domingo, 1 de fevereiro de 2026

A LETRA T É BARRIL DOBRADO

Prezado leitor! Por acaso, você sentiu falta de minhas postagens? Caso não tenha percebido lapso entre as duas últimas postagens é porque, provavelmente, não tenha notado a quebra da frequência ou até mesmo, tenha ignorado tal fato. Nada melhor do que uma pergunta para colocar as assombrações na ordem do dia, assim sendo, nada melhor do que recomeçar com uma pergunta:

 

Prezado leitor, deste blog! Você sabe o que é trumpismo ou trampismo? Pense e reflita.

 

Minha resposta é simples: é um homem fortemente convencido de que é um SER SUPREMO, tão bom, quanto poderoso e que cria todas as coisas.

 

Não tenhamos duvidas; neste mundo há parafuso luido enfiado numa rosca tirando o sossego da humanidade. Como tem coisa no lugar errado neste mundo!

 

Uma pequena reflexão: como pode um só homem ou um pequeno grupo, não tem mais do que isso, ter o controle total e absoluto sobre o poderio de guerra de um país como os Estados Unidos, com armas sofisticadas e destruidoras, com grandioso arsenal nuclear, formando a maior máquina de guerra do planeta Terra? Como pode um homem só, controlar isso tudo?

 

Um só sujeito! Utilizar do jeito que quiser e como bem entender, pela sua cabeça, o poderio e a grandeza de um Estado classificado como a maior potência mundial, os Estados Unidos e, o que é mais grave, da maneira que seus delírios encaminharem, mesmo envolvendo suas convicções errôneas e inabaláveis. Um sujeito só!

 

Em qualquer cidade brasileira. Um sujeito só ou uma dupla, montada numa moto, aponta um trabuco, conhecido por três/oitão para a cabeça de uma pessoa: “perdeu, perdeu, passa o celular e a senha!” O bandido, vagabundo, pilantra, canalha, merecedor da pena capital, principalmente, pelo latrocínio cometido, reveste seu crime no contexto da justiça para um sujeito só ou mesmo a dupla. A guerra é o maior de todos os crimes. Como pode um homem só ser o responsável pela dita cuja?

 

Aí aparece o Flamengo e compra o jogador de bola Paquetá por 42 milhões de euros, equivalente a 263 milhões de reais, isso é muita grana e pode ser considerada a maior contratação já registrada no futebol brasileiro e, tudo isso, prá quetá a torcida do Flamengo, Paquetá, debaixo do gol, aos 49 minutos do segundo tempo: “perdeu, perdeu, já foi”

 

E prá quetá qualquer ipiraense; por 42 milhões de euros, a prefeitura de Ipirá pode muito bem comprar um jogador de bola Paquetá para jogar na seleção de Ipirá, bastando, simplesmente, um ano de arrecadação. O que não dá para entender, é como, em um ano de gestão, o prefeito de Ipirá não fez uma obra com recurso próprio; as que tem feito é com emenda parlamentar e os remendos no município é com emenda Pix de deputado.

 

Uma pequena reflexão para qualquer ipiraense: como pode um homem só (o prefeito Tiago Oliveira) ou um pequeno grupo, não é mais do que isso, tomar conta e ter o controle total e absoluto sobre uma arrecadação de mais de um bilhão de reais (em um mandato de quatro anos) para fazer o desenvolvimento do município de Ipirà? Como pode um homem só ter essa responsabilidade?

 

Um só prefeito, o Tiago Oliveira! Para utilizar do jeito que quiser e como bem entender, pela sua cabeça, um bilhão de reais no que lhe aprouver neste município. Numa seca violenta, o prefeito T.O não providenciou nem o milho da Conab para amenizar a situação dos produtores rurais do município, mas bastou chover, para o prefeito T.O. bradar pelas redes sociais: “vou construir a cobertura do campo de futebol de Ipirá!” É assim que ele faz obras. É muito pouca realização para um prefeito só (prefeito T.O.) e muita grande dor de cabeça para ser só um prefeito (prefeito T.O.) de rede social.

 

O secretário da Infra, Darlan do PT, sassaricou com uma chuva de 60 milímetros aqui na rua: “não ficou um alagamento!” É verdade, o transtorno foi no momento da chuva, que não foi torrencial, no Gela-goela e no bueiro perto do hospital. Se a chuva fosse torrencial e de 100 mm a situação seria outra. Secretário Darlan faça um planejamento para amenizar a situação desses locais em época de chuva, porque a situação é crítica e não é brincadeira. É mais uma questão de emenda parlamentar do que de rede social.

 

Nisso tudo, o que não dá para entender é como um município que tem um orçamento de mais de um bilhão de reais em um mandato de quatro anos não tem condições de manter uma ambulância do SAMU funcionando!

 

O presidente Trump está querendo fazer uma Comissão da Paz. O prefeito Tiago Oliveira poderia fazer uma Comissão de Gerenciamento do Município, sem remuneração e sem protocolo. Seria uma forma de mostrar a cara da Nova Política que ele diz defender, caso contrário, resta-nos ficar alegres e contentes por Trump e Tiago começarem com a letra T. Não quer dizer nada.

 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CAIU DI MADURO

Já ouvi falar muito do diabo. A narrativa que mais mim impressionou foi o tal “tem pata com o diabo”. Devia ser pacto com o diabo. Era mais ou menos o seguinte: o sujeito, um fulano de tal, vendia a alma ao diabo por uma panela de moeda de ouro, quando morria o diabo vinha fazer a cobrança. Era mais ou menos isso.

 

Eu juro, com os dois pés juntos, que nunca acreditei na existência do diabo. Esse elemento é fruto da imaginação, criatividade e esquizofrenia da mente humana.

 

Confesso: essa semana, eu vi o diabo. Ele é branco; anglo-saxão; extremamente rico; com um cabelo de sariguê ou gambá-de-orelha-branca, quando passa o laquê fixador e fica com uma cor dourada e fumacenta de mico-leão-de-cara-dourada; o distinto tem muita idade no costado, não é nenhum menino. Perigoso se torna e perigoso fica quando fecha aqueles dois ‘zoim’ e fala; treme presidente, imperador e ditador. É desrespeitoso no que diz e nas atitudes que toma. A lei é ele! Não deixa de ser atrevido e desaforado. É impressionante, como tem bajulador esse elemento! É arrogante, prepotente e petulante. Eu vi o diabo, ele estava do lado de lá, na televisão, e eu do lado de cá.

 

O diabo é muito esperto, manhoso, trapaceiro e velhaco, a ponto de querer ser dono do mundo. Botou olho grande em Di Maduro: “ai, se eu te pego!” Disse que Di Maduro era narcotraficante. Di Maduro pode ser dançarino; um maluco que conversa com passarinho; um ditador; um inconsequente que deixou seu povo na miséria. Agora, narcotraficante! É invencionice do diabo, mas vamos lá que seja.

 

Di Maduro botou uma boca de fumo na esquina de Bolero, final da Avenida Urdaneta, em Caracas, 1012, distrito capital, Venezuela, no Palácio de Miraflores. Esse é o endereço da boca de fumo mais promissora do planeta Terra. Vendia cocaína pura, ‘da boa’, para o país que tem mais nariz cheirador de pó branco, também conhecido por cocaína, no mundo.

 

O narcotraficante Di Maduro caiu numa arapuca e foi sequestrado pelo diabo. Foi pego de cueca e a humanidade foi pega de calça curta. Vai rolar um processo fajuto, numa peça teatral vulgar e ordinária, com muito gracejo e situações ridículas. Di Maduro negando tudo: “senhor juiz! Eu não sei se cocaína é parecida com açúcar ou sal”, o juiz na seriedade de acusador: “qual a origem dos bilhões de dólares em sua conta bancária na Suíça?” Conta bancária pode ser recheada com depósitos praticados pelo diabo. Quanto embuste, quanta mentira ardilosa, quanto logro, nos próximos capítulos.

 

Podemos até indagar: para que um ditador quer conta bancária na Suíça? O diabo tá lá se importando com democracia e com melhoria na vida do povo!? O diabo foi direto ao assunto: “eu quero é o nosso petróleo que vocês roubaram da gente. Nós vamos governar vocês. E quem não estiver do nosso lado vai pagar caro e vai gemer no pau de galinheiro, porque nós temos o maior poderio do mundo!”

 

Essa é a política imperialista de uma superpotência, que divide o mundo em blocos de influência para beneficiar o capital financeiro americano e internacional, neste caso, empresas petrolíferas e o setor financeiro dos bancos, para espoliar, explorar, saquear e roubar as riquezas de outros povos e nações.

 

Na semana do Natal, na cidade de Turilândia, no Maranhão, foi derrubado um esquema de R$ 56 milhões em fraudes em licitações, propinas e empresas de fachada que esvaziou os cofres públicos. O prefeito, vice-prefeito, a primeira-dama, onze vereadores tá tudo no xilindró. Isso deve ter tido a participação de Trump, no mínimo um pedido.

 

Será que Ipirá está na mira de Trump? Não tenha dúvida e por dois motivos. Primeiro, o grande premio de um bilhão de dólares dos Estados Unidos é pago integral em 26 anos. A prefeitura de Ipirá pega um bilhão de reais integral em quatro anos. Como é que Trump não tá de olho nisso?

 

Segundo, em 1945, um avião de guerra americano caiu na serra de Ipirá, motivado pela serração da madrugada, que o presidente Trump deve achar que foi provocado por fumaça de fogueiras feitas pela população. Os americanos levaram a carcaça e os motores do avião, mas não encontraram uma garrucha, calibre 32, que ficou com o delegado Felix Mota, que na época, desfilava com a arma na cintura, pelas ruas da cidade.

 

Você acha que Trump não sabe disso? Sem dúvida e, sabe muito mais, sabe que: “eles roubaram nossas armas, eles estão armados até os dentes e neles a gente tem que botá lascando!” Prefeito T.O. que se cuide, não durma numa única casa, que a coisa não é brincadeira.