O planeta Terra está fritando. O presidente maluco dos Estados Unidos começou
uma guerra que está minando o sangue da terra (o petróleo). Imagine, se acabar
agora todo o petróleo da terra? É um baque total. Espatifa tudo.
Uma coisa é certa, o petróleo da terra não vai acabar neste instante. Agora,
uma guerra tendo o petróleo no centro da gravidade causa uma crise em todo o
mundo. O barril de petróleo custava 60 dólares, já ultrapassa os 100 dólares. Sobe
e cai todo dia e o dia todo.
Se a guerra do petróleo continuar por mais alguns meses, esse barril
poderá chegar a 180 dólares (exemplo). Nem o diabo aguenta um preço desse. Uma
guerra feita pelo imperialista presidente norte-americano Trump e controlada
por ele. Uma guerra caríssima. Quem vai pagar essa conta?
Esse sujeito chamado Trump manipula essa guerra para o seu interesse
econômico e político. Quando ele diz que vai bombardear o Irã, preço do barril
de petróleo sobe, as empresas petrolíferas vendem e ganham mais.
Quando ele diz que venceu a guerra e que está conversando para a paz, o preço
do barril cai e as empresas petrolífera compram, sabendo com antecedência (horas
antes) que o próximo pronunciamento de Trump é que vai acender a brasa contra o
Irã, o preço dispara e a empresas lucram mais e mais. É um jogo de Trump com esses
conglomerados multinacionais petrolíferos contra a humanidade. Quem vai pagar
essa conta?
Segundo a informação que obtive de um distribuidor de gasolina (não é
posto) em abril, 'o preço dispara' (se a guerra continuar). Sobe o óleo diesel (preço
de guerra); automaticamente, dispara o preço do frete, que detona o preço das
mercadorias; que aumenta o custo de vida e a população mundial vai pagar o
preço da guerra. Os vencedores: Trump; empresas petrolíferas; capital financeiro;
Israel, o sicário americano no Oriente Médio (na verdade, um títere estado norte-americano).
Os derrotados: o Irã, os palestinos e a população mundial.
O maior comprador de gasolina em Ipirá é a Prefeitura Municipal. Tem um
contrato de mais de 10 milhões/ anuais. Não pode deixar de comprar a quantidade
programada para o ano. Dobrando o preço da gasolina (por causa da guerra), vai
ter que dobrar o valor do contrato com aditivos e mais aditivos. Se diminuir a
quantidade de gasolina/óleo diesel vai precarizar os serviços prestados à
população. Olha que situação!
O Estado retirou o ICMS (representa 20% na arrecadação total). Com a
continuação da guerra o preço da gasolina vai continuar subindo (sem ter ICMS
para retirar). Diminuindo a receita do Estado, naturalmente vai diminuir a
receita da prefeitura. Diminuindo a receita e subindo as despesas com óleo, a
prefeitura vai entrar em crise moderada ou grave.
Como sair desse pesadelo. Divulgando festa. Divulgando bandas e cantores
com preço de hoje (elevados), que os municípios terão dificuldades em pagá-los
lá na frente; consequência, muitas festas juninas serão reduzidas e
simplificadas; os preços das bandas e cantores cairão para a realidade do ‘mercado
em tempo de guerra’. Aí, quem fizer contratos antecipados (altos) poderá ficar
no rabo da cobra.
O preço da gasolina em tempo de guerra do petróleo colocará o preço de
passagem de avião no topo da montanha. Quantos milhões de pessoas desistirão de
ir viajar para assistir a copa do mundo mais cara do mundo?
Com o preço alto da gasolina para encher o tanque, em tempo de guerra do
petróleo, quantos milhares de pessoas desistirão de viajar para o interior para
passar os festejos juninos? Tudo é muito duvidoso em tempo de guerra, principalmente,
quando a guerra enfia um míssil num poço de petróleo. Que a guerra do canalha
Trump acabe logo.
Com um ano e três meses de mandato, o prefeito macaco Thiago Oliveira começou
a trabalhar. Neste período, sem fazer uma obra com recursos da prefeitura, o
gestor, em seu primeiro ano, derrubou a ‘cerca de metal’ que o ex-prefeito jacu
Marcelo Brandão afincou na Praça da Bandeira, coisa de primeiro mundo, que verdadeiramente
não era e não fez falta.
Nos últimos três meses, o prefeito macaco T.O. passou o trator por cima
da ‘casa da fazenda’ construída pelo ex-prefeito jacu Marcelo Brandão e que
levou quase dez anos de existência, como se fosse o ‘marco zero’ da cidade ou
uma réplica da fazenda da ponta da serra, não era, nunca foi e não representava
nada disso. Era apenas uma alegoria barata e provisória para os festejos
juninos, que os prefeitos (do jacu e macaco) achavam um monumento
extraordinário, por isso perdurou por tanto tempo.
Até agora o prefeito macaco T.O. não achou uma serventia para o prédio
construído pelo ex-prefeito jacu Marcelo Brandão no centro da Praça São José, para
ser uma biblioteca, nunca foi. O prefeito macaco T.O. sem achar uma utilidade
para o prédio, deixa-o fechado e inútil, quando a vontade seria passar o trator
na obra do jacu, o que não cairia bem.
Pensando aleatoriamente, o prefeito macaco T.O. deve estar pensando em dá
um jeito naquele troço, transformá-lo num mausoléu de notoriedades do seu
grupo; num almoxarifado de prefeitura ou cedê-lo para um eleitor macaco botar
um bar. Por cima, citei três obras de administrações de jacu e macaco que não
serviram para nada em Ipirá (são mais de cinquenta).
É bom que essa vontade de passar o trator não contamine a alma e a
vontade do prefeito macaco Thiago Oliveira para ele não derrubar árvores e
desmanchar as praças de Ipirá para fazer estacionamento para carros, a
prioridade dos dias atuais (na ideia deles). Que respeite o patrimônio histórico
e memorial da cidade e não faça um desarranjo mental com o prédio da primeira
escola pública estadual em nosso município, a centenária escola Góes Calmon,
que até a retirada e transferência do nome seria fruto da ignorância
predominante e um atentado grave à memória de Ipirá.
De uma coisa podemos assegurar, o prefeito macaco T.O. é ‘bom-todo em
festa’; precavido, já está anunciando a grade dos festejos juninos da cidade de
Ipirá. Pense numa escolha difícil: qual foi o melhor prefeito festeiro ou festejador
do município de Ipirá? O ex-prefeito jacu Marcelo Brandão ou o prefeito atual macaco
Thiago Oliveira? Nesse quesito, Ipirá é nota mil.
O prefeito macaco T.O. também tem suas falhas. Por exemplo: ele não diz
de maneira alguma o nome dos deputados, governador e presidente que estão
bancando as obras de asfalto, calçamento, praças e outras que são realizadas em
Ipirá; não pronuncia o nome do deputado que conseguiu a emenda parlamentar, do
governador Jerônimo, nem do presidente Lula. É tudo da sua gestão e de Otto
Alencar.
E tem mais. A prefeitura de Ipirá contrata (gente) para trabalhar para a
‘gestão do prefeito’, mas não precisa trabalhar, não vai meter a mão na massa,
não vai preparar nenhuma matéria, simplesmente, vai ficar aguardando para
divulgar um impresso feito por prepostos da primeira linha de atuação,
simplesmente, é um ‘cálice de vinho tinto de sangue’ da ditadura militar, até
mesmo, porque o prefeito não credita nenhum valor ao trabalho desenvolvido por
essa gente.
Onde está o pecado dessa engrenagem? Calado ou falando, essa gente
trabalha para a prefeitura, recebe de um a dois salários mínimos. Eles não
possuem um contrato oficial de trabalho com a prefeitura; recebem o pagamento
através de uma empresa-terceirizada que faz serviço para a prefeitura. Deu para
entender? A empresa paga do seu capital a quem não presta serviço a empresa,
mas presta serviço para a prefeitura e não tem contrato nem com a prefeitura e
muito menos com a empresa e presta um serviço esporádico e de tempos em tempos à prefeitura e nenhum serviço a empresa, para ninguém descobrir que estão
trabalhando para a gestão do prefeito. Ô caixa dois da desgraça!

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