‘Não existe almoço de graça.’ Alguém paga a conta. Toda guerra imperialista
é uma ‘guerra de rapina’ feita para roubar território e riquezas. A guerra para
roubar petróleo é caríssima, custa bilhões de dólares. ‘Não existe guerra de
graça.’ Alguém vai pagar a conta.
O poderio militar dos Estados Unidos da América é inquestionável e está
triturando o Irã. A maior arma do Irã é o petróleo, nunca foi a tal da bomba
atômica. Quem futucar o petróleo mundial com uma vara curta estará empurrando o
planeta Terra para uma crise de tamanho medonho de se vê.
O arrogante e prepotente presidente dos EUA Donald Trump aposta um dólar
para ganhar um trilhão de dólares. Apesar de ser uma potência, os EUA não vivem
a sua plena e absoluta hegemonia. O que fazer? Uma guerra. Para surrupiar o
quê? Petróleo.
Atacou a ‘boca de fumo’ de Maduro na Venezuela para controlar o petróleo
venezuelano. Conseguiu. Parcela da população norte-americana continua cheirando
cocaína. Pouco importa! Proibiu a negociação do petróleo da Venezuela com Cuba.
É do seu interesse.
Assassinou o aiatolá que presidia o Irã para controlar o petróleo iraniano.
Até agora não conseguiu. A guerra tem mais de um mês e está provocando inflação
em todo o mundo, inclusive nos EUA. O barril de petróleo custava 60 dólares (antes
da guerra) já ultrapassa 100 dólares.
Trump fez aliança com grandes conglomerados de empresas petrolíferas
norte-americana para abocanharem grandes lucros com o petróleo e com Natanyahu (Israel)
que pretende fazer a ‘Grande Israel’ na região do Oriente Médio, anexando
territórios de outros países. São os ganhadores da guerra. E os perdedores?
Além da carnificina e da destruição está o lucro. As narrativas do
presidente Trump não passam de informações privilegiadas para as grandes
empresas petrolíferas faturarem bilhões de dólares. Quando Trump diz: “vou
fazer o Irã voltar a Idade da Pedra atacando-o como nunca” o preço do barril de
petróleo dispara e as empresas petrolíferas lucram com a venda.
Quando Trump diz: “a guerra vai acabar em duas ou três semanas” o preço do
barril de petróleo cai e as empresas petrolíferas adquirem a matéria-prima com
os países produtores de petróleo. Quem ganha com a guerra? Essas empresas petrolíferas
coloiadas com o presidente Trump.
A gemedeira dos países europeus acontecerá este mês de abril. O Brasil procura
segurar o preço do diesel e gasolina com baixo índice de aumento até maio,
evitando a subida acelerada, mas o espaço fiscal é bastante limitado e a dívida
pública é alta e crescente, de forma a não permitir uma margem de tempo larga
para garantir subsídios.
Despencando as receitas estaduais com a retirada do ICMS dos combustíveis,
naturalmente as receitas municipais também sofrerão as consequências. Aí é que o
bicho vai pegar para o nosso lado. Imagine: queda na receita da Prefeitura de
Ipirá, com a prefeitura comprando gasolina com o preço dobrado e sem poder
diminuir a quantidade para não precarizar os serviços de saúde e educação. Vai
ser um ‘Deus nos acuda’! Que esta guerra acabe logo, caso contrário, até os
festejos juninos do prefeito Tiago Oliveira vão ser reduzidos e limitados.
Chegou a hora de ver se o prefeito Thiago Oliveira tem criatividade.
Guerra, festas e Eleições presidenciais. Olha quanta bomba o prefeito
Thiago Oliveira tem que matar no peito. Sem uma obra e vivendo de conversa-mole,
o prefeito Thiago Oliveira recomendou que um vereador apresentasse as suas
obras, com recursos próprios. Imagine, o que aconteceu?
O vereador apresentou uma lista de obras dos governos estadual e federal,
juntamente, com as emendas parlamentares num pacote como se fosse obras
municipais. Foi apresentado a cobertura da arquibancada do campo de futebol,
com refletores!!! Onde é que está essa obra? Só na cabeça do prefeito T.O.
A que ponto chegou Ipirá! É muita narrativa e muito gogó. No tempo do ex-prefeito
Marcelo Brandão, ele cansou de dizer a quem o procurava na prefeitura: “você
tem um minuto para falar o seu assunto!” Quem procurava o ex-prefeito Dudy ficava
surpreso porque ‘sentado ele dizia uma coisa, quando levantava era outra
completamente diferente’. Com o prefeito Thiago Oliveira ele só pede duas
coisas: “uma hora para o almoço e quatro para a madorna”. Tem espera que perdura
por um ano e três meses e até agora nada de concreto.
Sem uma obra em um ano e três meses, tudo bem. Sem palavra em um ano e
três meses; como acreditar num prefeito desse? Como acreditar numa cobertura de
arquibancada que não existe? O trabalho de sua gestão é fazer remendo. Tudo
bem, tem feito!
Eleições em 2026. O teste para ver se o prefeito T.O. tem condições de
ser uma liderança política da ‘Nova Política’ em Ipirá. Ele recebeu um
município com uma votação expressiva de 70% para Lula e Jerônimo. Tem vereador
da sua base política que esculhamba Lula, Jerônimo e o PT, mas diz que é Oto
Alencar até debaixo da ponte. Como é que pode?
Observe bem, uma coisa está clara! A manutenção, a força e o crescimento
do grupo e da política do senador Oto Alencar têm ligação direta com à aliança feita
com o PT na Bahia e Brasil. Se um vereador de Ipirá apoia o senador Oto e apoia
os adversários da aliança feita pelo senador; está jogando contra a política do
senador, mesmo acompanhando-o. É a favor da pessoa e contra a política dessa mesma
pessoa. Qual é a atitude do prefeito T.O.? O que o senador Oto acha disso? Não
sei se o prefeito T.O. está entendendo essa situação!
Para o barco não ficar à deriva é necessário que o poderoso chefão e ex-prefeito
Diomário Sá levante de sua poltrona e deixe sua zona de conforto em Salvador
(precisamente Praia do Forte) para recomendar e mostrar a seu pupilo Thiago
Oliveira, que é o prefeito do município, como é que se faz política grande.
Isso aqui está parecendo o esteio da ‘casa de fifó’ que foi derrubada.
E quem paga o custo da guerra? Você, que abastece sua moto, seu carro
num posto de gasolina e toda a população com a onda inflacionaria, consequência
da Guerra do Petróleo, até mesmo em Ipirá.





