sábado, 2 de julho de 2011

SUCESSO EM IPIRÁ.



As músicas mais tocadas em Ipirá, nos últimos dias, foram as paradas de sucesso: POSSO SIM, JUSTIÇA DEIXA SIM e o badaladíssimo POSSO NÃO, JUSTIÇA DEIXA NÃO. O grande magnetismo dos rits acontece quando são apresentadas pelos ex-prefeitos Antônio Colonnezi e Luiz Carlos Martins, respectivamente.



Foram dois prefeitos do município de Ipirá, assim sendo, justifica relembrar e ativar a memória dos cidadãos ipiraenses, o que foram e o que representou essas administrações públicas para o nosso município.



A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA do ex-prefeito Antônio Colonnezi, à frente do município de Ipirá, foi algo temerário e bastante prejudicial para o desenvolvimento do município. Foi um período profundamente nocivo para Ipirá e os fatos só fazem confirmar esta idéia. Quem não se lembra do calote dado pela prefeitura de Ipirá no funcionalismo público municipal e o atraso do pagamento por meses, no seu governo; no final da sua gestão, o dinheiro público foi disputado “a dente” na frente do Banco do Brasil; abandonou a prefeitura, deixando-a entregue ao léu e caiu na lapa do mundo, sem dá a menor satisfação aos munícipes ipiraenses; o apadrinhamento com os recursos públicos corria solto como se a prefeitura fosse a casa de “dona Noca”; a negligência administrativa era uma marca registrada na sua ação com o bem público; o descaso com a causa pública foi o encaminhamento dado na sua gestão; o procedimento como gestor público foi próprio daqueles que dão pouca importância ou atenção aos verdadeiros problemas municipais, para ficarem agarrados à mesquinharia do grupismo que chafurda o município. Sua forma de administrar ficou devendo muito a Ipirá, porque, para tocar a coisa pública mostrou qualidade ou característica de quem ou de que, nesse nível operacional, não cumpre as sua obrigações e funções quanto às normas e padrões éticos. Não deu outra, caiu nas garras do Tribunal de Contas do Município.



A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA do ex-prefeito Luiz Carlos Martins, à frente do município de Ipirá, foi algo lamentável e de triste memória. Foi uma fase em que a agiotagem se apossou da prefeitura municipal de Ipirá para se locupletar; o funcionalismo público municipal nunca recebeu em dias e foi afanado em seus salários, num calote memorável e inesquecível aplicado pela sua gestão; empurrou o município de Ipirá para a inadimplência perante a União sem o menor pudor; sua administração à frente do município passou a perna em muitos fornecedores da prefeitura sem a menor desfaçatez; a sua administração pública fechou os olhos e comungou com o superfaturamento de obras; sua gestão deixou rolar e acontecer a fanfarra com os recursos públicos pelos seus apaniguados; sua forma de conduzir o município deixou com que a irresponsabilidade e ausência de ética ganhasse corpo no meio administrativo como se fosse um condomínio privado; cravou o desmando e a ineficiência nas hostes públicas; encaixotou o mesquinho interesse de grupo na sua gerência pública como se isso fosse a quinta-essência do progresso do município. Não deu outra, caiu nas garras do Tribunal de Contas do Município.



Foram duas administrações irresponsáveis, inúteis e de triste memória para o município de Ipirá, fato comprovado pela vitória do prefeito Diomário em duas eleições, com base no PAGAMENTO EM DIA e sem nenhuma outra marca programática relevante, sendo que, foram justamente essas duas administrações anteriores que não cumpriram com a suas responsabilidades sagradas e que não se deve infringir. São lembrados pelo esquema de grupismo implantado em Ipirá. O sistema de grupos (jacu-macaco) garante e favorece ao QUERO SIM dos dois. Os dois são herdeiros e continuadores políticos dessa estrutura grupal que querem sustentar e perpetuar. É uma cantoria encomendada: “QUERO SIM, POSSO SIM” , sempre acompanhada de uma reza continuada: “QUE VENHA A NÓS, AO VOSSO REINO NADA”.



Os dois grupos oligárquicos (jacu-macaco) concentraram tudo na família, QUE VENHA A NÓS, jamais abriram espaço para o aparecimento e muito menos crescimento dos seus correligionários, AO VOSSO REINO NADA, devido a isso não tem o que ver, na jacuzada só tem como postulante ao cargo de prefeito 2012: Luiz Carlos, Marcelo ou Mauríco e na macaca Antônio ou Jurandy (Dudy já foi escanteado).



O prefeito Diomário poderia ter dado um basta nesta conformação e o PT de Ipirá acreditou nisso, foi seu grande vacilo. O administrador Diomário promove-se com o “pagamento em dia” e com sua propalada “austeridade administrativa”, mas isso significa coisa de discurso, porque o político Diomário nunca teve uma ação política para fazer acontecer, mas sempre aproveitou-se do que aconteceu, ou seja, do fato consumado, e prefere, sempre, dar passos para trás do que avançar pelo que diz ser, defender e acreditar. O administrador do “pagamento em dia”, credita ao político Diomário a intenção de defender e postular uma candidatura de um administrador que “não pagava em dia” e ainda por cima ficou devendo alguns meses de salário ao funcionalismo público municipal. Assim é o político Diomário, sempre lava as mãos e pode ser com lama. O PT de Ipirá nunca compreendeu o político Diomário, foi o seu grande erro.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

NO LIMITE.

O Movimento Renova Ipirá abriu o debate sobre a saúde em Ipirá e foi uma discussão proveitosa. Apresentaram-se o Presidente do Conselho Regional de Farmácia Dr. Altamiro José dos Santos e o médico e Secretário Municipal de Saúde Dr. Ademildo Almeida.

O secretário apresentou os números: o município de Ipirá recebe +ou- 1 milhão e 100 mil mensal para a saúde. 860 mil é a folha de pagamento do pessoal; 100 mil para remédios; sobrando 100 mil para gasolina e contas fechadas.

Deu mais números: 350 mil para os médicos. Um PSF custa 20 mil reais. Seis médicos plantonistas recebem 200 mil reais. Três fontes alimentam o sistema de saúde com verbas: média complexidade 360 mil reais; pensão básica 350 mil e repasse da prefeitura de Ipirá 300 mil ou seja, 15%. Espero ter sido rigoroso nas minhas anotações, não quero faltar com a verdade dos números.

Na sua fala, o secretário deixou clara a sua desilusão com o PSF; disse que a corrupção predominava no sistema de saúde de Ipirá, não citou quem a fazia; argumentou que os médicos só querem ser as estrelas e só pensam em altos salários dificultando o desempenho a contento do sistema; salientou que a assistência à saúde em Ipirá nunca esteve tão boa como agora e, apresentando números mostrou a evolução dos atendimentos; disse que o Hospital de Ipirá é referência para três municípios da região, recebendo 25 mil reais.

Agora sou eu que vou dizer o que penso. Apesar de leigo, estou no campo dos que precisam e por isso tenho o direito e o dever de dizer o que sinto. Ipirá recebe 25 mil de três municípios e paga quanto aos famigerados hospitais (Clériston) (HGE) de Feira e Salvador? Fiquei com esta curiosidade, porque estes hospitais representam uma referência maior que o de Ipirá.

Antigamente, médico fazia fama ao mandar o “doente descer” (ir para Feira) e quando o distinto morria, apareciam os comentários: “ êta doutô arretado é fulano de tal, mandou sicrano descer e sicrano não chegou no Bravo, morreu no caminho. Mandou descer não tem mais jeito! O sujeito é um médico virado do capeta, não erra uma.” Isso representava mais a carência de recursos do que a capacidade profissional.

Hoje para os casos de alta complexidade, qualquer cidadão ipiraense tem que suportar por 1h até chegar à Feira de Santana. Não precisa dizer que em Jacobina, Itaberaba, etc, é assim, porque não explica e muito menos justifica, o que fica bem claro é a falta de recurso. Continuamos imitando antigamente nas questões mais complexas, em muito procedimento de média complexidade e em alguns casos simples. Assim sendo, estamos no limite; não sei se do bem ou do mal.

Antes de sua secretaria havia uma corrupção deslavada (fiquei na curiosidade) e faltava dinheiro; na sua secretaria não há corrupção, mas falta dinheiro. Eu acho o seguinte: é natural. Na medida em que existe a oferta, a tendência é crescer a demanda por assistência. Em Ipirá, existe uma necessidade adormecida e represada, que aflora e bate de testa com as migalhas repassadas pelo prefeito (15 ou 18%) que são insuficientes para manter o sistema funcionando a contento. Pelo que eu deduzo, se a universalização do SUS em Ipirá necessita, por exemplo, de 30% e o prefeito Diomário só solta 15% (o mínimo obrigatório por lei), pelo fato de ter outras prioridades, significa que saúde não é a prioridade maior do prefeito Diomário, não posso pensar de outra forma ou então estamos no limite imposto pelo prefeito Diomário; não sei se do bem ou do mal.

Os médicos abocanham 42% da folha de pagamento. Os seis plantonistas 24%. Seus proventos oneram os custos da saúde. Os médicos são as estrelas do sistema, não se sujeitam aos caprichos e imposições dos superiores hierárquicos. É o tipo de profissional muito requisitado no mercado. Qualquer melindre, eles abandonam a “mesa de operação”. Foi salientado que é difícil lidar com esses profissionais. Esse é o limite imposto por quem tem força

O secretário pode ter independência, mas não tem autonomia, apoio e força para atuar dentro dos meandros e combater as mazelas que o sistema oligárquico local impõe à saúde e ao SUS em Ipirá. Tem que lidar com as estrelas da medicina, que não são petistas e, além do mais, em Ipirá tem um estrelão médico, que é chefe político da macacada, Antônio Colonnezi, que não vai aceitar sujeitar-se aos ditames funcionais e hierárquico de um secretário, desde quando, o líder é chefe político em Ipirá e chefe político é chefe, seja aqui, em Itaberaba, Jacobina ou no inferno, se for preciso. Vive-se no limite.

Com um chefe político no quadro funcional fica difícil para qualquer secretário exigir o cumprimento dos deveres ao pé da letra. Não podendo sacudir a peneira para cima das estrelas, a madeira canta sobre os de baixo, com uma vigilância exagerada contra o funcionalismo que está num nível inferior na hierarquia. É muito mais fácil cobrar desses setores laboriais mais fracos do que de profissionais que possuem alternativas e poder de barganha. Esse é o limite, não sei se dos funcionários ou do secretário.

A saúde é uma fabrica de votos. O sistema oligárquico local utiliza-se da saúde para garantir um grande cabedal de votos. A bancada da saúde na Câmara de Vereadores está sempre bem representada e isso simboliza a dependência da população pobre e a fragilidade do sistema de saúde do nosso município. O prefeito Diomário sabe muito bem disso e, talvez, faça bem pouco caso de que isso se acabe. Esses são os limites para quem aceita ser secretário dentro da esfera oligárquica jacu-macaco, mesmo que tenha boas intenções.

Quanto às filas? Elas existem em qualquer parte do mundo, não será Ipirá que não terá o privilégio de não tê-las. É bem provável. Mesmo com a informatização dando passos avançados no sentido de diminuí-las, resta-nos levantar um triste dilema: Qual é a pior fila de Ipirá? 1. A dos bancos. 2. A da Central de Marcação da Secretária de Saúde. 3. A do SAC, quando aparece em Ipirá. 4. A da matrícula das escolas estaduais. 5. A da Assistência Social de Ipirá. 6. A do inferno.

O debate foi de grande serventia para o Movimento Renova Ipirá. Deu para sentir a complexidade do problema. Temos que abrir uma discussão que contemple um elenco de propostas aplicáveis à nossa realidade. Tenho a impressão que um esforço grande tem que ser feito no sentido de avançarmos na implementação da ação preventiva. Temos que atacar as questões mais simplificadas: como a qualificação dos profissionais ligados à saúde, no sentido de termos um bom atendimento; facilitar a busca dos pacientes em sua residência com a utilização de ambulâncias; melhorar a qualidade da estrutura hospitalar e quem sabe, buscar através do esforço político um reconhecimento para o atendimento das necessidades de Ipirá no campo da saúde e, desta forma, furar o limite imposto pela burocracia, pela inviabilidade econômica, pelas insinuações técnicas, pela vontade política de quem quer que seja e a boa determinação para soltar as verbas no momento certo e atendendo às necessidades do município. Talvez esse seja o limite da saúde no município de Ipirá.

sábado, 11 de junho de 2011

MARATONA DE COELHOS.


Na corrida de maratona é praxe colocar-se coelhos para participarem com o objetivo de fazer a corrida ganhar velocidade. O atleta-coelho participa somente da metade da competição e impõe um ritmo mais acelerado no início da corrida ao pelotão de elite, que vai até o final. O coelho-atleta cai fora na metade do vamos ver.

Na política de Ipirá está acontecendo do mesmo jeito. Colocam-se coelhos como pré-candidatos para animarem a corrida municipal e depois morrerem na praia ou antes mesmo do São João 2012, que é quando começa pra valer o embate sucessório.

Para a campanha 2012, os coelhos já dispararam na frente. O coelho mais famoso, robusto e festejado é Luciano Cintra. Convidado pela jacuzada, aceitou de prontidão. Tem uma missão impossível: fazer com que o prefeito Diomário largue a macacada, abandonando-a ou pela omissão. O prefeito Diomário tem dito que não é canalha.

Pelos comentários de seus apoiadores, o coelho Luciano vai botar a campanha pra ferver e em alta velocidade em termos do cifrão. Dizem eles, que o coelho vem com muita bufunfa ($) no bolso para detonar. A jacuzada quer isso e muito mais. Desamparada e perdida num mato sem cachorro, desde que ACM Malvadeza foi derrotado nas urnas, essa turma anda atrás de uma sombra para se encostar, pois, para eles, a vida fora do poder é difícil, dificílima, ingrata e sem graça. Rezam na cartilha do oportunismo.

Ainda sobre o coelho Luciano, mesmo no pique que vai, aguarda o aval do governador Wagner; o apoio do prefeito-irmão Diomário e a sigla do PT, via Salvador, para o desatino da cúpula petista local. Caso não aconteça nada disso, esse coelho abandonará a corrida antes do Réveillon 2011 e, se eu não estou equivocado, esse prefeiturável não vai saborear o milho e a canjica do São João 2012, é simplesmente um coelho. Se viver veremos.

Outro coelho famoso que se encontra na corrida da campanha 2012 é o ex-deputado Jurandy Oliveira. Matreiro e ardiloso é desses que não larga o osso por nada. Era carlista de carteirinha, mas aderiu ao petismo oficial do governador na primeira oportunidade. Foi prejudicado pelo esquema petista na última eleição, mesmo derrotado não abandona o barco, a não ser quando aparecer uma outra jangada direitista para salvar os náufragos arrependidos.

O coelho Jurandy é bom na corrida. Não olha para os lados, nem muito menos para trás. Não dá a menor chance para qualquer outro companheiro do seu grupo. É voraz e extremamente egocêntrico, ao mesmo tempo, não assimila que chegou o momento de ceder espaço e oportunidade para outros correligionários, pois não é mais o jovem Jurandy-70, que Ipirá é outra e, além do mais, necessita de novas experiências. Esse coelho é insistente e entrão, mas tem fôlego curto. Só perdurará até o dia em que o chefe e candidato no. 1 Antônio Colonnezi quiser, basta aplicar-lhe uma cacetada na moleira e adeus coelho.

A grande novidade do momento é que inventaram até coelho para vice. A macacada escolheu e aceita Arnor do Sindicato ou Elton da Agricultura para compor a chapa deles como vice. Mas, tratando-se do período de caça aos coelhos é bem provável, que nesta altura da corrida, já estejam perfurados de bala nas hostes petistas, desde quando, neste exato momento, a cúpula do PT de Ipirá trucida qualquer coelho-vice em benefício de uma tal candidatura própria, que pode ser, neste exato momento, um coelho ou uma coelha, para no São João 2012 passarem o porrete no coelho candidato-próprio e aceitarem uma vice, achando que tiveram a maior estratégia do mundo.

A coisa é simples: os macacos não apóiam, por nenhuma hipótese, candidatura do PT de Ipirá à prefeitura, entregam-lhe a vice (Arnor ou Elton). O PT de Ipirá apoiou a candidatura do prefeito Diomário, mas este não apóia candidato a prefeito petista, porque não deixará os macacos, seria canalhice, como ele mesmo vem dizendo. A cúpula petista do Estado quer um candidato petista em Ipirá, mas com possibilidades concretas, não com os que estão no diretório local, que não terão os votos dos macacos.

Nesta temporada dos coelhos, só mete a cara quem tiver pretensão a ser coelho, candidato de verdade fica na moita. É aí que vem a grande surpresa: o coelho metendo a estampa no outdoor. Não sei como é que Marcelo Brandão foi cair numa dessa. De candidatíssimo no.1 (entre os três) nos bastidores da jacuzada, alçou um vôo solene aos píncaros de um outdoor, deixando transparecer que está com receio ou medo de alguma assombração. Se não estou enganado, Marcelo de prefeiturável virou coelho, pelo menos foi foto com cara de vice.

No Movimento Renova Ipirá, todos estão sabendo que o momento é dos coelhos, por isso estamos preocupados em debater Ipirá em toda a sua complexidade e dinâmica. Ipirá necessita de um projeto para o seu desenvolvimento. Ficar no blá, blá, blá dos nomes é chover no molhado, não leva a lugar algum. Aproveitando o ensejo, o Movimento Renova Ipirá estará realizando uma Mesa Redonda com o tema: A SAÚDE QUE TEMOS E A SAÚDE QUE QUEREMOS, no dia 14 de junho, às 20:00, no auditório da APLB/Sindicato.

Em plena temporada de caça aos coelho e com tanto coelho dando sopa, o prefeito Diomário não sai da moita. É verdade, tudo isso acontecendo, um ano e seis meses antes, porque a população de Ipirá já não agüenta mais o descaso administrativo que vive Ipirá. Que venha 2012 e já.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

FAIXA X FAIXA - no. 2


O prefeito Diomário deve mandar retirar a faixa da SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO o mais rápido possível, "prumode de nós não perder o nos orgulhamos de sermos ipiraenses."
O prefeito Diomário deveria mandar deixar a faixa do RENOVA IPIRÁ até as próximas eleições e desse modo, mostrar o seu orgulho e amor por Ipirá.
Conhecendo o prefeito Diomário, devo dizer que: ele fará justamente o contrário.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

SECRETA até demais.



A Plenária da deputada Neusa Cadore foi, neste sábado 16, em Ipirá. Houve o registro da presença do PT de Ipirá. Quem estava em estado de graça foi o prefeito Diomário, convidado para filiar-se ao PT pelo senador Walter Pinheiro. Continuo dizendo, com esta nova liderança o PT de Ipirá crescerá, indubitavelmente.

O prefeito Diomário anda dizendo e não nega a ninguém: “que não tem vocação para canalha”. Com letras maiúsculas afirma que não apoiará seu amigo e irmão Luciano Cintra para prefeito, por ser uma candidatura fora de tempo, sem propósito, sem lastro eleitoral e fora de sintonia popular. Disse tudo. O prefeito Diomário está certo, se ele deixar a macacada será um ato deletério e nefasto. Coisa de canalha.

Alegre e em ritmo acelerado de prestígio político, o prefeito Diomário começou a dar as cartas no processo político para 2012 e, assim sendo, fez um convite, ao pé do ouvido, aos seus correligionários de confiança para uma reunião secretíssima e por entusiasmo exagerado chamou um membro do RENOVA: “Vamos fazer uma reunião particular na casa de Tiago e eu vou levar o homem”. O homem era o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, do PT. Até aí, tudo normal, o prefeito Diomário é quem tem prestígio e respaldo junto ao governo do Estado, ao senador e ao ministro. Isso não se discute e, também, o prefeito não tem satisfação política a dar ao PT local.

Na secretíssima reunião, aguardava o staff político da oligarquia macaca, que não tinha ido à plenária da deputada Neusa, mas sabia que seria prestigiada, porque o prefeito Diomário tinha comprometido-se a levar (como levou) o ministro até a residência em que eles estavam. Entre eles estava o ex-deputado Jurandy Oliveira.

Eu quero ater-me ao seguinte: se o prefeito Diomário convidou para essa reunião secretíssima, o Secretário Municipal de Saúde, Ademildo e o Presidente do PT local, Carlinhos Baiano e eles recusaram-se a ir, por qualquer motivo, tudo o que eu vou escrever abaixo é o maior festival de besteira do mundo, mas se o prefeito Diomário NÂO FEZ O CONVITE aos dois petistas para essa reunião, que deixou de ser secreta, aí, não sei não, tem lapicongo sentado na graxa.

Se não houve convite nem conhecimento dos petistas sobre essa reunião secreta, em Ipirá, com um ministro do PT, torna-se necessário uma análise mais detalhada dos fatos:

Se não houve convite, houve uma falta de consideração, de respeito e de cortesia por parte do prefeito Diomário, que sonegou e desfez do valor, da legitimidade e da autenticidade do PT de Ipirá, no mínimo ele sonegou o partido ou não deixou de olhar com o máximo de desprezo, por que a boa vizinhança manda fazer justamente o contrário.

Se não houve convite, deve haver maiores razões, talvez, quem sabe, o PT de Ipirá não podia ficar a par das conversações travadas. Seria uma conversa particular, privada, que não era do interesse do PT local, ou que este partido não poderia ficar sabendo, ou o PT de Ipirá não tem a confiança merecida da macacada para determinado tipo de conversa.

Se não houve convite, fica bem claro que o prefeito Diomário estabeleceu o limite de espaço para o PT de Ipirá dentro da estrutura de poder. Se nas questões políticas é assim, imagine nas questões administrativas. A demarcação foi dada e na disputa do espaço e prestígio político perante o poder maior, o prefeito Diomário deu mostras de quem, na prática, tem andu no bocapiu e não vai dividir com ninguém.

Se não houve o convite, é possível acreditar que o prefeito Diomário não precisa e não tenha mais qualquer necessidade do PT local para contactar com o poder petista, assim sendo, não precisava de interprete, por isso fez pouco caso do PT local.

Se não houve o convite e tratando-se de um ministro petista, houve certa negligência, uma “falha nossa”, um descuido muito grande do prefeito Diomário, ou simplesmente, foi aquela atitude intencional, pensada e repensada para aplicar o famoso canto de carroceria no PT local.

Se não houve o convite, quem sabe se não foi uma oportunidade impar para mostrar “quem é o amigo do homem” em Ipirá e mostrar que tem prestígio, ao tempo em que, demonstra que o PT local tem um prestígio meia-boca e, se a oportunidade surgiu, cacete pra dentro o saco ta cheio de gato.

Se não houve convite, o PT de Ipirá deve lavar bem a cara para tomar vergonha ou moldar o nariz de cera, porque na entrevista do prefeito Diomário, ele pronunciou em boas palavras, que uma candidatura do PT de Ipirá está atrás da de Antônio, Dudy, Jurandy (pela ordem). É essa a democracia que o PT de Ipirá defende? Quem te viu e quem te vê.

sábado, 16 de abril de 2011

Pré, pré, pré, pré-candidatos. Que beleza! É nenhuma.


Pré, pré, pré, pré, pré-candidatos. Que beleza! É nenhuma.


As prováveis pré-candidaturas para 2012, em Ipirá, já se apresentam, não no campo da refrega política, mas posando de porreta no site Ipirá Negócios. Nada de novo. São os mesmos; os de sempre. A política das oligarquias ipiraenses é bastante previsível. Virou um angu-de-caroço salgado. É a tal previsibilidade do desmantelo. É tudo intriga e nada além. Antônio, Dudy, Jurandir pela macacada; Luiz Carlos, Marcelo e Maurício pela jacuzada e nem uma cabeça-de-prego tem vez. A política oligárquica em Ipirá, na feição de caciques políticos, surgiu e estruturou-se na década de 1950, portanto não é novidade, está velha, mofa e surrada; já deu o que tinha que dar; hoje, sem renovação, não atende à necessidade de progresso e desenvolvimento do município de Ipirá.


A prática política oligárquica em Ipirá permanece fiel a sua lógica de manter um esquema fechado, concentrado e direcionado aos interesses das famílias oligárquicas, de onde, invariavelmente, tem que sair os candidatos e assim perpetuarem a espoliação e o controle da população. Candidato filho do povo? Nem por brincadeira. Em qualquer outro município, um vereador é potencialmente um pré-candidato à prefeito e diga-se de passagem, um nome forte e com respaldo popular, mas, aqui em Ipirá, é um “caburé” fora d’água, excluído e enxotado não tem seu nome lembrado nem atrás do Monte Alto no dia de finados. Só serve para encher a lingüiça das elites dominantes. Observe se não é verdade pelos fatos: Luciano Cintra, que mora em Salvador, foi lembrado e cogitado, simplesmente, por ser interesse das oligarquias locais; simplesmente, porque meia-dúzia de pessoas assim o quiseram. O domínio de Ipirá pelas oligarquias é madeira de dá em doido.


Todo secretário municipal ao desempenhar um bom trabalho torna-se um virtual prefeiturável, com fortes possibilidades de eleger-se, até mesmo, pelo acúmulo de experiência administrativa, isso acontece em outro município; aqui, em Ipirá, o buraco é mais embaixo, esse bom trabalho não é nada e não conta como nada, o que vale é o poder de escolha de um grupinho privilegiado das oligarquias locais. Ninguém do povo tem visibilidade, não é nem lembrado. Essa é a marca do poder oligárquico. Não compreendo como é que o PT de Ipirá sujeita-se a isso.


Na reunião da macacada para promover as pré-candidaturas do grupo, o PT de Ipirá não estava sentado na roda, nem presente, nem convidado foi (isso eu tenho certeza), mas isso não é surpresa, mesmo sendo o PT de Ipirá pertencente ao grupo, simplesmente, por não ser da confiança total dos macacos e não ser um partido com sangue puro, ou seja, oligárquico. Estão lá passando uma chuva.


Lastimamos muito que o PT de Ipirá tenha caído nessa esparrela. Pensar que seria pleiteante ao cargo de prefeito dos macacos só por terem um governador e uma presidente é deixar a farinha cair do saco, porque nem com o apoio divino o PT de Ipirá terá essa chance, isso só acontecerá, quando a galinha nascer dentes. Esse negócio de prefeito é jogo de interesse pessoal, jogo sujo, de corrupção e malversação. Tu topas PT de Ipirá ?


Uma pergunta vem à tona: a que o PT de Ipirá está agarrado? A cargos? Ou a uma possibilidade de desenvolver Ipirá com os macacos? Desenvolvimento com macacos! Até o prefeito Diomário sabe que isso é impossível. O que é a macacada? Um grupo que carrega na alma os mesmos vícios do jacu; irresponsável e pernicioso com a coisa pública; é uma coisa sem princípio e sem programa para Ipirá; metido até o pescoço no compadrio, no atraso, na mesquinharia, que acha que a coisa pública é uma bem pertencente a um grupelho. É nessa árvore que não dá sombra, que o PT de Ipirá está agarrado e amarrado. Cai na real PT de Ipirá, deixa de alimentar o atraso; deixa de embebedar-se pela ilusão vã de que a macacada está fazendo algo diferente para Ipirá. Sai dessa e vem fortalecer e pavimentar a trilha que Ipirá precisa para desenvolver-se.


O Movimento Renova Ipirá concentra seus esforços na formulação de um programa para o município de Ipirá. Discutindo com a população encontraremos meios para fazer uma política diferente, que sirva para o desenvolvimento sustentável e humano do município de Ipirá.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

INSS QUER GRILAR PRAÇA EM IPIRÁ (02).

Ronda policial: - NA PAREDE, NA PAREDE! MÃO NA CABEÇA!, ABRE AS PERNAS! VOMBORA, VOMBORA, VOMBORA. Pede logo o documento: - PASSA O DOCUMENTO. VOMBORA, VOMBORA! É A CARTEIRA DE TRABALHO. VOMBORA!
- Aqui, senhor!

O policial examina e dá o veredicto: - ESSE DOCUMENTO É FALSO, VAGABUNDO! TU AINDA TEM A CRETINICE DE APRESENTAR UM DOCUMENTO FALSO, VAGABUNDO - e o policial dá um tabefe por cima da cara do sujeito.

Em Ipirá. O INSS quer ficar com a Praça Santana, nesta bendita cidade de Ipirá e, para tal pleito tem o apoio do prefeito da cidade de Ipirá (Antônio Diomário Gomes de Sá) e da Câmara de Vereadores. Quer ficar com a praça e de graça! Vê se pode! sem gastar uma bufufinha seque. Oh, trem bom! Uma praça de graça! Esse é o verdadeiro pacto do diabo: o cabra só entra com a vontade e fica rico, ganha uma praça prá botar no bolso do brim e o diabo fica dando risada de tanta treta. Esse tal de inferno, também, já deve tá abarrotado e com lotação completa de tanto velhaco na face da terra, com passaporte encomendado para entrar como passageiro de primeira-classe na cafua do dito-cujo.


Só o INSS exigiu isso. E por que? O Banco do Brasil veio, instalou-se na Praça da Bandeira e não fez a indecente proposta de ter a posse do centro da praça, nem menos, a obscena proposta de ter a praça de graça, sem gastar um tostão. Estabelecer-se no meio da praça, de graça ou pagando, é uma proposta leviana, prejudicial e desfavorável à comunidade da Praça Santana. O Banco do Brasil quando chegou à Ipirá alugou um prédio de Sr. Armênio. Logo, depois, comprou a casa de Lurdes Aragão, mais uma casa da esquina e juntamente com a cadeia pública e, desta forma, instalou a agência de Ipirá. Não fez a indecorosa proposta, soa como chantagem, que faz hoje o INSS. O Banco do Brasil veio, ficou numa das laterais da Praça da Bandeira e foi bem recebido e não prejudicou ninguém da comunidade.


A Caixa Econômica da mesma forma, veio para Ipirá e não exigiu a destruição da praça para aqui instalar-se. Encontra-se numa das laterais da Praça da Bandeira, gastou e gasta para aqui permanecer e é bem quista e recebida. Não quis e não procurou afanar o bem público e o bem da comunidade, como está sendo a pretensão do INSS em Ipirá.


Dizem que a comunidade será beneficiada com a pintura de suas casas. Observe quanta maldade e mesquinharia. Veja se tem cabimento trocar uma praça por uma pintura. A comunidade não pode e não deve ficar no prejuízo. Se o INSS quer estabelecer uma agência em Ipirá, que seja justa e decente. Não quer ajudar a comunidade? Compre algumas casas na lateral da Praça de Santana e faça seu investimento de dois milhões de reais, para que, desta forma, venha o benefício. O próprio INSS, pela aquisição valorizando a área. Caso contrário é conversinha prá boi dormir. É furtar da comunidade com acordo espúrio, alinhavado e combinado às escondidas.


O INSS chega à Praça de Santana.

A comunidade exige: - MOSTRA O DOCUMENTO. VOMBORA.

O INSS falando fino, diz: - Aqui meus senhores! Eu só quero o bem de vocês.

A comunidade retruca: - Oxe! Mas, isso aqui é um pedaço de papel prá enrolar sabão.


Conclusão: enquanto o INSS não mostrar esse tal documento da doação, esse dito-cujo (documento) é tão falso quanto o diabo que só pensa em surrupiar do povo. VIVA A PRAÇA DE SANTANA.