
Estou voltando a postar no meu blog depois de uma temporada de três meses afastado por imposição da lei eleitoral. Retorno com a cabeça cheia de números e pensando nas possibilidades que se arquitetaram e nas que deixaram de despencar porque jamais foram cogitadas.
A numerologia pode até não ter serventia alguma depois do ato consumado, mas destampa profundos sentimentos e desanuvia complicados caminhos percorridos entre nebulosas quimeras.
O PT de Ipirá acertou em cheio no seu objetivo estratégico de reeleger o prefeito Diomário, desde quando isso aconteceu. Se o objetivo do PT de Ipirá não era eleger os dois vereadores eleitos pela coligação (Eduardo / Jaildo) o tiro acertou no próprio pé. Aí fica uma situação de vencedor e outra de derrotado. Comemorar com o prefeito Diomário é tomar um Lacto-purga para curar dor de cabeça, desde quando haverá dificuldades para aplicar um programa mínimo conjunto que não foi discutido. As secretarias formalizam a forma como o PT de Ipirá foi rebocado.
A coligação PT/PTC/PPS/PSB atingiu a marca de 6304 votos e fez dois vereadores, Eduardo do PSB (1342 votos) e Jaildo do PTC (1022 votos). O PT perdeu o mandato que manteve durante 16 anos. Se esse mandato não representava nada na questão política, nada se perdeu; sendo o contrário, representa uma grande derrota eleitoral.
O PT de Ipirá rachou à torto e a direita. Brigou para fazer dois vereadores, terminou sem nenhum. A macacada reconheceu a dívida de gratidão e aumentou a votação dos protagonistas do acordo, mas não enxertou os outros cinco candidatos das fileiras de baixo. Mas é assim mesmo, o reconhecimento é para os merecidos, mesmo que o discurso de conteúdo enviesado traga em si o efeito bumerangue.
A velha, surrada e cansada (em Ipirá) coligação de esquerda PT/PCdoB somaria 3303 votos: 2605 do PT + 698 do PCdoB. Teria atingido o coeficiente eleitoral e feito um vereador, mas pouco importa diante da firme justificativa de que as secretarias darão maior visibilidade política e garantirá um vereador em 2012. Nada melhor do que uma bela certeza.
O governador Jaques Wagner fez sua opção pela macacada e afirmou que se votasse em Ipirá votaria em Diomário, que foi eleito e o governador acertou no apoio, mas ele esqueceu de votar no vereador e o PT de Ipirá perdeu o mandato que tinha e não se tornou a grande força-motriz política que pretendia ser e agora tem que se contentar com a generosidade do prefeito Diomário. Assim é a vida na mumerologia.
A numerologia pode até não ter serventia alguma depois do ato consumado, mas destampa profundos sentimentos e desanuvia complicados caminhos percorridos entre nebulosas quimeras.
O PT de Ipirá acertou em cheio no seu objetivo estratégico de reeleger o prefeito Diomário, desde quando isso aconteceu. Se o objetivo do PT de Ipirá não era eleger os dois vereadores eleitos pela coligação (Eduardo / Jaildo) o tiro acertou no próprio pé. Aí fica uma situação de vencedor e outra de derrotado. Comemorar com o prefeito Diomário é tomar um Lacto-purga para curar dor de cabeça, desde quando haverá dificuldades para aplicar um programa mínimo conjunto que não foi discutido. As secretarias formalizam a forma como o PT de Ipirá foi rebocado.
A coligação PT/PTC/PPS/PSB atingiu a marca de 6304 votos e fez dois vereadores, Eduardo do PSB (1342 votos) e Jaildo do PTC (1022 votos). O PT perdeu o mandato que manteve durante 16 anos. Se esse mandato não representava nada na questão política, nada se perdeu; sendo o contrário, representa uma grande derrota eleitoral.
O PT de Ipirá rachou à torto e a direita. Brigou para fazer dois vereadores, terminou sem nenhum. A macacada reconheceu a dívida de gratidão e aumentou a votação dos protagonistas do acordo, mas não enxertou os outros cinco candidatos das fileiras de baixo. Mas é assim mesmo, o reconhecimento é para os merecidos, mesmo que o discurso de conteúdo enviesado traga em si o efeito bumerangue.
A velha, surrada e cansada (em Ipirá) coligação de esquerda PT/PCdoB somaria 3303 votos: 2605 do PT + 698 do PCdoB. Teria atingido o coeficiente eleitoral e feito um vereador, mas pouco importa diante da firme justificativa de que as secretarias darão maior visibilidade política e garantirá um vereador em 2012. Nada melhor do que uma bela certeza.
O governador Jaques Wagner fez sua opção pela macacada e afirmou que se votasse em Ipirá votaria em Diomário, que foi eleito e o governador acertou no apoio, mas ele esqueceu de votar no vereador e o PT de Ipirá perdeu o mandato que tinha e não se tornou a grande força-motriz política que pretendia ser e agora tem que se contentar com a generosidade do prefeito Diomário. Assim é a vida na mumerologia.




