domingo, 27 de setembro de 2026

SOBRE A POLÊMICA DA UNEB EM IPIRÁ (01)

UNEB em IPIRÁ é um tema relevante para o nosso município nessa corrida eleitoral para o governo da Bahia. Polemizando o assunto, o candidato ACM Neto já se pronunciou, o governador Jerônimo Rodrigues já desmentiu o candidato. Abaixo, segue um artigo, na íntegra, escrito pelo advogado Jackson Alves. Estou preparando um artigo e fico no aguardo do pronunciamento de Luiz Marques, Dilemar Matos, Sérgio Invenção e quem mais se propuser a fazê-lo.

 

SOBRE A POLÊMICA DA UNEB EM IPIRÁ

 

Nunca antes na história de Ipirá se reuniram tantas condições favoráveis para que Ipirá tivesse um Campus da UNEB. Uma vez que o grupo político que governa o Estado da Bahia e o grupo da ‘macacada’ estão alinhados entre si, contudo nenhum esforço foi feito para que se investisse em tal demanda. Falácia e negligência, pois podiam ter trazido Campus da UNEB e nada fizeram.

 

Foram 6 anos de Diomário e Jaques Wagner e nada de Campus da UNEB em Ipirá.

 

Foram mais 2 anos de Jaques Wagner, 4 anos de Rui Costa e 4 anos de prefeito da ‘macacada’ – foram 4 prefeitos em 4 anos – inclusive prefeito macaco disfarçado de jacú... Com origem naquela bagunça de renúncia orquestrada pelo governador da Bahia para que assumisse um prefeito do PT em Ipirá, apesar de ter sido eleito para vice, numa troca de cartas sem a anuência do povo, mudaram o poder, e nada de UNEB.

 

Houve um intervalo com 4 anos do grupo político dos ‘Jacús’ na administração da cidade que foi sufocado por Rui Costa e nada foi feito pelo governo do Estado em Ipirá nessa época, um completo boicote.

 

Dudy foi prefeito de Ipirá por 4 anos em alinhamento com o último ano de Rui Costa e mais 3 anos com o governador Jerônimo, que não trouxe nada estruturante para Ipirá, não foi construído uma casa popular. A UPA ficou fechada por 3 anos e transferida para o hospital, entregando uma saúde precarizada aos cidadãos de Ipirá. O governo Dudy foi de apertos de mãos em eleitores, além de muita permissividade para agradar a qualquer custo, governou com o carisma, de certa forma atuando na falha do seu antecessor que deixou a relação com o povo em segundo plano. E nada de UNEB.

 

No atual governo, o prefeito em alinhamento com o governador Jerônimo é que se tem algum início de alguma coisa que ainda não está pronta, por enquanto, só no papel. O foco é asfalto, que tem sua importância para a modernização da cidade, porém com pouca atuação em saneamento básico, apesar da taxa de esgoto elevada $$$$ cobrada pelo governo do Estado.

 

Alguns administradores defendem asfalto porque asfalto o povo vê e saneamento básico o povo não vê, fica coberto por baixo da terra. Enquanto isso, o esgoto corre como um rio a céu aberto cortando toda a cidade, muitos fecham os olhos para não ver, mas também devem fechar o nariz.

 

Entendo que o problema do saneamento seja uma herança, um problema crônico, ou seja, não iniciado pelo atual gestor, que vem de certo modo fazendo algumas intervenções necessárias na cidade que seus antecessores deixaram rolar. Mas, que pode ter um início de resolução na atual gestão, pois saneamento básico é saúde. Contudo, e apesar de todo prestígio com o governador Jerônimo, nada de Campus de UNEB em Ipirá!

 

Enfim, são 20 anos de governo do Estado alinhado com 18 anos de ‘macacada’ – com 4 anos de ‘jacú’ – e nada de Campus da UNEB, não trouxeram porque não quiseram, não tinham interesse na educação dos jovens de Ipirá com acesso à universidade pública em sua cidade.

 

A intenção aqui, não é fulanizar a discussão política e sim atribuir responsabilidades!

 

Jackson Alves – Advogado Criminalista - @dr.jacksonalves

 

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

NEM GALINHA NÃO DEIXOU DE GRAÇA

O presidente dos Estados Unidos quer brigar contra qualquer um, até contra ele mesmo. Eu estou procurando um sujeito em Ipirá para ser mais encrenqueiro do que esse sujeito, ainda não encontrei.

 

Ele agora virou o ‘ziriguidum da desgraça’ contra a imprensa americana que não fala bem dele. Imagine uma desgraça dessa! Tá mexendo com um vespeiro e com a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

 

Ele agora, resolveu comprar votos. Se o Partido Republicano, o partido dele, ganhar as Eleições ele vai dar 5 mil dólares a todos os eleitores americanos. Dá para a gente imaginar: se Satanás doar 25 mil reais a todo eleitor de nosso município, pelo voto na Eleição para prefeito de Ipirá! Na minha percepção ele não terá um voto.

 

Nesta terça-feira, a campanha de ACM Neto esteve fazendo fuzarca nas ruas de Ipirá. Muita movimentação de bandeiras. Colocaram vários pixulenkos (um pano de dois metros com a foto do candidato ao governo) na avenida e praça. Um pixulenko ficou na frente do escritório de advocacia do ex-prefeito Dió, na rua, junto à calçada. Mas quem via de longe, pela perspectiva, achava que estava na porta de vidro do escritório.

 

O macaco Nem Galinha passando pelo local observou a situação e dirigiu-se ao escritório para tirar satisfação, conversou com a secretaria, voltou e tirou o pixulenko daquele local, arrastou-o pela parte superior por uns dois metros e foi dizendo: “essa desgraça não vai ficar ali!”

 

A mulher que tinha colocado a propaganda na frente do escritório, observando o acontecido, pegou o pixulenko pelo meio e colocou no lugar em que estava e foi dizendo: “essa desgraça tem que ficar é aqui”

 

Essa discussão levou mais de duas horas: “não vai ficar aqui!” e “vai ficar é aqui!” O ex-prefeito Dió com toda a sua experiência e convicção de um grande líder e poderoso chefão da macacada, soltava um sorriso pelo canto da boca e, naturalmente, pensava: “essa Eleição vai ser dura e disputada voto a voto!” Quem sabe se ele não imaginou que é até bom que tenha a foto do candidato adversário na frente do seu escritório para prevenir qualquer tempestade.

 

Na quarta-feira foi o aperitivo da turma de Jero sem Jero. Não meteu medo nem nos teiús que moram na praça. À tarde foi a inauguração da biblioteca feita pelo ex-prefeito jacu Marcelo Brandão. Quem estava lá prestigiando? Nem Galinha, que manifestou o seu pensamento: “o ôtro prefeito fez uma carnêra de difunto, o prefeito Tiago fez uma biblioteca”

 

Na verdade, mais um remendo do prefeito Tiago Oliveira. A prefeitura de Ipirá tem que tomar juízo e fazer o que o município precisa verdadeiramente. Esse jogo de empurra não faz o município prosperar. Faz e desmancha; desmancha pra fazer. Faz aqui; faz lá; termina não fazendo nem aqui, nem lá. A briga da praça durou duas horas, essa briga de jacu e macaco já dura sessenta anos.

 

Mais de um bilhão em quatro anos é o suficiente para mostrar se um prefeito é bom de administração, porque o resultado eleitoral tá na cara: aqui, em Ipirá, 22 a 12 para governador e 25 a 9 para presidente (anotem para mim cobrar após o resultado oficial).

 

A trajetória livre do eleitorado de Ipirá começou na primeira Eleição de Lula quando ele venceu Collor, que tinha o apoio do jacu e macaco, no primeiro turno.

 

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

NASCEU UMA JACA NUM PÉ DE MANGA

O Brasil tem bomba atômica. Não é só uma bomba atômica; mas uma bomba atômica acoplada a uma bomba de nitrogênio. Explode e implode ao mesmo tempo. Esta bomba é conhecida e chamada de VORCARO.

 

Mineiro de nascimento, se criou na Bahia, mas a Bahia não quer nem tomar conhecimento nessa paternidade, nem mesmo da maternidade. ‘LÁ ELE! VAI PRÁ LÁ!’ É o que se diz na Bahia. É silêncio total e absoluto. Nada se diz, nada se fala. Nem mesmo recebendo um apartamento de presente no Horto ou mesmo 10% na quebrada.

 

O candidato à presidente Flávio Bolsonaro pediu 134 milhões de reais ao Vorcaro para gastar no filme do herói da vida ‘di lá êle’ e Vorcaro garantiu a oferta. Aqui começa a embolação. Na embolação destacamos a bola e vamos ao comentário futebolístico para analisar e desvendar a jogada.

 

Na Bahia, tinha um técnico de futebol, de um time chamado Botafogo da Bahia, já extinto, que era muito conhecido e chamava-se Sotero Monteiro, já falecido, que reunia seus jogadores no meio do campo e dizia em bom português: “quem estiver com a bola é o ninja, mas quem pede recebe e quem desloca tem preferência”

 

O jogador Flávio pediu, o dono da bolada deu e o Flávio não quer ter a preferência. Simplesmente, quer transformar a bomba atômica num bagunço de jaca, não sabendo que quem encosta fica grudado. Foi o que aconteceu, tem meio mundo de gente graúda grudada e bem grudada, até o presidenciável Flávio.

 

Não vou botar nem juros de cigano, que conta dia e noite, mas num país que tem um dos maiores juros do mundo, vou colocar 10% ao ano, equivale a 13 milhões e quatrocentos mil reais de juros. Se pegarmos a família de seu Jair, esposa, filha e quatro filhos, colocar uma renda mensal de 50 mil reais para cada um totalizará 350 mil reais, num ano 4 milhões e 200 mil, para um total de juros na casa de 13,4 milhões de reais no frigir dos ovos. Não tem quem pague essa gemada de ovos.

 

Desculpas esfarrapadas: “só fiz pedir, não sei de mais nada”. Muita calma nessa hora. “Não era dinheiro público, era um contrato particular, não tem nada fora do normal.” O cinismo sempre ajuda, mas não diz nada.

 

Esse banqueiro Vorcaro tem um pé de dinheiro no quintal? Esse Vorcaro não é aquele trambiqueiro que transava com fundos de pensão e aposentadorias de bancos públicos? Esse Vorcaro nunca roubou o dinheiro público? Então, com os devidos argumentos, era tudo dinheiro particular para filme, para contrato com escritório de advogado, para bacanal, para apartamento, para comissão.

 

Todos. Todos os que caíram no visgo do bagunço de jaca tem explicações a dar, mesmo os que querem ficar calados, silenciados, aguardando um sigilo de justiça que já foi quebrado. Resta fazer a propaganda da melhor jaca do Brasil, a jaca da mata da Caboronga no município de Ipirá, na Bahia.

 

A grande novidade é que nasceu uma jaca numa mangueira. Dizem que é devido ao agrotóxico utilizado, outros afirmam que é porque a converseiro no Brasil está intoxicado do terreiro ao Supremo. Fazê o quê?

 

Vorcaro não pisou em Ipirá. O forte daqui é o dinheiro público. A receita do município de Ipirá supera UM Bilhão de Reais em um mandato de quatro anos. 134 milhões de reais é uma bagatela para o nosso município. Só de emendas parlamentares nós recebemos mais de 160 milhões de reais. Podemos bater no peito e dizer: “Não precisamos de Vorcaro, aquele bagunço de jaca!”

 

O prefeito Tiago Oliveira tem que mostrar competência eleitoral nestas Eleições, num município que Lula tem uma performance de mais de 70% dos votos, o prefeito tem que ter a maior votação para os deputados da família Alencar (era família Martins, querem encaixar a família Oliveira e agora enfiaram a família Alencar) e 70% na majoritária. Sem bomba atômica, nem furdunço de jaca; aguardaremos.
 

domingo, 6 de setembro de 2026

MAIS SUJO DO QUE PAU DE GALINHEIRO

Você tem lembrança do maior assalto no Brasil? Foi aquele assalto que aconteceu num banco em Fortaleza, no Ceará, totalizando 160 MILHÕES de reais.

 

Você sabe quem é o maior ladrão do Brasil? Pense bem! Se for rico não pode ser chamado de ladrão, corrupto ou bandido.

 

Você sabe qual é o pau de galinheiro mais sujo do Brasil? Quem encostar nesse sujeito fica cheio de pichilinga. Vou dar uma pista: um deputado federal de Minas Gerais, o mais votado do Brasil, não conhece esse sujeito, mas chama-o de ‘Dani’. Não é lindo? Não conhece, mas viajou no avião do ‘Pau de Galinheiro’ e recebeu uma grana de ajuda. Não é lindão? É assim! Esse deputado mineiro disse que está se preparando para ser presidente do Brasil. Durma feliz com um barulho desse.

 

Tudo começou na Bahia! Quando um tamborete virou banco e um agiota virou banqueiro. De liso para bilionário foi num piscar dos olhos, bastou um empurrão. Uma carteira de crédito para emprestar dinheiro aos funcionários do Estado. Juros altos e desconto no contracheque. Garantia absoluta e segurança total. Sem medo e sem calote. Da Bahia para o Rio de Janeiro e para Brasília.

 

Se Vorcaro soltar a língua: ‘não ficará pedra sobre pedra’. Será necessário refundar a República no Brasil. Esse sujeito não pode comparecer nem num confessionário para contar os pecados ao padre. Mesa de bar nem pensar. Esse sujeito tem que ser silêncio total e absoluto, trata-se de um segredo de justiça trancado à sete chaves; este sujeito é um túmulo, sobre o qual descansa duzentas toneladas de cimento concretado.

 

Delação de Vorcaro? Nem aqui, nem no inferno! Ele queria fazer uma delação e devolver 40 bilhões de reais. Que devolva, sem delação, sem conversa; este assunto é intratável, impublicável e com confidencialidade de duzentos anos.

 

Na Bahia, engasgou as candidaturas da situação e oposição. Aqui ninguém toca no banco Master nem no pensamento. Na Bahia não se faz política dando bicuda na canela. “Êta, povo civilizado!”

 

Apareceu contratos de consultoria e repasses financeiros para uns e apartamentos para outros. Sendo políticos sérios, sisudos e honestos negam ter relação direta com o bilionário, assim sendo, afirmam que foi apenas um encontro fortuito, resumido a um ‘aperto de mão’. Tá todo mundo limpo; é tudo legal e privado. E o ‘pau de galinheiro’ não soltou pichilinga para ninguém.

 

Em Brasília o ‘pau de galinheiro’ nadou de braçada e fez repasses milionários: financiou campanhas políticas, bancou o filme da família Bolsonaro com valor previsto de negociação de 134 milhões de reais. Na cara de pau, o presidenciável afirma que ‘não tem nada de recursos públicos, trata-se de dinheiro privado’. É verdade, acreditemos que somos tolos! Não tem uma pichilinga no banco do ‘pau de galinheiro’ que tenha feito ninho no dinheiro público. O candidato à presidente fala e acredita no que fala e pensa que acreditamos.

 

Não tem como um sujeito como Vorcaro não chegar na porta do Céu. Não tem santo que não fique de joelho diante do bilionário ‘Pau de Galinheiro’. Na Altíssima Corte o sujeito foi venerado, cortejado e bajulado. Contratou o escritório da esposa de um graúdo por 130 milhões de reais/ano. O outro graúdo ficou enciumado, mas manteve contato e se reuniu com o banqueiro numa fundação. O que importa é faturar pichilinga, quem pega menos fica contrariado.

 

Aí o pau quebrou com a quebra do delicado copo de wisky sigiloso detonando a crise que mostra a face oculta do Poder. É muita sujeira, tá tudo mais sujo do que o pau de galinheiro.

 

Aí aparece o presidente dos Estados Unidos, Trump querendo mudar o nome do Estreito de Hormuz para “Estreito de Trump”. Esse é outro ‘pau de galinheiro’; o mais maluco do planeta. Um dia o estreito de Trump vai se lascar; que seja o mais breve possível!

 

Em Ipirá, o líder Antônio Colonnezi não sabe se vai ou fica; fora da foto, entrou na foto e ficou fora da foto. Foi na inauguração do comitê? O ex-prefeito Dió disse que todas (repetindo) TODAS as lideranças estavam lá. Se TODAS as lideranças estavam presentes, quem faltou não é nem a sombra de um líder.

 

Com tanta lambança nessa terra, só e somente só, um sujeito seria capaz de consertar isso aqui: o bilionário Vorcaro. Este ajeitaria a vida da jacuzada e da macacada na medida em que soltasse uma tonelada de pichilinga para macaco e jacu ficarem se coçando. Aí, jacu e macaco ficariam ‘di boa’, não haveria necessidade de brigarem pela prefeitura.

 

Mas o bilionário ficou com medo da concorrência do único bilionário que existe em nosso município: a Prefeitura Municipal de Ipirá (uma receita de mais de um bilhão de reais em quatro anos de mandato). O bilionário Vorcaro preferiu fazer vida em Brasília.

 

Quando Vorcaro era liso e se, por acaso, ele aportasse nestas bandas, ele com sua esperteza aguda e um faro ativo por pichilinga, naturalmente, ele iria cair de amores pela macacada e diria “sou macaco desde pequenininho”.

 

Sendo um dos mais de 22 mil votos macacos no município com direito a emprego na prefeitura; ele, esperto que nem o capeta, diria: “não quero emprego nem de secretario na prefeitura de Ipirá, o que eu quero é empresa!” Deixando bem claro que era um ninja que chegava com as castanhas enquanto o resto da macacada ia buscar o caju.

 

O liso Vorcaro não é besta nem otário, sem capital para botar empresa, ele pegaria o próprio dinheiro público da prefeitura para pagar aos funcionários da sua empresa, que prestariam serviço à própria prefeitura.

 

É aí que entra a pichilingagem. Um contrato de 12 milhões de reais por ano. Recebendo um milhão de reais por mês; pagando 500 mil reais mensal aos seus colaboradores, restando uma sobra de 500 mil mensal, totalizando 6 milhões de reais por ano. Nas contas do liso Vorcaro, ele ficaria milionário em dois meses.

 

Mas apesar de ser eleitor da macacada, o liso Vorcaro seria vítima de um ‘canto de carroceria’ do próprio grupo macaco. Ele pensava e achava que a macacada beneficia todos os eleitores macacos. Oh, coitado! Esse esquema é montado e feito para ‘meia dúzia de oito’.

 

Cuspiram o liso Vorcaro na licitação. Ganhou a empresa que concorreu com ela mesma. O liso Vorcaro não era amigo do prefeito de plantão. O liso Vorcaro foi para Salvador e conheceu novas amizades, o Netinho, o Galego e disparou na sua arrancada gloriosa, tornando-se o maior ‘pau de galinheiro’ do Brasil.

 

Como Ipirá se arrepende disso! Seria a terra com o maior criatório de pichilinga do Brasil. Perdemos e perdemos feio.