domingo, 9 de janeiro de 2011

RADIOGRAFIA 10





Você se lembra quando foi a última chuva forte em Ipirá ? Já faz um certo tempo. Não sei se o prefeito ainda se lembra quando foi que aconteceu, mas o certo é que o calçamento da rua Emídio Aquino lembra-se muito bem. Foi no ano passado.

Foi uma chuva forte, mas não tão forte assim, embora o calçamento, por ser calçamento e não entender bem as coisas, tenha pensado e até hoje pensa, que foi um terremoto acompanhado de um furacão porque o desmantelo foi grande.

Cavou um buraco um pouco acentuado, que engole um menino, e levantou uma porrada de paralelepípedo colocando uns sobre os outros e, além do mais, entortou um bom pedaço do calçamento.

Eu comparo calçamento torto à administração municipal torta. É um balaio só. Administração jacu & macaco é uma coisa de fazer lástima. É de uma imprestabilidade sem tamanho. Eles gostam tanto de buraco que para consertá-lo leva um tempão. Só uma grande Ipirá para agüentar tanto descaso.

Da década de 80 para cá, calçamento em Ipirá é um verdadeiro caso de polícia. Observando esses calçamentos de Ipirá podemos notar uma verdadeira esculhambação, são aclives, declives, buracos, lombadas, bacias, costela de vaca, camaleão e outras coisas mais. No lugar do cimento colocam areia lavada, pelo menos é o que parece, a água vem leva a areia só fica a pedra solta. Uma verdadeira vergonha.

Os calçamentos de antigamente, feitos com a orientação do mestre-de-obra Domingão, eram bem feitos e resistentes. Os de hoje, é feito na manteiga, qualquer coisa derrete. Essas obras de calçamento, sob a administração de jacu & macaco, pegando firmas de fundo-de-quintal, com material de quinta categoria para proporcionar superfaturamento é uma verdadeira falcatrua. São obras mal construídas, precárias, com péssimo acabamento, sem massa que grude, sem fiscalização. O resultado é esse que vocês estão vendo nas fotos. E a demora para solucionar o problema é a demonstração de que são irresponsáveis e desrespeitam o povo de Ipirá.

domingo, 2 de janeiro de 2011

QUANDO ... A LÍNGUA VAI NUMA CARRETA.



Dizem que a curiosidade mata. Tenho certeza que não, mas que entorta a língua isso eu não tenho dúvidas. Eu digo isso, porque observei que as pessoas estão ligadas ao que lhes interessa e também ao que não lhe diz nenhum respeito, não lhes cabe e não é da sua devida conta.

Uma senhora passava em frente ao Góes Calmon, na Avenida, quando tirou, da sacola, o celular e começou a dizer:
- Escuta, Joana! Tem um prédio aqui na avenida que pintaro a frente de preto. Quem já se viu uma disgraceira dessa! Num sei cuma é qui o prefeito deixa uma coisa absurda dessa! Deve ter uma lei que proíba uma sujeira dessa!

Eu, que estava bem próximo, já estava impaciente com aquela observação, dirigi-me àquela senhora e disse-lhe:
- Oh, dona! A senhora não acha que está falando demais e de uma coisa que pouco lhe interessa?
- O que? Eu estou fazendo um 21 e o senhor tome parte de sua vida, pois o 21 é quase nada que se paga e vá tomá parte de sua vida.

A dona seguiu viagem. Que Deus a leve. Não demorou quase nada e vem outra mulher, que fala em voz alta:
- Te disconjuro! Como é que bota preto na frente da casa? Ta pareceno o coito de Zumbi.

Eu pensei: “essa vai ter a resposta que merece” e disse-lhe:
- Sabe por que ta assim dona? Isso aí é uma homenagem! É uma homenagem ao Vitória, que saiu da A para a B e ali no meio vai pintar de vermelho.

- Oxente, seu moço! E esse tal de Vitória morreu pra precisar de luto?

- Não, dona! Quando o Vitória voltar para a A muda-se a cor. É só por isso.

- Eu sei lá se vou ta viva pra vê isso! Eu só sei que nem Zumbi ta no agrado disso aí.

Depois dessa conversa extraviada saiu rapidamente, que nem deu ouvidos para o que eu disse. Dois homens vinham subindo a avenida e um deles falou:
- Oxe! Pela primeira vez eu vejo preto na parte de fora.

- É qui preto é a tinta que menos se vende, aí fica vencida e a casa vende mais barato, é um jeito de economizar – explica o outro.

Foi a vez de dois jovens tecerem comentários. Um deles foi dizendo:
- Olha aquilo ali! Que coisa mais exótica. É um barato.
- Oxente! Isso aí ta na moda. É muito zen. Isso é um tratamento delicado, suave na textura primária, que dá uma grande demonstração de morbidez, ta ligado.

Conversaram sem parar e seguiram mudando a conversa. Deixei para lá. Apareceu até um doutor entendido para dar palpite.
- Essa pintura preta não é a mais apropriada para o nosso clima, porque absorve mais os raios solares e provoca o aumento do calor no interior do prédio, por isso não é correto utilizar esse tipo de cor em fachadas, seria melhor uma cor mais clara.

- O prezado é pintor? – perguntei.

- Não, sou doutor.

- Então, o doutor tem que compreender que aqui na avenida ocorre muito engarrafamento e os veículos desprendem muito dióxido de carbono que vai poluindo a atmosfera e essa fuligem fica impregnada nas fachadas das casas, sendo assim, a pintura com a cor preta absorve e esconde essa sujeira, daí o preto ser uma pintura apropriada e adequada para as localidades que são vertentes de um trânsito intenso e confuso.

- Muito grato pela explicação, que me deixa mais tranqüilo, pois justifica plenamente e sacia a minha busca de conhecimento.

Apareceram três molecotes fazendo algazarra e o magricela falou:
- Olha, doido! Qui cor mais horrorosa!
- Aquilo não é cor não, seu burro! É só pra queimá, maluco.

Eu fiquei pensando: “queimar o que?”. Antes que eu esqueça: vá todo mundo tomar naquele lugar.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

UM PORTO SEGURO.








O Campeonato Intermunicipal 2010 finalizou com o título sendo conquistado pela seleção de Porto Seguro. A seleção de Ipirá não foi muito além do esperado. Ficou visível a improvisação, a falta de estrutura e de apoio substancial, inclusive, ficou pelas tabelas com a imaturidade do elenco de jogadores, que para o enfrentamento neste tipo de competição devem incorporar uma atitude de compromisso e responsabilidade de atleta. A seleção para ter a perspectiva do sucesso tem que fazer um planejamento eficiente e contar com um apoio logístico.

A seleção de Ipirá avançou em vários aspectos, inclusive, na implantação de um perfil mais atlético e responsável para os integrantes da equipe, o que não é fácil. Outras questões não puderam ser superadas. Nada é fácil neste campo e não é tarefa fácil tocar o futebol, principalmente quando próceres do poder municipal faziam mau agouro sobre a seleção ipiraense e torciam para o fim das referidas despesas municipais, como se isso levasse os cofres municipais à falência ou como se aplicar fundos municipais em esporte não fosse um investimento em cidadania.

Mesmo como todos os apertos e uma trajetória penosa e árdua, Ipirá teve sua revelação no Intermunicipal 2010. Foi uma brilhante e digna revelação. Seu nome é Anilton Ribeiro, conhecido por Paulistinha, que atuando como árbitro de futebol foi ganhando destaque na competição, devido a sua capacidade técnica, dedicação, responsabilidade e vontade para fazer o melhor e aqui fica a lição: qualquer jogador de bola que quiser aspirar algo mais do que ficar em Ipirá, tem que seguir essas referências.

Paulistinha foi árbitro principal em várias partidas do Intermunicipal 2010, participou do jogo de profissionais Fluminense 1 x 0 Serrano pela Copa Governador do Estado 2010, no Jóia da Princesa. Este mês, Anilton Ribeiro tornou-se árbitro do quadro profissional da Federação Baiana de Futebol. Anilton está de parabéns. Tem todo um caminho pela frente e, sem dúvida, irá trilhá-lo com trabalho, competência, maestria, e desta forma, chegará a um porto seguro e a uma carreira vitoriosa.



domingo, 26 de dezembro de 2010

O TRIO DE OURO.


A rebelião branca está em curso. O “trio de ouro” quer fazer do Legislativo um poder livre do chicote, do domínio e da interferência do Executivo de Ipirá. A liberdade já seria “terra à vista” se não fosse a oposição. A oposição ao prefeito virou situação, não era oposição, e o “trio de ouro” que era situação posicionou-se contrário ao Executivo. Se os vereadores que se diziam oposição mantivessem a posição, o tiro seria bem na testa do Executivo, que baixaria a crista.

Politicamente, a bancada oposicionista da Câmara comete um erro elementar, pois seria o primeiro momento e bom motivo para impor uma derrota ao prefeito e levá-lo a um desgaste profundo. Fez o inverso, pisou na bola. Vacilou. Não tem méritos para ocupar o lugar que está a ocupar.

Um Legislativo autônomo e independente seria altamente positivo para a democracia em nossa terra e na medida em que estivesse disposto a dizer não ao poder impositivo e centralizador do Executivo ipiraense estaria tomando uma postura alvissareira para o município de Ipirá. Mais do que nunca se faz necessário um Legislativo livre do guarda-chuva de ferro do Executivo.

Nos bastidores, a rebelião branca apresenta manchas de sangue, desde quando, o prefeito Diomário sempre atira ao ventilador um argumento que apresenta “um trio de ouro querendo vantagens pessoais”, mas na batalha em campo aberto, principalmente, nos meios de comunicação, ficou bastante claro que o desejo do “trio de ouro” é pelo atendimento às promessas de campanha feita pelo prefeito Diomário e a um acatamento às reivindicações das comunidades. O poder concentrador do prefeito Diomário descarta por completo esta proposição: “não tem recurso” diz ele.

O ponto de discórdia foi a eleição para o corpo diretor da Câmara. O prefeito que por que quer o vereador Edgar Batista na presidência. O “trio de ouro” rejeita e apresenta Weima Fraga como oponente. O prefeito não aceita e não quer de jeito nenhum, mesmo Weima tendo sido seu secretário até um mês atrás e pertencente ao grupo. O prefeito Diomário sai da reta e diz que não tem nada a ver com a eleição da Câmara, na verdade está no olho do furacão.

O impasse está na ordem do dia. A pretensa vantagem e força do prefeito Diomário cai por terra com a necessidade da Câmara votar o Orçamento 2011, em segundo turno. O “trio de ouro” bate pé firme e não vai aprovar o Orçamento 2011, que se cair, obrigará o prefeito a administrar com os valores do Orçamento de 2010. Se o prefeito Diomário deixar a peteca orçamentária cair estará cometendo o seu maior vacilo, pois deixará para trás 8 milhões de janeiro 2011, mais 7 de fevereiro 2011, ou seja, de um total de 15 milhões só poderá utilizar 5 e 10 ficará guardado para 2012. Assim sendo, o prefeito Diomário está sentado em uma bomba com pavio aceso, e entre o seu vacilo e o vacilo dos vereadores oposicionistas é preferível que ele mande para o inferno o vacilo dos vereadores oposicionistas e festeje Weima presidente.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

RADIOGRAFIA 9


Deu burros n’água, o Titanic afundou. Morreram mais de trezentos livros. Não foi noticiado pela mídia, simplesmente, porque a morte de livros não tem missa encomendada nem anuncio em carro de som.

É assim que a coisa anda e desanda em Ipirá. O Centro Cultural Elofilo Marques foi inaugurado um pouco antes das eleições 2010, na fervura da campanha, com a intenção de impressionar e instigar a população para a contemplação carregada de ingenuidade: “ma qui cosita ma bella!”

É incrível! O majestoso não suportou a primeira chuva das trovoadas. A água descia pelas paredes como uma cachoeira. O concreto gotejava como uma espuma. No piso, a água ia aumentando o volume e parecia o encouraçado Titanic recebendo água pelas fendas da fuselagem. Na biblioteca, a água alcançava os joelhos. No auditório, as cadeiras boiavam. O teto encharcado virou um bolsão de água e ameaçava desabar com o peso, foi providencial a abertura feita e a enxurrada desceu feito uma tromba d’água. As caixas de livros do FNDE foram atingidas. Era o dilúvio de Noé. Foram precisamente 1h30min de chuva, ou seja, 30 mm de precipitação e fez esse estrago todo. Imagine 100 mm, o que não faria?

Ninguém podia entrar ou sair. Bater fotos da correria? Nem pensar. Tentavam de todas as formas retirar a inoportuna e recalcitrante água que teimava em continuar. Ali, que outrora era a Caixa d’água de Dé Fonseca, que saciava a sede da população de Ipirá, a água buscava o seu antigo leito e revoltosa molhava as páginas que saciam a sede do saber. Páginas úmidas, molhadas e perdidas. Só saliva de prefeito e secretária pode recuperá-las.

Eis uma característica permanente, que não se pode suprimir e muito menos negar, da administração do prefeito Diomário: as suas obras carregam o crivo do indubitavelmente ordinário. De tão ordinárias as suas obras chegam a ser indecentes.

Indecentes pelo baixo custo e inferioridade do material; indecente pela aplicabilidade dos consideráveis recursos públicos de forma promíscua e irresponsável, quando firmas de fundo de quintal, sem nenhuma expressão e de capacidade duvidosa assumem o que não têm competência e o resultado é esse triste desarranjo de obras fajutas e chinfrins. Indecentes pela falta de fiscalização. Esse é o traço da capacidade administrativa do jacu e macaco em Ipirá.

domingo, 28 de novembro de 2010

OXENTE, BICHIM! O GOVERNADOR EM IPIRÁ.


Convite da FUNDAL. A convite da PREFEITURA. Oxente! Afinal, quem foi que trouxe o governador? Esta indagação tem certa procedência, embora não tenha tão grande relevância, mas, devido a uns dois comentários que ouvi dos munícipes vizinhos que compareceram ao evento, dizendo que: “não tem um acontecimento que consiga trazer o governador à Bacia do Jacuípe e Antônio Almeida conseguiu.” Oxente foi Almeida ou o prefeito Diomário? A dúvida ficou no ar.

Almeida preparou o melhor cavalo do haras; colocou arreio de ouro e sela com estofo acolchoado, quando foi fazer a montaria, o prefeito Diomário, como bom político que é, pongou na frente e desfilou com galhardia, altivez e brio. É um exímio político.

Dúvidas à parte e deixando a brincadeira de lado, não houve discursos, simplesmente, foi um diálogo entre dois grandes mestres da política, o governador Wagner e o prefeito Diomário, onde o céu era o limite.

O prefeito Diomário estava inspiradíssimo, deve ter levado uns quinze dias preparando o discurso. Foi prolixo, complexo e profundo. Foi longe. Foi buscar nas antigas lições do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA o brilhantismo da filosofia de Ortega y Gasset, deixando o governador boquiaberto e estupefato, e este, não deixou passar em branco a sua admiração e disse: “reconheço que o prefeito Diomário hoje está filosófico e poeta.”

O prefeito Diomário estava cheio de preciosidades e, além do mais, todo faceiro e ensaboado, mostrava-se de uma intimidade exemplar a Wagner e garantiu que estava pronto e que o governador iria receber uma farofa com carne de bode acompanhado de rapadura para a sobremesa. Oxente, bichim! Vê lá se governador vai comer esse tipo de comida depois que passou as eleições e não precisa mais de voto! Isso cheirou muito mais a um recado: “leve esse pirão para comer no avião, agora, olha lá, vê lá se não vai esquecer de mim quando chegar na governadoria, em Salvador.”

Depois do falatório expressivo, eloqüente e elogioso do prefeito Diomário, o governador deve ter pensado: “daqui a dois anos, eu tenho que arranjar um cargo lá em Salvador para esse prefeito.” O próprio governador não pediu segredo e disse: “eu sei que o prefeito Diomário vai me entregar um envelope cheio de pedido, quem não sabe pedir não sabe levar.”

Oxente, bichim! Já que é assim, ou o prefeito Diomário não sabe pedir ou pede mal de mais, ou não adianta pedir nada a esse governador. Uma coisa é certa, depois que criaram os territórios, as reivindicações de municípios do porte de Ipirá perderam-se ao vento. Mesmo sem ser chamado para o debate, eu digo assim: nesses oito anos (faltam quatro) Ipirá não terá uma obra de peso, como um Matadouro; um Hospital com UTI; uma Faculdade estadual; um Parque de Venda de animais; uma Escola Técnica federal; FUNCIONANDO é claro, sucata e virtual não vale, e tem mais, o governador Wagner só voltará a Ipirá, na campanha de prefeito, para defender o candidato macaco e nas próximas eleições para o governo do Estado, para defender o seu candidato, a não ser que o prefeito Diomário traga-o para comer uma carne de bode, com farofa e rapadura.

Oxente, bichim! E eu fico pensando:” o prefeito Diomário, com toda essa habilidade política que carrega, se o governador fosse Paulo Souto, o que ele faria? A oferta seria um filé à parmegiana, com figos na sobremesa. Oxente, bichim! E se fosse Geddel? Seria uma polenta com salmão e amoras frescas para o saboreio. E o falatório? Seria o mesmo apresentado para Wagner.” Como diz o ditado popular: raposa que não baba, não balança o rabo.

O governo foi claro no recado: “não concordo com bandido e essa juventude não pode ir por esse caminho, porque terminará presa ou morta.” A polícia colocou a faixa de alerta na avenida: “não deixe a Bahia virar o Rio, aumente nossos salários” ta dito, se não aumentar, o Rio vem para cá, porque com o que ganha os professores, a juventude vai virar bandida, pelo menos, os que quiserem.

Oxente, bichim! E quem trouxe o homem? Há trinta anos, todas vezes que o governador veio à Ipirá, com chamado da Prefeitura, antes da fala do prefeito e a dele, tocava-se umas dez girândolas, num estardalhaço de fazer tremer a terra, mas, dessa vez, não tocaram um traque de massa. Uma coisa é certa, quem tem média com o governador Wagner em Ipirá é o prefeito Diomário.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

UUUUUUUUUUUUUUUUUUÚ, TU ERROU!

Vaias sobre vaias: [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou].
Realmente, eu tinha feito um prognóstico para o SEGUNDO TURNO das eleições presidenciais no município de Ipirá (foi no conversando com os números 1) e não foi compatível com a realidade.

Realmente, como diz o prefeito Diomário, eu não acerto uma, mas isso não é motivo para essas vaias, eu não as mereço. Tem um culpado por trás disso. No primeiro turno votaram em Ipirá 30.992 eleitores. Eu afirmei (não nego) que iam comparecer para o segundo turno: 30. 500 eleitores. Não é que compareceram 30.088, errei por causa de 412 malandros que preferiram ir à praia do que comparecer ao local de votação para dar uma carimbada na sua condição de cidadão. No primeiro turno foram 8.558 (21,64%) abstenções, justamente a turma que não encontra trabalho em Ipirá e tem que dá seus pinotes lá fora (cortando cana no Paraná, Mato Grosso, etc), para o segundo turno, a abstenção aumentou para 9.462.

A abstenção cresceu 904 votos e eu vejo que a culpa está nos 412 malandros e no prefeito Diomário que, dessa vez, falhou na questão dos transportes para levar o povo para votar na zona rural. Na Praça do Mercado sobrava gente e faltava transporte. No primeiro turno o interesse era o voto para os deputados. Justifiquei o meu erro ?
[uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou]

O voto em branco caiu de 764 para 405. Eu calculei em 629. Realmente, errei por causa de 224 votos. O prestígio de Branco em Ipirá está caindo, aí eu não posso fazer nada. O voto nulo caiu de 2.680 para 1.509. Dessa vez, com o voto solitário, 1.171 pessoas acertaram o dedo. Eu calculei que seriam 775 nulos. Não errei como você está dizendo, foram, justamente, os 734 eleitores (a mais) que não queriam nenhum dos dois candidatos. Isso está claro ? [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou]

A votação de Dilma em Ipirá foi 20.365 e eu coloquei na postagem do dia 5 de outubro que seria 21.948, diferença de 1.583 votos a mais. A votação de Serra em Ipirá foi 7.809 votos e eu coloquei quinze dias antes, que seria 7.148, uma diferença de 661 a menos. [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou]

Não faça isso, eu não mereço essas vaias. [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou]. O que é isso, só porque não foi na mosca ... [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuué, tu errou]. Tenha um pouco de paciência, o percentual da diferença foi mínino... [uuuuuuuuuuuuú, tu errou].

Ó sujeito ! não me rete não, senão eu coloco um prognóstico aqui para 2012 e você vai ter que engolir. [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu não acerta]. É, não acerta não, então lá vai: para 2012, eleições de prefeito em Ipirá, o candidato da macacada será Antônio, ou Dudy, ou Jurandy e o da jacuzada será Luís Carlos, ou Maurício ou Marcelo, agora, engula sua vaia.

[E o resto ?] Que resto ? [o resto da população, você só citou três pra lá e três prá cá]. Ipirá tem 62.197 habitantes menos os seis iluminados e mais o prefeito atual, que não pode ser reeleito, sobram 62.100 habitantes que só servem de massa de manobra e não possuem nenhuma capacidade para administrar esse município, assim está configurado o esquema das oligarquias dominantes. Ó sujeito! Por que você não continua vaiando? [pio, pio, pio, pio].