domingo, 15 de março de 2026

O GRUPO TERRORISTA B-12

Na década de 1950, quando aparecia o ronco de um avião nas nuvens, em Ipirá, a Praça da Bandeira virava um formigueiro de gente, todas as pessoas saíam das casas e ficavam olhando para o céu. O primeiro que avistasse, anunciasse e mostrasse o pássaro metálico ficava no patamar da fama. Às vezes dava confusão: “quem viu foi dona Fidelcina!” Havendo a contestação: “não foi nada, quem viu primeiro foi Henrique de Zequinha guarda”. Confusão e bate-boca.

 

Hoje, o avião mais possante do mundo é o americano B-12, que custa 2 bilhões de dólares e os EUA tem um estoque de 19 unidades. Seu preço é salgadíssimo. Ele é tão caro que, aqui em Ipirá, não tem uma só pessoa que possa comprá-lo. Aqui, para adquiri-lo, só escapa a prefeitura de Ipirá, que tem uma receita de 1 bilhão de reais em quatro anos.

 

Mesmo assim, fazendo a conversão do dólar para o real, o B-12 custa 10 bilhões de reais; neste caso, a prefeitura de Ipirá com 1 bilhão de reais por mandato de quatro anos, levará dez mandatos de quatro anos ou seja, quarenta anos para alcançar 10 bilhões de reais. Pense na macacada levando quarenta anos no poder municipal, com 10 bilhões de reais no bolso do brim!

 

O B-12 está fazendo um estrago enorme na base iraniana, na guerra EUA e Israel contra o Irã. O B-12 é conduzido por dois pilotos e carrega de 18 a 23 toneladas de bombas. Fica fora do alcance do poder inimigo e faz o lançamento das bombas acertando o alvo. Já destruíram a aviação, a marinha e o estoque dos armamentos balísticos do Irã. Um míssil teleguiado americano custa 30,9 milhões de dólares. O Irã não consegue deter um míssil; não consegue derrubar um B-12 e os mísseis iranianos não conseguem chegar ao território de Israel, são interceptados. O que fazer?

 

É difícil derrubar um B-12. Para você entender melhor, imagine um B-12 invadindo o espaço aéreo de Ipirá! O bicho é tão ligeiro que não tem uma só pessoa na Praça da Bandeira que consiga botar olhos nele. Se o B-12 jogasse uma bomba atômica, com a potência da que jogaram na cidade japonesa de Hiroshima, no centro da Praça da Bandeira, num raio de 3 km não ficaria uma construção em pé e não ficaria uma alma viva nesta área, só pelo deslocamento do ar. Como derrubar um bicho desse antes do ataque?

 

Sem um sistema defensivo como o de Israel, o Domo de Ferro; nós, ipiraenses, teríamos que apelar para a força de nossa gente. Se fosse na década de 1950, nós deixaríamos a defesa da cidade com dona Dil, que não era uma mulher da vida, mas era uma mulher de rua, que tinha por virtude jogar praga nas pessoas. Em cada dez frases, doze eram sentenças de maldição, prá vê o casqueiro. Não tinha pena, nem consideração, nem a quem lhe alimentava o corpo.

 

Em 1947, após a Segunda Guerra Mundial, dona Dil estava dormindo na porta de uma loja de tecidos, passou um avião de guerra norte-americano parecendo um trovão ensurdecedor, dona Dil acordou e praguejou: “deixas lá, desgraça da miséria! Na curva de Feira tu vai cair nas profundas do inferno” não deu outra. O avião bateu na serra de Ipirá, a perícia norte-americana levou a fuselagem e o motor do avião, ao tempo que, constatou que a causa foi a forte neblina na região. Para os ipiraenses foi a praga de dona Dil.

 

O presidente dos EUA, Donald Trump na sua arrogância e insolência afirma que: “the Iran is laskechone!” Traduzindo, o Irã está lascado. É verdade, o Irã está num mato sem cachorro, sem chance de atacar à larga distância, utiliza-se de uma estratégia de atacar a estrutura petrolífera na vizinhança, principalmente, fechando o estreito de Ormuz, com drones de 20 mil dólares, minas navais com um custo de 1.500 dólares e lanchas velozes movimentadas por controle remoto.

 

Prolongar essa guerra será o estabelecimento da maior crise do petróleo já vista no mundo, com o barril saindo de 60 dólares para mais de 100 dólares. Quando o diesel chegar a 10 paus, vai inviabilizar o transporte, as mercadorias vão sumir e os derrotados serão o Irã e o mundo inteiro.

 

Trump é um psicopata. Observe quando ele fala que: “não tem problema não, as empresas petrolíferas americanas vão ganhar muito dinheiro!” e arremata: “a seleção de futebol do Irã terá a segurança dos Estados Unidos, agora seria bom que os jogadores iranianos pensassem na própria segurança antes de decidirem jogar a copa.” Entenda uma desgraça dessa! Se essa guerra se prolongar até junho, a passagem de avião vai custar uma fortuna. Quando o presidente Trump fala ele joga uma praga no mundo.

 

Antes de morrer, dona Dil jogou a sua última praga: “deixas lá, desgraça! Esse Ipirá, nunca mais vai ter um prefeito que preste!” Aí, aquela turminha de ‘meia dúzia de oito’ que mama na prefeitura como bezerro pé-duro mama em tetas de vaca holandesa, abre o berreiro: “vai te lascar, dona Dil! Ipirá tem o melhor prefeito de todos os tempos, o prefeito Tiago Oliveira”

 

Vamos ter que correr atrás para ver quem tem razão. Propaganda do governo do Estado da Bahia: “o contorno de Feira, pai? Tá DUPLICADO; a estrada BR-116, pai? Tá DUPLICADA; a Policlínica de Ipirá? Tá DIFICULTADA, tá só no papel, pai!” O prefeito Tiago Oliveira está brocando, o homem bota prá moer, um ano de mandato, nenhuma obra, só remendo. Isso não é praga.

 

domingo, 8 de março de 2026

FURDUNÇO EM IPIRÁ

Não espere que este artigo contenha o que você, leitor desse blog, quer saber de forma detalhada sobre as bisbilhotices da semana. Não o farei. Não pense que vou escrever o que você quer que eu escreva, muito pelo contrário, vou abordar, justamente, o que você não quer saber. Leia este artigo até o final e veja se não tem procedência o que está dito.

 

O Furdunço em Salvador foi bufalafumenga e quem participou sabe que foi todo bom e não esquecerá jamais, também pudera, com tanta gente apinhada no percurso, não tinha como não soltar e detonar o entusiasmo, nem que fosse naqueles momentos delirantes da fantasia.

 

O Furdunço em Teerã, capital do Irã, teve uma multidão acotovelando-se pelas ruas e avenidas, num féretro de agonia, quando carregavam os corpos de 168 meninas de uma escola primária em Minab, no sul do Irã, que foram atingidas por um míssil do imperialismo norte-americano, dentro da escola. Quem derramou lágrimas pelas meninas do Irã, nestes momentos delirantes de uma guerra imperialista?

 

O cabeça de pule de Israel, Benjamin Netanyahu nega veementemente que tenha acontecido tal fato. As imagens da escola destruída, os caixões com os corpos, os buracos das covas não falam por si? Mas o canalhismo do verdugo israelense não tem limites, no seu ódio e sede de vingança. Tudo é permitido.

 

O presidente Trump na sua ganância por petróleo, terras raras e lucro comercial quer transformar o mundo num inferno belicoso. Prendeu ‘Di Maduro’ presidente da Venezuela, com o argumento que ele tinha uma boca de fumo e atuava no mercado dos Estados Unidos. Maduro preso, o consumo de drogas nos Estados Unidos continua alarmante. Matou o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, com o argumento pessoal de que era um ‘homem ruim’ e que agora vai colocar um ‘homem bom’ no seu lugar, desde quando seja subserviente e fique ‘de quatro’ para os Estados Unidos. Já começou a ameaçar Cuba.

 

Trump fez da ONU um bagaço de cana. A Organização das Nações Unidas não serve para nada. Isso é temeroso! Trump no comando da nação que tem mais armas no mundo, arrotando poderio, ameaçando nações, desrespeitando leis internacionais, está provocando uma situação de bastante incerteza no mundo. Como pode uma mente só, ter tanto poder? E se essa mente só, for doentia, paranóica e insana?

 

Trump quer dominar o petróleo da Venezuela e do Irã. Com essa guerra, o barril de petróleo vai ultrapassar os 100 dólares. O preço da gasolina vai lá prá cima, no mundo todo. As empresas petrolíferas vão faturar bilhões de dólares e euros. Se a guerra destruir um país de 90 milhões de habitantes como o Irã, em pouco tempo, para a reconstrução, aparecerão dólares e euros em abundância para os investimentos necessários e, naturalmente, serão considerados os “salvadores da pátria”.

 

Furdunço da desgraça está acontecendo na CPI do INSS, agora, com a quebra do sigilo bancário de Lulinha (filho do presidente Lula), já vazou que ele movimentou quase 20 milhões de reais em quatro anos. A encrenca está feita.

 

O furdunço em Ipirá não abocanha multidão, fica encastelado em meia dúzia de seis. O prefeito Tiago Oliveira, com mais de um ano de governo e nenhuma obra a apresentar, com recursos próprios da nossa prefeitura, está fazendo malabarismo para ver se cola na cabeça da população, que o que acontece, está acontecendo por obra e graça da sua administração.

 

Na abertura dos trabalhos na Câmara, o prefeito T.O. estava meio nervoso e ficou desafiando vereadores. Fez um discurso apresentando obras dos governos federais, estaduais e emendas parlamentares como coisa de sua administração, o correto seria dá nomes aos bois.

 

No furdunço de Ipirá, até promessa de obra (a Policlínica) tem que ser festejada como coisa concreta. E se o santo for descarado e a obra não vingar? Tem Escola de tempo integral? Tem. Tem asfalto? Tem. A gente tá vendo, mas Policlínica tá no papel, tá na conversa mole.

 

Prefeito Tiago Oliveira! Não esqueça de dizer o nome do governador Jerônimo e do presidente Lula ao referir-se as obras de Ipirá. Esse é um ano de Eleições e fica feio sonegar a realidade, vamos deixar os deslumbramentos e as alegorias só no mundo virtual das redes sociais.

 

O furdunço em Ipirá era pra ter a participação de toda a população ipiraense. Dinheiro para isso não falta. O mandato de quatro anos do prefeito Tiago Oliveira receberá mais de 1 bilhão de reais. Aí eu fico dando risada com o furdunço da CPI do INSS, quando balança a roseira porque Lulinha (filho de Lula) movimentou quase 20 milhões de reais em quatro anos. Aqui em Ipirá, um empresário macaco, em licitação com a prefeitura local, vai movimentar 48 milhões de reais em quatro anos e seu nome não foi para a CPI do INSS.

 

E o furdunço da Câmara de Vereadores de Ipirá? Eu fico pensando, como é que o vereador Jaildo do Bonfim, um rapaz inteligente, com um discurso forte, fica dizendo que é macaco e vai morrer macaco, quando as lideranças do seu grupo não querem saber da macacada e se denominam de ‘Nova Política”. Como é que um vereador macaco quer guarida na Nova Política? Não vai ter e vai levar muita porrada no lombo para aprender a lição.

 

domingo, 1 de fevereiro de 2026

A LETRA T É BARRIL DOBRADO

Prezado leitor! Por acaso, você sentiu falta de minhas postagens? Caso não tenha percebido lapso entre as duas últimas postagens é porque, provavelmente, não tenha notado a quebra da frequência ou até mesmo, tenha ignorado tal fato. Nada melhor do que uma pergunta para colocar as assombrações na ordem do dia, assim sendo, nada melhor do que recomeçar com uma pergunta:

 

Prezado leitor, deste blog! Você sabe o que é trumpismo ou trampismo? Pense e reflita.

 

Minha resposta é simples: é um homem fortemente convencido de que é um SER SUPREMO, tão bom, quanto poderoso e que cria todas as coisas.

 

Não tenhamos duvidas; neste mundo há parafuso luido enfiado numa rosca tirando o sossego da humanidade. Como tem coisa no lugar errado neste mundo!

 

Uma pequena reflexão: como pode um só homem ou um pequeno grupo, não tem mais do que isso, ter o controle total e absoluto sobre o poderio de guerra de um país como os Estados Unidos, com armas sofisticadas e destruidoras, com grandioso arsenal nuclear, formando a maior máquina de guerra do planeta Terra? Como pode um homem só, controlar isso tudo?

 

Um só sujeito! Utilizar do jeito que quiser e como bem entender, pela sua cabeça, o poderio e a grandeza de um Estado classificado como a maior potência mundial, os Estados Unidos e, o que é mais grave, da maneira que seus delírios encaminharem, mesmo envolvendo suas convicções errôneas e inabaláveis. Um sujeito só!

 

Em qualquer cidade brasileira. Um sujeito só ou uma dupla, montada numa moto, aponta um trabuco, conhecido por três/oitão para a cabeça de uma pessoa: “perdeu, perdeu, passa o celular e a senha!” O bandido, vagabundo, pilantra, canalha, merecedor da pena capital, principalmente, pelo latrocínio cometido, reveste seu crime no contexto da justiça para um sujeito só ou mesmo a dupla. A guerra é o maior de todos os crimes. Como pode um homem só ser o responsável pela dita cuja?

 

Aí aparece o Flamengo e compra o jogador de bola Paquetá por 42 milhões de euros, equivalente a 263 milhões de reais, isso é muita grana e pode ser considerada a maior contratação já registrada no futebol brasileiro e, tudo isso, prá quetá a torcida do Flamengo, Paquetá, debaixo do gol, aos 49 minutos do segundo tempo: “perdeu, perdeu, já foi”

 

E prá quetá qualquer ipiraense; por 42 milhões de euros, a prefeitura de Ipirá pode muito bem comprar um jogador de bola Paquetá para jogar na seleção de Ipirá, bastando, simplesmente, um ano de arrecadação. O que não dá para entender, é como, em um ano de gestão, o prefeito de Ipirá não fez uma obra com recurso próprio; as que tem feito é com emenda parlamentar e os remendos no município é com emenda Pix de deputado.

 

Uma pequena reflexão para qualquer ipiraense: como pode um homem só (o prefeito Tiago Oliveira) ou um pequeno grupo, não é mais do que isso, tomar conta e ter o controle total e absoluto sobre uma arrecadação de mais de um bilhão de reais (em um mandato de quatro anos) para fazer o desenvolvimento do município de Ipirà? Como pode um homem só ter essa responsabilidade?

 

Um só prefeito, o Tiago Oliveira! Para utilizar do jeito que quiser e como bem entender, pela sua cabeça, um bilhão de reais no que lhe aprouver neste município. Numa seca violenta, o prefeito T.O não providenciou nem o milho da Conab para amenizar a situação dos produtores rurais do município, mas bastou chover, para o prefeito T.O. bradar pelas redes sociais: “vou construir a cobertura do campo de futebol de Ipirá!” É assim que ele faz obras. É muito pouca realização para um prefeito só (prefeito T.O.) e muita grande dor de cabeça para ser só um prefeito (prefeito T.O.) de rede social.

 

O secretário da Infra, Darlan do PT, sassaricou com uma chuva de 60 milímetros aqui na rua: “não ficou um alagamento!” É verdade, o transtorno foi no momento da chuva, que não foi torrencial, no Gela-goela e no bueiro perto do hospital. Se a chuva fosse torrencial e de 100 mm a situação seria outra. Secretário Darlan faça um planejamento para amenizar a situação desses locais em época de chuva, porque a situação é crítica e não é brincadeira. É mais uma questão de emenda parlamentar do que de rede social.

 

Nisso tudo, o que não dá para entender é como um município que tem um orçamento de mais de um bilhão de reais em um mandato de quatro anos não tem condições de manter uma ambulância do SAMU funcionando!

 

O presidente Trump está querendo fazer uma Comissão da Paz. O prefeito Tiago Oliveira poderia fazer uma Comissão de Gerenciamento do Município, sem remuneração e sem protocolo. Seria uma forma de mostrar a cara da Nova Política que ele diz defender, caso contrário, resta-nos ficar alegres e contentes por Trump e Tiago começarem com a letra T. Não quer dizer nada.

 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CAIU DI MADURO

Já ouvi falar muito do diabo. A narrativa que mais mim impressionou foi o tal “tem pata com o diabo”. Devia ser pacto com o diabo. Era mais ou menos o seguinte: o sujeito, um fulano de tal, vendia a alma ao diabo por uma panela de moeda de ouro, quando morria o diabo vinha fazer a cobrança. Era mais ou menos isso.

 

Eu juro, com os dois pés juntos, que nunca acreditei na existência do diabo. Esse elemento é fruto da imaginação, criatividade e esquizofrenia da mente humana.

 

Confesso: essa semana, eu vi o diabo. Ele é branco; anglo-saxão; extremamente rico; com um cabelo de sariguê ou gambá-de-orelha-branca, quando passa o laquê fixador e fica com uma cor dourada e fumacenta de mico-leão-de-cara-dourada; o distinto tem muita idade no costado, não é nenhum menino. Perigoso se torna e perigoso fica quando fecha aqueles dois ‘zoim’ e fala; treme presidente, imperador e ditador. É desrespeitoso no que diz e nas atitudes que toma. A lei é ele! Não deixa de ser atrevido e desaforado. É impressionante, como tem bajulador esse elemento! É arrogante, prepotente e petulante. Eu vi o diabo, ele estava do lado de lá, na televisão, e eu do lado de cá.

 

O diabo é muito esperto, manhoso, trapaceiro e velhaco, a ponto de querer ser dono do mundo. Botou olho grande em Di Maduro: “ai, se eu te pego!” Disse que Di Maduro era narcotraficante. Di Maduro pode ser dançarino; um maluco que conversa com passarinho; um ditador; um inconsequente que deixou seu povo na miséria. Agora, narcotraficante! É invencionice do diabo, mas vamos lá que seja.

 

Di Maduro botou uma boca de fumo na esquina de Bolero, final da Avenida Urdaneta, em Caracas, 1012, distrito capital, Venezuela, no Palácio de Miraflores. Esse é o endereço da boca de fumo mais promissora do planeta Terra. Vendia cocaína pura, ‘da boa’, para o país que tem mais nariz cheirador de pó branco, também conhecido por cocaína, no mundo.

 

O narcotraficante Di Maduro caiu numa arapuca e foi sequestrado pelo diabo. Foi pego de cueca e a humanidade foi pega de calça curta. Vai rolar um processo fajuto, numa peça teatral vulgar e ordinária, com muito gracejo e situações ridículas. Di Maduro negando tudo: “senhor juiz! Eu não sei se cocaína é parecida com açúcar ou sal”, o juiz na seriedade de acusador: “qual a origem dos bilhões de dólares em sua conta bancária na Suíça?” Conta bancária pode ser recheada com depósitos praticados pelo diabo. Quanto embuste, quanta mentira ardilosa, quanto logro, nos próximos capítulos.

 

Podemos até indagar: para que um ditador quer conta bancária na Suíça? O diabo tá lá se importando com democracia e com melhoria na vida do povo!? O diabo foi direto ao assunto: “eu quero é o nosso petróleo que vocês roubaram da gente. Nós vamos governar vocês. E quem não estiver do nosso lado vai pagar caro e vai gemer no pau de galinheiro, porque nós temos o maior poderio do mundo!”

 

Essa é a política imperialista de uma superpotência, que divide o mundo em blocos de influência para beneficiar o capital financeiro americano e internacional, neste caso, empresas petrolíferas e o setor financeiro dos bancos, para espoliar, explorar, saquear e roubar as riquezas de outros povos e nações.

 

Na semana do Natal, na cidade de Turilândia, no Maranhão, foi derrubado um esquema de R$ 56 milhões em fraudes em licitações, propinas e empresas de fachada que esvaziou os cofres públicos. O prefeito, vice-prefeito, a primeira-dama, onze vereadores tá tudo no xilindró. Isso deve ter tido a participação de Trump, no mínimo um pedido.

 

Será que Ipirá está na mira de Trump? Não tenha dúvida e por dois motivos. Primeiro, o grande premio de um bilhão de dólares dos Estados Unidos é pago integral em 26 anos. A prefeitura de Ipirá pega um bilhão de reais integral em quatro anos. Como é que Trump não tá de olho nisso?

 

Segundo, em 1945, um avião de guerra americano caiu na serra de Ipirá, motivado pela serração da madrugada, que o presidente Trump deve achar que foi provocado por fumaça de fogueiras feitas pela população. Os americanos levaram a carcaça e os motores do avião, mas não encontraram uma garrucha, calibre 32, que ficou com o delegado Felix Mota, que na época, desfilava com a arma na cintura, pelas ruas da cidade.

 

Você acha que Trump não sabe disso? Sem dúvida e, sabe muito mais, sabe que: “eles roubaram nossas armas, eles estão armados até os dentes e neles a gente tem que botá lascando!” Prefeito T.O. que se cuide, não durma numa única casa, que a coisa não é brincadeira.

 

domingo, 28 de dezembro de 2025

QUE VENHA O VELHO ANO NOVO BOM TODO


Dezembro 2025. Ipirá sem chuva. Sol escaldante, terra seca, aperto geral e generalizado na zona rural. Mostra e expõe a nossa verdadeira e profunda entranha.

 

Dezembro 2025. Um ano de gestão do prefeito Thiago Oliveira. Não tem uma obra. Não fez sequer uma obra. Nem uma obra em condições de dizer que a coisa é tua, que é coisa da vossa gestão. Afinal de contas: um quarto de um bilhão de reais já se foi! Foram torrados mais de duzentos e cinquenta milhões de reais em 2025. Pouco se vê e nada se encontra.

 

Dezembro 2025 está menos duradouro, reduzindo-se ao desaparecimento no tempo, nada mais propício para uma lavagem de roupa ou prestação de contas, como queiram. Em tempo: uma prestação de contas 2025 da gestão pública do prefeito Thiago Oliveira ao povo de Ipirá. Que mal há nisso?

 

Quem não se lembra? É sempre bom ativar as memórias de toda gente ipiraense: o ex-prefeito Dudy prometeu fazer a prestação de contas de sua gestão em praça pública. Fez disso um cavalo de batalha; negou a própria palavra e não fez valer o fio do bigode. Teve a oportunidade por quatro dezembros e vários meses e não o fez. Deixou de revelar o prometido, preferiu esconder e ocultar, pelo menos, do povo de Ipirá. Que o prefeito T.O. o faça, mesmo não tendo prometido em outdoor.

 

Em outdoor o prefeito Thiago Oliveira desejou um ‘Boas Festas' naturalmente um Feliz Natal, que já se foi e um ‘próspero Ano Novo’ que está chegando. Na frieza do anuncio em papel no cartaz, não dá para saber se é da boca pra fora ou um chute na bola para a torcida. Sinceramente, não dá para perceber!

 

Alinhavando os parágrafos. Um ano de estiagem aguda e seca inclemente. Um prefeito desejando o bom e o melhor para a gente do nosso município pelo outdoor. Mais de duzentos e cinquenta milhões de reais escorrendo pelos dedos das mãos e a seca querendo consumir essa grana.

 

Ipirá, também, navega em água de esgoto. Vivemos na Era do Pix para emendas parlamentares. Estamos entre os dez municípios beneficiados pela emenda Pix, na Bahia. Deu certo na barragem do Amparo. Por que não perenizar, com pequenas barragens, os rios (Peixe, Paulista, Paratigí) e riachos que cortam Ipirá?

 

Que tal Ipirá definir em bom palavreado: “SÓ aceitamos emendas parlamentares para perenizar rios e riachos, com pequenas barragens!”

 

Que tal o prefeito T.O. desejar investir parte dos 3/4 de um bilhão de reais que ainda entrarão na sua gestão de três anos, para perenizar rios e riachos com pequenas barragens no município de Ipirá?


O que mete medo e provoca arrepios e preocupação de verdade até mesmo nos camaleões da praça: é quando os gestores dessa cidade pensam (basta pensar) em reformar a Praça da Bandeira. O jacu fez essa digníssima obra ‘casa de fifó’ achando e acreditando que o “Marco Zero” da cidade é neste local. Oh mentira da desgraça!

Aí o macaco, para não ficar por baixo, pegou o coreto ou pérgula e tacou-lhe as cores do time do Leônico para servir de sede do time do Vila Nova. Os dois times possuem sede-própria. Tudo para a presepada dos macacos, guarnecida por guardas da monarquia aristocrática inglesa. Vivemos um mundo de falso brilhante, porque queres verdade neste artigo? Vale a forma como enxergas a ilusão. Espero que o sertão de Ipirá vire mar, nestes últimos suspiros de dezembro de 2025. Que 2026 seja diferente, um grande abraço.









 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

O SOCIALISMO É A MAIOR DECLARAÇÃO DE AMOR A HUMANIDADE

Este artigo foi escrito por Jackson Alves - Advogado Criminalista

Leia na íntegra.

O SOCIALISMO É A MAIOR DECLARAÇÃO DE AMOR A HUMANIDADE 

No início da raça humana as mortes entre nós eram um acontecimento vulgar, morríamos aos montes como bichos de luz quando das lamparinas apagadas ao amanhecer.

 

Com tecnologias como as descobertas do fogo e da roda – com evidências de controle do fogo pelos humanos há cerca de 1,5 milhão de anos (Homo erectus). Mais adiante, a descoberta da roda – que surgiu bem mais tarde, por volta de 3.500 A.C., marcando uma diferença de milhões de anos no desenvolvimento tecnológico humano – tivemos significativos avanços no nosso desenvolvimento enquanto animais pensantes.

 

Porém – ao longo da evolução humana – o que mais nos transformou foi o momento em que aprendemos a andar em bandos ou grupos com um cuidando do outro de maneira organizada. Assim a humanidade conseguiu – desde os primórdios – se proteger das ameaças dos animais ferozes e das intempéries, ou seja, começamos a viver mais e melhor quando descobrimos o socialismo que não tinha essa nomenclatura naquela época tão longínqua de nossa formação enquanto bicho que pensa, mas já era socialismo!

 

O Socialismo sempre esteve onde duas ou mais pessoas estiveram juntas, o socialismo é a própria comunhão. O Socialismo é humano, coisa do homem que pretende viver mais e melhor. Por ser excepcionalmente humano, busca a realidade humana por detrás do conceito.

 

Sem se observar a realidade humana, qualquer conceito filosófico, religioso, artístico ou político não passa de enquadramento da realidade humana a vontades alheias na busca de satisfazer interesses escusos e personalistas.

 

As religiões distorceram o socialismo, subtraindo suas ideias e personificando o pensamento coletivo em indivíduos. Templos foram erguidos, com líderes, mas o socialismo não pode ser visto através ou de um líder ou um indivíduo, seja ele qual for. O Socialismo não existe a partir de um indivíduo e, sim a partir de todos, é uma construção coletiva!

 

O socialismo é uma condição humana coletiva e de autoproteção da própria raça a qual nos qualificamos a pertencer. Ante o  socialismo humanista éramos bichos de luz que morriam aos montes ao amanhecer com o apagar das lamparinas.

 

Aprender a andar em bandos ou grupos nos tornou seres de consciência, resistência e necessidades de consumos coletivas. Criamos Nações juntos com línguas e costumes que nos une.

 

Muita coisa aconteceu ao longo dos tempos e as grandes mudanças sempre vieram através das revoluções, à maioria delas foram meios de reconciliação, recondução ao caminhar em grupo organizado e com pensamentos de coletividade. A cultura do socialismo humanista, nos mostra o que nos faz fortes é dividir ao invés de concentrar e subtrair.

 

Erick Fromm em um dos seus pensamentos aduz que: “O humanismo surgiu sempre como reação contra uma ameaça à humanidade: na Renascença, contra a ameaça do fanatismo religioso; no Iluminismo, contra o nacionalismo extremo e contra a escravização do homem pela máquina e pelos interesses econômicos. O despertar do humanismo constitui, hoje, uma nova reação contra esta última ameaça numa forma mais intensa – o temor de que o homem venha a tornar-se escravo das coisas e prisioneiro das circunstancias que ele próprio criou – e contra a ameaça inteiramente nova à existência física da humanidade por meio das armas nucleares.”

 

A distorção da sociedade se dá na personificação, centralização das fontes de riqueza e de poder que a tudo corrompe.

 

Muitos dos homens da política demonizam o socialismo assim como demonizam tudo que é bom para o povo, querem o povo dependente de favores e não um povo livre e com direitos e deveres.

 

O homem político é do tamanho de sua generosidade, do tamanho da sua entrega. Os grandes homens que mudaram a história dos povos – para melhor – não foram aqueles que subtraíram e, sim os que mais se doaram a coletividade,

 

Já dizia o grande poeta modernista Oswald de Andrade: “a política é a arte de distribuir”. Quem concentra – poder – não está fazendo política!

 

O Socialismo – de hoje – está aí tão claro e tão acessível quanto a luz do sol.

 

No Brasil com a reorganização da sociedade civil em torno de um texto legal baseado nos princípios humanistas socialistas, ratificado na Carta de Amor ao Povo de 1988, em torno de um ordenamento jurídico inclusivo com criação de leis e mecanismos socializantes, começou-se verdadeiramente a se perceber que a inclusão do indivíduo através da ampla distribuição da saúde, educação, segurança, moradias dignas, acesso a Justiça, é o caminho adequado para a construção de uma sociedade mais inclusiva e justa, na promoção das garantias individuais e coletivas em alinhamento com pensamentos iluministas na busca da dignidade da pessoa humana. O Estado é o equalizador da sociedade!

 

Políticas de reparação social como cotas raciais e de gênero são determinantes na reconstrução do nosso projeto de Nação, isso é Humanismo Socialista. As políticas de reparação social previstas na Constituição de 1988 têm com objetivo trazer os indivíduos historicamente desfavorecidos, marginalizados para a Democracia de maneira inclusiva, promovendo uma distribuição de renda mais equitativa e acesso amplo e irrestrito aos bens sociais.

 

Logo, o socialismo é: UPA, SAMU, Minha Casa Minha Vida, Prouni, Fies, Bolsa Família, Pé de Meia, Creches, Segurança Pública, Política de Cotas Raciais e de Gênero, Sistema Único de Saúde (SUS), Previdência Social, Assistência Social, Emprego com Valorização do Salário, Saneamento Básico... PARA TODOS!

 

O combate à fome e a miséria é humanismo socialista. A fome não é a falta de comida, a fome é a falta de fraternidade. O sociólogo e ativista dos direitos humanos, Herbert José de Sousa, conhecido como Betinho, sustentava que: “A democracia é incompatível com a miséria”.

 

Socialismo é entender que todos têm o direito de viver com dignidade e que a vida é uma luta constante que não se vence sozinho!

Jackson Alves – Advogado Criminalista

@dr.jacksonalves

 

domingo, 7 de dezembro de 2025

O DILEMA DO PREFEITO T.O: NÃO SABE SE VAI, NÃO SABE SE FICA

O tamanho da ingratidão em Ipirá é enorme. Uma persona como Neco ‘Atrapalhado’ não tem um nome de praça ou rua em Ipirá. Não há de veras haverá de faltar: “quem foi esse ilustre cidadão, que ninguém reconhece, nem sabe quem é?” A resposta está na ponta da língua: um trabalhador.

 

Não só um trabalhador, mas um trabalhador gabaritado, do tempo que fábrica de enxada fazia enxada ‘sem bater’ e o Neco ‘Atrapalhado’ fazia a batição com maestria e a terra era puxada, pelo agricultor, para os pés em abundância. Necessário se faz uma observação, a fábrica era da marca ZAP.

 

Um trabalhador ferreiro dos bons, com tenda montada no Tanque de Santana, cuja ‘alabanca’, batida e aprontada no fole por Neco ‘Atrapalhado’ era respeitada em toda região. Vá lá que que seja um pequeno esquecimento, para amenizar uma profunda ingratidão.

 

Por que um governador que teve em Ipirá mais de 70% dos votos neste município não bota os pés nesta praça? Evidente, que estou fazendo uma referência ao Jerônimo Rodrigues, tratando-o como ‘O Herói do Sertão’ em novelas do rádio, que o Neco ‘Atrapalhado’ tanto gostava de assistir ouvindo.

 

Diferentemente do senador Otto Alencar, este sempre está deixando seu rastro em Ipirá. Pisou no famoso ‘Largo dos Malandros’, onde o futebol, ouvido pelo rádio, era a matéria-prima das discussões. O prefeito Thiago Oliveira estava na cola. O ‘Pai Véi’ não estava, mas quem fez falta foi o vice Deteval Brandão.

 

Chegou a hora do pedido. Celular na posição, gravando a postagem para ser divulgada na rede social. O prefeito Thiago Oliveira, com a emoção na flor da pele, fez um pedido de ‘uma reforma’ para a Praça da Bandeira.

 

Eu vi, com esses dois olhos que a terra haverá de comê-los, aquele pedido de uma reforma para a Praça da Bandeira, que o bajulismo descarado mudou de nome, numa prova inconteste, que as administrações de Ipirá estão fazendo ‘zero praça’ na cidade e que as novas praças de nossa terra são novas só no nome.

 

A Praça São José, o famoso Puxa, agora é Praça Delorme Martins. A melhor explicação é o bajulismo vergonhoso que inunda esse município. Mudança só no nome.

 

O prefeito Thiago Oliveira ficou cheio de dedos na hora do pedido. Prefeito T.O.! Faça um pedido escrito, uma carta de reivindicações e bote pocando nessa gente poderosa lá de cima.

 

Se fosse Neco ‘Atrapalhado’, mesmo desajeitado, confuso e fazendo as coisas de maneira atrapalhada, que tivesse o direito de fazer um só e único pedido ao senador, ele solicitaria um Instituto Federal da Bahia (IFBA) para Ipirá, igual ao que o senador levou para Rui Barbosa.

 

Quando Ademildo foi prefeito ele preparou um rosário de pedidos e entregou ao governador Jaques Wagner, que foi sincero e direto na resposta: “prefeito, aprenda a pedir! Não peça muita coisa porque não virá, peça uma só coisa e divulgue à população e vá se preparando para a inauguração. É assim que a banda toca.”

 

O prefeito T.O. choveu no molhado e bateu na mesma tecla que prefeitos passados pela prefeitura de Ipirá quando reivindicou: “a revitalização da Praça da Bandeira.” Entra prefeito, sai prefeito e todos eles mexeram nessa praça, que já está custando seus 4 milhões de reais. E o que tem essa praça para custar, 4 ou 5 milhões de reais?

 

Essa Praça da Bandeira é a marca do Ipirá antigo, do tempo do Camisão. O Ipirá do futuro, (observe o que eu estou colocando em 2025) de 2050 para frente, terá como avenida principal e centro propulsor desse município, uma AVENIDA que irá do Pau Ferro ao povoado de Umburanas, por ter asfalto, energia, água, largura e comprimento.

 

Por que não pensar nessas coisas? Por que não fazer um planejamento nesse sentido? Por que não ‘pensar Já’ em infraestrutura, áreas verdes, paisagismo, obras públicas e civis, em urbanismo para essa área?

 

Não, lá isso não! Vamos pensar, meter o dedo e agir na transformação da Praça da Bandeira, melhorando a acessibilidade para os carros ficarem estacionados, fazendo uma convivência harmônica e perfeita entre carros e gente de forma que ... Lá isso é coisa para se pensar!?

 

O prefeito Thiago Oliveira está completando um ano de administração no município de Ipirá. Ainda, não tem uma obra de seu governo com recursos próprios. O que foi feito até agora, foi feito com recursos de emendas parlamentares impositivas. Se essa moda pega, vereador vai virar prefeito no pedaço! Quero ver o que será feito com o dinheiro público no mandato de quatro anos do gestor T.O., pois Ipirá receberá mais de 1 bilhão de reais nesse período.

 

O prefeito T.O. é bom de festa! Nisso, o sujeito é o bom da boca (Marcelo Brandão também era bom de festa). Mesmo sem querer o prefeito T.O. já deve pensar em mais quatro anos de mandato. Como não pensar, se ele já está projetando o nome do candidato de 2032/!?

 

O secretário de Agricultura Jota Oliveira será a bola de 2032. Observe o espaço, apoio e bola levantada que sua secretaria está recebendo do prefeito T.O. neste primeiro ano de mandato. É a família Oliveira se preparando para uma longa invernada. Da marmelada das Eleições de 2024, para um período de 4 elevado ao cubo (x3). Como sou ruim em matemática, eu não consigo nem imaginar o tempo que a família Oliveira quer ficar sentada na cadeira de prefeito.

 

‘Só não enxerga, quem não quer vê’. Quando César do Sindicato foi secretário da Agricultura, o secretário só recebia bola dividida para ele se lascar. Tudo era regrado. O PT de Ipirá não tem vez no campo político. O povo de Ipirá vota em Lula, nos governadores do PT e os macacos da Nova Política levam a fama. O secretário Darlan da Infra faz mesmo o quê?

 

Nos tempos atuais, de lives e postagens nas redes sociais, se o saudoso Neco ‘Atrapalhado’ vivo estivesse para fazer uso dessa ferramenta, seria o maior sucesso nos celulares, com o seu jeito e maneira desordenada com que se comunicava: “já fui e nem cheguei; tô vindo, sem ter ido; levantei sem ter caído.” Neco ‘Atrapalhado’ era um criativo executor da oralidade da literatura do absurdo.

 

Por que não tem nome de rua em Ipirá para Neco ‘Atrapalhado’; para o gari Genarinho; para o motorista Tiago da Caçamba de Lixo; para o gari ‘seu Filinto; para o ser humano Júlio ‘Doido’ e tantas outras figuras populares? O bajulismo de plantão que o responda.