domingo, 28 de setembro de 2025

A PERDA

Um salto no precipício pode ser o encontro com a imensidão do nada e com uma massa imensurável de incertezas. Neste momento, o município de Ipirá não gravita num vácuo e não vagueia com formato abstrato. Vive uma estiagem que castiga quase todo município; a vegetação coloca a sua roupagem cinza. A terra nua aguarda molhação.

 

São momentos difíceis, com seca persistente e perdas salientes. Na administração, o prefeito Thiago Oliveira. Pouco se sabe de projetos para o município, tudo transcorre numa lógica de cidade-negócio, que fomenta e arremete gordura financeira na direção de um grupelho, que cantarola como empresários de prefeitura, gravitando no entorno da gaiola do poder. O calejado sertanejo vai aguardando, celebrando e suportando.

 

Não chores por teus filhos, Ipirá! Até o momento, o prefeito Thiago Oliveira não fez uma obra. Está para completar um ano de administração e nada. Nada de braçadas por águas profundas e abundantes dos recursos públicos. Foi-se o tempo das vacas magras para o poder público municipal. Uma máquina administrativa cara. Uma administração municipal que se mantém como trepadeira e sobrevive de emendas parlamentares e apego aos governos estadual e federal, para demonstrar e mostrar serviço.

 

Ipirá recebe um bilhão de reais por mandato (de quatro anos). Nosso município encontra-se embrenhado nas zonas de incerteza. Infelizmente, as pessoas estão fortemente orientadas no sentido da barganha por cargos no governo. Os políticos esquecem e abrem mão de políticas programáticas em busca de maximizar o cabedal eleitoral dos donos do poder. Naturalmente, conseguem esquecer uma característica importante e imprescindível, que é a defesa de agendas e programas políticos.

 

Nada vale uma aliança em que o povo não veja a cor da chita. Assim a banda toca e a fanfarra serpenteia pelas ruas da cidade que nem cobra sassaricando. Não chores por ti, Ipirá! Por mais que queiras e desejes, não tens mais lágrimas.

 

sábado, 20 de setembro de 2025

FOI PEGO MAMANDO NA CACHORRA

Algumas pessoas dizem que este blog só fala mal da administração municipal. Aí, eu fico retado com essa narrativa e digo, aqui agora, que neste momento, vou fazer um artigo totalmente, de cabo a rabo, na defesa da macacada. Minha intenção com este escrito é botar a macacada no céu.

 

E digo mais: não quero nem ver a sombra de jacu. A jacuzada perdeu as eleições municipais e se fu... (meu teclado encrencou; voltou a funcionar) e se fulminou. A prefeitura é da macacada e não tem conversa. Se aparecer jacu aqui na prefeitura vai ter que lamber sabão e chupar prego para caibros até virar prego de salto sem cabeça. A jacuzada é assombração; só livro a cara de duas pessoas: do tio e da tia; por serem da família Oliveira. ‘É nóis, macacada!’

 

Faço aqui a defesa de um programa eleitoral para a macacada e, neste momento, vou fazer uma defesa em benefício dos 23.284 votos do prefeito T.O. sem esquecer ninguém, sem deixar ninguém de fora.

 

Vai mamar no rabo ...

 

Aqui vai ter uma lista de 400 macacos, todos lisos, para receberem um envelope com R$ 100,00 semanal. Tu achas que é merecedor de mais do que isso? Isso aí, tá de bom tamanho! Se você não está nesta lista, não fique brabo, não! Sua vez vai chegar! Aqui, o macaco vai ter que andar falando por aí que: “o hospital de Ipirá já está até fazendo cirurgia!”

 

Ô macaco-cidadão, desta civilização! Como imaginar um hospital sem fazer uma simples cirurgia? Seria um posto médico ou, quem sabe, um requintado boteco na beira da estrada.

 

Vai mamar no rabo da cachorra ...

 

Minha intenção é deixar os servidores públicos fora da listagem; quando lembrado fui por um macaco muito esperto, que disse: ”os professores acabaram com as finanças do município de Ipirá!” Tomei um choque com o que foi dito e fui investigar e cheguei à seguinte conclusão: “acabaram como, se o pagamento do salário dos professores é pago com o dinheiro do FUNDEB?”

 

O salário dos professores sai do FUNDEB (verba carimbada pelo governo federal); aí os prefeitos ficam doidos para fazerem obras com esse dinheiro e o prefeito Antônio Colonnezi, na pressa de mostrar serviço, pegou esse dinheiro do FUNDEB e fez uma escola; aí veio o prefeito Luiz Carlos Martins, na pressa de mostrar mais serviço ainda, pegou esse dinheiro do FUNDEB e mandou fazer uma reforma na escola feita pelo prefeito Antônio Colonnezi. O vereador Ademildo Almeida fez uma representação e deixou os dois prefeitos inelegíveis até hoje (para o bem de Ipirá). A escola que foi feita e reformada ficava no município de Rafael Jambeiro.

 

Vai mamar no rabo da cachorra (a prefeitura) e vai...

 

Entra na lista uns vinte empresários com contratos milionários de mais de um milhão de reais/ano. Aqui o empresário compra nas fábricas e revende à prefeitura (um processo normal), presta serviço em obras (um processo normal). Aqui, o empresário tem que ter bala na agulha para bancar o produto que vai ser adquirido pela prefeitura.

 

Vai mamar no rabo da cachorra (a prefeitura) e vai tomar leite ...

 

Entra na lista uns trinta empresários com contratos de cem mil até um milhão de reais/ano. São empresários que vendem à prefeitura (um processo normal). Você entra nesta lista? Calma, sua vez vai chegar!

 

Vai mamar no rabo da cachorra (a prefeitura) e vai tomar leite bem quentinho ...

 

Esta lista agora tem uns quinhentos nomes, entre eles, comerciantes, prestadores de serviços, que vendem à prefeitura de um real a 100 mil reais, também, alugam casas e carros; prestam serviços gerais, das mais diversas naturezas, (tudo isso necessário e normal). Você se encaixa aqui? Fique na sua, sua hora vai chegar!

 

Vai mamar no rabo da cachorra (a prefeitura) e vai tomar leite bem quentinho, misturado com ...

 

Os vereadores vão ficar de fora. Os vereadores cobram a reforma das estradas vicinais para suas regiões, a feitura de passagem molhada nas estradas; cobram serviços prestados pela prefeitura na região e cobram muito e muito trabalho da prefeitura. Os vereadores vão continuar com a parte que lhes cabe nesse latifúndio, que a cachorra (prefeitura) toma conta em nosso município e de forma legalizada.

 

Vai mamar no rabo da cachorra (a prefeitura) e vai tomar leite bem quentinho, misturado com doce mel e rapadura, com raspa da mandioca e farinha crocante de Castro Alves, lambuzada com molho chantilly.

 

Chegou a hora do filé. Demorou, mas chegou a sua vez. De 23.284 macacos que votaram no prefeito T.O. abatendo (não é matando, mas diminuindo) os macacos que foram agraciados até agora, restando vários macacos (faça a conta), mas apenas um macaco, que pode ser você, será o escolhido.

 

Não pode ser um macaco liso, para não dar na pinta, mas não precisa ter capital (dinheiro para investir) para receber um contrato de doze milhões por ano e todo mês esse 'macaco querido' receberá um milhão de reais para pagar aos funcionários de um salário mínimo, que serão contratados para trabalharem na prefeitura.

 

Como? Você não entendeu? Um macaco, que basta ter pouco capital (qualquer bagatela) para formar uma empresa para contratar 300 empregados (exemplo) para trabalhar na prefeitura. Antes do vencimento, a prefeitura repassará o dinheiro para essa empresa, que pagará aos 300 trabalhadores. A empresa não terá aperto, nem dificuldade. Isso é chover no molhado.

 

Exemplificando: Se você contratar (+ ou -) 600 funcionários, com salário mínimo (você não terá lucro), mas se você contratar (+ ou -) 300 funcionários, com salário mínimo (você lucrará, mais ou menos, 6 milhões de reais em um ano) sem precisar ter capital. Compreendes este jogo? Viu, aí! Vai que é tua!

 

Você não soube o dia dessa licitação? Não; você não foi o escolhido, uma pena! Essa licitação foi o maior segredo mantido na cúpula da macacada. Só um, dois ou três macacos ficaram sabendo. O grosso da macacada nem tum!

 

É assim que a banda toca; desse jeito o sistema vai se reproduzindo. O vencedor agradece o voto dos 23.283 macacos que o ajudaram a chupar o rabo da cachorra.

 

sábado, 13 de setembro de 2025

VAMOS QUE VAMOS, IPIRÁ!

Recursos que foram transferidos pela União (governo federal) para o município de Ipirá: Legais / voluntários / específicos / valor transferido R$ 39.630.063,36

 

Constitucionais / royalties – valor transferido para a administração pública municipal R$ 93.971.835,83

Totalizando - R$ 133.601.899,39

 

Recursos que foram transferidos pela União (Governo Federal) em benefícios aos cidadãos de Ipirá chegam a R$ 86.838.572,61:

 

Garantia Safra – R$ 1.636.250,00  --------beneficiando 1.331 cidadãos

Novo Bolsa Família – R$ 58.313.913,60 beneficiando 11.685 cidadãos

BPC – R$ 26.514.393,61 --------------------beneficiando 2.370 cidadãos

Pé de Meia – R$ 355.800,00 ----------------beneficiando 1.779 cidadãos

 

Todas as obras que rolam em Ipirá têm recursos públicos estadual e federal. Esse é o grosso do investimento. A contrapartida fica com o governo municipal.

 

Quais são os investimentos feitos em Ipirá?

 

Infraestrutura de esgoto; estrada asfaltada; energia; água; ruas e praças asfaltadas; educação; saúde; emprego e renda; lazer.

 

Quem banca esses investimentos?

 

O governo estadual faz o sistema de esgoto (a população paga caro à Embasa); asfalta ruas; estrutura a parte de energia e água (a população paga a conta); estrada asfaltada; a escola (de tempo integral), quando fornece alimentação, transporte e banca o custo.

 

O governo estadual não faz uma faculdade pública estadual em Ipirá nem a pau. O governo estadual não banca um hospital público estadual nem a pau. Porque tem custo elevado.

 

O governo federal faz casas populares; constrói creches; fornece transporte escolar; calça e asfalta ruas (emendas parlamentares). Para a saúde da população, o governo federal faz UPA e UBS; o SUS banca o sistema gratuito para o cidadão.

 

Na educação, o governo federal não faz uma faculdade pública federal em Ipirá nem a pau, nem mesmo o IFBA (Instituto Federal).

 

O governo municipal que não consegue fazer obras e fica fazendo remendos e com a visão voltada para o lazer. Fazer festas é a grande ação. Três grandes festas: São João; Exposição; Reveillon. Governo bom, bomba em festa. E assim, vamos nós!

 

E na questão do emprego e renda? Esse povo vive como?

 

Do emprego público (federal, estadual e municipal); de trabalho na iniciativa privada; do grande número de aposentados na zona urbana e rural; de biscate; como ambulante; de trabalho como diarista; do trabalho na feira-livre no dia de quarta-feira. O desemprego é razoavelmente grande. Pronto, Ipirá é isso aí!

 

E por que o gatilho não detona a população?

 

Entenda bem: a família recebe uma casa popular (passa a ter moradia a baixo custo); tem creche para os filhos; na educação, tem escola e colégio com merenda escolar; na saúde, tem UPA e hospital de graça; para os casos mais graves tem o encaminhamento para cidades com tratamento de saúde mais avançado. Com qualquer renda ele sobrevive. Uma aposentadoria, um biscate, uma aposentadoria, um BPC e vai levando a vida. Fazer o que na cidade grande?

 

Nestas condições, Ipirá atrai pouca gente para aqui residir; perde uma parte da juventude que vai fazer o nível superior em cidades maiores e nossa população não passa dos 60 mil habitantes.

 

Estamos encurralados no patamar definido pela política do Estado para cidades do nosso porte e das nossas condições, que é ser cidade que mantém e segura sua população, não permitindo que esta vá aumentar a problemática das grandes cidades.

 

Por que Ipirá não tem investimentos de bilhões de reais? Porque isso é coisa de cidade grande e de municípios com produção com potencial para exportação. Assim sendo, ficamos com a cuia nas mãos atrás de emendas parlamentares.

 

O prefeito Thiago Oliveira reconhece e tem dito, que a produção da agricultura familiar em Ipirá é irrisória e não garante a demanda da merenda escolar do nosso município e por isso ele compra fora, ao mesmo tempo, que ele afirma que sua preocupação, neste momento, não é fazer obras, mas melhorar e prestar bons serviços à população ipiraense.

 

O prefeito Thiago Oliveira afirma que o Hospital de Ipirá realizou 400 cirurgias em oito meses e que transportou mais de 30 mil pessoas (metade da população) para fazer exames em outras cidades, neste mesmo período.

 

Sem espaço para confirmação, será que tem algum vereador(a) que possa verificar a veracidade desses números. Porque, assim sendo, está havendo uma melhora na saúde de Ipirá.

 

Baseado nessa melhora, faço algumas perguntas: é verdade que o obstetra faltou cinco dias de trabalho no Hospital de Ipirá? Será que nestes cinco dias aconteceu algum caso complexo? Esse obstetra faltoso foi remunerado nestes dias não trabalhados? Por que a administração municipal macaca gosta tanto de proteger os simpatizantes do grupo macaco?

 

Na hora do vamos ver é que o bicho pega. O paciente estava em situação delicada. Aqui (em Ipirá) não tinha recursos. Estava na Regulação. A família do paciente recorreu ao prefeito Thiago Oliveira e ao ex-prefeito Dudy, que entraram em contato com o senador Otto e pouco tempo depois, chegou uma ambulância UTI-móvel e levou o paciente.

 

Qualquer família ficaria eternamente grata aos três políticos. Foi um ato de grande generosidade do ex-prefeito, do prefeito e do senador.

 

Voltando a questão da Regulação. Antes o paciente ficava perambulando nos corredores dos grandes hospitais. Inventaram a Regulação e acabaram as filas dos corredores. A Regulação não é tudo, também é problema.

 

Quantas famílias padecem na fila da morte chamada Regulação? Na espera, na angústia da demora, na aflição por uma solução. Quantos padecem na Regulação? A Regulação não pode ser seletiva, nem muito menos ter o fura-fila.

 

O prefeito Thiago Oliveira teve 23.284 votos nas Eleições de 2024. Será que o prefeito T.O. tem a mesma preocupação com todos esses 23.284 eleitores na hora de uma Regulação? Não é possível que o prefeito T.O. seja ingrato na hora que um desses 23.284 tenha necessidade de uma Regulação! Atenção, eleitor da macacada, qualquer necessidade de uma Regulação procure o prefeito Thiago Oliveira! O homem resolve.

 

sábado, 6 de setembro de 2025

O ELIXIR DA FANFARRONADA

 

Frase dita por um jornalista adaptando-a ao campo político: “amor de verão não sobe a serra, muito menos chega ao planalto.”

 

Entenda ‘ao planalto’ como o Palácio do Alvorada. O partido que já foi UDN, Arena, PFL e outras siglas deletérias, atualmente União Brasil uniu-se ao PP e deixou o governo Lula.

 

“Perdemos a Rússia e Índia para a sombria China” diz Trump após desfile militar. O ciúme possessivo de um louco poderá provocar tragédias humanitárias irreparáveis, pela perda do amor sem correspondência.

 

A matança de mulheres, idosos e crianças de fome na faixa de Gaza é uma vingança cruel de um carrasco implacável chamado Netanyahu, um serviçal do império norte-americano no Oriente Médio. Tudo em nome de uma aliança sádica.

 

Advogados na defesa dos réus da trama golpista do 8 de janeiro, praticamente, no reconhecimento do agravo, tentaram desconectar seus clientes do representante do cadafalso (Bolsonaro) para livrar a pele do seu cliente. Maior prova de amor de verão não há.

 

Um mês de setembro carregado. Um desfile de escolas e fanfarras para desanuviar as vistas humanas e descortinar quem é o verdadeiro dono do poder numa terra que, mesmo que não admitam, sofre os abalos das mudanças corriqueiras.

 

Quem acompanha as movimentações na Câmara de Vereadores de Ipirá, já observou que, quando a oposição baixa a madeira no governador Jerônimo e no governo Lula, não aparece um vereador da situação para fazer a defesa. Quem quiser que diga que o prefeito Thiago Oliveira é feio, para a ripa cantar no peito.

 

O desfile de 7 de Setembro sempre foi e será um retrato fiel da balança nesta terra que nunca foi devastada pela guerra, mas que sofre pelos estragos causados por uma disputa famigerada entre os grupos do jacu e macaco.

 

O poderoso chefão disso tudo é o grande líder Diomário Sá, pela capacidade de pensar e elaborar a estratégia correta para o ataque, com uma cacetada na moela dos oponentes e dos amigos, que deverão ser escanteados no seu traquejo político.

 

Sempre ensaboado e deslizando na gangorra: já foi jacu de carteirinha e virou macaco nas entrelinhas; já foi Paulo Souto e pulou para Jaques Wagner. Não tem cerimônia na atuação política, pisa no pescoço, dá as cartas e manda uma corbelha de recordação. Só não conseguiu uma coisa; qual seja, uma amizade cor de rosa com os governadores petistas (Wagner e Rui) no mesmo tom que Dudy conseguiu com o senador Otto Alencar. Mesmo assim é o único nome da macacada, que tem condições de manter um diálogo político de nível elevado e adequado com os figurões do poder estadual e federal.

 

Antônio Colonnezi. Há, esse Antônio Colonnezi!

 

Veio em minha lembrança um caso, que vou compartilha com o leitor desse blog. Apareceu um tal de Berico no Flamengo e fez três gol contra o Olaria; um primo meu falou: “Berico é melhor do que Pelé”. Eu acreditei naquilo. Depois desse jogo com o Olaria, nunca mais Berico fez um jogo que agradasse.

 

Antônio Colonezzi surgiu na politicagem de Ipirá como uma revelação. Era o ‘Maluco Beleza’. Pisou na bola e a bola murchou. Tenho a impressão que ele não soube alinhavar sua atuação política com os governadores petistas, como o fez Diomário, e com o senador Otto, como fez Dudy, daí sobrou na curva de Feira. Capotou e perdeu a liderança do grupo macaco. Para retomar essa posição vai ter que fazer das tripas coração. É melhor continuar como médico.

 

Jurandy Oliveira só teve um partido em sua trajetória política, o Partido que estava no Poder. Fez um trajeto com o maior número de mandatos já conseguido por um deputado estadual na Bahia. Na última eleição municipal foi derrotado, mas continua tendo na politicagem um único partido: o Partido do Poder, no patamar local, conduzido pela família Oliveira. O decano JO tem seus méritos.

 

Na macacada, falta quem? A turma nova, que defende a Nova Política, com eles na linha de frente. Não deixam de mostrar um vazio e fraqueza na teoria política e no trato republicano com o poder. Dudy trata o senador como ‘pai véi’ e o governador com brincadeira ‘ele aparou o cabelo!’ Assim não dá, o nível é mais elevado.

 

Thiago Oliveira é o prefeito. Enquanto prefeito for será bajulado, adorado e endeusado. É assim que a banda toca e a fanfarra desfila. Por enquanto, é o rei de copa do baralho, mas tem que comer muita farinha para mostrar que surrão tem farinha quente, fina e de qualidade. Essa turma nova acha que basta uma mala de dinheiro para ser o suficiente. Nem sempre é assim, na cooperativa de Ipirá tinha mala de dinheiro, resultado: acabou-se a mala e a cooperativa.

 

E o grupo da jacuzada? Tá na espera de que a cria do ‘ACM Malvadeza’ chegue ao palácio na Bahia. Observe, que situação! Não tem força suficiente para virar essa mesa municipal. Quem te viu e quem te vê! Essa jacuzada era a toda poderosa do pedaço; era a salvação de Ipirá; era o grupo dos arautos do progresso de Ipirá; era o bastião da credibilidade dos homens de bem dessa terra. Quem te viu e quem te vê!

 

Um grupo que continua debaixo da guarida das lideranças de Luiz Carlos Martins e Marcelo Brandão, que ficam no repique de um só tom, com a pedra batida de uma única nota: a ‘antiga liderança salvadora da pátria’, num ambiente em que a fanfarra predomina, sem memória e sem história, no ajuste de que o amor de verão seja chuva passageira, que desce a serra e alaga o planalto.

 

E o PT de Ipirá não quer compreender e faz de conta que nada está acontecendo.


sábado, 30 de agosto de 2025

ADIOS, JACUZADA!

O grupo da macacada ‘tá di boa’ e o grupo da jacuzada ‘tá lascado’.

 

O prefeito Thiago Oliveira disse que: ‘foram transportados mais de 30 mil pessoas para realizarem exames de procedimentos em hospitais de referência em outros municípios’. Eu acredito.

 

Se eu não acreditasse; eu iria fazer as contas: sete meses de governo são 210 dias. 30 mil dividido por 210 é = a 143 pessoas (com aproximação). 143 pessoas dividido por 40 (lotação de um ônibus) = 3,5 ônibus.

 

Conclusão: a gestão do prefeito Thiago Oliveira transporta, todos os dias, de domingo a domingo, 143 pessoas, em 3 ônibus e meio, para realizarem exames nas cidades vizinhas. Que não sejam ônibus, serão 09 vans lotadas. Que não sejam vans, serão 33 carros pequenos lotados. Nem que seja de carroça, são mais de 30 mil pessoas (metade da população do município de Ipirá) fazendo exames fora de Ipirá.

 

Atendendo a 30 mil pessoas na questão da assistência da saúde. Sendo a saúde, a melhor maneira de garantir votos, num percentual de mais de 50% de garantia. A macacada acha que está indo bem e pavimentando o seu trajeto eleitoral para as próximas eleições.

 

Realizando um São João, que bombou, com a presença de mais de 40 mil pessoas por noite no Parque de Exposição, que ao contemplar os anseios da juventude e dos festeiros deixou uma marca de satisfação na grande maioria dos presentes principalmente na juventude. A macacada acha que está indo bem e pavimentando o seu trajeto eleitoral para as próximas eleições.

 

Tem uma empresa (naturalmente macaca) trabalhando para a prefeitura de Ipirá na contratação de mão-de-obra, com um contrato de mais de 12 milhões de reais/ano. Havendo a possibilidade de emprego, por essa empresa, de 659 funcionários de salário mínimos/mês, com 100% dos votos. A macacada acha que está indo bem e pavimentando uma base eleitoral.

 

Na prefeitura tem 20 empresas com faturamento de mais de 500 milhões de reais em 4 anos (um mandato). Naturalmente, não vão querer perder essa receita. A macacada acha que está indo bem e tem quem banque uma conta eleitoral.

 

Se a gestão do prefeito T.O. tiver algum assessor que, preocupado com o grupo e com muita habilidade, crie uma lista de 400 pessoas para receber 100 reais/semanal, isso renderá 100% desses votos. Se a macacada fizer isso; como não dizer que a macacada vai bem?

 

Você sabe quanto é que ganha a família Oliveira na prefeitura de Ipirá? Não, eu sei! Observação: não tem nada de ilegal, nem de errado nesses proventos, são legais e honestos. Essa parte da macacada vai bem e terá condições financeiras para continuar na linha de frente da politicagem dando as cartas.

 

Em sete meses, a gestão Thiago Oliveira não fez uma obra. Os asfaltos, calçamentos, praças, creches, UBS, UPA e casas populares são frutos dos recursos do governo estadual e federal e das emendas parlamentares. Tá na hora do prefeito divulgar isso de maneira clara, pois teremos Eleições para presidente, governador e deputados em 2026, que precisarão do voto popular, mesmo sendo, o município de Ipirá um município lulista e nem tanto petista.

 

A gestão atual ainda fará, esse ano, as festas da exposição e da virada do ano, naturalmente, tudo no parque (não tem local melhor para grandes festas). A macacada está indo bem e festejando sua avantajada frente eleitoral.

 

Como é que a jacuzada vai enfrentar uma máquina poderosa dessa? Nem aqui, nem no inferno. Se a macacada vai muito bem! Quem está lascada é a jacuzada. Depois de levar quase 11 mil votos (uma lapada no lombo) de frente nas últimas eleições, em 2024. Com esses atendimentos médicos, com as festanças e se tiverem a esperteza de fazerem essa tal lista, essa frente vai para mais de 15 mil votos. Acredite se quiser.

 

A jacuzada está na esperança. Espera que o umbuzeiro dê fruto sem chuva. Espera que a extrema-direita ganhe a Eleição para presidente em 2026. Espera que o carlismo volte a governar a Bahia. A jacuzada depende disso e acha que ‘isso que está aí’ na prefeitura de Ipirá vai cair de maduro. Não vai!

 

A chuva que cai no terreiro da jacuzada é de casca de bala. O poder municipal da macacada está consolidado para permanecer por mais algumas décadas. Como é que a jacuzada vai derrubar uma montanha dobrada e gigantesca dessa? A jacuzada está calada, amordaçada, omissa e vacilante. Ôs, coitados!

 

Não importa que eu acredite ou não; se isso tudo for verdade, uma coisa pode ser afirmada com muita convicção: nesse ritmo a jacuzada está liquidada e derrotada antes da apuração de votos, na próxima eleição municipal, mesmo faltando longos três anos.

 

Quem ocuparia o espaço vazio deixado pelo jacu depenado, chopado, decepado pelo pescoço, com asa quebrada, liso e suruco? A montanha vai ter que parir um rato.
 

sábado, 23 de agosto de 2025

UM HOSPITAL EM IPIRÁ COM O ESTADO NO COMANDO

Segundo o prefeito Thiago Oliveira foram transportados mais de 30 mil pessoas de Ipirá para realizarem exames de procedimentos em hospitais de referência em outros municípios. O prefeito disse isso com um imenso orgulho e como um feito espetacular da sua gestão.

 

Esqueça o prefeito Thiago Oliveira agora, vamos lembrar do tempo em que Ipirá tinha, somente, dois médicos. Um era ‘um pedaço de cavalo’ e o outro era ‘uma vara de icó,’ que enverga da terra ao céu a depender das circunstâncias.

 

O pai adentrou no consultório de um médico com um menino rabugento, todo empolado, com sintoma notório de um quadro alérgico. O médico observou atentamente, de forma que uma pergunta foi feita: “na sua casa tem cachorro?” Ao ouvir a resposta o médico definiu o diagnóstico: “esse menino está assim por causa das pulgas!” Foi o suficiente para o pai divulgar que o médico era um médico retado e o ‘melhor médico do mundo’ por ter salvo a vida do seu filho e a fama foi navegando ao vento.

 

O outro médico não dormiu de toca. Quando o quadro apertava, ele mandava o paciente para Feira de Santana. Quando o paciente morria no trajeto era comum ouvir-se pela cidade um comentário elucidativo: “Jão morreu antes do Bravo, fulano é um médico retado, ‘o melhor médico do mundo’, quando ele manda descer é porque o paciente não tem mais jeito e já está batendo as botas; ele não erra uma.” Essa narrativa contribuiu para a fama de bom médico.

 

Observe como a ignorância tem um casamento estável com a esperteza, embora não seja eterno. O Ipirá daquele tempo era precaríssimo na questão da saúde, faltava tudo para o atendimento de casos de média complexidade. O atendimento da saúde era fraco, precário, simples e limitado.

 

Mas, a precariedade que matava pacientes por falta de condições tinha a sua cama de gato e o que era fraqueza na saúde local servia para validar e fermentar a sabedoria dos médicos locais. A limitação nas condições da saúde de Ipirá era a realidade e o endeusamento da sabedoria dos médicos que atuavam em Ipirá era a ilusão.

 

A ilusão potencializada fez dos médicos chefes políticos e deu-lhes a capacidade de lideranças dos grupos na disputa do poder político municipal. Foi quando o município de Ipirá deixou de ser comandado pelos coronéis e passou a ser conduzido pelos caciques, que eram mais cultos, mais letrados pelo conhecimento científico da medicina, que atuando num ambiente de atendimento precário, terminam assumindo o protagonismo, com os coronéis numa função subalterna e secundária.

 

Nos dias atuais, com um atendimento médico mais extensivo e complexo, mesmo sem atender aos casos de média, alta complexidade e, às vezes, falhando no atendimento básico, mas contando com unidades de saúdes públicas mais complexas (hospital, UPA, UBS), com dezenas de médicos no município e uma rede de atendimentos nas cidades vizinhas, os profissionais médicos perderam as credenciais que lhes davam preferência e força inquestionável na chefia dos grupos políticos pela profissão. Já foi!

 

A força dos médicos para a liderança política está na travessia da ponte, em decadência. Na imprevisão dos tempos, mesmo no aprisionamento do sistema jacu e macaco, poderá levar ao poder municipal a performance de figuras aventureiras. Dentro do sistema jacu e macaco, tudo é possível em busca de mais de um bilhão de reais em qualquer mandato de quatro anos.

 

Voltando ao prefeito Thiago Oliveira que reconhece como algo altamente positivo ter transportado mais de 30 mil pessoas (em sete meses) de Ipirá para exames de procedimentos em hospitais de referência em outros municípios. Para o prefeito isso é grandeza e não deficiência e precariedade no atendimento da saúde em nosso município.

 

Transporte de 30 mil pessoas para procedimento nas cidades vizinhas significa muita chuva na horta dos vereadores, que usufruem das deficiências da saúde no nosso município e resolvem os problemas de saúde da população, ao tempo que garantem o condicionamento do voto para sua eleição e do prefeito.

 

Transporte de 30 mil pessoas para procedimentos nas cidades vizinhas significa que o atendimento de saúde em nosso município é uma vergonha.

 

Mesmo assim, ainda morre gente pela precariedade da saúde em nosso município. Os vereadores reclamam bastante e mostram o tamanho do buraco e das feridas nas nossas unidades de saúde.

 

A maior reclamação dos vereadores é sobre a REGULAÇÃO. Um número insuficiente de hospitais públicos nas grandes cidades, com populações enormes, estava sujeito a um excesso de pacientes, que vegetavam na promiscuidade dos corredores. Como eliminar essa superlotação dos corredores? Aí os governos estaduais estabeleceram a REGULAÇÃO.

 

Resolveu o problema? Limpou os corredores, limpou! Derrubaram um corredor e criaram outro.

 

Mas, a REGULAÇÃO não é flor que se cheire. Quando não tem tempo de espera para o paciente necessitado não tem nada melhor. Mas nem sempre é assim.

 

Quando o paciente com necessidade premente tem que mofar na espera de uma REGULAÇÃO, que não acontece; que o vereador não tem acesso; que não permite o fura-fila; que não tem solução para o problema; aí o descaso com o cidadão aflora e a REGULAÇÃO vira um corredor da morte. Não tem nada mais cruel do que essa espera para uma morte anunciada. Não era para ser assim, mas acontece sempre. Ipirá precisa de um hospital público com o Estado no comando.


domingo, 17 de agosto de 2025

SERVIÇOS PRECÁRIOS, OBRAS REMENDADAS E CONTAS MAL PRESTADAS

Prestação de contas da gestão Thiago Oliveira é igual a ‘jogar barro na parede prá vê se cola’. A prestação de contas é obrigatória. A prestação de contas dos festejos juninos ao Ministério Público / TCU / TCM / TCE faz parte da transparência com os recursos públicos.

 

Cartaz da festa com 16 atrações. A prefeitura prestou conta de 06 atrações, faltaram 10 atrações (divulgamos o fato).

 

Com um disparate desse a prefeitura não perdeu tempo, correu e prestou conta de mais 10 atrações (as que faltavam), fechando a prestação das 16 atrações do cartaz (anunciamos o fato).

 

Mas, acontece que na correria, a prefeitura prestou conta de 07 atrações que não constavam no CARTAZ dos FESTEJOS. Então foram 07 atrações que não tocaram no São João, mas tocaram no São Pedro, Santo Antônio e São José (se tocaram!).

 

Mas, do São João mesmo, 07 atrações do CARTAZ não constaram na prestação de contas do MP / TCU / TCE/ TCM. Querem enganar quem?

 

Essa prefeitura de Ipirá é uma embrulhada só! Não é prefeito Thiago Oliveira?

 

Aí o prefeito Thiago Oliveira diz assim: “Não fizemos grandes obras, nosso investimento de início foi nos serviços, não em grandes investimentos, nos dedicamos aos serviços bem feito para melhorar o dia a dia.”

 

Uma prefeitura que arrecada mais de 23 milhões de reais por mês, não pode fazer obras com esses recursos? Por quê?

 

O sistema político (jacu e macaco) que domina nosso município criou um novo tipo de obra em Ipirá: a obra de remendo.

 

O prefeito macaco Dió fez uma porcaria de sanitário na frente dos bancos, no jardim da praça; aí o prefeito jacu MB passou a marreta e construiu outro sanitário no fundo da antiga escolinha. O prefeito macaco Dudi deixava-o fechado; o prefeito macaco T.O. deixa-o sem limpeza. Dá para entender? Nessa brincadeira, houve dinheiro público jogado fora.

 

O prefeito jacu MB colocou um gradeado (coisa da Europa) num lado da Praça da Bandeira, o prefeito macaco T.O. passou o maçarico e arrancou o gradeado. A população ficou sem entender. Era bom ou ruim?  Nessa brincadeira, aconteceu dinheiro público jogado fora.

 

O prefeito jacu MB fez uma biblioteca no Puxa. O prefeito macaco Dudy condenou a obra. O prefeito macaco T.O. remendou a obra, que o povo não sabe se será um mausoléu ou uma biblioteca. Que venha a ser o que será, pois até hoje não funcionou. Nessa brincadeira, ocorreu dinheiro público jogado fora.

 

O prefeito jacu MB asfaltou a avenida RGS; não aguentou uma chuva de trovoada. O prefeito macaco Dudy remendou o asfalto da RGS; mesmo assim não aguentou uma chuva de trovoada. O prefeito macaco T.O. está remendando a avenida RGS pela terceira vez para passar no teste de uma chuva de trovoada. Nessa brincadeira, lá se vai o dinheiro público que é jogado fora.

 

Vem aí, um remendo no Ginásio de Esporte com o prefeito T.O. aguardamos que haja projetos para tornar esse ginásio operante, que deixe de ser subutilizados, que seja utilizada em sua capacidade total ou da maneira mais eficiente possível. Se não for assim a coisa vira brincadeira, com dinheiro público jogado fora.

 

Não tem nada que marque a capacidade das administrações jacu e macaco? Tem. Aquela casa de adobe ao lado da escolinha, na Praça da Bandeira, que entra prefeito jacu e macaco e ninguém tem coragem de passar o trator naquela porcaria. Dizendo eles que se trata da fazenda do Homem do Camisão sendo, portanto, o MARCO ZERO da cidade de Ipirá. Você acredita?  Isso é uma brincadeira, para ninguém dizer que estão jogando no lixo o dinheiro público de Ipirá.