sexta-feira, 3 de abril de 2026

PREFEITO THIAGO OLIVEIRA NO APERTO DO PARAFUSO

‘Não existe almoço de graça.’ Alguém paga a conta. Toda guerra imperialista é uma ‘guerra de rapina’ feita para roubar território e riquezas. A guerra para roubar petróleo é caríssima, custa bilhões de dólares. ‘Não existe guerra de graça.’ Alguém vai pagar a conta.

 

O poderio militar dos Estados Unidos da América é inquestionável e está triturando o Irã. A maior arma do Irã é o petróleo, nunca foi a tal da bomba atômica. Quem futucar o petróleo mundial com uma vara curta estará empurrando o planeta Terra para uma crise de tamanho medonho de se vê.

 

O arrogante e prepotente presidente dos EUA Donald Trump aposta um dólar para ganhar um trilhão de dólares. Apesar de ser uma potência, os EUA não vivem a sua plena e absoluta hegemonia. O que fazer? Uma guerra. Para surrupiar o quê? Petróleo.

 

Atacou a ‘boca de fumo’ de Maduro na Venezuela para controlar o petróleo venezuelano. Conseguiu. Parcela da população norte-americana continua cheirando cocaína. Pouco importa! Proibiu a negociação do petróleo da Venezuela com Cuba. É do seu interesse.

 

Assassinou o aiatolá que presidia o Irã para controlar o petróleo iraniano. Até agora não conseguiu. A guerra tem mais de um mês e está provocando inflação em todo o mundo, inclusive nos EUA. O barril de petróleo custava 60 dólares (antes da guerra) já ultrapassa 100 dólares.

 

Trump fez aliança com grandes conglomerados de empresas petrolíferas norte-americana para abocanharem grandes lucros com o petróleo e com Natanyahu (Israel) que pretende fazer a ‘Grande Israel’ na região do Oriente Médio, anexando territórios de outros países. São os ganhadores da guerra. E os perdedores?

 

Além da carnificina e da destruição está o lucro. As narrativas do presidente Trump não passam de informações privilegiadas para as grandes empresas petrolíferas faturarem bilhões de dólares. Quando Trump diz: “vou fazer o Irã voltar a Idade da Pedra atacando-o como nunca” o preço do barril de petróleo dispara e as empresas petrolíferas lucram com a venda.

 

Quando Trump diz: “a guerra vai acabar em duas ou três semanas” o preço do barril de petróleo cai e as empresas petrolíferas adquirem a matéria-prima com os países produtores de petróleo. Quem ganha com a guerra? Essas empresas petrolíferas coloiadas com o presidente Trump.

 

A gemedeira dos países europeus acontecerá este mês de abril. O Brasil procura segurar o preço do diesel e gasolina com baixo índice de aumento até maio, evitando a subida acelerada, mas o espaço fiscal é bastante limitado e a dívida pública é alta e crescente, de forma a não permitir uma margem de tempo larga para garantir subsídios.

 

Despencando as receitas estaduais com a retirada do ICMS dos combustíveis, naturalmente as receitas municipais também sofrerão as consequências. Aí é que o bicho vai pegar para o nosso lado. Imagine: queda na receita da Prefeitura de Ipirá, com a prefeitura comprando gasolina com o preço dobrado e sem poder diminuir a quantidade para não precarizar os serviços de saúde e educação. Vai ser um ‘Deus nos acuda’! Que esta guerra acabe logo, caso contrário, até os festejos juninos do prefeito Tiago Oliveira vão ser reduzidos e limitados. Chegou a hora de ver se o prefeito Thiago Oliveira tem criatividade.

 

Guerra, festas e Eleições presidenciais. Olha quanta bomba o prefeito Thiago Oliveira tem que matar no peito. Sem uma obra e vivendo de conversa-mole, o prefeito Thiago Oliveira recomendou que um vereador apresentasse as suas obras, com recursos próprios. Imagine, o que aconteceu?

 

O vereador apresentou uma lista de obras dos governos estadual e federal, juntamente, com as emendas parlamentares num pacote como se fosse obras municipais. Foi apresentado a cobertura da arquibancada do campo de futebol, com refletores!!! Onde é que está essa obra? Só na cabeça do prefeito T.O.

 

A que ponto chegou Ipirá! É muita narrativa e muito gogó. No tempo do ex-prefeito Marcelo Brandão, ele cansou de dizer a quem o procurava na prefeitura: “você tem um minuto para falar o seu assunto!” Quem procurava o ex-prefeito Dudy ficava surpreso porque ‘sentado ele dizia uma coisa, quando levantava era outra completamente diferente’. Com o prefeito Thiago Oliveira ele só pede duas coisas: “uma hora para o almoço e quatro para a madorna”. Tem espera que perdura por um ano e três meses e até agora nada de concreto.

 

Sem uma obra em um ano e três meses, tudo bem. Sem palavra em um ano e três meses; como acreditar num prefeito desse? Como acreditar numa cobertura de arquibancada que não existe? O trabalho de sua gestão é fazer remendo. Tudo bem, tem feito!

 

Eleições em 2026. O teste para ver se o prefeito T.O. tem condições de ser uma liderança política da ‘Nova Política’ em Ipirá. Ele recebeu um município com uma votação expressiva de 70% para Lula e Jerônimo. Tem vereador da sua base política que esculhamba Lula, Jerônimo e o PT, mas diz que é Oto Alencar até debaixo da ponte. Como é que pode?

 

Observe bem, uma coisa está clara! A manutenção, a força e o crescimento do grupo e da política do senador Oto Alencar têm ligação direta com à aliança feita com o PT na Bahia e Brasil. Se um vereador de Ipirá apoia o senador Oto e apoia os adversários da aliança feita pelo senador; está jogando contra a política do senador, mesmo acompanhando-o. É a favor da pessoa e contra a política dessa mesma pessoa. Qual é a atitude do prefeito T.O.? O que o senador Oto acha disso? Não sei se o prefeito T.O. está entendendo essa situação!

 

Para o barco não ficar à deriva é necessário que o poderoso chefão e ex-prefeito Diomário Sá levante de sua poltrona e deixe sua zona de conforto em Salvador (precisamente Praia do Forte) para recomendar e mostrar a seu pupilo Thiago Oliveira, que é o prefeito do município, como é que se faz política grande. Isso aqui está parecendo o esteio da ‘casa de fifó’ que foi derrubada.

 

E quem paga o custo da guerra? Você, que abastece sua moto, seu carro num posto de gasolina e toda a população com a onda inflacionaria, consequência da Guerra do Petróleo, até mesmo em Ipirá.

 

quarta-feira, 25 de março de 2026

UM MÍSSEL DA GUERRA VAI CAIR EM CIMA DA PREFEITURA DE IPIRÁ

O planeta Terra está fritando. O presidente maluco dos Estados Unidos começou uma guerra que está minando o sangue da terra (o petróleo). Imagine, se acabar agora todo o petróleo da terra? É um baque total. Espatifa tudo.

 

Uma coisa é certa, o petróleo da terra não vai acabar neste instante. Agora, uma guerra tendo o petróleo no centro da gravidade causa uma crise em todo o mundo. O barril de petróleo custava 60 dólares, já ultrapassa os 100 dólares. Sobe e cai todo dia e o dia todo.

 

Se a guerra do petróleo continuar por mais alguns meses, esse barril poderá chegar a 180 dólares (exemplo). Nem o diabo aguenta um preço desse. Uma guerra feita pelo imperialista presidente norte-americano Trump e controlada por ele. Uma guerra caríssima. Quem vai pagar essa conta?

 

Esse sujeito chamado Trump manipula essa guerra para o seu interesse econômico e político. Quando ele diz que vai bombardear o Irã, preço do barril de petróleo sobe, as empresas petrolíferas vendem e ganham mais.

 

Quando ele diz que venceu a guerra e que está conversando para a paz, o preço do barril cai e as empresas petrolífera compram, sabendo com antecedência (horas antes) que o próximo pronunciamento de Trump é que vai acender a brasa contra o Irã, o preço dispara e a empresas lucram mais e mais. É um jogo de Trump com esses conglomerados multinacionais petrolíferos contra a humanidade. Quem vai pagar essa conta?

 

Segundo a informação que obtive de um distribuidor de gasolina (não é posto) em abril, 'o preço dispara' (se a guerra continuar). Sobe o óleo diesel (preço de guerra); automaticamente, dispara o preço do frete, que detona o preço das mercadorias; que aumenta o custo de vida e a população mundial vai pagar o preço da guerra. Os vencedores: Trump; empresas petrolíferas; capital financeiro; Israel, o sicário americano no Oriente Médio (na verdade, um títere estado norte-americano). Os derrotados: o Irã, os palestinos e a população mundial.

 

O maior comprador de gasolina em Ipirá é a Prefeitura Municipal. Tem um contrato de mais de 10 milhões/ anuais. Não pode deixar de comprar a quantidade programada para o ano. Dobrando o preço da gasolina (por causa da guerra), vai ter que dobrar o valor do contrato com aditivos e mais aditivos. Se diminuir a quantidade de gasolina/óleo diesel vai precarizar os serviços prestados à população. Olha que situação!

 

O Estado retirou o ICMS (representa 20% na arrecadação total). Com a continuação da guerra o preço da gasolina vai continuar subindo (sem ter ICMS para retirar). Diminuindo a receita do Estado, naturalmente vai diminuir a receita da prefeitura. Diminuindo a receita e subindo as despesas com óleo, a prefeitura vai entrar em crise moderada ou grave.

 

Como sair desse pesadelo. Divulgando festa. Divulgando bandas e cantores com preço de hoje (elevados), que os municípios terão dificuldades em pagá-los lá na frente; consequência, muitas festas juninas serão reduzidas e simplificadas; os preços das bandas e cantores cairão para a realidade do ‘mercado em tempo de guerra’. Aí, quem fizer contratos antecipados (altos) poderá ficar no rabo da cobra.

 

O preço da gasolina em tempo de guerra do petróleo colocará o preço de passagem de avião no topo da montanha. Quantos milhões de pessoas desistirão de ir viajar para assistir a copa do mundo mais cara do mundo?

 

Com o preço alto da gasolina para encher o tanque, em tempo de guerra do petróleo, quantos milhares de pessoas desistirão de viajar para o interior para passar os festejos juninos? Tudo é muito duvidoso em tempo de guerra, principalmente, quando a guerra enfia um míssil num poço de petróleo. Que a guerra do canalha Trump acabe logo.

 

Com um ano e três meses de mandato, o prefeito macaco Thiago Oliveira começou a trabalhar. Neste período, sem fazer uma obra com recursos da prefeitura, o gestor, em seu primeiro ano, derrubou a ‘cerca de metal’ que o ex-prefeito jacu Marcelo Brandão afincou na Praça da Bandeira, coisa de primeiro mundo, que verdadeiramente não era e não fez falta.

 

Nos últimos três meses, o prefeito macaco T.O. passou o trator por cima da ‘casa da fazenda’ construída pelo ex-prefeito jacu Marcelo Brandão e que levou quase dez anos de existência, como se fosse o ‘marco zero’ da cidade ou uma réplica da fazenda da ponta da serra, não era, nunca foi e não representava nada disso. Era apenas uma alegoria barata e provisória para os festejos juninos, que os prefeitos (do jacu e macaco) achavam um monumento extraordinário, por isso perdurou por tanto tempo.

 

Até agora o prefeito macaco T.O. não achou uma serventia para o prédio construído pelo ex-prefeito jacu Marcelo Brandão no centro da Praça São José, para ser uma biblioteca, nunca foi. O prefeito macaco T.O. sem achar uma utilidade para o prédio, deixa-o fechado e inútil, quando a vontade seria passar o trator na obra do jacu, o que não cairia bem.

 

Pensando aleatoriamente, o prefeito macaco T.O. deve estar pensando em dá um jeito naquele troço, transformá-lo num mausoléu de notoriedades do seu grupo; num almoxarifado de prefeitura ou cedê-lo para um eleitor macaco botar um bar. Por cima, citei três obras de administrações de jacu e macaco que não serviram para nada em Ipirá (são mais de cinquenta).

 

É bom que essa vontade de passar o trator não contamine a alma e a vontade do prefeito macaco Thiago Oliveira para ele não derrubar árvores e desmanchar as praças de Ipirá para fazer estacionamento para carros, a prioridade dos dias atuais (na ideia deles). Que respeite o patrimônio histórico e memorial da cidade e não faça um desarranjo mental com o prédio da primeira escola pública estadual em nosso município, a centenária escola Góes Calmon, que até a retirada e transferência do nome seria fruto da ignorância predominante e um atentado grave à memória de Ipirá.

 

De uma coisa podemos assegurar, o prefeito macaco T.O. é ‘bom-todo em festa’; precavido, já está anunciando a grade dos festejos juninos da cidade de Ipirá. Pense numa escolha difícil: qual foi o melhor prefeito festeiro ou festejador do município de Ipirá? O ex-prefeito jacu Marcelo Brandão ou o prefeito atual macaco Thiago Oliveira? Nesse quesito, Ipirá é nota mil.

 

O prefeito macaco T.O. também tem suas falhas. Por exemplo: ele não diz de maneira alguma o nome dos deputados, governador e presidente que estão bancando as obras de asfalto, calçamento, praças e outras que são realizadas em Ipirá; não pronuncia o nome do deputado que conseguiu a emenda parlamentar, do governador Jerônimo, nem do presidente Lula. É tudo da sua gestão e de Otto Alencar.

 

E tem mais. A prefeitura de Ipirá contrata (gente) para trabalhar para a ‘gestão do prefeito’, mas não precisa trabalhar, não vai meter a mão na massa, não vai preparar nenhuma matéria, simplesmente, vai ficar aguardando para divulgar um impresso feito por prepostos da primeira linha de atuação, simplesmente, é um ‘cálice de vinho tinto de sangue’ da ditadura militar, até mesmo, porque o prefeito não credita nenhum valor ao trabalho desenvolvido por essa gente.

 

Onde está o pecado dessa engrenagem? Calado ou falando, essa gente trabalha para a prefeitura, recebe de um a dois salários mínimos. Eles não possuem um contrato oficial de trabalho com a prefeitura; recebem o pagamento através de uma empresa-terceirizada que faz serviço para a prefeitura. Deu para entender? A empresa paga do seu capital a quem não presta serviço a empresa, mas presta serviço para a prefeitura e não tem contrato nem com a prefeitura e muito menos com a empresa e presta um serviço esporádico e de tempos em tempos à prefeitura e nenhum serviço a empresa, para ninguém descobrir que estão trabalhando para a gestão do prefeito. Ô caixa dois da desgraça!

 

domingo, 15 de março de 2026

O GRUPO TERRORISTA B-12

Na década de 1950, quando aparecia o ronco de um avião nas nuvens, em Ipirá, a Praça da Bandeira virava um formigueiro de gente, todas as pessoas saíam das casas e ficavam olhando para o céu. O primeiro que avistasse, anunciasse e mostrasse o pássaro metálico ficava no patamar da fama. Às vezes dava confusão: “quem viu foi dona Fidelcina!” Havendo a contestação: “não foi nada, quem viu primeiro foi Henrique de Zequinha guarda”. Confusão e bate-boca.

 

Hoje, o avião mais possante do mundo é o americano B-12, que custa 2 bilhões de dólares e os EUA tem um estoque de 19 unidades. Seu preço é salgadíssimo. Ele é tão caro que, aqui em Ipirá, não tem uma só pessoa que possa comprá-lo. Aqui, para adquiri-lo, só escapa a prefeitura de Ipirá, que tem uma receita de 1 bilhão de reais em quatro anos.

 

Mesmo assim, fazendo a conversão do dólar para o real, o B-12 custa 10 bilhões de reais; neste caso, a prefeitura de Ipirá com 1 bilhão de reais por mandato de quatro anos, levará dez mandatos de quatro anos ou seja, quarenta anos para alcançar 10 bilhões de reais. Pense na macacada levando quarenta anos no poder municipal, com 10 bilhões de reais no bolso do brim!

 

O B-12 está fazendo um estrago enorme na base iraniana, na guerra EUA e Israel contra o Irã. O B-12 é conduzido por dois pilotos e carrega de 18 a 23 toneladas de bombas. Fica fora do alcance do poder inimigo e faz o lançamento das bombas acertando o alvo. Já destruíram a aviação, a marinha e o estoque dos armamentos balísticos do Irã. Um míssil teleguiado americano custa 30,9 milhões de dólares. O Irã não consegue deter um míssil; não consegue derrubar um B-12 e os mísseis iranianos não conseguem chegar ao território de Israel, são interceptados. O que fazer?

 

É difícil derrubar um B-12. Para você entender melhor, imagine um B-12 invadindo o espaço aéreo de Ipirá! O bicho é tão ligeiro que não tem uma só pessoa na Praça da Bandeira que consiga botar olhos nele. Se o B-12 jogasse uma bomba atômica, com a potência da que jogaram na cidade japonesa de Hiroshima, no centro da Praça da Bandeira, num raio de 3 km não ficaria uma construção em pé e não ficaria uma alma viva nesta área, só pelo deslocamento do ar. Como derrubar um bicho desse antes do ataque?

 

Sem um sistema defensivo como o de Israel, o Domo de Ferro; nós, ipiraenses, teríamos que apelar para a força de nossa gente. Se fosse na década de 1950, nós deixaríamos a defesa da cidade com dona Dil, que não era uma mulher da vida, mas era uma mulher de rua, que tinha por virtude jogar praga nas pessoas. Em cada dez frases, doze eram sentenças de maldição, prá vê o casqueiro. Não tinha pena, nem consideração, nem a quem lhe alimentava o corpo.

 

Em 1947, após a Segunda Guerra Mundial, dona Dil estava dormindo na porta de uma loja de tecidos, passou um avião de guerra norte-americano parecendo um trovão ensurdecedor, dona Dil acordou e praguejou: “deixas lá, desgraça da miséria! Na curva de Feira tu vai cair nas profundas do inferno” não deu outra. O avião bateu na serra de Ipirá, a perícia norte-americana levou a fuselagem e o motor do avião, ao tempo que, constatou que a causa foi a forte neblina na região. Para os ipiraenses foi a praga de dona Dil.

 

O presidente dos EUA, Donald Trump na sua arrogância e insolência afirma que: “the Iran is laskechone!” Traduzindo, o Irã está lascado. É verdade, o Irã está num mato sem cachorro, sem chance de atacar à larga distância, utiliza-se de uma estratégia de atacar a estrutura petrolífera na vizinhança, principalmente, fechando o estreito de Ormuz, com drones de 20 mil dólares, minas navais com um custo de 1.500 dólares e lanchas velozes movimentadas por controle remoto.

 

Prolongar essa guerra será o estabelecimento da maior crise do petróleo já vista no mundo, com o barril saindo de 60 dólares para mais de 100 dólares. Quando o diesel chegar a 10 paus, vai inviabilizar o transporte, as mercadorias vão sumir e os derrotados serão o Irã e o mundo inteiro.

 

Trump é um psicopata. Observe quando ele fala que: “não tem problema não, as empresas petrolíferas americanas vão ganhar muito dinheiro!” e arremata: “a seleção de futebol do Irã terá a segurança dos Estados Unidos, agora seria bom que os jogadores iranianos pensassem na própria segurança antes de decidirem jogar a copa.” Entenda uma desgraça dessa! Se essa guerra se prolongar até junho, a passagem de avião vai custar uma fortuna. Quando o presidente Trump fala ele joga uma praga no mundo.

 

Antes de morrer, dona Dil jogou a sua última praga: “deixas lá, desgraça! Esse Ipirá, nunca mais vai ter um prefeito que preste!” Aí, aquela turminha de ‘meia dúzia de oito’ que mama na prefeitura como bezerro pé-duro mama em tetas de vaca holandesa, abre o berreiro: “vai te lascar, dona Dil! Ipirá tem o melhor prefeito de todos os tempos, o prefeito Tiago Oliveira”

 

Vamos ter que correr atrás para ver quem tem razão. Propaganda do governo do Estado da Bahia: “o contorno de Feira, pai? Tá DUPLICADO; a estrada BR-116, pai? Tá DUPLICADA; a Policlínica de Ipirá? Tá DIFICULTADA, tá só no papel, pai!” O prefeito Tiago Oliveira está brocando, o homem bota prá moer, um ano de mandato, nenhuma obra, só remendo. Isso não é praga.

 

domingo, 8 de março de 2026

FURDUNÇO EM IPIRÁ

Não espere que este artigo contenha o que você, leitor desse blog, quer saber de forma detalhada sobre as bisbilhotices da semana. Não o farei. Não pense que vou escrever o que você quer que eu escreva, muito pelo contrário, vou abordar, justamente, o que você não quer saber. Leia este artigo até o final e veja se não tem procedência o que está dito.

 

O Furdunço em Salvador foi bufalafumenga e quem participou sabe que foi todo bom e não esquecerá jamais, também pudera, com tanta gente apinhada no percurso, não tinha como não soltar e detonar o entusiasmo, nem que fosse naqueles momentos delirantes da fantasia.

 

O Furdunço em Teerã, capital do Irã, teve uma multidão acotovelando-se pelas ruas e avenidas, num féretro de agonia, quando carregavam os corpos de 168 meninas de uma escola primária em Minab, no sul do Irã, que foram atingidas por um míssil do imperialismo norte-americano, dentro da escola. Quem derramou lágrimas pelas meninas do Irã, nestes momentos delirantes de uma guerra imperialista?

 

O cabeça de pule de Israel, Benjamin Netanyahu nega veementemente que tenha acontecido tal fato. As imagens da escola destruída, os caixões com os corpos, os buracos das covas não falam por si? Mas o canalhismo do verdugo israelense não tem limites, no seu ódio e sede de vingança. Tudo é permitido.

 

O presidente Trump na sua ganância por petróleo, terras raras e lucro comercial quer transformar o mundo num inferno belicoso. Prendeu ‘Di Maduro’ presidente da Venezuela, com o argumento que ele tinha uma boca de fumo e atuava no mercado dos Estados Unidos. Maduro preso, o consumo de drogas nos Estados Unidos continua alarmante. Matou o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, com o argumento pessoal de que era um ‘homem ruim’ e que agora vai colocar um ‘homem bom’ no seu lugar, desde quando seja subserviente e fique ‘de quatro’ para os Estados Unidos. Já começou a ameaçar Cuba.

 

Trump fez da ONU um bagaço de cana. A Organização das Nações Unidas não serve para nada. Isso é temeroso! Trump no comando da nação que tem mais armas no mundo, arrotando poderio, ameaçando nações, desrespeitando leis internacionais, está provocando uma situação de bastante incerteza no mundo. Como pode uma mente só, ter tanto poder? E se essa mente só, for doentia, paranóica e insana?

 

Trump quer dominar o petróleo da Venezuela e do Irã. Com essa guerra, o barril de petróleo vai ultrapassar os 100 dólares. O preço da gasolina vai lá prá cima, no mundo todo. As empresas petrolíferas vão faturar bilhões de dólares e euros. Se a guerra destruir um país de 90 milhões de habitantes como o Irã, em pouco tempo, para a reconstrução, aparecerão dólares e euros em abundância para os investimentos necessários e, naturalmente, serão considerados os “salvadores da pátria”.

 

Furdunço da desgraça está acontecendo na CPI do INSS, agora, com a quebra do sigilo bancário de Lulinha (filho do presidente Lula), já vazou que ele movimentou quase 20 milhões de reais em quatro anos. A encrenca está feita.

 

O furdunço em Ipirá não abocanha multidão, fica encastelado em meia dúzia de seis. O prefeito Tiago Oliveira, com mais de um ano de governo e nenhuma obra a apresentar, com recursos próprios da nossa prefeitura, está fazendo malabarismo para ver se cola na cabeça da população, que o que acontece, está acontecendo por obra e graça da sua administração.

 

Na abertura dos trabalhos na Câmara, o prefeito T.O. estava meio nervoso e ficou desafiando vereadores. Fez um discurso apresentando obras dos governos federais, estaduais e emendas parlamentares como coisa de sua administração, o correto seria dá nomes aos bois.

 

No furdunço de Ipirá, até promessa de obra (a Policlínica) tem que ser festejada como coisa concreta. E se o santo for descarado e a obra não vingar? Tem Escola de tempo integral? Tem. Tem asfalto? Tem. A gente tá vendo, mas Policlínica tá no papel, tá na conversa mole.

 

Prefeito Tiago Oliveira! Não esqueça de dizer o nome do governador Jerônimo e do presidente Lula ao referir-se as obras de Ipirá. Esse é um ano de Eleições e fica feio sonegar a realidade, vamos deixar os deslumbramentos e as alegorias só no mundo virtual das redes sociais.

 

O furdunço em Ipirá era pra ter a participação de toda a população ipiraense. Dinheiro para isso não falta. O mandato de quatro anos do prefeito Tiago Oliveira receberá mais de 1 bilhão de reais. Aí eu fico dando risada com o furdunço da CPI do INSS, quando balança a roseira porque Lulinha (filho de Lula) movimentou quase 20 milhões de reais em quatro anos. Aqui em Ipirá, um empresário macaco, em licitação com a prefeitura local, vai movimentar 48 milhões de reais em quatro anos e seu nome não foi para a CPI do INSS.

 

E o furdunço da Câmara de Vereadores de Ipirá? Eu fico pensando, como é que o vereador Jaildo do Bonfim, um rapaz inteligente, com um discurso forte, fica dizendo que é macaco e vai morrer macaco, quando as lideranças do seu grupo não querem saber da macacada e se denominam de ‘Nova Política”. Como é que um vereador macaco quer guarida na Nova Política? Não vai ter e vai levar muita porrada no lombo para aprender a lição.

 

domingo, 1 de fevereiro de 2026

A LETRA T É BARRIL DOBRADO

Prezado leitor! Por acaso, você sentiu falta de minhas postagens? Caso não tenha percebido lapso entre as duas últimas postagens é porque, provavelmente, não tenha notado a quebra da frequência ou até mesmo, tenha ignorado tal fato. Nada melhor do que uma pergunta para colocar as assombrações na ordem do dia, assim sendo, nada melhor do que recomeçar com uma pergunta:

 

Prezado leitor, deste blog! Você sabe o que é trumpismo ou trampismo? Pense e reflita.

 

Minha resposta é simples: é um homem fortemente convencido de que é um SER SUPREMO, tão bom, quanto poderoso e que cria todas as coisas.

 

Não tenhamos duvidas; neste mundo há parafuso luido enfiado numa rosca tirando o sossego da humanidade. Como tem coisa no lugar errado neste mundo!

 

Uma pequena reflexão: como pode um só homem ou um pequeno grupo, não tem mais do que isso, ter o controle total e absoluto sobre o poderio de guerra de um país como os Estados Unidos, com armas sofisticadas e destruidoras, com grandioso arsenal nuclear, formando a maior máquina de guerra do planeta Terra? Como pode um homem só, controlar isso tudo?

 

Um só sujeito! Utilizar do jeito que quiser e como bem entender, pela sua cabeça, o poderio e a grandeza de um Estado classificado como a maior potência mundial, os Estados Unidos e, o que é mais grave, da maneira que seus delírios encaminharem, mesmo envolvendo suas convicções errôneas e inabaláveis. Um sujeito só!

 

Em qualquer cidade brasileira. Um sujeito só ou uma dupla, montada numa moto, aponta um trabuco, conhecido por três/oitão para a cabeça de uma pessoa: “perdeu, perdeu, passa o celular e a senha!” O bandido, vagabundo, pilantra, canalha, merecedor da pena capital, principalmente, pelo latrocínio cometido, reveste seu crime no contexto da justiça para um sujeito só ou mesmo a dupla. A guerra é o maior de todos os crimes. Como pode um homem só ser o responsável pela dita cuja?

 

Aí aparece o Flamengo e compra o jogador de bola Paquetá por 42 milhões de euros, equivalente a 263 milhões de reais, isso é muita grana e pode ser considerada a maior contratação já registrada no futebol brasileiro e, tudo isso, prá quetá a torcida do Flamengo, Paquetá, debaixo do gol, aos 49 minutos do segundo tempo: “perdeu, perdeu, já foi”

 

E prá quetá qualquer ipiraense; por 42 milhões de euros, a prefeitura de Ipirá pode muito bem comprar um jogador de bola Paquetá para jogar na seleção de Ipirá, bastando, simplesmente, um ano de arrecadação. O que não dá para entender, é como, em um ano de gestão, o prefeito de Ipirá não fez uma obra com recurso próprio; as que tem feito é com emenda parlamentar e os remendos no município é com emenda Pix de deputado.

 

Uma pequena reflexão para qualquer ipiraense: como pode um homem só (o prefeito Tiago Oliveira) ou um pequeno grupo, não é mais do que isso, tomar conta e ter o controle total e absoluto sobre uma arrecadação de mais de um bilhão de reais (em um mandato de quatro anos) para fazer o desenvolvimento do município de Ipirà? Como pode um homem só ter essa responsabilidade?

 

Um só prefeito, o Tiago Oliveira! Para utilizar do jeito que quiser e como bem entender, pela sua cabeça, um bilhão de reais no que lhe aprouver neste município. Numa seca violenta, o prefeito T.O não providenciou nem o milho da Conab para amenizar a situação dos produtores rurais do município, mas bastou chover, para o prefeito T.O. bradar pelas redes sociais: “vou construir a cobertura do campo de futebol de Ipirá!” É assim que ele faz obras. É muito pouca realização para um prefeito só (prefeito T.O.) e muita grande dor de cabeça para ser só um prefeito (prefeito T.O.) de rede social.

 

O secretário da Infra, Darlan do PT, sassaricou com uma chuva de 60 milímetros aqui na rua: “não ficou um alagamento!” É verdade, o transtorno foi no momento da chuva, que não foi torrencial, no Gela-goela e no bueiro perto do hospital. Se a chuva fosse torrencial e de 100 mm a situação seria outra. Secretário Darlan faça um planejamento para amenizar a situação desses locais em época de chuva, porque a situação é crítica e não é brincadeira. É mais uma questão de emenda parlamentar do que de rede social.

 

Nisso tudo, o que não dá para entender é como um município que tem um orçamento de mais de um bilhão de reais em um mandato de quatro anos não tem condições de manter uma ambulância do SAMU funcionando!

 

O presidente Trump está querendo fazer uma Comissão da Paz. O prefeito Tiago Oliveira poderia fazer uma Comissão de Gerenciamento do Município, sem remuneração e sem protocolo. Seria uma forma de mostrar a cara da Nova Política que ele diz defender, caso contrário, resta-nos ficar alegres e contentes por Trump e Tiago começarem com a letra T. Não quer dizer nada.

 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CAIU DI MADURO

Já ouvi falar muito do diabo. A narrativa que mais mim impressionou foi o tal “tem pata com o diabo”. Devia ser pacto com o diabo. Era mais ou menos o seguinte: o sujeito, um fulano de tal, vendia a alma ao diabo por uma panela de moeda de ouro, quando morria o diabo vinha fazer a cobrança. Era mais ou menos isso.

 

Eu juro, com os dois pés juntos, que nunca acreditei na existência do diabo. Esse elemento é fruto da imaginação, criatividade e esquizofrenia da mente humana.

 

Confesso: essa semana, eu vi o diabo. Ele é branco; anglo-saxão; extremamente rico; com um cabelo de sariguê ou gambá-de-orelha-branca, quando passa o laquê fixador e fica com uma cor dourada e fumacenta de mico-leão-de-cara-dourada; o distinto tem muita idade no costado, não é nenhum menino. Perigoso se torna e perigoso fica quando fecha aqueles dois ‘zoim’ e fala; treme presidente, imperador e ditador. É desrespeitoso no que diz e nas atitudes que toma. A lei é ele! Não deixa de ser atrevido e desaforado. É impressionante, como tem bajulador esse elemento! É arrogante, prepotente e petulante. Eu vi o diabo, ele estava do lado de lá, na televisão, e eu do lado de cá.

 

O diabo é muito esperto, manhoso, trapaceiro e velhaco, a ponto de querer ser dono do mundo. Botou olho grande em Di Maduro: “ai, se eu te pego!” Disse que Di Maduro era narcotraficante. Di Maduro pode ser dançarino; um maluco que conversa com passarinho; um ditador; um inconsequente que deixou seu povo na miséria. Agora, narcotraficante! É invencionice do diabo, mas vamos lá que seja.

 

Di Maduro botou uma boca de fumo na esquina de Bolero, final da Avenida Urdaneta, em Caracas, 1012, distrito capital, Venezuela, no Palácio de Miraflores. Esse é o endereço da boca de fumo mais promissora do planeta Terra. Vendia cocaína pura, ‘da boa’, para o país que tem mais nariz cheirador de pó branco, também conhecido por cocaína, no mundo.

 

O narcotraficante Di Maduro caiu numa arapuca e foi sequestrado pelo diabo. Foi pego de cueca e a humanidade foi pega de calça curta. Vai rolar um processo fajuto, numa peça teatral vulgar e ordinária, com muito gracejo e situações ridículas. Di Maduro negando tudo: “senhor juiz! Eu não sei se cocaína é parecida com açúcar ou sal”, o juiz na seriedade de acusador: “qual a origem dos bilhões de dólares em sua conta bancária na Suíça?” Conta bancária pode ser recheada com depósitos praticados pelo diabo. Quanto embuste, quanta mentira ardilosa, quanto logro, nos próximos capítulos.

 

Podemos até indagar: para que um ditador quer conta bancária na Suíça? O diabo tá lá se importando com democracia e com melhoria na vida do povo!? O diabo foi direto ao assunto: “eu quero é o nosso petróleo que vocês roubaram da gente. Nós vamos governar vocês. E quem não estiver do nosso lado vai pagar caro e vai gemer no pau de galinheiro, porque nós temos o maior poderio do mundo!”

 

Essa é a política imperialista de uma superpotência, que divide o mundo em blocos de influência para beneficiar o capital financeiro americano e internacional, neste caso, empresas petrolíferas e o setor financeiro dos bancos, para espoliar, explorar, saquear e roubar as riquezas de outros povos e nações.

 

Na semana do Natal, na cidade de Turilândia, no Maranhão, foi derrubado um esquema de R$ 56 milhões em fraudes em licitações, propinas e empresas de fachada que esvaziou os cofres públicos. O prefeito, vice-prefeito, a primeira-dama, onze vereadores tá tudo no xilindró. Isso deve ter tido a participação de Trump, no mínimo um pedido.

 

Será que Ipirá está na mira de Trump? Não tenha dúvida e por dois motivos. Primeiro, o grande premio de um bilhão de dólares dos Estados Unidos é pago integral em 26 anos. A prefeitura de Ipirá pega um bilhão de reais integral em quatro anos. Como é que Trump não tá de olho nisso?

 

Segundo, em 1945, um avião de guerra americano caiu na serra de Ipirá, motivado pela serração da madrugada, que o presidente Trump deve achar que foi provocado por fumaça de fogueiras feitas pela população. Os americanos levaram a carcaça e os motores do avião, mas não encontraram uma garrucha, calibre 32, que ficou com o delegado Felix Mota, que na época, desfilava com a arma na cintura, pelas ruas da cidade.

 

Você acha que Trump não sabe disso? Sem dúvida e, sabe muito mais, sabe que: “eles roubaram nossas armas, eles estão armados até os dentes e neles a gente tem que botá lascando!” Prefeito T.O. que se cuide, não durma numa única casa, que a coisa não é brincadeira.

 

domingo, 28 de dezembro de 2025

QUE VENHA O VELHO ANO NOVO BOM TODO


Dezembro 2025. Ipirá sem chuva. Sol escaldante, terra seca, aperto geral e generalizado na zona rural. Mostra e expõe a nossa verdadeira e profunda entranha.

 

Dezembro 2025. Um ano de gestão do prefeito Thiago Oliveira. Não tem uma obra. Não fez sequer uma obra. Nem uma obra em condições de dizer que a coisa é tua, que é coisa da vossa gestão. Afinal de contas: um quarto de um bilhão de reais já se foi! Foram torrados mais de duzentos e cinquenta milhões de reais em 2025. Pouco se vê e nada se encontra.

 

Dezembro 2025 está menos duradouro, reduzindo-se ao desaparecimento no tempo, nada mais propício para uma lavagem de roupa ou prestação de contas, como queiram. Em tempo: uma prestação de contas 2025 da gestão pública do prefeito Thiago Oliveira ao povo de Ipirá. Que mal há nisso?

 

Quem não se lembra? É sempre bom ativar as memórias de toda gente ipiraense: o ex-prefeito Dudy prometeu fazer a prestação de contas de sua gestão em praça pública. Fez disso um cavalo de batalha; negou a própria palavra e não fez valer o fio do bigode. Teve a oportunidade por quatro dezembros e vários meses e não o fez. Deixou de revelar o prometido, preferiu esconder e ocultar, pelo menos, do povo de Ipirá. Que o prefeito T.O. o faça, mesmo não tendo prometido em outdoor.

 

Em outdoor o prefeito Thiago Oliveira desejou um ‘Boas Festas' naturalmente um Feliz Natal, que já se foi e um ‘próspero Ano Novo’ que está chegando. Na frieza do anuncio em papel no cartaz, não dá para saber se é da boca pra fora ou um chute na bola para a torcida. Sinceramente, não dá para perceber!

 

Alinhavando os parágrafos. Um ano de estiagem aguda e seca inclemente. Um prefeito desejando o bom e o melhor para a gente do nosso município pelo outdoor. Mais de duzentos e cinquenta milhões de reais escorrendo pelos dedos das mãos e a seca querendo consumir essa grana.

 

Ipirá, também, navega em água de esgoto. Vivemos na Era do Pix para emendas parlamentares. Estamos entre os dez municípios beneficiados pela emenda Pix, na Bahia. Deu certo na barragem do Amparo. Por que não perenizar, com pequenas barragens, os rios (Peixe, Paulista, Paratigí) e riachos que cortam Ipirá?

 

Que tal Ipirá definir em bom palavreado: “SÓ aceitamos emendas parlamentares para perenizar rios e riachos, com pequenas barragens!”

 

Que tal o prefeito T.O. desejar investir parte dos 3/4 de um bilhão de reais que ainda entrarão na sua gestão de três anos, para perenizar rios e riachos com pequenas barragens no município de Ipirá?


O que mete medo e provoca arrepios e preocupação de verdade até mesmo nos camaleões da praça: é quando os gestores dessa cidade pensam (basta pensar) em reformar a Praça da Bandeira. O jacu fez essa digníssima obra ‘casa de fifó’ achando e acreditando que o “Marco Zero” da cidade é neste local. Oh mentira da desgraça!

Aí o macaco, para não ficar por baixo, pegou o coreto ou pérgula e tacou-lhe as cores do time do Leônico para servir de sede do time do Vila Nova. Os dois times possuem sede-própria. Tudo para a presepada dos macacos, guarnecida por guardas da monarquia aristocrática inglesa. Vivemos um mundo de falso brilhante, porque queres verdade neste artigo? Vale a forma como enxergas a ilusão. Espero que o sertão de Ipirá vire mar, nestes últimos suspiros de dezembro de 2025. Que 2026 seja diferente, um grande abraço.