Bem antes das Eleições eu coloquei esse resultado: em Ipirá,
22 a 12 para governador e 25 a 9 para presidente (anotem para mim cobrar após o
resultado oficial).
Depois das Eleições eis o resultado oficial em Ipirá;
presidente Lula 25.020 votos contra 8.255 votos de Flávio somado a 536 votos de
Caiado totaliza 8.791 votos, quase o (25 a 9)
Para governador em Ipirá: Jerônimo 22.122 votos contra 11.495
votos de ACM Neto, quase o (22 a 12). Não sou vidente, apenas tem um pessoal conhecido
do finado Ibope que mim orienta nessa averiguação.
Ipirá tem 47.871 eleitores, só votaram 37.048 eleitores.
10.823 não compareceram, não mim pergunte nada, porque eu não sei o motivo.
1.664 resolveram anular o voto para presidente (a maioria
deve ter sido erro); 571 votaram branco (tem que saber apertar a tecla branco /
não significa erro), resultando em 34.813 votos válidos.
Observe a força da cúpula da macacada (Dió, Tiago, Dudy):
deputado federal Daniel Alencar 12.390 votos/ deputado estadual Eduardo Alencar
10.056 votos
Compare com a jacuzada: ACM Neto 11.495 votos, menos do que
12.390 do deputado federal da macacada; menos do que os 12.311 votos obtidos
pela candidata Nina Gomes em 2024.
Eu fico na dúvida, a jacuzada está encolhendo ou a
ex-candidata a prefeita Nina só levou 1.816 para somar com a jacuzada em 2024?
Nessa campanha eleitoral, também merece comentário os
acontecimentos hilariantes que ocorreram. Vamos ao primeiro: a Globo resolveu
fazer o último debate, um verdadeiro samba de treita, imitando um baba que
tinha na praia da Pituba, em Salvador, na década de 90, quando amigos formavam
os times e tinha sempre uma vaga para um estranho, que seria convidado.
Quando a bola rolava, o adversário dava uma bola enviesada e
dividida para o convidado, sendo que, três ou quatro jogadores do mesmo time do
convidado partiam prá cima e cutucavam, batiam, tiravam uma lasca da canela do
convidado, que ficava sem entender nada: “que porra é essa, meu irmão?!” Era o ‘baba
da treita’.
Voltando ao debate, aconteceria uma treita. No esquema
montado pela Globo, ia ter uma cadeira para o candidato Flávio fazer pergunta: “você
é gatuno?” A cadeira na sua frieza, nada respondia. “Réplica para o candidato”.
“Seu filho é ladrão?” A cadeira continuava alheia. “Tréplica para o candidato”.
A cadeira continuava passiva. “Quadrúplica para o candidato”. Os quatro
candidatos iam prá cima da cadeira com pontapé nas pernas, aí não tinha jeito,
a cadeira que não é de ferro ia ter que gritar: “que porra é essa, meu irmão?!
Seria o ‘debate da treita’. Leitor desse blog, mim ajude!
Onde foi que você já viu alguém debater e trocar ideias, proposta e discutir
projetos com uma cadeira?
Parece até aquela senhorinha, que diante da televisão, assistindo suas novelas globalizadas, observando
a cena em que a atriz surrupia algo precioso e ao ser questionada mostra a frieza, indiferença
de uma cadeira, somada ao desdém e ao cinismo de uma pessoa que nega
veementemente o acontecimento; não dá
outra, a senhorinha levanta, com o dedo em riste, parte prá cima da
televisão: “foi você sim sua descarada, sua sem vergonha, sua cretina, foi você
que pegou as joias na gaveta que eu vi, se precisar eu digo na sua cara que foi
você, sua gatuna!”
Mas, foi a regra do jogo e todos concordaram. Um debate de
três contra um. Se um não for, a cadeira vai. Se aparecer alguém, sicrano foge.
Um não indo, sicrano fugindo, a Globo suspendeu o ‘Debate da Treita.” No
Segundo Turno teremos o debate da verdade.






