quarta-feira, 25 de março de 2026

UM MÍSSEL DA GUERRA VAI CAIR EM CIMA DA PREFEITURA DE IPIRÁ

O planeta Terra está fritando. O presidente maluco dos Estados Unidos começou uma guerra que está minando o sangue da terra (o petróleo). Imagine, se acabar agora todo o petróleo da terra? É um baque total. Espatifa tudo.

 

Uma coisa é certa, o petróleo da terra não vai acabar neste instante. Agora, uma guerra tendo o petróleo no centro da gravidade causa uma crise em todo o mundo. O barril de petróleo custava 60 dólares, já ultrapassa os 100 dólares. Sobe e cai todo dia e o dia todo.

 

Se a guerra do petróleo continuar por mais alguns meses, esse barril poderá chegar a 180 dólares (exemplo). Nem o diabo aguenta um preço desse. Uma guerra feita pelo imperialista presidente norte-americano Trump e controlada por ele. Uma guerra caríssima. Quem vai pagar essa conta?

 

Esse sujeito chamado Trump manipula essa guerra para o seu interesse econômico e político. Quando ele diz que vai bombardear o Irã, preço do barril de petróleo sobe, as empresas petrolíferas vendem e ganham mais.

 

Quando ele diz que venceu a guerra e que está conversando para a paz, o preço do barril cai e as empresas petrolífera compram, sabendo com antecedência (horas antes) que o próximo pronunciamento de Trump é que vai acender a brasa contra o Irã, o preço dispara e a empresas lucram mais e mais. É um jogo de Trump com esses conglomerados multinacionais petrolíferos contra a humanidade. Quem vai pagar essa conta?

 

Segundo a informação que obtive de um distribuidor de gasolina (não é posto) em abril, 'o preço dispara' (se a guerra continuar). Sobe o óleo diesel (preço de guerra); automaticamente, dispara o preço do frete, que detona o preço das mercadorias; que aumenta o custo de vida e a população mundial vai pagar o preço da guerra. Os vencedores: Trump; empresas petrolíferas; capital financeiro; Israel, o sicário americano no Oriente Médio (na verdade, um títere estado norte-americano). Os derrotados: o Irã, os palestinos e a população mundial.

 

O maior comprador de gasolina em Ipirá é a Prefeitura Municipal. Tem um contrato de mais de 10 milhões/ anuais. Não pode deixar de comprar a quantidade programada para o ano. Dobrando o preço da gasolina (por causa da guerra), vai ter que dobrar o valor do contrato com aditivos e mais aditivos. Se diminuir a quantidade de gasolina/óleo diesel vai precarizar os serviços prestados à população. Olha que situação!

 

O Estado retirou o ICMS (representa 20% na arrecadação total). Com a continuação da guerra o preço da gasolina vai continuar subindo (sem ter ICMS para retirar). Diminuindo a receita do Estado, naturalmente vai diminuir a receita da prefeitura. Diminuindo a receita e subindo as despesas com óleo, a prefeitura vai entrar em crise moderada ou grave.

 

Como sair desse pesadelo. Divulgando festa. Divulgando bandas e cantores com preço de hoje (elevados), que os municípios terão dificuldades em pagá-los lá na frente; consequência, muitas festas juninas serão reduzidas e simplificadas; os preços das bandas e cantores cairão para a realidade do ‘mercado em tempo de guerra’. Aí, quem fizer contratos antecipados (altos) poderá ficar no rabo da cobra.

 

O preço da gasolina em tempo de guerra do petróleo colocará o preço de passagem de avião no topo da montanha. Quantos milhões de pessoas desistirão de ir viajar para assistir a copa do mundo mais cara do mundo?

 

Com o preço alto da gasolina para encher o tanque, em tempo de guerra do petróleo, quantos milhares de pessoas desistirão de viajar para o interior para passar os festejos juninos? Tudo é muito duvidoso em tempo de guerra, principalmente, quando a guerra enfia um míssil num poço de petróleo. Que a guerra do canalha Trump acabe logo.

 

Com um ano e três meses de mandato, o prefeito macaco Thiago Oliveira começou a trabalhar. Neste período, sem fazer uma obra com recursos da prefeitura, o gestor, em seu primeiro ano, derrubou a ‘cerca de metal’ que o ex-prefeito jacu Marcelo Brandão afincou na Praça da Bandeira, coisa de primeiro mundo, que verdadeiramente não era e não fez falta.

 

Nos últimos três meses, o prefeito macaco T.O. passou o trator por cima da ‘casa da fazenda’ construída pelo ex-prefeito jacu Marcelo Brandão e que levou quase dez anos de existência, como se fosse o ‘marco zero’ da cidade ou uma réplica da fazenda da ponta da serra, não era, nunca foi e não representava nada disso. Era apenas uma alegoria barata e provisória para os festejos juninos, que os prefeitos (do jacu e macaco) achavam um monumento extraordinário, por isso perdurou por tanto tempo.

 

Até agora o prefeito macaco T.O. não achou uma serventia para o prédio construído pelo ex-prefeito jacu Marcelo Brandão no centro da Praça São José, para ser uma biblioteca, nunca foi. O prefeito macaco T.O. sem achar uma utilidade para o prédio, deixa-o fechado e inútil, quando a vontade seria passar o trator na obra do jacu, o que não cairia bem.

 

Pensando aleatoriamente, o prefeito macaco T.O. deve estar pensando em dá um jeito naquele troço, transformá-lo num mausoléu de notoriedades do seu grupo; num almoxarifado de prefeitura ou cedê-lo para um eleitor macaco botar um bar. Por cima, citei três obras de administrações de jacu e macaco que não serviram para nada em Ipirá (são mais de cinquenta).

 

É bom que essa vontade de passar o trator não contamine a alma e a vontade do prefeito macaco Thiago Oliveira para ele não derrubar árvores e desmanchar as praças de Ipirá para fazer estacionamento para carros, a prioridade dos dias atuais (na ideia deles). Que respeite o patrimônio histórico e memorial da cidade e não faça um desarranjo mental com o prédio da primeira escola pública estadual em nosso município, a centenária escola Góes Calmon, que até a retirada e transferência do nome seria fruto da ignorância predominante e um atentado grave à memória de Ipirá.

 

De uma coisa podemos assegurar, o prefeito macaco T.O. é ‘bom-todo em festa’; precavido, já está anunciando a grade dos festejos juninos da cidade de Ipirá. Pense numa escolha difícil: qual foi o melhor prefeito festeiro ou festejador do município de Ipirá? O ex-prefeito jacu Marcelo Brandão ou o prefeito atual macaco Thiago Oliveira? Nesse quesito, Ipirá é nota mil.

 

O prefeito macaco T.O. também tem suas falhas. Por exemplo: ele não diz de maneira alguma o nome dos deputados, governador e presidente que estão bancando as obras de asfalto, calçamento, praças e outras que são realizadas em Ipirá; não pronuncia o nome do deputado que conseguiu a emenda parlamentar, do governador Jerônimo, nem do presidente Lula. É tudo da sua gestão e de Otto Alencar.

 

E tem mais. A prefeitura de Ipirá contrata (gente) para trabalhar para a ‘gestão do prefeito’, mas não precisa trabalhar, não vai meter a mão na massa, não vai preparar nenhuma matéria, simplesmente, vai ficar aguardando para divulgar um impresso feito por prepostos da primeira linha de atuação, simplesmente, é um ‘cálice de vinho tinto de sangue’ da ditadura militar, até mesmo, porque o prefeito não credita nenhum valor ao trabalho desenvolvido por essa gente.

 

Onde está o pecado dessa engrenagem? Calado ou falando, essa gente trabalha para a prefeitura, recebe de um a dois salários mínimos. Eles não possuem um contrato oficial de trabalho com a prefeitura; recebem o pagamento através de uma empresa-terceirizada que faz serviço para a prefeitura. Deu para entender? A empresa paga do seu capital a quem não presta serviço a empresa, mas presta serviço para a prefeitura e não tem contrato nem com a prefeitura e muito menos com a empresa e presta um serviço esporádico e de tempos em tempos à prefeitura e nenhum serviço a empresa, para ninguém descobrir que estão trabalhando para a gestão do prefeito. Ô caixa dois da desgraça!

 

domingo, 15 de março de 2026

O GRUPO TERRORISTA B-12

Na década de 1950, quando aparecia o ronco de um avião nas nuvens, em Ipirá, a Praça da Bandeira virava um formigueiro de gente, todas as pessoas saíam das casas e ficavam olhando para o céu. O primeiro que avistasse, anunciasse e mostrasse o pássaro metálico ficava no patamar da fama. Às vezes dava confusão: “quem viu foi dona Fidelcina!” Havendo a contestação: “não foi nada, quem viu primeiro foi Henrique de Zequinha guarda”. Confusão e bate-boca.

 

Hoje, o avião mais possante do mundo é o americano B-12, que custa 2 bilhões de dólares e os EUA tem um estoque de 19 unidades. Seu preço é salgadíssimo. Ele é tão caro que, aqui em Ipirá, não tem uma só pessoa que possa comprá-lo. Aqui, para adquiri-lo, só escapa a prefeitura de Ipirá, que tem uma receita de 1 bilhão de reais em quatro anos.

 

Mesmo assim, fazendo a conversão do dólar para o real, o B-12 custa 10 bilhões de reais; neste caso, a prefeitura de Ipirá com 1 bilhão de reais por mandato de quatro anos, levará dez mandatos de quatro anos ou seja, quarenta anos para alcançar 10 bilhões de reais. Pense na macacada levando quarenta anos no poder municipal, com 10 bilhões de reais no bolso do brim!

 

O B-12 está fazendo um estrago enorme na base iraniana, na guerra EUA e Israel contra o Irã. O B-12 é conduzido por dois pilotos e carrega de 18 a 23 toneladas de bombas. Fica fora do alcance do poder inimigo e faz o lançamento das bombas acertando o alvo. Já destruíram a aviação, a marinha e o estoque dos armamentos balísticos do Irã. Um míssil teleguiado americano custa 30,9 milhões de dólares. O Irã não consegue deter um míssil; não consegue derrubar um B-12 e os mísseis iranianos não conseguem chegar ao território de Israel, são interceptados. O que fazer?

 

É difícil derrubar um B-12. Para você entender melhor, imagine um B-12 invadindo o espaço aéreo de Ipirá! O bicho é tão ligeiro que não tem uma só pessoa na Praça da Bandeira que consiga botar olhos nele. Se o B-12 jogasse uma bomba atômica, com a potência da que jogaram na cidade japonesa de Hiroshima, no centro da Praça da Bandeira, num raio de 3 km não ficaria uma construção em pé e não ficaria uma alma viva nesta área, só pelo deslocamento do ar. Como derrubar um bicho desse antes do ataque?

 

Sem um sistema defensivo como o de Israel, o Domo de Ferro; nós, ipiraenses, teríamos que apelar para a força de nossa gente. Se fosse na década de 1950, nós deixaríamos a defesa da cidade com dona Dil, que não era uma mulher da vida, mas era uma mulher de rua, que tinha por virtude jogar praga nas pessoas. Em cada dez frases, doze eram sentenças de maldição, prá vê o casqueiro. Não tinha pena, nem consideração, nem a quem lhe alimentava o corpo.

 

Em 1947, após a Segunda Guerra Mundial, dona Dil estava dormindo na porta de uma loja de tecidos, passou um avião de guerra norte-americano parecendo um trovão ensurdecedor, dona Dil acordou e praguejou: “deixas lá, desgraça da miséria! Na curva de Feira tu vai cair nas profundas do inferno” não deu outra. O avião bateu na serra de Ipirá, a perícia norte-americana levou a fuselagem e o motor do avião, ao tempo que, constatou que a causa foi a forte neblina na região. Para os ipiraenses foi a praga de dona Dil.

 

O presidente dos EUA, Donald Trump na sua arrogância e insolência afirma que: “the Iran is laskechone!” Traduzindo, o Irã está lascado. É verdade, o Irã está num mato sem cachorro, sem chance de atacar à larga distância, utiliza-se de uma estratégia de atacar a estrutura petrolífera na vizinhança, principalmente, fechando o estreito de Ormuz, com drones de 20 mil dólares, minas navais com um custo de 1.500 dólares e lanchas velozes movimentadas por controle remoto.

 

Prolongar essa guerra será o estabelecimento da maior crise do petróleo já vista no mundo, com o barril saindo de 60 dólares para mais de 100 dólares. Quando o diesel chegar a 10 paus, vai inviabilizar o transporte, as mercadorias vão sumir e os derrotados serão o Irã e o mundo inteiro.

 

Trump é um psicopata. Observe quando ele fala que: “não tem problema não, as empresas petrolíferas americanas vão ganhar muito dinheiro!” e arremata: “a seleção de futebol do Irã terá a segurança dos Estados Unidos, agora seria bom que os jogadores iranianos pensassem na própria segurança antes de decidirem jogar a copa.” Entenda uma desgraça dessa! Se essa guerra se prolongar até junho, a passagem de avião vai custar uma fortuna. Quando o presidente Trump fala ele joga uma praga no mundo.

 

Antes de morrer, dona Dil jogou a sua última praga: “deixas lá, desgraça! Esse Ipirá, nunca mais vai ter um prefeito que preste!” Aí, aquela turminha de ‘meia dúzia de oito’ que mama na prefeitura como bezerro pé-duro mama em tetas de vaca holandesa, abre o berreiro: “vai te lascar, dona Dil! Ipirá tem o melhor prefeito de todos os tempos, o prefeito Tiago Oliveira”

 

Vamos ter que correr atrás para ver quem tem razão. Propaganda do governo do Estado da Bahia: “o contorno de Feira, pai? Tá DUPLICADO; a estrada BR-116, pai? Tá DUPLICADA; a Policlínica de Ipirá? Tá DIFICULTADA, tá só no papel, pai!” O prefeito Tiago Oliveira está brocando, o homem bota prá moer, um ano de mandato, nenhuma obra, só remendo. Isso não é praga.

 

domingo, 8 de março de 2026

FURDUNÇO EM IPIRÁ

Não espere que este artigo contenha o que você, leitor desse blog, quer saber de forma detalhada sobre as bisbilhotices da semana. Não o farei. Não pense que vou escrever o que você quer que eu escreva, muito pelo contrário, vou abordar, justamente, o que você não quer saber. Leia este artigo até o final e veja se não tem procedência o que está dito.

 

O Furdunço em Salvador foi bufalafumenga e quem participou sabe que foi todo bom e não esquecerá jamais, também pudera, com tanta gente apinhada no percurso, não tinha como não soltar e detonar o entusiasmo, nem que fosse naqueles momentos delirantes da fantasia.

 

O Furdunço em Teerã, capital do Irã, teve uma multidão acotovelando-se pelas ruas e avenidas, num féretro de agonia, quando carregavam os corpos de 168 meninas de uma escola primária em Minab, no sul do Irã, que foram atingidas por um míssil do imperialismo norte-americano, dentro da escola. Quem derramou lágrimas pelas meninas do Irã, nestes momentos delirantes de uma guerra imperialista?

 

O cabeça de pule de Israel, Benjamin Netanyahu nega veementemente que tenha acontecido tal fato. As imagens da escola destruída, os caixões com os corpos, os buracos das covas não falam por si? Mas o canalhismo do verdugo israelense não tem limites, no seu ódio e sede de vingança. Tudo é permitido.

 

O presidente Trump na sua ganância por petróleo, terras raras e lucro comercial quer transformar o mundo num inferno belicoso. Prendeu ‘Di Maduro’ presidente da Venezuela, com o argumento que ele tinha uma boca de fumo e atuava no mercado dos Estados Unidos. Maduro preso, o consumo de drogas nos Estados Unidos continua alarmante. Matou o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, com o argumento pessoal de que era um ‘homem ruim’ e que agora vai colocar um ‘homem bom’ no seu lugar, desde quando seja subserviente e fique ‘de quatro’ para os Estados Unidos. Já começou a ameaçar Cuba.

 

Trump fez da ONU um bagaço de cana. A Organização das Nações Unidas não serve para nada. Isso é temeroso! Trump no comando da nação que tem mais armas no mundo, arrotando poderio, ameaçando nações, desrespeitando leis internacionais, está provocando uma situação de bastante incerteza no mundo. Como pode uma mente só, ter tanto poder? E se essa mente só, for doentia, paranóica e insana?

 

Trump quer dominar o petróleo da Venezuela e do Irã. Com essa guerra, o barril de petróleo vai ultrapassar os 100 dólares. O preço da gasolina vai lá prá cima, no mundo todo. As empresas petrolíferas vão faturar bilhões de dólares e euros. Se a guerra destruir um país de 90 milhões de habitantes como o Irã, em pouco tempo, para a reconstrução, aparecerão dólares e euros em abundância para os investimentos necessários e, naturalmente, serão considerados os “salvadores da pátria”.

 

Furdunço da desgraça está acontecendo na CPI do INSS, agora, com a quebra do sigilo bancário de Lulinha (filho do presidente Lula), já vazou que ele movimentou quase 20 milhões de reais em quatro anos. A encrenca está feita.

 

O furdunço em Ipirá não abocanha multidão, fica encastelado em meia dúzia de seis. O prefeito Tiago Oliveira, com mais de um ano de governo e nenhuma obra a apresentar, com recursos próprios da nossa prefeitura, está fazendo malabarismo para ver se cola na cabeça da população, que o que acontece, está acontecendo por obra e graça da sua administração.

 

Na abertura dos trabalhos na Câmara, o prefeito T.O. estava meio nervoso e ficou desafiando vereadores. Fez um discurso apresentando obras dos governos federais, estaduais e emendas parlamentares como coisa de sua administração, o correto seria dá nomes aos bois.

 

No furdunço de Ipirá, até promessa de obra (a Policlínica) tem que ser festejada como coisa concreta. E se o santo for descarado e a obra não vingar? Tem Escola de tempo integral? Tem. Tem asfalto? Tem. A gente tá vendo, mas Policlínica tá no papel, tá na conversa mole.

 

Prefeito Tiago Oliveira! Não esqueça de dizer o nome do governador Jerônimo e do presidente Lula ao referir-se as obras de Ipirá. Esse é um ano de Eleições e fica feio sonegar a realidade, vamos deixar os deslumbramentos e as alegorias só no mundo virtual das redes sociais.

 

O furdunço em Ipirá era pra ter a participação de toda a população ipiraense. Dinheiro para isso não falta. O mandato de quatro anos do prefeito Tiago Oliveira receberá mais de 1 bilhão de reais. Aí eu fico dando risada com o furdunço da CPI do INSS, quando balança a roseira porque Lulinha (filho de Lula) movimentou quase 20 milhões de reais em quatro anos. Aqui em Ipirá, um empresário macaco, em licitação com a prefeitura local, vai movimentar 48 milhões de reais em quatro anos e seu nome não foi para a CPI do INSS.

 

E o furdunço da Câmara de Vereadores de Ipirá? Eu fico pensando, como é que o vereador Jaildo do Bonfim, um rapaz inteligente, com um discurso forte, fica dizendo que é macaco e vai morrer macaco, quando as lideranças do seu grupo não querem saber da macacada e se denominam de ‘Nova Política”. Como é que um vereador macaco quer guarida na Nova Política? Não vai ter e vai levar muita porrada no lombo para aprender a lição.