeito Tiago Oliveira reforça
a importância do esporte para afastar a juventude das drogas, mas faltou com
respeito ao entregar a taça de campeão ao Bahia de Ipirá no escuro, no
escurinho da buaite (boite) do prefeito T.O., a torcida do campeão cobrava: “cadê
os refletores, prefeito?”
Há um ano atrás, o prefeito Tiago Oliveira prometeu a
cobertura da arquibancada e os refletores do estádio de Ipirá. Faltou com a
palavra. Nem tão caro custa! Nova Fátima tem refletores no estádio. Por que Ipirá
não tem?
A arrecadação de Ipirá em quatro anos superará a casa de UM
BILHÃO DE REAIS, então dinheiro tem para colocar os refletores. Mas acontece
que (em quatro anos) vinte empresários vão faturar 500 milhões de reais da prefeitura
de Ipirá. prefeito T.O. são 18 ou 22 empresas que vão faturar esses 500 milhões
de reais em quatro anos?
O certo é que, desse jeito, o dinheiro não dá para comprar
refletores; não dá para dar aumento aos professores; não dá para fazer uma obra
com recurso próprio; certo que, a prefeitura tem que fazer festa, comprar
gasolina e coisa e tal. Mas, o que pega é a falta da palavra dada.
Observem que, com o ex-prefeito Marcelo Brandão era na base
do “você tem um minuto para falar o que tem que falar”. Aí vem o ex-prefeito
Dudy e o tom é na base do “sentado diz uma coisa, quando levanta é outra”.
Chegou a vez do prefeito T.O. que só pede “uma hora para o almoço e quatro para
a madorna”, quem estiver na fila esperando alguma coisa, vai morrer de esperar
sentado na próxima esquina e o time campeão do campeonato local vai ficar
esperando um ano para comemorar no escurinho da buaite (boite) do prefeito T.O.
