sábado, 10 de outubro de 2026

O PAU DE BOSTA, TAMBÉM CONHECIDO COMO PIÁ DE BOSTA

 

No Campo do Gado, o logradouro que mais mudou de nome em Ipirá, tinha uma família proletária, sendo o pai, seu Geraldo do Fomento, um homem trabalhador e honesto, e um dos filhos, o caçula, o menino Maranhão, assim chamado por causa de um jogador do Vasco da Gama, conhecido por Maranhão.

 

Maranhão era esperto e arisco. A malandragem da cidade armou o bote na porta de sua casa. A noite se aproximava, a iluminação pública já estava acesa, embora com uma claridade meio fosca. Em casa, Maranhão tomava café no seu horário habitual e cotidiano. Dava para ouvir a gritaria: “porrada, porrada, porrada!” Maranhão não pensou duas vezes, saltou da cadeira e escapuliu para a rua.

 

A arruaça estava feita: “se você é homem larga o pau e venha!” dizia um garotinho, enquanto o outro retrucava: “para dá um tapa num merda como você, eu vou é na mão grande, apareça uma pessoa para segurar esse pau!” Sem pensar duas vezes e querendo ver a bagaceira, Maranhão se oferecia; colocava a mão, o pau escorregava e sua mão ficava melada, suja, escorrendo e pingando bosta.

 

Em casa, Maranhão chorando e sua mãe ralhando: “tu tinha nada a espreitar essa azucrinação da rua. Cuma é que tu deixa teu café prá ispirulitar na rua. Tu toma juízo, menino! Agora tu lava tua mão com um litro de criolina e isfrega bem isfregado prá não ficar nem furdunço, nem cheiro de caganeira contaminando a casa toda ou tu vai toma uma surra daquelas.”

 

No mundo de hoje, quem vai atacar é o ‘piá de bosta’. Fez governador no Paraná e cometeu crime eleitoral em Minas Gerais. O ex-governador Zema na hora da votação sacou uma arma, proibida pela lei e Justiça Eleitoral para todos eleitores brasileiros, colocou-a ao lado da urna, acionou-a, manipulou-a, foi filmado e refilmado usando o celular na hora do voto, na cabine de votação, na boca da urna, quebrando a lei e tudo isso porque ele não tinha conhecimento da lei; um candidato a presidente! Cadê o ‘pau de bosta’?

 

Está armado na porta da prefeitura de Ipirá. O prefeito Tiago Oliveira lá dentro. Por telefone, o governador parabenizou o prefeito, Lula obteve 71,87% no município. Tudo bem! Embora tenha acontecido 10.823 abstenções (22,47%).

 

Como o prefeito Tiago Oliveira vai aumentar para 72% a vantagem de Lula? Analisando onde aconteceram os focos de abstenção. Depois, criando meios para o eleitor que não votou no primeiro turno, vote no segundo e por fim, com educação política, solicitando e rogando aos vereadores do seu grupo, que não apoiaram Lula no primeiro turno, que o façam no segundo, desde quando, o vereador do grupo do prefeito que não segue o prefeito numa empreitada dessa, não merece o mesmo tratamento que será dado aos vereadores do mesmo grupo que suaram a camisa na batalha pelo voto. Onde está o ‘piá de bosta?

 

No Rio de Janeiro. No debate, o Paes ficou calado, mudo, surdo, negligenciando e negando a participação do candidato Garotinho. Não respondia a menor pergunta do candidato. Nem boa noite deu, nem pegou na sua mão. Uma humilhação.

 

Tudo bem! A Justiça negou Garotinho. O ministro do PL garantiu Garotinho na urna, no dia da Eleição. A votação do candidato Paes negou e falhou feio. Ficou em segundo lugar e querendo o segundo turno. Garotinho teve mais de 3% dos votos, simplesmente garantia o segundo turno e simplesmente, desistiu da ação no STE e Paes perdeu no primeiro turno. Uma pergunta: o eleitor que votou em Garotinho pegou ou não pegou num ‘pau de bosta’?

 

O maior ‘pau de bosta’ do mundo é esse presidente dos Estados Unidos, o Trump. Ele autorizou para novembro, o fuzilamento de um assassino em série, por rede mundial de televisão para que o mundo veja, com todos os olhos, as consequências do que acontece com quem pratica um ato desse. Na ideia dele, será o maior espetáculo da face da terra, para crianças, idosos e toda humanidade apreciarem. Enquanto isso não acontece ou depois que acontecer, a sociedade americana está e permanecerá forjando milhares de ‘paus de bostas’, que cometerão assassinatos em série dentro do seu quintal. Ruas e cidades norte-americanas que aguardem. É uma questão de dias.

 

O maior ‘piá de bosta do Brasil’ é um sujeito chamado Vorcaro, o maior gastador de dinheiro ‘dos outros’ que já apareceu nesse país. Armou seu berreiro na frente do Supremo. Com uma gritaria infernal na porta: “dinheiro, dinheiro, dinheiro!” O alvoroço tomou conta na mesa da Corte. A ambição não tem freios, a bufunfa fala mais alto, até onde não devia. Sete dos onze saltaram das poltronas luxuosas em que estavam e partiram em direção ao ‘amigão’. Vorcaro tá doido para ser solto. São bilhões de reais esperando por ele lá fora. O ‘pau de bosta’ veio para a porta do matadouro de Ipirá.

 

Um deputado chegou na porta do matadouro de Ipirá e lascou o verbo contra o elefante branco estacionado há mais de trinta anos naquele lugar; um vereador comeu a pilha. Não vá não vereador, não cai nesse esparro não, homem! Isso é puro ‘pau de bosta’, você pode ficar com a mão atolada.

 

Esse matadouro de Ipirá é o maior ‘pau de bosta’ que existe nessa terra. São trinta anos de feito, nunca foi inaugurado; já foi roubado várias vezes, nunca teve um meliante preso; já foi gasto nele o dinheiro público de construir dez matadouros desse tipo; isso é obra para lavar dinheiro público, dinheiro público jogado fora; esse matadouro já deu dinheiro para campanha de deputado; esse matadouro já serviu de desova de corpos humanos, mas nunca aconteceu o abate de um boi em seu interior, nem mesmo uma galinha caipira foi sacrificado nesse matadouro, para nossa máxima vergonha, nunca abateu um bengo. Esse é o verdadeiro ‘pau de bosta’ do município de Ipirá.


segunda-feira, 5 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026 – RESULTADO EM IPIRÁ

 

Bem antes das Eleições eu coloquei esse resultado: em Ipirá, 22 a 12 para governador e 25 a 9 para presidente (anotem para mim cobrar após o resultado oficial).

 

Depois das Eleições eis o resultado oficial em Ipirá; presidente Lula 25.020 votos contra 8.255 votos de Flávio somado a 536 votos de Caiado totaliza 8.791 votos, quase o (25 a 9)

 

Para governador em Ipirá: Jerônimo 22.122 votos contra 11.495 votos de ACM Neto, quase o (22 a 12). Não sou vidente, apenas tem um pessoal conhecido do finado Ibope que mim orienta nessa averiguação.

 

Ipirá tem 47.871 eleitores, só votaram 37.048 eleitores. 10.823 não compareceram, não mim pergunte nada, porque eu não sei o motivo.

 

1.664 resolveram anular o voto para presidente (a maioria deve ter sido erro); 571 votaram branco (tem que saber apertar a tecla branco / não significa erro), resultando em 34.813 votos válidos.

 

Observe a força da cúpula da macacada (Dió, Tiago, Dudy): deputado federal Daniel Alencar 12.390 votos/ deputado estadual Eduardo Alencar 10.056 votos

 

Compare com a jacuzada: ACM Neto 11.495 votos, menos do que 12.390 do deputado federal da macacada; menos do que os 12.311 votos obtidos pela candidata Nina Gomes em 2024.

 

Eu fico na dúvida, a jacuzada está encolhendo ou a ex-candidata a prefeita Nina só levou 1.816 para somar com a jacuzada em 2024?

 

Nessa campanha eleitoral, também merece comentário os acontecimentos hilariantes que ocorreram. Vamos ao primeiro: a Globo resolveu fazer o último debate, um verdadeiro samba de treita, imitando um baba que tinha na praia da Pituba, em Salvador, na década de 90, quando amigos formavam os times e tinha sempre uma vaga para um estranho, que seria convidado.

 

Quando a bola rolava, o adversário dava uma bola enviesada e dividida para o convidado, sendo que, três ou quatro jogadores do mesmo time do convidado partiam prá cima e cutucavam, batiam, tiravam uma lasca da canela do convidado, que ficava sem entender nada: “que porra é essa, meu irmão?!” Era o ‘baba da treita’.

 

Voltando ao debate, aconteceria uma treita. No esquema montado pela Globo, ia ter uma cadeira para o candidato Flávio fazer pergunta: “você é gatuno?” A cadeira na sua frieza, nada respondia. “Réplica para o candidato”. “Seu filho é ladrão?” A cadeira continuava alheia. “Tréplica para o candidato”. A cadeira continuava passiva. “Quadrúplica para o candidato”. Os quatro candidatos iam prá cima da cadeira com pontapé nas pernas, aí não tinha jeito, a cadeira que não é de ferro ia ter que gritar: “que porra é essa, meu irmão?!

 

Seria o ‘debate da treita’. Leitor desse blog, mim ajude! Onde foi que você já viu alguém debater e trocar ideias, proposta e discutir projetos com uma cadeira?

 

Parece até aquela senhorinha, que diante da televisão,  assistindo suas novelas globalizadas, observando a cena em que a atriz surrupia algo precioso e ao  ser questionada mostra a frieza, indiferença de uma cadeira, somada ao desdém e ao cinismo de uma pessoa que nega veementemente o acontecimento; não dá  outra, a senhorinha levanta, com o dedo em riste, parte prá cima da televisão: “foi você sim sua descarada, sua sem vergonha, sua cretina, foi você que pegou as joias na gaveta que eu vi, se precisar eu digo na sua cara que foi você, sua gatuna!”

 

Mas, foi a regra do jogo e todos concordaram. Um debate de três contra um. Se um não for, a cadeira vai. Se aparecer alguém, sicrano foge. Um não indo, sicrano fugindo, a Globo suspendeu o ‘Debate da Treita.” No Segundo Turno teremos o debate da verdade.


quinta-feira, 1 de outubro de 2026

A POLÊMICA SOBRE A UNEB EM IPIRÁ (02)

Coisa boa, a Uneb está pegando fogo em Ipirá! Por favor, não chamem o bombeiro; muito embora, ela não pode é ficar carbonizada antes mesmo de ser implantada. Preste bem atenção!

 

O sujeito quando é candidato, correndo atrás do voto, ele promete o céu, a terra e os cambaus para a localidade. Candidato é bicho tão esperto, que ele pega no ar o que a comunidade deseja; no mau sentido, parece até doença ruim que vai passando de boca em boca, sendo transmitida pelo vento.

 

E a Uneb em Ipirá está sendo propagada por vento de ventania pelos candidatos ao governo da Bahia. Os dois candidatos, que aparecem na linha de frente da disputa, já se pronunciaram. Abriram o bico e deram com a língua. Só de boca, sem documento escrito e firma reconhecida em cartório. Assim sendo, a população tem que armar o bote de cobra venenosa para lascar a cobrança no prometedor que ficar na cabeça de pule.

 

Vamos ao rosário de promessas, neste caso, o prometido para Ipirá, com destaque, para o Campus da UNEB. Com a palavra ACM Neto, anote aí, para não cair no esquecimento, a promessa dele:  “prometeu priorizar a retomada da instituição de ensino superior para a juventude da cidade.” Isso não pode cair no esquecimento, porque não tem fio do bigode do falador, para o povo acreditar. Evidente, que o que qualquer candidato fala, não pode ocupar todo o ouvido, como se verdade fosse. Esse é o caso desse candidato ACM Neto. Ele falou em “RETOMADA da instituição de ensino superior.” Retomada de quê? Mente ou quer enganar.

 

Fez referência: “para a juventude da cidade.” Diz o nome da cidade, cara pálida! Estais esquecendo e sonegando o nome da cidade para não firmar compromisso de fio de bigode e ficar só na palavra solta de candidato? A população tem a obrigação de amarrar a fala desse candidato num mourão de canto.

 

O candidato ACM Neto declarou que: “participou da criação de uma unidade da Uneb em Ipirá no passado ...” Que mentira da desgraça é essa? Esse sujeito vive uma paranoia ou quer botar uma mistificação na cabeça da população de Ipirá?

 

Aí ACM Neto completa: “... e que o Estado teria fechado o campus posteriormente.” Esse sujeito é doido da cabeça! Como é que vai fechar uma coisa que nunca foi aberta? Ipirá nunca teve campus de zorra nenhuma, quanto mais universidade. A população tem que tomar muita garapa, para suportar a fala desses mistificadores baratos.

 

Aí vem o governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues e bota água no ventilador, afirmando que: “nunca existiu um prédio ou campus próprio da Uneb em Ipirá.” É verdade. Nem com Jero governador, Ipirá recebeu a Uneb.

 

Essa discussão do castelo de areia não interessa ao povo de Ipirá. Cadê o Campus da Uneb em Ipirá? Onde é que fica em Ipirá? Essa briga de ladainha, que fica empurrando com a língua, não interessa ao povo dessa localidade. Jerônimo governador por mais quatro anos, você vai fazer ou não vai? Essa é a conversa, sem rodeios.

 

Aí vem a própria Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e divulga que: “não há registro de criação de um campus próprio no município de Ipirá.” É verdade, trata-se de um fato! Mas, merece uma pergunta na lata: Ipirá merece ou não merece um Campus da Uneb em seu território? Afirmo que merece por mérito, por necessidade, por interesse da juventude local e para acabar com esse desprezo que os governantes locais e estaduais possuem por nossa terra.

 

Mas o que aconteceu para esses dois candidatos ao governo da Bahia ficarem jogando conversa fora? Ipirá já teve Uneb, como disse ACM Neto? O governador Jerônimo implantou a Uneb em Ipirá no seu governo? Não, nada, nadinha! Espeto de Neco ‘ferreiro de Ipirá’ para ambos! Significa absolutamente nada ou nadica de nada, o que é mais humilhante para nossa população.

 

Observe o tamanho do pulo do gato. A formação de docentes para atuar na educação básica (inclui o ensino médio) deve ser feita em nível superior, em curso de licenciatura ou de graduação plena. É a Lei. Ipirá estava fora da realidade deste mundo. O que fazer para sair da buraqueira? Tem que fazer a faculdade aqui.

 

A turma de ACM Neto, com os governadores Paulo Souto ou César Borges, com o prefeito da época, Luís Carlos Martins, montaram um esquema meia boca para resolver o problema: não implantaram a Uneb em Ipirá, mas trouxeram apenas cursos de formação, que foram montados em instalações cedidas pela prefeitura, com duração de um ou dois anos. Pronto, o buraco estava tapado.

 

Disseram que era universidade. Mentiram! Acreditaram tanto na mentira que disseram, que até hoje, o ACM Neto acredita piamente que sua turma implantou o Campus da Uneb em Ipirá e pela sua desinformação ser tão grande ou por seu conhecimento sobre Ipirá ser tão pequeno ou mesmo pela necessidade de ser venal, ele disse que o Estado acabou com o Campus, que nunca existiu na real e no papel.

 

Como é que a nossa gente vai conseguir dormir com um barulho desgraçado desse? Seu Jero e seu Netinho, a gente só quer um Campus da Uneb em Ipirá, só isso! De boa e na real.

  

domingo, 27 de setembro de 2026

SOBRE A POLÊMICA DA UNEB EM IPIRÁ (01)

UNEB em IPIRÁ é um tema relevante para o nosso município nessa corrida eleitoral para o governo da Bahia. Polemizando o assunto, o candidato ACM Neto já se pronunciou, o governador Jerônimo Rodrigues já desmentiu o candidato. Abaixo, segue um artigo, na íntegra, escrito pelo advogado Jackson Alves. Estou preparando um artigo e fico no aguardo do pronunciamento de Luiz Marques, Dilemar Matos, Sérgio Invenção e quem mais se propuser a fazê-lo.

 

SOBRE A POLÊMICA DA UNEB EM IPIRÁ

 

Nunca antes na história de Ipirá se reuniram tantas condições favoráveis para que Ipirá tivesse um Campus da UNEB. Uma vez que o grupo político que governa o Estado da Bahia e o grupo da ‘macacada’ estão alinhados entre si, contudo nenhum esforço foi feito para que se investisse em tal demanda. Falácia e negligência, pois podiam ter trazido Campus da UNEB e nada fizeram.

 

Foram 6 anos de Diomário e Jaques Wagner e nada de Campus da UNEB em Ipirá.

 

Foram mais 2 anos de Jaques Wagner, 4 anos de Rui Costa e 4 anos de prefeito da ‘macacada’ – foram 4 prefeitos em 4 anos – inclusive prefeito macaco disfarçado de jacú... Com origem naquela bagunça de renúncia orquestrada pelo governador da Bahia para que assumisse um prefeito do PT em Ipirá, apesar de ter sido eleito para vice, numa troca de cartas sem a anuência do povo, mudaram o poder, e nada de UNEB.

 

Houve um intervalo com 4 anos do grupo político dos ‘Jacús’ na administração da cidade que foi sufocado por Rui Costa e nada foi feito pelo governo do Estado em Ipirá nessa época, um completo boicote.

 

Dudy foi prefeito de Ipirá por 4 anos em alinhamento com o último ano de Rui Costa e mais 3 anos com o governador Jerônimo, que não trouxe nada estruturante para Ipirá, não foi construído uma casa popular. A UPA ficou fechada por 3 anos e transferida para o hospital, entregando uma saúde precarizada aos cidadãos de Ipirá. O governo Dudy foi de apertos de mãos em eleitores, além de muita permissividade para agradar a qualquer custo, governou com o carisma, de certa forma atuando na falha do seu antecessor que deixou a relação com o povo em segundo plano. E nada de UNEB.

 

No atual governo, o prefeito em alinhamento com o governador Jerônimo é que se tem algum início de alguma coisa que ainda não está pronta, por enquanto, só no papel. O foco é asfalto, que tem sua importância para a modernização da cidade, porém com pouca atuação em saneamento básico, apesar da taxa de esgoto elevada $$$$ cobrada pelo governo do Estado.

 

Alguns administradores defendem asfalto porque asfalto o povo vê e saneamento básico o povo não vê, fica coberto por baixo da terra. Enquanto isso, o esgoto corre como um rio a céu aberto cortando toda a cidade, muitos fecham os olhos para não ver, mas também devem fechar o nariz.

 

Entendo que o problema do saneamento seja uma herança, um problema crônico, ou seja, não iniciado pelo atual gestor, que vem de certo modo fazendo algumas intervenções necessárias na cidade que seus antecessores deixaram rolar. Mas, que pode ter um início de resolução na atual gestão, pois saneamento básico é saúde. Contudo, e apesar de todo prestígio com o governador Jerônimo, nada de Campus de UNEB em Ipirá!

 

Enfim, são 20 anos de governo do Estado alinhado com 18 anos de ‘macacada’ – com 4 anos de ‘jacú’ – e nada de Campus da UNEB, não trouxeram porque não quiseram, não tinham interesse na educação dos jovens de Ipirá com acesso à universidade pública em sua cidade.

 

A intenção aqui, não é fulanizar a discussão política e sim atribuir responsabilidades!

 

Jackson Alves – Advogado Criminalista - @dr.jacksonalves

 

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

NEM GALINHA NÃO DEIXOU DE GRAÇA

O presidente dos Estados Unidos quer brigar contra qualquer um, até contra ele mesmo. Eu estou procurando um sujeito em Ipirá para ser mais encrenqueiro do que esse sujeito, ainda não encontrei.

 

Ele agora virou o ‘ziriguidum da desgraça’ contra a imprensa americana que não fala bem dele. Imagine uma desgraça dessa! Tá mexendo com um vespeiro e com a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

 

Ele agora, resolveu comprar votos. Se o Partido Republicano, o partido dele, ganhar as Eleições ele vai dar 5 mil dólares a todos os eleitores americanos. Dá para a gente imaginar: se Satanás doar 25 mil reais a todo eleitor de nosso município, pelo voto na Eleição para prefeito de Ipirá! Na minha percepção ele não terá um voto.

 

Nesta terça-feira, a campanha de ACM Neto esteve fazendo fuzarca nas ruas de Ipirá. Muita movimentação de bandeiras. Colocaram vários pixulenkos (um pano de dois metros com a foto do candidato ao governo) na avenida e praça. Um pixulenko ficou na frente do escritório de advocacia do ex-prefeito Dió, na rua, junto à calçada. Mas quem via de longe, pela perspectiva, achava que estava na porta de vidro do escritório.

 

O macaco Nem Galinha passando pelo local observou a situação e dirigiu-se ao escritório para tirar satisfação, conversou com a secretaria, voltou e tirou o pixulenko daquele local, arrastou-o pela parte superior por uns dois metros e foi dizendo: “essa desgraça não vai ficar ali!”

 

A mulher que tinha colocado a propaganda na frente do escritório, observando o acontecido, pegou o pixulenko pelo meio e colocou no lugar em que estava e foi dizendo: “essa desgraça tem que ficar é aqui”

 

Essa discussão levou mais de duas horas: “não vai ficar aqui!” e “vai ficar é aqui!” O ex-prefeito Dió com toda a sua experiência e convicção de um grande líder e poderoso chefão da macacada, soltava um sorriso pelo canto da boca e, naturalmente, pensava: “essa Eleição vai ser dura e disputada voto a voto!” Quem sabe se ele não imaginou que é até bom que tenha a foto do candidato adversário na frente do seu escritório para prevenir qualquer tempestade.

 

Na quarta-feira foi o aperitivo da turma de Jero sem Jero. Não meteu medo nem nos teiús que moram na praça. À tarde foi a inauguração da biblioteca feita pelo ex-prefeito jacu Marcelo Brandão. Quem estava lá prestigiando? Nem Galinha, que manifestou o seu pensamento: “o ôtro prefeito fez uma carnêra de difunto, o prefeito Tiago fez uma biblioteca”

 

Na verdade, mais um remendo do prefeito Tiago Oliveira. A prefeitura de Ipirá tem que tomar juízo e fazer o que o município precisa verdadeiramente. Esse jogo de empurra não faz o município prosperar. Faz e desmancha; desmancha pra fazer. Faz aqui; faz lá; termina não fazendo nem aqui, nem lá. A briga da praça durou duas horas, essa briga de jacu e macaco já dura sessenta anos.

 

Mais de um bilhão em quatro anos é o suficiente para mostrar se um prefeito é bom de administração, porque o resultado eleitoral tá na cara: aqui, em Ipirá, 22 a 12 para governador e 25 a 9 para presidente (anotem para mim cobrar após o resultado oficial).

 

A trajetória livre do eleitorado de Ipirá começou na primeira Eleição de Lula quando ele venceu Collor, que tinha o apoio do jacu e macaco, no primeiro turno.

 

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

NASCEU UMA JACA NUM PÉ DE MANGA

O Brasil tem bomba atômica. Não é só uma bomba atômica; mas uma bomba atômica acoplada a uma bomba de nitrogênio. Explode e implode ao mesmo tempo. Esta bomba é conhecida e chamada de VORCARO.

 

Mineiro de nascimento, se criou na Bahia, mas a Bahia não quer nem tomar conhecimento nessa paternidade, nem mesmo da maternidade. ‘LÁ ELE! VAI PRÁ LÁ!’ É o que se diz na Bahia. É silêncio total e absoluto. Nada se diz, nada se fala. Nem mesmo recebendo um apartamento de presente no Horto ou mesmo 10% na quebrada.

 

O candidato à presidente Flávio Bolsonaro pediu 134 milhões de reais ao Vorcaro para gastar no filme do herói da vida ‘di lá êle’ e Vorcaro garantiu a oferta. Aqui começa a embolação. Na embolação destacamos a bola e vamos ao comentário futebolístico para analisar e desvendar a jogada.

 

Na Bahia, tinha um técnico de futebol, de um time chamado Botafogo da Bahia, já extinto, que era muito conhecido e chamava-se Sotero Monteiro, já falecido, que reunia seus jogadores no meio do campo e dizia em bom português: “quem estiver com a bola é o ninja, mas quem pede recebe e quem desloca tem preferência”

 

O jogador Flávio pediu, o dono da bolada deu e o Flávio não quer ter a preferência. Simplesmente, quer transformar a bomba atômica num bagunço de jaca, não sabendo que quem encosta fica grudado. Foi o que aconteceu, tem meio mundo de gente graúda grudada e bem grudada, até o presidenciável Flávio.

 

Não vou botar nem juros de cigano, que conta dia e noite, mas num país que tem um dos maiores juros do mundo, vou colocar 10% ao ano, equivale a 13 milhões e quatrocentos mil reais de juros. Se pegarmos a família de seu Jair, esposa, filha e quatro filhos, colocar uma renda mensal de 50 mil reais para cada um totalizará 350 mil reais, num ano 4 milhões e 200 mil, para um total de juros na casa de 13,4 milhões de reais no frigir dos ovos. Não tem quem pague essa gemada de ovos.

 

Desculpas esfarrapadas: “só fiz pedir, não sei de mais nada”. Muita calma nessa hora. “Não era dinheiro público, era um contrato particular, não tem nada fora do normal.” O cinismo sempre ajuda, mas não diz nada.

 

Esse banqueiro Vorcaro tem um pé de dinheiro no quintal? Esse Vorcaro não é aquele trambiqueiro que transava com fundos de pensão e aposentadorias de bancos públicos? Esse Vorcaro nunca roubou o dinheiro público? Então, com os devidos argumentos, era tudo dinheiro particular para filme, para contrato com escritório de advogado, para bacanal, para apartamento, para comissão.

 

Todos. Todos os que caíram no visgo do bagunço de jaca tem explicações a dar, mesmo os que querem ficar calados, silenciados, aguardando um sigilo de justiça que já foi quebrado. Resta fazer a propaganda da melhor jaca do Brasil, a jaca da mata da Caboronga no município de Ipirá, na Bahia.

 

A grande novidade é que nasceu uma jaca numa mangueira. Dizem que é devido ao agrotóxico utilizado, outros afirmam que é porque a converseiro no Brasil está intoxicado do terreiro ao Supremo. Fazê o quê?

 

Vorcaro não pisou em Ipirá. O forte daqui é o dinheiro público. A receita do município de Ipirá supera UM Bilhão de Reais em um mandato de quatro anos. 134 milhões de reais é uma bagatela para o nosso município. Só de emendas parlamentares nós recebemos mais de 160 milhões de reais. Podemos bater no peito e dizer: “Não precisamos de Vorcaro, aquele bagunço de jaca!”

 

O prefeito Tiago Oliveira tem que mostrar competência eleitoral nestas Eleições, num município que Lula tem uma performance de mais de 70% dos votos, o prefeito tem que ter a maior votação para os deputados da família Alencar (era família Martins, querem encaixar a família Oliveira e agora enfiaram a família Alencar) e 70% na majoritária. Sem bomba atômica, nem furdunço de jaca; aguardaremos.
 

domingo, 6 de setembro de 2026

MAIS SUJO DO QUE PAU DE GALINHEIRO

Você tem lembrança do maior assalto no Brasil? Foi aquele assalto que aconteceu num banco em Fortaleza, no Ceará, totalizando 160 MILHÕES de reais.

 

Você sabe quem é o maior ladrão do Brasil? Pense bem! Se for rico não pode ser chamado de ladrão, corrupto ou bandido.

 

Você sabe qual é o pau de galinheiro mais sujo do Brasil? Quem encostar nesse sujeito fica cheio de pichilinga. Vou dar uma pista: um deputado federal de Minas Gerais, o mais votado do Brasil, não conhece esse sujeito, mas chama-o de ‘Dani’. Não é lindo? Não conhece, mas viajou no avião do ‘Pau de Galinheiro’ e recebeu uma grana de ajuda. Não é lindão? É assim! Esse deputado mineiro disse que está se preparando para ser presidente do Brasil. Durma feliz com um barulho desse.

 

Tudo começou na Bahia! Quando um tamborete virou banco e um agiota virou banqueiro. De liso para bilionário foi num piscar dos olhos, bastou um empurrão. Uma carteira de crédito para emprestar dinheiro aos funcionários do Estado. Juros altos e desconto no contracheque. Garantia absoluta e segurança total. Sem medo e sem calote. Da Bahia para o Rio de Janeiro e para Brasília.

 

Se Vorcaro soltar a língua: ‘não ficará pedra sobre pedra’. Será necessário refundar a República no Brasil. Esse sujeito não pode comparecer nem num confessionário para contar os pecados ao padre. Mesa de bar nem pensar. Esse sujeito tem que ser silêncio total e absoluto, trata-se de um segredo de justiça trancado à sete chaves; este sujeito é um túmulo, sobre o qual descansa duzentas toneladas de cimento concretado.

 

Delação de Vorcaro? Nem aqui, nem no inferno! Ele queria fazer uma delação e devolver 40 bilhões de reais. Que devolva, sem delação, sem conversa; este assunto é intratável, impublicável e com confidencialidade de duzentos anos.

 

Na Bahia, engasgou as candidaturas da situação e oposição. Aqui ninguém toca no banco Master nem no pensamento. Na Bahia não se faz política dando bicuda na canela. “Êta, povo civilizado!”

 

Apareceu contratos de consultoria e repasses financeiros para uns e apartamentos para outros. Sendo políticos sérios, sisudos e honestos negam ter relação direta com o bilionário, assim sendo, afirmam que foi apenas um encontro fortuito, resumido a um ‘aperto de mão’. Tá todo mundo limpo; é tudo legal e privado. E o ‘pau de galinheiro’ não soltou pichilinga para ninguém.

 

Em Brasília o ‘pau de galinheiro’ nadou de braçada e fez repasses milionários: financiou campanhas políticas, bancou o filme da família Bolsonaro com valor previsto de negociação de 134 milhões de reais. Na cara de pau, o presidenciável afirma que ‘não tem nada de recursos públicos, trata-se de dinheiro privado’. É verdade, acreditemos que somos tolos! Não tem uma pichilinga no banco do ‘pau de galinheiro’ que tenha feito ninho no dinheiro público. O candidato à presidente fala e acredita no que fala e pensa que acreditamos.

 

Não tem como um sujeito como Vorcaro não chegar na porta do Céu. Não tem santo que não fique de joelho diante do bilionário ‘Pau de Galinheiro’. Na Altíssima Corte o sujeito foi venerado, cortejado e bajulado. Contratou o escritório da esposa de um graúdo por 130 milhões de reais/ano. O outro graúdo ficou enciumado, mas manteve contato e se reuniu com o banqueiro numa fundação. O que importa é faturar pichilinga, quem pega menos fica contrariado.

 

Aí o pau quebrou com a quebra do delicado copo de wisky sigiloso detonando a crise que mostra a face oculta do Poder. É muita sujeira, tá tudo mais sujo do que o pau de galinheiro.

 

Aí aparece o presidente dos Estados Unidos, Trump querendo mudar o nome do Estreito de Hormuz para “Estreito de Trump”. Esse é outro ‘pau de galinheiro’; o mais maluco do planeta. Um dia o estreito de Trump vai se lascar; que seja o mais breve possível!

 

Em Ipirá, o líder Antônio Colonnezi não sabe se vai ou fica; fora da foto, entrou na foto e ficou fora da foto. Foi na inauguração do comitê? O ex-prefeito Dió disse que todas (repetindo) TODAS as lideranças estavam lá. Se TODAS as lideranças estavam presentes, quem faltou não é nem a sombra de um líder.

 

Com tanta lambança nessa terra, só e somente só, um sujeito seria capaz de consertar isso aqui: o bilionário Vorcaro. Este ajeitaria a vida da jacuzada e da macacada na medida em que soltasse uma tonelada de pichilinga para macaco e jacu ficarem se coçando. Aí, jacu e macaco ficariam ‘di boa’, não haveria necessidade de brigarem pela prefeitura.

 

Mas o bilionário ficou com medo da concorrência do único bilionário que existe em nosso município: a Prefeitura Municipal de Ipirá (uma receita de mais de um bilhão de reais em quatro anos de mandato). O bilionário Vorcaro preferiu fazer vida em Brasília.

 

Quando Vorcaro era liso e se, por acaso, ele aportasse nestas bandas, ele com sua esperteza aguda e um faro ativo por pichilinga, naturalmente, ele iria cair de amores pela macacada e diria “sou macaco desde pequenininho”.

 

Sendo um dos mais de 22 mil votos macacos no município com direito a emprego na prefeitura; ele, esperto que nem o capeta, diria: “não quero emprego nem de secretario na prefeitura de Ipirá, o que eu quero é empresa!” Deixando bem claro que era um ninja que chegava com as castanhas enquanto o resto da macacada ia buscar o caju.

 

O liso Vorcaro não é besta nem otário, sem capital para botar empresa, ele pegaria o próprio dinheiro público da prefeitura para pagar aos funcionários da sua empresa, que prestariam serviço à própria prefeitura.

 

É aí que entra a pichilingagem. Um contrato de 12 milhões de reais por ano. Recebendo um milhão de reais por mês; pagando 500 mil reais mensal aos seus colaboradores, restando uma sobra de 500 mil mensal, totalizando 6 milhões de reais por ano. Nas contas do liso Vorcaro, ele ficaria milionário em dois meses.

 

Mas apesar de ser eleitor da macacada, o liso Vorcaro seria vítima de um ‘canto de carroceria’ do próprio grupo macaco. Ele pensava e achava que a macacada beneficia todos os eleitores macacos. Oh, coitado! Esse esquema é montado e feito para ‘meia dúzia de oito’.

 

Cuspiram o liso Vorcaro na licitação. Ganhou a empresa que concorreu com ela mesma. O liso Vorcaro não era amigo do prefeito de plantão. O liso Vorcaro foi para Salvador e conheceu novas amizades, o Netinho, o Galego e disparou na sua arrancada gloriosa, tornando-se o maior ‘pau de galinheiro’ do Brasil.

 

Como Ipirá se arrepende disso! Seria a terra com o maior criatório de pichilinga do Brasil. Perdemos e perdemos feio.