domingo, 16 de agosto de 2026

O JARRO FOI TRANSFORMADO EM PONTE

O prefeito Tiago Oliveira está muito preocupado...

 

Mas antes da preocupação do prefeito, vamos a mais uma lambança do presidente dos Estados Unidos, o tal do Donald Trump. Senão vejamos:

 

Trump ia viajar de volta aos Estados Unidos. Já estava dentro do avião. O serviço secreto israelense descobriu que este avião seria bombardeado pelo Irã. O que fizeram? Retiraram o presidente Trump, às escondidas, de dentro do avião, transportando-o num caminhão-baú utilizado no abastecimento de alimentos para as aeronaves. Daí para outro avião que decolou levando o presidente. Resolvido o problema? Qual nada!

 

Agora é que vem a grande sacanagem. O avião, do qual o presidente foi retirado, já estava cheio de secretários do governo americano, de jornalistas e tinha que levantar voo para enganar o Irã. Nem a tripulação, nem os passageiros sabiam de nada. O avião decolou. A sorte é que o serviço de inteligência israelense não tinha sido tão eficiente e falhou feio, não aconteceu o ataque iraniano.

 

Qual é sua opinião sobre este acontecimento? Você acha que o voo do avião que sofreria um suposto ataque deveria ser suspenso ou não?

 

Depois disso, não é que o prefeito Tiago Oliveira está muito preocupado e quer uma audiência pública para o povo de Ipirá opinar. Não é com a queda do avião, nem muito menos com a seca, é, simplesmente, com festa.

 

Dizendo o prefeito T.O. que Ipirá tem 58 festas agendadas e que existem solicitações para mais 50 festas. Tudo isso na conta da prefeitura. E o prefeito está incomodado com isso e ao propor uma audiência pública sobre isso já mostra o tamanho da preocupação do prefeito sobre isso.

 

Pense bem, audiência pública para festa! O povo de Ipirá não é ouvido para nada. Quem decide é sempre a voz e a vontade pessoal e autocrática do prefeito de plantão.

 

Fábrica ou policlínica? A população diria as duas. Mas em Ipirá aconteceu diferente. A vontade do prefeito colocou a policlínica dentro do terreno da fábrica e a fábrica agora ficou impossibilitada de crescer. ‘Morreu Maria Preá’.

 

Mas, uma nova fábrica poderá ir para um novo terreno! Naturalmente, da mesma forma que uma policlínica poderia ter ido para um outro terreno, o de dona Edna, por exemplo. Terreno comprado (de boca) na administração passada, por 1 x, com documento saindo por 2 x, foi aí que ‘morreu Maria Preá’.

 

E essa policlínica andando a todo vapor, área cercada, piquetes na terra e um vigia na entrada. Quem vai sair primeiro: a ponte Salvador/Itaparica ou a policlínica de Ipirá? A disputa é boa, embora não adianta nada discutir o que não vai acontecer tão cedo; uma nova fábrica, a construção de uma policlínica. Porque hoje temos em Ipirá, cinquenta obras.

 

Exatamente, em cinquenta anos de administração do jacu e macaco, nosso município tem 50 obras paradas, imprestáveis, obsoletas, sem serventia, sucateadas, substituídas, porcaria, enjeitada (sem pai, nem mãe), desnecessária, sem utilidade, ineficaz, embora sendo, dinheiro do povo jogado fora, pelo ralo, pela latrina com descarga.

 

Não duvide, não! Que eu me reto e coloco a relação, uma a uma. Tem mais, não adianta essa briguinha descarada de jacu dizendo que é coisa de macaco e macaco dizendo que a maior parte é de jacu. Tudo isso, é de um ‘SISTEMA JACU E MACACO’ que suga, engana e atrofia o município de Ipirá.

 

Agosto 2026. Ipirá já vivencia a seca de sempre e de todo ano. O prognóstico para este ano de 2026 e 2027 é de um El Niño intenso nestes dois anos. O prefeito T.O. está preocupado com festa.

 

É bom relembrar que Ipirá é um município que arrecada mais de 1 bilhão de reais em um mandato de quatro anos. A gestão do prefeito Tiago Oliveira tem a sorte de ser uma gestão bilionária. Não consegue colocar para rodar duas ambulâncias da SAMU em Ipirá.

 

108 festas num ano. 9 festas por mês. Todo final de semana com festas com dinheiro público. Quem sabe se em Ipirá não cabe um Carnaval na data do carnaval, cinco dias que a cidade fica paralisada.

 

Aqui tinha carnaval. O carnaval de Salvador acabou com o carnaval do interior. O carnaval da capital cresceu tanto que sente a necessidade de festejos no interior para aliviar a pressão do festejo carnavalesco da capital. Carnaval à moda antiga tem público consumidor.

 

Em meio a uma grande preocupação com festa, nada mais difícil do que escolher um governador para a Bahia em 2026 pela dancinha. Um passinho prá lá, outro passinho prá cá. Jero e Neto dois dançarinos na ‘Dança dos Famosos’. O prefeito T.O. no comando do seu primeiro teste eleitoral no município. A chapa do PT (presidente/governador) tem vencido em Ipirá com 70% em pleitos passados. O que fez o prefeito T.O.?

 

Cuspiu o líder Antõe Coronéis (como chamava o falecido cabo-eleitoral Mané Medonho) do time do trabalho (não saiu na foto do adesivo perfurado). Não ficou nem no banco de reserva.

 

Há muito tempo Antônio Colonnezi é o jarro que enfeita a mesa do grupo da macacada, agora foi transformado em PONTE pelo prefeito T.O., porque se o dançarino Neto ganhar esse fricote, o Antônio Colonnezi voltará a ser o grande líder do grupo da macacada, justamente para servir de PONTE para conduzir esse time do trabalho para debaixo das asas da galinha que poderá governar a Bahia.

 

A preocupação do prefeito T.O. é única. Ganhou uma Eleição municipal na marmelada com a tia. Está completando um mandato de 4 anos com UM BILHÃO de reais e a coisa é tão boa que ele já deve sonhar com a reeleição, um outro mandato de 4 anos com UM BILHÃO e MEIO de reais. Com Jero é sopa no mel, com Neto vai ter que matar um leão todo dia. Vale tudo para ser o único homem a administrar mais de dois bilhões de reais em oito anos, no município de Ipirá.

 

quarta-feira, 8 de julho de 2026

O CRÉU SE LASCOU!

Para combater a remada a torcida brasileira foi atrás do Créu. Fazia um tempão que tinham lembrado do Créu.

 

Apareceu em Ipirá um circo que tinha um elenco poderoso de mulheres lutadoras e a mais famosa era Salomé Garcia, que após mais uma vitória fez um desafio aos moradores da cidade; pelo alto-falante do circo disse: “quero ver se essa cidade tem homem, desafio ao homem desta cidade para lutar comigo neste ringue.”

 

A cidade desabou e ficou em polvorosa. Houve uma reunião do prefeito e vereadores com vários cidadãos importantes da cidade para discutir aquele desafio. Quem será? Um jogava a bola no peito do outro e todos tinham uma desculpa. “Se eu não estivesse com essa gripe miserenta, essa Salomé Garcia ia vê como se esfria um tacho de rapadura quente e ela ia vê que nessa cidade tem cabra macho!”

 

Lá pelas tantas, com uma preocupação crescente surgiu uma voz que aliviou a tensão do ambiente: “no meu haver, quem podia enfrentar essa onça fantasiada de mulher é Créu, filho de Terto.”

 

A sugestão tinha caído do céu. Créu tinha servido o tiro de guerra em Feira de Santana e tinha recebido baixa do exército. Era baixinho, troncudo, forte e enfezado feito um touro. Ia receber uma orientação sobre luta livre do professor Zelito Saint Clair. Créu aceitou o convite e foi marcado o dia da luta.

 

Créu tornou-se a principal personagem da cidade. Não faltavam convites para almoço na casa do prefeito, vereadores e cidadãos da localidade. Recebia carros para passear pela cidade, mesmo sem saber dirigir. E lá ia o Créu treinando, passeando, participando de banquetes e sendo a esperança de uma cidade para resgatar a honra masculina da cidade colocada em dúvida pela principal lutadora do circo.

 

O circo estava lotado. Toda a cidade estava presente. Créu chutava a perna de Salomé, que nem se abalava. Salomé batia no braço de Créu, que resistia firme. Murro na cara, no peito, na barriga, de ambos os lados e não adiantava nada. Ambos permaneciam intactos. Até que, em certo momento, Salomé deu uma voadora e laçou o Créu pelo pescoço e cabeça, girou o corpo e parecendo uma jiboia laçando um bezerro, imobilizou o Créu, que ficou desacordado. O prefeito, o juiz e o delegado deram 24 h para o circo ir embora,

 

Créu ficou em casa, levou quinze dias inconsciente e só recebia a visita do médico, que comparecia para ver se tinha chegado o dia de assinar o óbito. Até os dias atuais, na memória de Créu só ficou uma frase curta: “foi Salomé”. Foram-se os áureos tempos,

 

Hoje, em 2026, com a Copa do Mundo, na hora do aperto, da dificuldade, da briga acirrada, de quem é que o brasileiro se lembra? Quem o brasileiro busca para tirar a seleção brasileira da dificuldade? Do Créu! Nessa hora, todos recorrem ao Créu.

 

Não que o Créu não soubesse jogar bola. Quando menino, de família popular, seu pai Terto, incentivava e treinava Créu nos fundamentos do futebol. Ensinava Créu cabecear atirando um coco verde ou uma manga-mamão em sua direção. Créu jogava bola no calçamento de pedras irregulares, descalço, com bola de meia ou bexiga de porco e aprendeu a ter grande habilidade no controle e manuseio da bola, na rapidez do drible e no jeito de evitar perder o dedão do pé na saliência de uma pedra do calçamento que virava campo para a pelada de todo dia. Créu não teve nenhuma chance para seguir uma carreira de jogador de bola. Naquele tempo era difícil.

 

Nos dias de hoje, o menino Créu entraria numa escola de futebol, usaria um par de chuteiras de marca e teria uma orientação de um especialista: “Você tá doido, cabecear coco verde vai deixar sua cabeça inchada”. E o menino Créu ia aprendendo: “futebol é simples, você recebe um passe e deve tocar de primeira para o seu colega, ao tempo que corre para receber abola novamente lá na frente, o que vale aqui é aprender a dancinha para o gol, mostrar que é feliz para ser bom de bola, sacou garotão!”

 

Assim, o menino Créu foi fazer um teste num time profissional. Pegou a bola driblou o primeiro, o segundo, o terceiro e ouviu um grito: “Para, Para! Dá o passe, seja objetivo!” O menino Créu não passou no teste.

 

Nesta Copa do Mundo de 2026, diante da remada lembraram do Créu. A remada é coisa dos vikings, tem o urro de urso brabo e um tal de Rala (Haaland), prá gente aqui da caatinga é Rala, rala coco, rala pedra, rala bola, em cinco ralação ele faz um gol, contra o Brasil em três raladas ele fez dois gols. Aí chamam o Créu.

 

A Noruega trocando passe, parecendo uma galinha ciscando com sua ninhada; o Brasil admirado e olhando, de forma que ficou parecendo raposa com a barriga cheia. Isso é futebol! Bola do pé de um para o pé do outro e o Brasil paralisado olhando. Isso é o futebol, prazer em conhecê-lo. Isso é futebol na Noruega, na Europa, na Copa e o Brasil, simplesmente, recorrendo a um Créu, driblador, serelepe, bailarino, contorcionista, doido e maluco. Não tem jeito, Créu nem lá foi.

 

E Copa do Mundo nos Estados Unidos, na terra do homem (Trump)temido por Deus e o Diabo, que quer ser dono do mundo e da copa, que pegou o telefone e disse: “dona FIFA não bote os americanos no créu, não! Libere o atacante dos Estados Unidos que foi expulso por um juiz brasileiro, do qual eu já tenho um dossiê e se trata de um terrorista perigoso, ligado a um grupo terrorista lá do Brasil chamado PCC. Se Brugundun (Balogun) não jogar eu acabo a copa e faço uma guerra contra a senhora, dona FIFA.”

 

O Brugudun do Trump jogou e a seleção dos Estados Unidos tomou um créu e saiu da copa. Preocupado com a Guerra do Petróleo, Trump disse que não quer acordo com o Irã e que vai chamá-lo no créu. Tá na hora das empresas petrolíferas americanas venderem petróleo porque o preço vai subir. Aguardem a fala de Trump que vai fazer os preços caírem. Tudo é manipulação em busca do lucro.

 

Créu mora em Ipirá, esquecido, ignorado e sem reconhecimento; de lá para cá, nenhum prefeito dessa terra deu um bom dia ao Créu. O prefeito atual é Tiago da família Oliveira, não tem uma obra em seu mandato que está chegando à metade, no entanto, festeja o restaurante popular como obra municipal, no mínimo tem que falar a verdade, esse é mais um projeto do governo federal na gestão do  presidente Lula. A copa já foi, agora são as Eleições de outubro de 2026. Um Créu para a Copa do Mundo.
 

quinta-feira, 2 de julho de 2026

A AUSÊNCIA DO ANALISTA ZÉ BAAU

A Guerra do Petróleo continua queimando como fogo de monturo. O São João já se foi e a Copa do Mundo de futebol já está indo. Um terremoto abalou, castigou e atravancou a Venezuela. A administração do prefeito Tiago Oliveira continua com dois festejos juninos, uma festa de exposição e nenhuma obra. Depois de tudo isso, só se falará das ELEIÇÕES de 2026.

 

O preço da gasolina não empacou o São João de Ipirá, que foi apreciado por milhares de visitantes. O ponto alto do festejo foi um tradicional forró numa fazenda, que não é recomendável citar o nome, pois não vou fazer propaganda de graça, na qual foi queimada uma grande fogueira; mas sucesso mesmo, foi a realização de um pau de sebo, com um lobo-guará num envelope e mais quatro lobos-guará amarrados com cordão e colocados no topo do pau enfincado no chão, totalizando um prêmio de mil reais para o felizardo que conseguisse chegar na parte superior do pau de sebo.

 

Era tanta gente em busca dessa alcateia de lobo-guará, que se tornou necessário a formação de uma enorme fila. E nada era nada. Ninguém conseguia subir metro e meio naquele pau ensebado com sebo de carneiro capado. O dono da fazenda para animar os participantes resolveu dobrar o prêmio. Nada era nada. O dono da fazenda pirou de vez e botou como prêmio uma mala de dinheiro e um apartamento de luxo em Salvador.

 

O povo endoidou. Era uma tentativa atrás da outra e nada. Ninguém conseguia. Botaram um apelido no pau de sebo, chamando-o de Vorcaro. Nesse momento, apareceu dois malandros de Salvador, um chamado de Netinho, o outro de Jota W (JW) e treparam nesse pau de sebo e foram subindo, descia um pouco e subia mais, parecendo caxinguelê esfomeado em busca de ovos em ninhos de gavião nas alturas das árvores e, lá chegaram, um bafou a mala e o outro o apartamento de luxo. E agora? Os dois lá em cima e o povão cá embaixo. Como descer com esses prêmios, sem o povão nada ver e nada querer?

 

Nesse instante, lembrei-me de Zé Baau, que era jogador, técnico, presidente, dono do Grêmio F.C., que foi o lanterna no primeiro campeonato de futebol realizado em Ipirá, com quatro times, (Independente, Elite, Grêmio do Ginásio e Grêmio de Zé Baau), e ao ficar na lanterninha (último colocado) Zé Baau ficou ‘virado do ziriguidum’ e começou cobrar de seus atletas: “ô seu JW se você não aguenta jogá, peça pra cagá e saia!” E o craque JW sem querer pedir e não pediu, mas Zé Baau botou ele prá fora do time.

 

E Zé Baau com a lanterna na mão, para justificar a performance de seu time e, como era um período de Copa do Mundo, ele disse que o time do Grêmio do Ginásio era a Coreia do Norte, que havia eliminado a Itália na copa de 1966, e que o ‘GdoG’ treinava duas horas da madrugada para ninguém ficar sabedor do seu esquema de jogo. Assim sendo, não tem como não chegar até a Copa de 2026, que não foi abalada pela Guerra do Petróleo, nem pelo terremoto da Venezuela.

 

Ninguém vai ficar sabedor do esquema de jogo dessa Copa de 2026. Copa voltada para o superlucro fora das quatro linhas dos gramados, quando na parte de dentro das arenas foram colocadas dezenas de seleções ‘galinhas mortas’ para dar bicudas numa bola.

 

Num período de guerra, quando Trump, o sujeito que quer ser o dono do mundo e ameaça acabar com a civilização do Irã, que tem seleção na copa e que, jogando contra o Egito, fez o gol da sua classificação no último minuto do jogo. Daí Trump, em bom português, telefonou para a FIFA: “faça a revisão pelo VAR. Não tem nada disso, dona FIFA! Esse jogador-terrorista do Irã, esqueceu de cortar a unha do pé e por isso ele está em impedimento. Entendeste dona FIFA!”

 

A FIFA não retrucou. Ela sabia que a desclassificação do Irã dependia da vitória da Áustria ou da Argélia e só o empate classificaria o Irã. As casas de apostas pagavam 0,5 para empate e 100 vezes mais para a vitória de uma das duas. O Trump vociferou: “EU QUERO UMA LATA DE MARMELADA NESSE JOGO!” Assim foi feito um 3 a 3 emocionante, para o chororô dos iranianos. Isso é fute-bola!

 

Uma copa atravessada por tanto baba, que a principal rede televisiva do país, que comprou jogos, mas não transmite todos os babas da copa. A exclusividade televisiva ficou com uma TV artesanal da Internet, que transmite todos os jogos.

 

Duas grandes redes transmitem os jogos do Brasil e mais alguns jogos dentro do interesse de suas grades. Outras cinco grandes redes de TV não tiveram condições financeiras de adquirir os direitos de transmissão dos jogos da FIFA. Isso é fute-aposta com as casas de apostas no comando! As casas de apostas bancam toda a estrutura futebolística do mundo com seus extraordinários e escorchantes lucros. Todos os programas esportivos e jogos transmitidos pela televisão fazem propaganda das BETS, que não bancam festejos juninos.

 

Os festejos juninos de Ipirá tiveram um custo de:

 

Segundo o levantamento, o valor total das contratações chega a R$ 3.251.000,00. A maior parte dos recursos utilizados é proveniente do próprio município, que responde por R$ 2.893.000,00 (88,99%) do montante. O Governo da Bahia participa com R$ 334.400,00 (10,29%), enquanto o Governo Federal contribui com R$ 23.600,00 (0,72%).

 

No entanto, o município foi premiado com o Certificado de Transparência nos Festejos Juninos 2026 do MP-BA e TCE-BA por detalhar a aplicação dos recursos.

 

O prefeito T.O. é o artilheiro do das festas juninas, com duas festas. A artilharia pesada da copa do mundo vai sair de uma briga de cachorro grande: Lionel Messi, Kylian Mbappé com 6 gols; Harry Kane, Erling Haaland, Vinicius Junior com 4 gols. Essa turma toda, tem quantas obras no município de Ipirá? Nenhuma.

 

Nenhum deles foi vaiado nesta copa. Vaia sonora foi para a FIFA, em todos os jogos, por ter inventado quatro períodos para um jogo de futebol, querendo transformá-lo num fute-basquete-bola no tempo de jogo.

 

Os artilheiros, todos eles estão empatados com o prefeito T.O., que ainda tem pela frente dois anos e meio de mandato, que arrecadará no final de um mandato de quatro anos, mais de um bilhão de reais. Será que esse prefeito T.O. não vai fazer uma obra no valor de 2 milhões, 893 mil reais neste município? 

quinta-feira, 11 de junho de 2026

PREFEITO TIAGO OLIVEIRA BOTOU BROCANDO NO PGP

O governador Jerônimo Rodrigues estava entusiasmado e tomado por uma forte emoção, ao afirmar e confirmar: “que coisa linda!”

 

Não era para ser diferente, o local do PGP em Ipirá estava apinhado de gente, a lotação estava completa, uma boa oportunidade para um bom e convincente discurso político. Por que não? Tudo nos conformes.

 

A grande e grata surpresa do PGP em Ipirá foi a atuação do prefeito de Ipirá, Tiago Oliveira, que deixou de lado aquela besteira e frivolidade de “pai véi prá lá” e “pai véi prá cá” num tratamento de linguagem e atitude vulgar, que demonstra grande intimidade e carinho mútuo, mas pouco vantajoso, proveitoso e útil para as grandes questões e necessidades da população de Ipirá.

 

O prefeito Tiago Oliveira foi, talvez, o único dos presentes, que tomou um banho de folha, baixou o santo, limpou a área e vestiu a camisa do PGP por inteiro e com completo louvor, como um dia de escuta, diálogo e construção, sem segundas intenções, sem pensamento na Eleição (deles) e na reeleição (sua), de maneira que, de forma republicana, institucional, madura, respeitosa colocou a cereja no bolo, com uma reivindicação clara, precisa e firme de políticas públicas com o endereço da juventude, de suas pautas e demandas relacionadas à formação acadêmica, mas sempre integrada, associada e carregada de políticas públicas abrangentes ao campo do desenvolvimento social e econômico local.

 

“O prefeito de Ipirá, Tiago Oliveira, fez um pedido público ao governador Jerônimo Rodrigues, aos senadores Jaques Wagner e Otto Alencar e às demais lideranças presentes para que levem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a proposta de implantação de uma Faculdade Federal Pública com sede em Ipirá.”

 

Este é um sonho antigo mergulhado num jogo de pôquer, quando o ex-prefeito Ademildo Almeida jogou as cartas na mesa: “Ipirá não pode ficar sem universidade”, na presença de um deputado petista, que sem cartas na manga, soltou a língua: “essa semana, vai acontecer uma reunião na cidade de Lençóis sobre a Universidade da Chapada, vão lá!” Quando a caravana de Ipirá apareceu na reunião, o assombro tomou conta do ambiente: “quem é essa gente!?” O deputado blefou, não tinha jogo.

 

A reivindicação está posta na mesa do PGP pelo prefeito Tiago Oliveira, com amplo respaldo na região e comunidade local. É o brado da juventude. A Universidade da Bacia do Jacuípe é o sonho antigo e de esperança renovada.

 

O prefeito Tiago Oliveira jogou a carta na mesa, composta por um governador, dois senadores, um ministro e vários deputados federais. Que apresentem suas credenciais e cartas. Não mandem o prefeito T.O. para o encontro do G7 (15 e 17 de junho) em Evian, na França, para encontrar o presidente Lula, que não dá certo, pois o presidente norte-americano Trump lá estará e nada producente será um encontro do presidente Trump com o prefeito T.O.

 

“Esse iraniano (prefeito T.O) quer visto de jogador de bola da copa para entrar nos Estados Unidos?” Indaga o presidente, “não, ele é montador de cavalo!” respondeu o assessor; “então, ele é perigoso, sapeca um míssil na cabeça dele e cobra o traslado do corpo para a aldeia dele, que nem universidade tem”

 

Senhor governador e senhores senadores não blefem, não é jogo de pôquer. Essa é a principal reivindicação da Bacia do Jacuípe e de Ipirá. Esse é o maior pedido e solicitação feita pelo prefeito Tiago Oliveira, que até o momento não tem uma obra no município de Ipirá.

 

A indiferença, a desatenção e a sonegação pelos poderes públicos constituídos a essa demanda, será a constatação clara e precisa de que o prefeito T.O. não tem nenhum respaldo e prestígio político na parte de cima e que o reconhecimento do seu valor institucional como prefeito, pelos que gostam e governam com prefeitos, será equivalente a um saco de batata.

 

Se uma reivindicação dessa não ficar na prateleira de cima e não for apresentada com toda sua densidade, nem que seja para uma análise mais detalhada, significa que o PGP é jogo de carta marcada, onde o povo chega junto e sai com a sacola vazia.

 

Se não houver atenção para uma proposta dessa magnitude e não for colocada na balança, não adianta ficar falando em mudança na pauta da juventude e que os jovens estão apresentando demandas relacionadas a formação acadêmica, cultura e futuro profissional, enquanto que, a juventude da Bacia do Jacuípe vai ficar à deriva e excluída da possibilidade de sonhar dentro do seu território. As coisas não podem acontecer somente da boca prá fora.

 

Fiquei de ouvidos abertos para o discurso político. Na fala da turma da “capa preta”, aqueles que possuem alto poder de influência e observei que nenhum deles se referiu ao PT de Ipirá. Disseram até: que tudo começou com Diomário Sá; que não largam as mãos dos seus; que valorizam os lambedores do sal da terra. Seria louvável que acrescentassem o “cresça e apareça”.

 

Não pensem que eu não voto nesse time. Voto sim, com uma exceção. Não votarei para a reeleição do senador Jaques Wagner. Há tempos atrás, ele disse que: “em Ipirá ele era macaco” e que “se votasse em Ipirá, votava no macaco”. Simples assim; eu voto em Ipirá, se eu votasse em Camaçari eu votaria no senador JW; mas eu voto em Ipirá. Assim sendo e ao saber que o Banco Master nasceu foi na Bahia estou no aguardo da delação do banqueiro Daniel Vorcaro. Banana para os macacos e, não esquecendo, para os jacus também.

 

sábado, 6 de junho de 2026

A BUAITE (BOITE) DO PREFEITO TIAGO OLIVEIRA

Na caatinga de Ipirá, uma ovelha dá cria a um borrego no meio do pasto. A ovelha lambe a cria e oferece-lhe o colostro. Um carcará faminto se aproxima esperando a oportunidade. Com a ovelha na proximidade, o carcará cisca e cacareja imitando uma galinha. A ovelha enganada, dá mole e vacila; o carcará aproveita e ataca arrancando os dois olhos e a língua do borrego (só quer isso) deixando um corpo agonizando à beira da morte. Não há crueldade, perversidade ou crime na natureza. O carcará obedece a lei natural, essa é a essência e a natureza do bicho carcará. Compete aos criadores fecharem seus corpos contra cachorro-vampiro, carcará e ladrão. Três pragas no sertão.

 

Na Guerra do Petróleo a conversa é outra. A matança de crianças, mulheres, idosos e civis é crime de guerra e é coisa medonha, trata-se de uma perversidade, atrocidade e genocídio. Nos últimos dias, os aliados de Trump, presidente dos Estados Unidos e Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, bateram boca e trocaram farpas, mas um não passa o tição no outro. Trump disse que Netanyahu é “completamente louco”. Isso é pior do que ser um carcará sanguinolento, violento e cruel.

 

O completamente louco Netanyahu de Israel está atrás de território na região para formar o “Grande Israel” e acomodar sua população que cresce. Tump dos Estados Unidos gasta bilhões de dólares do Tesouro norte-americano na Guerra do Petróleo contra o Irã, para roubar o petróleo iraniano e encher os cofres das empresas petrolíferas norte-americanas (que não gastam um centavo na guerra) com bilhões de dólares, com o domínio e o controle do petróleo no mercado mundial.

 

Trump joga, manipula e especula jogando para cima e para baixo o preço dos combustíveis (gasolina e diesel) com suas afirmações e fake news. A população do mundo paga o custo da guerra, com o combustível mais caro e a inflação subindo para as alturas em todos os países. A guerra continua. Os riscos tiram o sono da população.

 

O governo brasileiro gasta uma grana gorda com subsídios para distribuidoras de petróleo no território nacional para o preço dos combustíveis não disparar. Não se sabe por quanto tempo aguentará o repuxo. Tudo indica que não haverá surpresas no período do São João, não se sabe sobre o período da copa.

 

Enquanto isso, um chute de ‘Di Fora’ para o alto botou a bola na Coréia do Sul. O não comparecimento de ‘Di Fora’ que pediu seis mil reais para jogar a final, deixa claro que ‘Di Fora’ não tem amor, paixão e respeito pelo clube ipiraense. O dinheiro é o troféu. O prefeito Tiago Oliveira reforça a importância do esporte para afastar a juventude das drogas, mas faltou com respeito ao entregar a taça de campeão ao Bahia de Ipirá no escuro, no escurinho da buaite (boite) do prefeito T.O., a torcida do campeão cobrava: “cadê os refletores, prefeito?”

 

Há um ano atrás, o prefeito Tiago Oliveira prometeu a cobertura da arquibancada e os refletores do estádio de Ipirá. Faltou com a palavra. Nem tão caro custa! Nova Fátima tem refletores no estádio. Por que Ipirá não tem?

 

A arrecadação de Ipirá em quatro anos superará a casa de UM BILHÃO DE REAIS, então dinheiro tem para colocar os refletores. Mas acontece que (em quatro anos) vinte empresários vão faturar 500 milhões de reais da prefeitura de Ipirá. prefeito T.O. são 18 ou 22 empresas que vão faturar esses 500 milhões de reais em quatro anos?

 

O certo é que, desse jeito, o dinheiro não dá para comprar refletores; não dá para dar aumento aos professores; não dá para fazer uma obra com recurso próprio; certo que, a prefeitura tem que fazer festa, comprar gasolina e coisa e tal. Mas, o que pega é a falta da palavra dada.

 

Observem que, com o ex-prefeito Marcelo Brandão era na base do “você tem um minuto para falar o que tem que falar”. Aí vem o ex-prefeito Dudy e o tom é na base do “sentado diz uma coisa, quando levanta é outra”. Chegou a vez do prefeito T.O. que só pede “uma hora para o almoço e quatro para a madorna”, quem estiver na fila esperando alguma coisa, vai morrer de esperar sentado na próxima esquina e o time campeão do campeonato local vai ficar esperando um ano para comemorar no escurinho da buaite (boite) do prefeito T.O.

 

segunda-feira, 18 de maio de 2026

O FILME DO CAPETA

Colocaram tapete vermelho para o Capeta desfilar na China. Xi Jinping tá de brincadeira e mais: ‘di vacilo e dando mole’. Não é que o ‘da China’ levou o Capeta para conhecer o local de reunião e dormitório mais secreto do mundo!

  

Que amnésia é essa? Será que ele esqueceu o que aconteceu com ‘di Maduro’ da Venezuela, que o Capeta disse que era dono de ‘boca de fumo’ e foi sequestrado, extraditado e trancafiado nos Estados Unidos, onde cumpre pena de prisão perpétua.

 

Será que ‘da China’ esqueceu do ataque que atingiu locais estratégicos e a residência do aiatolá de Khamenei no Irã, que o Capeta disse que estava armado ‘até os dentes’ com armas nucleares e por isso pagou com a vida.

  

De agora por diante, todo o cuidado para o ‘da China’ é pouco. Tem que ter um passarinho bebendo da água que ele vai beber e um gato comendo da comida que ele vai comer e não pode tirar uma soneca em local com cheiro de enxofre, pois tá no rastro e no radar do Capeta, que agora quer pegar Raul Castro de Cuba, por ter derrubado aviões norte-americano, dizendo ele que “Cuba está madura para cair!”

  

O orgulhoso presidente Trump disse que não precisa de ajuda e não pede nada a ninguém. Mantém uma guerra que está custando mais de 29 bilhões de dólares aos cofres do governo dos Estados Unidos, com a inflação e o preço da gasolina e diesel aumentando no mundo, até no território norte-americano, sendo que, as empresas petrolíferas norte-americanas estão ganhando fortunas com a manipulação e especulação da atitude de Trump na Guerra do Petróleo, que ele só terminará quando essas empresas estiverem no controle total e com os cofres abarrotados de dinheiro. A ação do Capeta é demolidora.

 

Aí entra na conversa Vorcaro, o banqueiro dono do Banco Master, que propôs devolver 40 bilhões de reais em dez anos pela delação premiada. Será que ele vai ficar liso? Você acha o quê? Na ideia do Capeta ele quer dar 40 bilhões de reais para ficar livre e aproveitar para gozar dos 40 bilhões de reais que restam nas contas do paraíso fiscal. É tudo dinheiro privado! Não tem nada de errado ser ofertado a bagatela de 130 milhões de reais para o filme dele. O Capeta esqueceu da lavagem do dinheiro público.

 

Aí aparece a propaganda na rede social, do time que botou mais de 300 milhões de reais no município de Ipirá. Contar grandeza de uma bagatela dessa é encher a boca de farofa e jogar a farinha fora pelos cantos da boca. O maior time de massa do Brasil, o Flamengo, teve uma receita em 2025 de mais de 2 bilhões de reais.

  

Em Ipirá também tem bilionário(a). É a prefeitura de Ipirá, que tem uma receita de mais de 1 bilhão de reais em quatro anos. Em quatro anos o Flamengo fatura mais de 8 bilhões de reais. O Flamengo ainda compra meia-dúzia de jogadores selecionáveis. A prefeitura de Ipirá não faz uma obra com recursos próprios, só remendo de obras.

 

Uma coisa é a propaganda do TÁ FEITO, você tá vendo com seus olhos, não tem como negar e duvidar. Aí o prefeito Tiago Oliveira resolveu fazer a propaganda do TÁ CHEGANDO e botou o que tá chegando (Policlínica) dentro do terreno do que TÁ FEITO (fábrica de calçados), aí o Capeta sem entender mais nada resolveu perguntar:

 

- Quando a fábrica de calçados perde espaço, significa que não tem nenhuma perspectiva de crescimento. É isso? Se a fábrica de calçados não vai crescer mais naquele local, naturalmente não crescerá em outro espaço, é isso? Se o espaço da fábrica vai ser ocupado por serviços e não por produção, significa que Ipirá perde as mãos para salvar os anéis, é isso?

  

- Cadê o terreno da Policlínica, comprado e divulgado, propagandeado e alardeado na administração do ex-prefeito Dudy como uma coisa precisa, efetiva e garantida? Gorou. Era tudo da boca pra fora! A Policlínica não veio, não chegou no governo do ex-prefeito. Vem agora, na boca das Eleições com o prefeito Tiago Oliveira. É mesmo?

  

- Quem não se recorda do terreno da universidade que a administração do ex-prefeito Ademildo Almeida comprou. Cadê a universidade? Mas a propaganda correu solta deixando transparecer que a universidade estava na mão. Mas, cadê a universidade? Era nenhuma!

 

Então, enquanto as coisas não acontecerem na real, efetivamente, concretamente, a população não tem porque acreditar. Na propaganda do prefeito Tiago Oliveira, tudo é belo, cor de rosa, lapidado, de primeiro mundo, fantástico, grandioso, incrível, espetacular. E o Capeta deve ficar pensando: “dá uma vontade danada de ficar doente para ser atendido na policlínica de Ipirá!” Vai, sacana, que tu vai ver o que é bom pra tosse!
 

domingo, 26 de abril de 2026

TRIO PARADA DURA NO SÃO JOÃO DE IPIRÁ

Nos últimos dez anos, os Estados Unidos torraram 5 trilhões de dólares em gastos militares. Esse dinheiro é tirado de onde? Dos cofres do Estado norte-americano. Nesse embalo, a dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou 38 trilhões de dólares (último relatório mensal de fevereiro 2026 da dívida pública americana).

 

Essa dívida é tão alta e é tanto dinheiro, tanto dinheiro que não houve condições de entrar no programa de renegociação de dívidas do governo federal brasileiro, o Desenrola. Aí o que faz o presidente norte-americano Donald Trump? Começou a fazer guerra para roubar petróleo, querendo ver se resolve o problema deles.

 

Como a Inglaterra, no século XVI, fazia pirataria para roubar navios espanhóis carregados de ouro, agora, em pleno século XXI, os Estados Unidos praticam a pirataria para roubar navios petroleiros ligados ao Irã, abarrotados de petróleo no Estreito de Ormuz.

 

A verdade é que a guerra está secando o estoque de mísseis dos EUA e nada da guerra acabar. Trump diz que já ganhou e nada da guerra acabar! A Europa vai passar um perrengue doido para subsidiar energia e fertilizantes. Essa crise do petróleo vai lascar o mundo. É uma crise provocada por uma guerra. E uma guerra provocada pelo presidente norte-americano Donald Trump.


Os EUA gastam 997 bilhões de dólares em material bélico por ano; o Irã não gasta 50 bilhões de dólares por ano. Mesmo com uma desproporção dessa os EUA não conseguiram tirar o Irã do mapa. O presidente Trump já solicitou ao Congresso americano um orçamento de defesa de 1,5 trilhão de dólares para o ano fiscal de 2027. Prova que o Irã ainda está vivo e resiste.


Observe bem observado. Quando o presidente Trump fala, o barril de petróleo sobe ou baixa o preço. Tem quem fature bilhões de dólares com as informações privilegiadas em questão de minutos antes da fala. Os combustíveis subiram de preço dentro dos EUA. Tudo isso é problema para o governo Trump. O custo dessa guerra é astronômico e alguém vai ter que pagar. E na ideia de Trump tem que ser o Irã com seu petróleo e a população mundial comprando combustível caro na bomba do posto de gasolina.


Aí eu digo assim: ‘que elemento da desgraça é esse presidente Trump’. Vou ser sincero, não troco o prefeito Tiago Oliveira de Ipirá por esse presidente Trump de jeito nenhum. Esse presidente Trump não vale um cacho de banana podre. O presidente Trump só pensa em fazer guerra e o prefeito Tiago Oliveira só pensa em fazer festas.


Pense o prefeito T.O. com 1 trilhão e meio de dólares! O homem ia fazer festa até ‘uma zora’, seria um mandato de quatro anos todo de festa, ‘festa todo dia e o dia todo’. O presidente Trump governando Ipirá ia fazer uma guerra contra alguém, nem que ele lascasse a boca.


Esta semana, eu encontrei 26 cachorros na  praça do Barão; quando cheguei no parque tinha 9 cachorros abandonados; na rodoviária tinha 6 cachorros. O que faz o prefeito T.O.? Nada. Se fosse Trump na prefeitura, ele passava o tição e não deixava um para latir e afugentar a gatunagem (gatos) que perambulam pelos telhados das casas.


Imagine o prefeito T.O. com 1 trilhão e meio de dólares! Essa macacada ia a loucura: “rá, rá, a prefeitura é nossa!” Ô bicho descompreendido é macaco! São mais de 22 mil votantes e eles não aprenderam ainda, que com o prefeito T.O. eles não chupam umabala de mel da prefeitura; no jogo do prefeito T.O. na hora de chupar o tutano do osso, só entra meia-dúzia de macaco e olhe que é meia-dúzia de oito.


Como presidente Trump governando Ipirá, essa macacada ia ter era o pelotão de fuzilamento lascando fogo na cabeça. O presidente Trump quer formar esse pelotão de fuzilamento que, aqui em Ipirá, teria a tarefa de botar no paredão e fuzilar cachorro e macaco.


Quem tem medo do ditador Kim da Coréia do Norte? Nenhum governante do mundo. Essa turma se pela de medo é de Trump, ao ponto de não falar nem no nome de ‘la ele’ em pronunciamento, só fazem referência. Qual é a diferença dos dois? Kim é um ditador e Trump é um facínora.


No Irã estão sendo assassinadas crianças, velhos, homens e mulheres, cachorros também. Para encobrir sua cachorrada, Trump acabou de dizer que ‘o mundo virou um cassino’; não é por acaso que as grandes empresas petrolíferas norte-americana estão ganhando fortunas com a guerra do petróleo e a população mundial é quem paga o pato, os macacos e os cachorros.