quarta-feira, 16 de setembro de 2026

NASCEU UMA JACA NUM PÉ DE MANGA

O Brasil tem bomba atômica. Não é só uma bomba atômica; mas uma bomba atômica acoplada a uma bomba de nitrogênio. Explode e implode ao mesmo tempo. Esta bomba é conhecida e chamada de VORCARO.

 

Mineiro de nascimento, se criou na Bahia, mas a Bahia não quer nem tomar conhecimento nessa paternidade, nem mesmo da maternidade. ‘LÁ ELE! VAI PRÁ LÁ!’ É o que se diz na Bahia. É silêncio total e absoluto. Nada se diz, nada se fala. Nem mesmo recebendo um apartamento de presente no Horto ou mesmo 10% na quebrada.

 

O candidato à presidente Flávio Bolsonaro pediu 134 milhões de reais ao Vorcaro para gastar no filme do herói da vida ‘di lá êle’ e Vorcaro garantiu a oferta. Aqui começa a embolação. Na embolação destacamos a bola e vamos ao comentário futebolístico para analisar e desvendar a jogada.

 

Na Bahia, tinha um técnico de futebol, de um time chamado Botafogo da Bahia, já extinto, que era muito conhecido e chamava-se Sotero Monteiro, já falecido, que reunia seus jogadores no meio do campo e dizia em bom português: “quem estiver com a bola é o ninja, mas quem pede recebe e quem desloca tem preferência”

 

O jogador Flávio pediu, o dono da bolada deu e o Flávio não quer ter a preferência. Simplesmente, quer transformar a bomba atômica num bagunço de jaca, não sabendo que quem encosta fica grudado. Foi o que aconteceu, tem meio mundo de gente graúda grudada e bem grudada, até o presidenciável Flávio.

 

Não vou botar nem juros de cigano, que conta dia e noite, mas num país que tem um dos maiores juros do mundo, vou colocar 10% ao ano, equivale a 13 milhões e quatrocentos mil reais de juros. Se pegarmos a família de seu Jair, esposa, filha e quatro filhos, colocar uma renda mensal de 50 mil reais para cada um totalizará 350 mil reais, num ano 4 milhões e 200 mil, para um total de juros na casa de 13,4 milhões de reais no frigir dos ovos. Não tem quem pague essa gemada de ovos.

 

Desculpas esfarrapadas: “só fiz pedir, não sei de mais nada”. Muita calma nessa hora. “Não era dinheiro público, era um contrato particular, não tem nada fora do normal.” O cinismo sempre ajuda, mas não diz nada.

 

Esse banqueiro Vorcaro tem um pé de dinheiro no quintal? Esse Vorcaro não é aquele trambiqueiro que transava com fundos de pensão e aposentadorias de bancos públicos? Esse Vorcaro nunca roubou o dinheiro público? Então, com os devidos argumentos, era tudo dinheiro particular para filme, para contrato com escritório de advogado, para bacanal, para apartamento, para comissão.

 

Todos. Todos os que caíram no visgo do bagunço de jaca tem explicações a dar, mesmo os que querem ficar calados, silenciados, aguardando um sigilo de justiça que já foi quebrado. Resta fazer a propaganda da melhor jaca do Brasil, a jaca da mata da Caboronga no município de Ipirá, na Bahia.

 

A grande novidade é que nasceu uma jaca numa mangueira. Dizem que é devido ao agrotóxico utilizado, outros afirmam que é porque a converseiro no Brasil está intoxicado do terreiro ao Supremo. Fazê o quê?

 

Vorcaro não pisou em Ipirá. O forte daqui é o dinheiro público. A receita do município de Ipirá supera UM Bilhão de Reais em um mandato de quatro anos. 134 milhões de reais é uma bagatela para o nosso município. Só de emendas parlamentares nós recebemos mais de 160 milhões de reais. Podemos bater no peito e dizer: “Não precisamos de Vorcaro, aquele bagunço de jaca!”

 

O prefeito Tiago Oliveira tem que mostrar competência eleitoral nestas Eleições, num município que Lula tem uma performance de mais de 70% dos votos, o prefeito tem que ter a maior votação para os deputados da família Alencar (era família Martins, querem encaixar a família Oliveira e agora enfiaram a família Alencar) e 70% na majoritária. Sem bomba atômica, nem furdunço de jaca; aguardaremos.
 

domingo, 6 de setembro de 2026

MAIS SUJO DO QUE PAU DE GALINHEIRO

Você tem lembrança do maior assalto no Brasil? Foi aquele assalto que aconteceu num banco em Fortaleza, no Ceará, totalizando 160 MILHÕES de reais.

 

Você sabe quem é o maior ladrão do Brasil? Pense bem! Se for rico não pode ser chamado de ladrão, corrupto ou bandido.

 

Você sabe qual é o pau de galinheiro mais sujo do Brasil? Quem encostar nesse sujeito fica cheio de pichilinga. Vou dar uma pista: um deputado federal de Minas Gerais, o mais votado do Brasil, não conhece esse sujeito, mas chama-o de ‘Dani’. Não é lindo? Não conhece, mas viajou no avião do ‘Pau de Galinheiro’ e recebeu uma grana de ajuda. Não é lindão? É assim! Esse deputado mineiro disse que está se preparando para ser presidente do Brasil. Durma feliz com um barulho desse.

 

Tudo começou na Bahia! Quando um tamborete virou banco e um agiota virou banqueiro. De liso para bilionário foi num piscar dos olhos, bastou um empurrão. Uma carteira de crédito para emprestar dinheiro aos funcionários do Estado. Juros altos e desconto no contracheque. Garantia absoluta e segurança total. Sem medo e sem calote. Da Bahia para o Rio de Janeiro e para Brasília.

 

Se Vorcaro soltar a língua: ‘não ficará pedra sobre pedra’. Será necessário refundar a República no Brasil. Esse sujeito não pode comparecer nem num confessionário para contar os pecados ao padre. Mesa de bar nem pensar. Esse sujeito tem que ser silêncio total e absoluto, trata-se de um segredo de justiça trancado à sete chaves; este sujeito é um túmulo, sobre o qual descansa duzentas toneladas de cimento concretado.

 

Delação de Vorcaro? Nem aqui, nem no inferno! Ele queria fazer uma delação e devolver 40 bilhões de reais. Que devolva, sem delação, sem conversa; este assunto é intratável, impublicável e com confidencialidade de duzentos anos.

 

Na Bahia, engasgou as candidaturas da situação e oposição. Aqui ninguém toca no banco Master nem no pensamento. Na Bahia não se faz política dando bicuda na canela. “Êta, povo civilizado!”

 

Apareceu contratos de consultoria e repasses financeiros para uns e apartamentos para outros. Sendo políticos sérios, sisudos e honestos negam ter relação direta com o bilionário, assim sendo, afirmam que foi apenas um encontro fortuito, resumido a um ‘aperto de mão’. Tá todo mundo limpo; é tudo legal e privado. E o ‘pau de galinheiro’ não soltou pichilinga para ninguém.

 

Em Brasília o ‘pau de galinheiro’ nadou de braçada e fez repasses milionários: financiou campanhas políticas, bancou o filme da família Bolsonaro com valor previsto de negociação de 134 milhões de reais. Na cara de pau, o presidenciável afirma que ‘não tem nada de recursos públicos, trata-se de dinheiro privado’. É verdade, acreditemos que somos tolos! Não tem uma pichilinga no banco do ‘pau de galinheiro’ que tenha feito ninho no dinheiro público. O candidato à presidente fala e acredita no que fala e pensa que acreditamos.

 

Não tem como um sujeito como Vorcaro não chegar na porta do Céu. Não tem santo que não fique de joelho diante do bilionário ‘Pau de Galinheiro’. Na Altíssima Corte o sujeito foi venerado, cortejado e bajulado. Contratou o escritório da esposa de um graúdo por 130 milhões de reais/ano. O outro graúdo ficou enciumado, mas manteve contato e se reuniu com o banqueiro numa fundação. O que importa é faturar pichilinga, quem pega menos fica contrariado.

 

Aí o pau quebrou com a quebra do delicado copo de wisky sigiloso detonando a crise que mostra a face oculta do Poder. É muita sujeira, tá tudo mais sujo do que o pau de galinheiro.

 

Aí aparece o presidente dos Estados Unidos, Trump querendo mudar o nome do Estreito de Hormuz para “Estreito de Trump”. Esse é outro ‘pau de galinheiro’; o mais maluco do planeta. Um dia o estreito de Trump vai se lascar; que seja o mais breve possível!

 

Em Ipirá, o líder Antônio Colonnezi não sabe se vai ou fica; fora da foto, entrou na foto e ficou fora da foto. Foi na inauguração do comitê? O ex-prefeito Dió disse que todas (repetindo) TODAS as lideranças estavam lá. Se TODAS as lideranças estavam presentes, quem faltou não é nem a sombra de um líder.

 

Com tanta lambança nessa terra, só e somente só, um sujeito seria capaz de consertar isso aqui: o bilionário Vorcaro. Este ajeitaria a vida da jacuzada e da macacada na medida em que soltasse uma tonelada de pichilinga para macaco e jacu ficarem se coçando. Aí, jacu e macaco ficariam ‘di boa’, não haveria necessidade de brigarem pela prefeitura.

 

Mas o bilionário ficou com medo da concorrência do único bilionário que existe em nosso município: a Prefeitura Municipal de Ipirá (uma receita de mais de um bilhão de reais em quatro anos de mandato). O bilionário Vorcaro preferiu fazer vida em Brasília.

 

Quando Vorcaro era liso e se, por acaso, ele aportasse nestas bandas, ele com sua esperteza aguda e um faro ativo por pichilinga, naturalmente, ele iria cair de amores pela macacada e diria “sou macaco desde pequenininho”.

 

Sendo um dos mais de 22 mil votos macacos no município com direito a emprego na prefeitura; ele, esperto que nem o capeta, diria: “não quero emprego nem de secretario na prefeitura de Ipirá, o que eu quero é empresa!” Deixando bem claro que era um ninja que chegava com as castanhas enquanto o resto da macacada ia buscar o caju.

 

O liso Vorcaro não é besta nem otário, sem capital para botar empresa, ele pegaria o próprio dinheiro público da prefeitura para pagar aos funcionários da sua empresa, que prestariam serviço à própria prefeitura.

 

É aí que entra a pichilingagem. Um contrato de 12 milhões de reais por ano. Recebendo um milhão de reais por mês; pagando 500 mil reais mensal aos seus colaboradores, restando uma sobra de 500 mil mensal, totalizando 6 milhões de reais por ano. Nas contas do liso Vorcaro, ele ficaria milionário em dois meses.

 

Mas apesar de ser eleitor da macacada, o liso Vorcaro seria vítima de um ‘canto de carroceria’ do próprio grupo macaco. Ele pensava e achava que a macacada beneficia todos os eleitores macacos. Oh, coitado! Esse esquema é montado e feito para ‘meia dúzia de oito’.

 

Cuspiram o liso Vorcaro na licitação. Ganhou a empresa que concorreu com ela mesma. O liso Vorcaro não era amigo do prefeito de plantão. O liso Vorcaro foi para Salvador e conheceu novas amizades, o Netinho, o Galego e disparou na sua arrancada gloriosa, tornando-se o maior ‘pau de galinheiro’ do Brasil.

 

Como Ipirá se arrepende disso! Seria a terra com o maior criatório de pichilinga do Brasil. Perdemos e perdemos feio.

 

terça-feira, 25 de agosto de 2026

A BOLA ESTÁ COM O PREFEITO TIAGO OLIVEIRA

 😀😁


O mundo todo já ouviu falar do presidente Trump. É famoso dos pés à cabeça. Pretencioso, quer ser o dono do mundo. Segue, dando mostras de que é um tremendo trambiqueiro e um grandíssimo canalha no seu desempenho protocolar e na sua conduta prática como agente público.

 

O cretino foi capaz de sugestionar que os investidores que querem ganhar dinheiro deveriam seguir os mesmos investimentos dos seus filhos porque eles tinham informações privilegiadas. É inconcebível um troço desse.

 

Um presidente de um país, que tem responsabilidade com a questão pública repassar informações privilegiadas ou sigilosas de forma indevida, que vão influir no mercado de capitais, além de ser um ato de improbidade administrativa e infração disciplinar é falta de ética e é crime.

 

Seus filhos não são especialistas nas questões da Bolsa de Valores, são garimpeiros das especulações que seu pai, que é o presidente dos Estados Unidos, fica proferindo sobre a guerra do Irã, baixando ou subindo o preço do barril do petróleo na conveniência da empresas petrolíferas norte-americanas e dos investimentos dos seus filhos. Canalhismo e crime contra a humanidade.

 

O genocida do Trump está promovendo um embargo naval contra os cubanos. Proíbe o comércio de Cuba com qualquer país do mundo, mas facilita a negociação de empresas norte-americanas com alguns setores da sociedade cubana, enquanto a população passa por uma dificuldade nunca vista. Isto é um cerco de guerra. O genocida do Trump está praticando um genocídio lento, gradual e infame.

 

Nesta semana que passou, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, reuniu em um hotel de Salvador mais de trezentos prefeitos de cidades baianas. O principal objetivo do encontro foi alinhar estratégias para a campanha eleitoral e reforçar a unidade dos gestores municipais em torno do projeto de reeleição de Jero.

 

Sem dúvida, lá estava o prefeito de Ipirá, o Tiago Oliveira, que enfrenta o seu primeiro pleito eleitoral como condutor de uma campanha eleitoral estadual dentro do nosso município, que sempre garantiu mais de 70% dos votos para Lula e o governo petista do Estado.

 

A ordem do dia é a unidade dos prefeitos em torno do projeto de reeleição. Parece que o prefeito T.O. não sacou direito essa questão e passou o sarrafo no líder macaco Antônio Colonnezi e não permitiu que ele saísse na foto do adesivo perfurado. Tem muita gente pensando que o líder macaco está com o dançarino Neto.

 

Não é possível que o prefeito Tiago Oliveira tenha cometido um erro primário desse. Então vamos supor que tenha acontecido uma pequena reunião e o líder Antônio Colonnezi resolveu NÃO colocar a sua foto no adesivo perfurado.

 

Aí pega para os dois: o líder está com segundas intenções (apoiar o dançarino Neto) e o prefeito macaco é tão fraco, despreparado e despolitizado que não conseguiu convencer o líder macaco a reforçar a unidade da macacada na campanha do dançarino Jero.

 

Não sendo nada disso dos dois parágrafos acima, então sobra uma outra hipótese: o prefeito macaco fica com Jero e o líder macaco fica com Neto. O dançarino que vencer ‘tá tudo’ na toca do macaco.

 

Não deu para entender? Preste atenção, se o dançarino Jero ganhar o prefeito Tiago Oliveira vai ficar prestigiado; se, por acaso, o dançarino Neto ganhar a Eleição o grande líder Antônio Colonnezi fará a ponte para a macacada ficar no cangote do governador de plantão. É a esperteza no jogo de baralho.

 

Não sendo nada dos três parágrafos acima, o prefeito Tiago Oliveira está mais enrolado do que charuto na boca de bêbado. Observe bem observado. O prefeito Tiago Oliveira tem que manter a unidade da macacada na campanha. Mas, dentro da toca do macaco tem vereador (ligado ao prefeito) que não vai votar em Jerônimo e Lula. Vota na família Alencar para o legislativo, mas não vota na chapa do executivo (Jero e Lula).

 

Vereadores que não defendem o que os governos federal e estadual fizeram e fazem por Ipirá. O prefeito não tem capacidade e força política para convencer esses vereadores que não vão votar em Lula e Jerônimo.

 

E tudo está bem claro: a família Alencar para ter mais força e maior prestígio depende da vitória da chapa majoritária. A macacada ligada à família Alencar e o prefeito T.O. para terem mais reconhecimento dependem da vitória da chapa majoritária. E, ainda tem vereadores que não tem clareza sobre isso. É o fogo amigo.

 

Já aparecem fotos do líder Antônio Colonnezi (junto ao ex-prefeito Dió) em adesivos perfurados. Tratando-se da cúpula, a coisa começou a ser resolvida. Na base do prefeito, tem vereador macaco que não colocou o carimbo do adesivo perfurado da macacada no seu carro.

 

A coisa é tão boa que o prefeito T.O. deve continuar no seu sonho sonhado de administrar mais de DOIS BILHÕES de reais, dinheiro público, no nosso município em oito anos.

 

A população de Ipirá sabe que em 1998, o hoje presidente Lula foi o mais votado (no primeiro turno) em nosso município sem apoio de nenhum líder da jacuzada e da macacada, que comiam no mesmo cocho, contra o operário Lula.


domingo, 16 de agosto de 2026

O JARRO FOI TRANSFORMADO EM PONTE

O prefeito Tiago Oliveira está muito preocupado...

 

Mas antes da preocupação do prefeito, vamos a mais uma lambança do presidente dos Estados Unidos, o tal do Donald Trump. Senão vejamos:

 

Trump ia viajar de volta aos Estados Unidos. Já estava dentro do avião. O serviço secreto israelense descobriu que este avião seria bombardeado pelo Irã. O que fizeram? Retiraram o presidente Trump, às escondidas, de dentro do avião, transportando-o num caminhão-baú utilizado no abastecimento de alimentos para as aeronaves. Daí para outro avião que decolou levando o presidente. Resolvido o problema? Qual nada!

 

Agora é que vem a grande sacanagem. O avião, do qual o presidente foi retirado, já estava cheio de secretários do governo americano, de jornalistas e tinha que levantar voo para enganar o Irã. Nem a tripulação, nem os passageiros sabiam de nada. O avião decolou. A sorte é que o serviço de inteligência israelense não tinha sido tão eficiente e falhou feio, não aconteceu o ataque iraniano.

 

Qual é sua opinião sobre este acontecimento? Você acha que o voo do avião que sofreria um suposto ataque deveria ser suspenso ou não?

 

Depois disso, não é que o prefeito Tiago Oliveira está muito preocupado e quer uma audiência pública para o povo de Ipirá opinar. Não é com a queda do avião, nem muito menos com a seca, é, simplesmente, com festa.

 

Dizendo o prefeito T.O. que Ipirá tem 58 festas agendadas e que existem solicitações para mais 50 festas. Tudo isso na conta da prefeitura. E o prefeito está incomodado com isso e ao propor uma audiência pública sobre isso já mostra o tamanho da preocupação do prefeito sobre isso.

 

Pense bem, audiência pública para festa! O povo de Ipirá não é ouvido para nada. Quem decide é sempre a voz e a vontade pessoal e autocrática do prefeito de plantão.

 

Fábrica ou policlínica? A população diria as duas. Mas em Ipirá aconteceu diferente. A vontade do prefeito colocou a policlínica dentro do terreno da fábrica e a fábrica agora ficou impossibilitada de crescer. ‘Morreu Maria Preá’.

 

Mas, uma nova fábrica poderá ir para um novo terreno! Naturalmente, da mesma forma que uma policlínica poderia ter ido para um outro terreno, o de dona Edna, por exemplo. Terreno comprado (de boca) na administração passada, por 1 x, com documento saindo por 2 x, foi aí que ‘morreu Maria Preá’.

 

E essa policlínica andando a todo vapor, área cercada, piquetes na terra e um vigia na entrada. Quem vai sair primeiro: a ponte Salvador/Itaparica ou a policlínica de Ipirá? A disputa é boa, embora não adianta nada discutir o que não vai acontecer tão cedo; uma nova fábrica, a construção de uma policlínica. Porque hoje temos em Ipirá, cinquenta obras.

 

Exatamente, em cinquenta anos de administração do jacu e macaco, nosso município tem 50 obras paradas, imprestáveis, obsoletas, sem serventia, sucateadas, substituídas, porcaria, enjeitada (sem pai, nem mãe), desnecessária, sem utilidade, ineficaz, embora sendo, dinheiro do povo jogado fora, pelo ralo, pela latrina com descarga.

 

Não duvide, não! Que eu me reto e coloco a relação, uma a uma. Tem mais, não adianta essa briguinha descarada de jacu dizendo que é coisa de macaco e macaco dizendo que a maior parte é de jacu. Tudo isso, é de um ‘SISTEMA JACU E MACACO’ que suga, engana e atrofia o município de Ipirá.

 

Agosto 2026. Ipirá já vivencia a seca de sempre e de todo ano. O prognóstico para este ano de 2026 e 2027 é de um El Niño intenso nestes dois anos. O prefeito T.O. está preocupado com festa.

 

É bom relembrar que Ipirá é um município que arrecada mais de 1 bilhão de reais em um mandato de quatro anos. A gestão do prefeito Tiago Oliveira tem a sorte de ser uma gestão bilionária. Não consegue colocar para rodar duas ambulâncias da SAMU em Ipirá.

 

108 festas num ano. 9 festas por mês. Todo final de semana com festas com dinheiro público. Quem sabe se em Ipirá não cabe um Carnaval na data do carnaval, cinco dias que a cidade fica paralisada.

 

Aqui tinha carnaval. O carnaval de Salvador acabou com o carnaval do interior. O carnaval da capital cresceu tanto que sente a necessidade de festejos no interior para aliviar a pressão do festejo carnavalesco da capital. Carnaval à moda antiga tem público consumidor.

 

Em meio a uma grande preocupação com festa, nada mais difícil do que escolher um governador para a Bahia em 2026 pela dancinha. Um passinho prá lá, outro passinho prá cá. Jero e Neto dois dançarinos na ‘Dança dos Famosos’. O prefeito T.O. no comando do seu primeiro teste eleitoral no município. A chapa do PT (presidente/governador) tem vencido em Ipirá com 70% em pleitos passados. O que fez o prefeito T.O.?

 

Cuspiu o líder Antõe Coronéis (como chamava o falecido cabo-eleitoral Mané Medonho) do time do trabalho (não saiu na foto do adesivo perfurado). Não ficou nem no banco de reserva.

 

Há muito tempo Antônio Colonnezi é o jarro que enfeita a mesa do grupo da macacada, agora foi transformado em PONTE pelo prefeito T.O., porque se o dançarino Neto ganhar esse fricote, o Antônio Colonnezi voltará a ser o grande líder do grupo da macacada, justamente para servir de PONTE para conduzir esse time do trabalho para debaixo das asas da galinha que poderá governar a Bahia.

 

A preocupação do prefeito T.O. é única. Ganhou uma Eleição municipal na marmelada com a tia. Está completando um mandato de 4 anos com UM BILHÃO de reais e a coisa é tão boa que ele já deve sonhar com a reeleição, um outro mandato de 4 anos com UM BILHÃO e MEIO de reais. Com Jero é sopa no mel, com Neto vai ter que matar um leão todo dia. Vale tudo para ser o único homem a administrar mais de dois bilhões de reais em oito anos, no município de Ipirá.

 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

O CRÉU SE LASCOU!

Para combater a remada a torcida brasileira foi atrás do Créu. Fazia um tempão que tinham lembrado do Créu.

 

Apareceu em Ipirá um circo que tinha um elenco poderoso de mulheres lutadoras e a mais famosa era Salomé Garcia, que após mais uma vitória fez um desafio aos moradores da cidade; pelo alto-falante do circo disse: “quero ver se essa cidade tem homem, desafio ao homem desta cidade para lutar comigo neste ringue.”

 

A cidade desabou e ficou em polvorosa. Houve uma reunião do prefeito e vereadores com vários cidadãos importantes da cidade para discutir aquele desafio. Quem será? Um jogava a bola no peito do outro e todos tinham uma desculpa. “Se eu não estivesse com essa gripe miserenta, essa Salomé Garcia ia vê como se esfria um tacho de rapadura quente e ela ia vê que nessa cidade tem cabra macho!”

 

Lá pelas tantas, com uma preocupação crescente surgiu uma voz que aliviou a tensão do ambiente: “no meu haver, quem podia enfrentar essa onça fantasiada de mulher é Créu, filho de Terto.”

 

A sugestão tinha caído do céu. Créu tinha servido o tiro de guerra em Feira de Santana e tinha recebido baixa do exército. Era baixinho, troncudo, forte e enfezado feito um touro. Ia receber uma orientação sobre luta livre do professor Zelito Saint Clair. Créu aceitou o convite e foi marcado o dia da luta.

 

Créu tornou-se a principal personagem da cidade. Não faltavam convites para almoço na casa do prefeito, vereadores e cidadãos da localidade. Recebia carros para passear pela cidade, mesmo sem saber dirigir. E lá ia o Créu treinando, passeando, participando de banquetes e sendo a esperança de uma cidade para resgatar a honra masculina da cidade colocada em dúvida pela principal lutadora do circo.

 

O circo estava lotado. Toda a cidade estava presente. Créu chutava a perna de Salomé, que nem se abalava. Salomé batia no braço de Créu, que resistia firme. Murro na cara, no peito, na barriga, de ambos os lados e não adiantava nada. Ambos permaneciam intactos. Até que, em certo momento, Salomé deu uma voadora e laçou o Créu pelo pescoço e cabeça, girou o corpo e parecendo uma jiboia laçando um bezerro, imobilizou o Créu, que ficou desacordado. O prefeito, o juiz e o delegado deram 24 h para o circo ir embora,

 

Créu ficou em casa, levou quinze dias inconsciente e só recebia a visita do médico, que comparecia para ver se tinha chegado o dia de assinar o óbito. Até os dias atuais, na memória de Créu só ficou uma frase curta: “foi Salomé”. Foram-se os áureos tempos,

 

Hoje, em 2026, com a Copa do Mundo, na hora do aperto, da dificuldade, da briga acirrada, de quem é que o brasileiro se lembra? Quem o brasileiro busca para tirar a seleção brasileira da dificuldade? Do Créu! Nessa hora, todos recorrem ao Créu.

 

Não que o Créu não soubesse jogar bola. Quando menino, de família popular, seu pai Terto, incentivava e treinava Créu nos fundamentos do futebol. Ensinava Créu cabecear atirando um coco verde ou uma manga-mamão em sua direção. Créu jogava bola no calçamento de pedras irregulares, descalço, com bola de meia ou bexiga de porco e aprendeu a ter grande habilidade no controle e manuseio da bola, na rapidez do drible e no jeito de evitar perder o dedão do pé na saliência de uma pedra do calçamento que virava campo para a pelada de todo dia. Créu não teve nenhuma chance para seguir uma carreira de jogador de bola. Naquele tempo era difícil.

 

Nos dias de hoje, o menino Créu entraria numa escola de futebol, usaria um par de chuteiras de marca e teria uma orientação de um especialista: “Você tá doido, cabecear coco verde vai deixar sua cabeça inchada”. E o menino Créu ia aprendendo: “futebol é simples, você recebe um passe e deve tocar de primeira para o seu colega, ao tempo que corre para receber abola novamente lá na frente, o que vale aqui é aprender a dancinha para o gol, mostrar que é feliz para ser bom de bola, sacou garotão!”

 

Assim, o menino Créu foi fazer um teste num time profissional. Pegou a bola driblou o primeiro, o segundo, o terceiro e ouviu um grito: “Para, Para! Dá o passe, seja objetivo!” O menino Créu não passou no teste.

 

Nesta Copa do Mundo de 2026, diante da remada lembraram do Créu. A remada é coisa dos vikings, tem o urro de urso brabo e um tal de Rala (Haaland), prá gente aqui da caatinga é Rala, rala coco, rala pedra, rala bola, em cinco ralação ele faz um gol, contra o Brasil em três raladas ele fez dois gols. Aí chamam o Créu.

 

A Noruega trocando passe, parecendo uma galinha ciscando com sua ninhada; o Brasil admirado e olhando, de forma que ficou parecendo raposa com a barriga cheia. Isso é futebol! Bola do pé de um para o pé do outro e o Brasil paralisado olhando. Isso é o futebol, prazer em conhecê-lo. Isso é futebol na Noruega, na Europa, na Copa e o Brasil, simplesmente, recorrendo a um Créu, driblador, serelepe, bailarino, contorcionista, doido e maluco. Não tem jeito, Créu nem lá foi.

 

E Copa do Mundo nos Estados Unidos, na terra do homem (Trump)temido por Deus e o Diabo, que quer ser dono do mundo e da copa, que pegou o telefone e disse: “dona FIFA não bote os americanos no créu, não! Libere o atacante dos Estados Unidos que foi expulso por um juiz brasileiro, do qual eu já tenho um dossiê e se trata de um terrorista perigoso, ligado a um grupo terrorista lá do Brasil chamado PCC. Se Brugundun (Balogun) não jogar eu acabo a copa e faço uma guerra contra a senhora, dona FIFA.”

 

O Brugudun do Trump jogou e a seleção dos Estados Unidos tomou um créu e saiu da copa. Preocupado com a Guerra do Petróleo, Trump disse que não quer acordo com o Irã e que vai chamá-lo no créu. Tá na hora das empresas petrolíferas americanas venderem petróleo porque o preço vai subir. Aguardem a fala de Trump que vai fazer os preços caírem. Tudo é manipulação em busca do lucro.

 

Créu mora em Ipirá, esquecido, ignorado e sem reconhecimento; de lá para cá, nenhum prefeito dessa terra deu um bom dia ao Créu. O prefeito atual é Tiago da família Oliveira, não tem uma obra em seu mandato que está chegando à metade, no entanto, festeja o restaurante popular como obra municipal, no mínimo tem que falar a verdade, esse é mais um projeto do governo federal na gestão do  presidente Lula. A copa já foi, agora são as Eleições de outubro de 2026. Um Créu para a Copa do Mundo.
 

quinta-feira, 2 de julho de 2026

A AUSÊNCIA DO ANALISTA ZÉ BAAU

A Guerra do Petróleo continua queimando como fogo de monturo. O São João já se foi e a Copa do Mundo de futebol já está indo. Um terremoto abalou, castigou e atravancou a Venezuela. A administração do prefeito Tiago Oliveira continua com dois festejos juninos, uma festa de exposição e nenhuma obra. Depois de tudo isso, só se falará das ELEIÇÕES de 2026.

 

O preço da gasolina não empacou o São João de Ipirá, que foi apreciado por milhares de visitantes. O ponto alto do festejo foi um tradicional forró numa fazenda, que não é recomendável citar o nome, pois não vou fazer propaganda de graça, na qual foi queimada uma grande fogueira; mas sucesso mesmo, foi a realização de um pau de sebo, com um lobo-guará num envelope e mais quatro lobos-guará amarrados com cordão e colocados no topo do pau enfincado no chão, totalizando um prêmio de mil reais para o felizardo que conseguisse chegar na parte superior do pau de sebo.

 

Era tanta gente em busca dessa alcateia de lobo-guará, que se tornou necessário a formação de uma enorme fila. E nada era nada. Ninguém conseguia subir metro e meio naquele pau ensebado com sebo de carneiro capado. O dono da fazenda para animar os participantes resolveu dobrar o prêmio. Nada era nada. O dono da fazenda pirou de vez e botou como prêmio uma mala de dinheiro e um apartamento de luxo em Salvador.

 

O povo endoidou. Era uma tentativa atrás da outra e nada. Ninguém conseguia. Botaram um apelido no pau de sebo, chamando-o de Vorcaro. Nesse momento, apareceu dois malandros de Salvador, um chamado de Netinho, o outro de Jota W (JW) e treparam nesse pau de sebo e foram subindo, descia um pouco e subia mais, parecendo caxinguelê esfomeado em busca de ovos em ninhos de gavião nas alturas das árvores e, lá chegaram, um bafou a mala e o outro o apartamento de luxo. E agora? Os dois lá em cima e o povão cá embaixo. Como descer com esses prêmios, sem o povão nada ver e nada querer?

 

Nesse instante, lembrei-me de Zé Baau, que era jogador, técnico, presidente, dono do Grêmio F.C., que foi o lanterna no primeiro campeonato de futebol realizado em Ipirá, com quatro times, (Independente, Elite, Grêmio do Ginásio e Grêmio de Zé Baau), e ao ficar na lanterninha (último colocado) Zé Baau ficou ‘virado do ziriguidum’ e começou cobrar de seus atletas: “ô seu JW se você não aguenta jogá, peça pra cagá e saia!” E o craque JW sem querer pedir e não pediu, mas Zé Baau botou ele prá fora do time.

 

E Zé Baau com a lanterna na mão, para justificar a performance de seu time e, como era um período de Copa do Mundo, ele disse que o time do Grêmio do Ginásio era a Coreia do Norte, que havia eliminado a Itália na copa de 1966, e que o ‘GdoG’ treinava duas horas da madrugada para ninguém ficar sabedor do seu esquema de jogo. Assim sendo, não tem como não chegar até a Copa de 2026, que não foi abalada pela Guerra do Petróleo, nem pelo terremoto da Venezuela.

 

Ninguém vai ficar sabedor do esquema de jogo dessa Copa de 2026. Copa voltada para o superlucro fora das quatro linhas dos gramados, quando na parte de dentro das arenas foram colocadas dezenas de seleções ‘galinhas mortas’ para dar bicudas numa bola.

 

Num período de guerra, quando Trump, o sujeito que quer ser o dono do mundo e ameaça acabar com a civilização do Irã, que tem seleção na copa e que, jogando contra o Egito, fez o gol da sua classificação no último minuto do jogo. Daí Trump, em bom português, telefonou para a FIFA: “faça a revisão pelo VAR. Não tem nada disso, dona FIFA! Esse jogador-terrorista do Irã, esqueceu de cortar a unha do pé e por isso ele está em impedimento. Entendeste dona FIFA!”

 

A FIFA não retrucou. Ela sabia que a desclassificação do Irã dependia da vitória da Áustria ou da Argélia e só o empate classificaria o Irã. As casas de apostas pagavam 0,5 para empate e 100 vezes mais para a vitória de uma das duas. O Trump vociferou: “EU QUERO UMA LATA DE MARMELADA NESSE JOGO!” Assim foi feito um 3 a 3 emocionante, para o chororô dos iranianos. Isso é fute-bola!

 

Uma copa atravessada por tanto baba, que a principal rede televisiva do país, que comprou jogos, mas não transmite todos os babas da copa. A exclusividade televisiva ficou com uma TV artesanal da Internet, que transmite todos os jogos.

 

Duas grandes redes transmitem os jogos do Brasil e mais alguns jogos dentro do interesse de suas grades. Outras cinco grandes redes de TV não tiveram condições financeiras de adquirir os direitos de transmissão dos jogos da FIFA. Isso é fute-aposta com as casas de apostas no comando! As casas de apostas bancam toda a estrutura futebolística do mundo com seus extraordinários e escorchantes lucros. Todos os programas esportivos e jogos transmitidos pela televisão fazem propaganda das BETS, que não bancam festejos juninos.

 

Os festejos juninos de Ipirá tiveram um custo de:

 

Segundo o levantamento, o valor total das contratações chega a R$ 3.251.000,00. A maior parte dos recursos utilizados é proveniente do próprio município, que responde por R$ 2.893.000,00 (88,99%) do montante. O Governo da Bahia participa com R$ 334.400,00 (10,29%), enquanto o Governo Federal contribui com R$ 23.600,00 (0,72%).

 

No entanto, o município foi premiado com o Certificado de Transparência nos Festejos Juninos 2026 do MP-BA e TCE-BA por detalhar a aplicação dos recursos.

 

O prefeito T.O. é o artilheiro do das festas juninas, com duas festas. A artilharia pesada da copa do mundo vai sair de uma briga de cachorro grande: Lionel Messi, Kylian Mbappé com 6 gols; Harry Kane, Erling Haaland, Vinicius Junior com 4 gols. Essa turma toda, tem quantas obras no município de Ipirá? Nenhuma.

 

Nenhum deles foi vaiado nesta copa. Vaia sonora foi para a FIFA, em todos os jogos, por ter inventado quatro períodos para um jogo de futebol, querendo transformá-lo num fute-basquete-bola no tempo de jogo.

 

Os artilheiros, todos eles estão empatados com o prefeito T.O., que ainda tem pela frente dois anos e meio de mandato, que arrecadará no final de um mandato de quatro anos, mais de um bilhão de reais. Será que esse prefeito T.O. não vai fazer uma obra no valor de 2 milhões, 893 mil reais neste município? 

quinta-feira, 11 de junho de 2026

PREFEITO TIAGO OLIVEIRA BOTOU BROCANDO NO PGP

O governador Jerônimo Rodrigues estava entusiasmado e tomado por uma forte emoção, ao afirmar e confirmar: “que coisa linda!”

 

Não era para ser diferente, o local do PGP em Ipirá estava apinhado de gente, a lotação estava completa, uma boa oportunidade para um bom e convincente discurso político. Por que não? Tudo nos conformes.

 

A grande e grata surpresa do PGP em Ipirá foi a atuação do prefeito de Ipirá, Tiago Oliveira, que deixou de lado aquela besteira e frivolidade de “pai véi prá lá” e “pai véi prá cá” num tratamento de linguagem e atitude vulgar, que demonstra grande intimidade e carinho mútuo, mas pouco vantajoso, proveitoso e útil para as grandes questões e necessidades da população de Ipirá.

 

O prefeito Tiago Oliveira foi, talvez, o único dos presentes, que tomou um banho de folha, baixou o santo, limpou a área e vestiu a camisa do PGP por inteiro e com completo louvor, como um dia de escuta, diálogo e construção, sem segundas intenções, sem pensamento na Eleição (deles) e na reeleição (sua), de maneira que, de forma republicana, institucional, madura, respeitosa colocou a cereja no bolo, com uma reivindicação clara, precisa e firme de políticas públicas com o endereço da juventude, de suas pautas e demandas relacionadas à formação acadêmica, mas sempre integrada, associada e carregada de políticas públicas abrangentes ao campo do desenvolvimento social e econômico local.

 

“O prefeito de Ipirá, Tiago Oliveira, fez um pedido público ao governador Jerônimo Rodrigues, aos senadores Jaques Wagner e Otto Alencar e às demais lideranças presentes para que levem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a proposta de implantação de uma Faculdade Federal Pública com sede em Ipirá.”

 

Este é um sonho antigo mergulhado num jogo de pôquer, quando o ex-prefeito Ademildo Almeida jogou as cartas na mesa: “Ipirá não pode ficar sem universidade”, na presença de um deputado petista, que sem cartas na manga, soltou a língua: “essa semana, vai acontecer uma reunião na cidade de Lençóis sobre a Universidade da Chapada, vão lá!” Quando a caravana de Ipirá apareceu na reunião, o assombro tomou conta do ambiente: “quem é essa gente!?” O deputado blefou, não tinha jogo.

 

A reivindicação está posta na mesa do PGP pelo prefeito Tiago Oliveira, com amplo respaldo na região e comunidade local. É o brado da juventude. A Universidade da Bacia do Jacuípe é o sonho antigo e de esperança renovada.

 

O prefeito Tiago Oliveira jogou a carta na mesa, composta por um governador, dois senadores, um ministro e vários deputados federais. Que apresentem suas credenciais e cartas. Não mandem o prefeito T.O. para o encontro do G7 (15 e 17 de junho) em Evian, na França, para encontrar o presidente Lula, que não dá certo, pois o presidente norte-americano Trump lá estará e nada producente será um encontro do presidente Trump com o prefeito T.O.

 

“Esse iraniano (prefeito T.O) quer visto de jogador de bola da copa para entrar nos Estados Unidos?” Indaga o presidente, “não, ele é montador de cavalo!” respondeu o assessor; “então, ele é perigoso, sapeca um míssil na cabeça dele e cobra o traslado do corpo para a aldeia dele, que nem universidade tem”

 

Senhor governador e senhores senadores não blefem, não é jogo de pôquer. Essa é a principal reivindicação da Bacia do Jacuípe e de Ipirá. Esse é o maior pedido e solicitação feita pelo prefeito Tiago Oliveira, que até o momento não tem uma obra no município de Ipirá.

 

A indiferença, a desatenção e a sonegação pelos poderes públicos constituídos a essa demanda, será a constatação clara e precisa de que o prefeito T.O. não tem nenhum respaldo e prestígio político na parte de cima e que o reconhecimento do seu valor institucional como prefeito, pelos que gostam e governam com prefeitos, será equivalente a um saco de batata.

 

Se uma reivindicação dessa não ficar na prateleira de cima e não for apresentada com toda sua densidade, nem que seja para uma análise mais detalhada, significa que o PGP é jogo de carta marcada, onde o povo chega junto e sai com a sacola vazia.

 

Se não houver atenção para uma proposta dessa magnitude e não for colocada na balança, não adianta ficar falando em mudança na pauta da juventude e que os jovens estão apresentando demandas relacionadas a formação acadêmica, cultura e futuro profissional, enquanto que, a juventude da Bacia do Jacuípe vai ficar à deriva e excluída da possibilidade de sonhar dentro do seu território. As coisas não podem acontecer somente da boca prá fora.

 

Fiquei de ouvidos abertos para o discurso político. Na fala da turma da “capa preta”, aqueles que possuem alto poder de influência e observei que nenhum deles se referiu ao PT de Ipirá. Disseram até: que tudo começou com Diomário Sá; que não largam as mãos dos seus; que valorizam os lambedores do sal da terra. Seria louvável que acrescentassem o “cresça e apareça”.

 

Não pensem que eu não voto nesse time. Voto sim, com uma exceção. Não votarei para a reeleição do senador Jaques Wagner. Há tempos atrás, ele disse que: “em Ipirá ele era macaco” e que “se votasse em Ipirá, votava no macaco”. Simples assim; eu voto em Ipirá, se eu votasse em Camaçari eu votaria no senador JW; mas eu voto em Ipirá. Assim sendo e ao saber que o Banco Master nasceu foi na Bahia estou no aguardo da delação do banqueiro Daniel Vorcaro. Banana para os macacos e, não esquecendo, para os jacus também.