sexta-feira, 15 de março de 2013

RADIOGRAFIA 004.

 

O ex-prefeito Diomário passou o calote em uma clínica de fisioterapia. Não pagou os procedimentos do mês de outubro, novembro e dezembro. Sem dúvida, gastou na campanha. Não deixou empenho, agora o credor tem que provar e recorrer à justiça. Veja que lambança.

Os proprietários de ônibus que fizeram o transporte escolar da rede estadual no mês de fevereiro ainda não receberam o garangau. Quem vai pagar é uma empresa intermediária contratada pelo Estado. Cheira a calote. Os duzentos mil reais da boca-de-urna não podem ser pagos com o dinheiro da prefeitura, não existe amparo legal para isso. Veja que complicação.

Atrás de um mega São João tem uma mega comissão ($). Atrás de uma mega seca tem o empobrecimento agudo e extensivo da zona rural de Ipirá. A mega seca é inclemente e o drama do produtor rural é saliente. Aqui não tem comissão certa, ninguém pode mamar o curau.

A economia rural de Ipirá está deficitária e caminha para a estagnação e a falência. Esse é o grande problema. As comissões ($) que se arranjam nas grades de show não são legais, muito menos legítimas, são verdadeiros escândalos com o dinheiro público.

O São João de Ipirá tem que ser uma vitrine para o artista da terra ganhar espaço. Nada explica e justifica a exclusão de Paraíba do São João 2013. “Ah! Ele tocou 8 com Luís e 8 com Diomário”, “Ah! Ele votou no jacu”, isso não constitui argumento, muito pelo contrário, é mesquinharia, é uma coisa ordinária, pequena e torpe. Isso é bicuda na canela e a mega lição do governador Wagner ensina que não se faz política dando bicuda na canela do adversário. “Eleição passa e a vida continua” dizia o governador Wagner. Quem excluiu Paraíba do São João de Ipirá entende muito pouco da vida. Não sabe conviver com a diversidade. Não consegue assimilar a essência da democracia e não percebe o valor da liberdade humana. Talvez não esteja preparado para certas funções.

O forrozeiro Paraíba do Acordeom está para Ipirá como o imortal Gonzagão está para o Nordeste. Isso basta para o bom entendedor. Paraíba é uma das grandes referências no forró da Bahia e projeta o nome de Ipirá para outras regiões. Paraíba já fez muito mais por Ipirá do que quem promoveu sua exclusão do São João de Ipirá 2013. Ipirá é maior do que a picuinha do jacu e macaco. Somos mais paraibanos do que leonardistas. O prefeito petista Ademildo tem que tomar uma posição e botar ordem na casa, tem gente sem a menor condição ditando moda.

Radiografia 004

Radiografia tem a finalidade de pisar fundo e revirar pelo avesso aquilo que está estabelecido e, nesse sentido, quer situar-se na realidade do dia-a-dia, além do mais, tem a intenção de ficar no olho do furacão.

Eu digo até que, muito pelo contrário do que pensam muitas pessoas, “jacus e macacos têm muito a ver com as calças e as cuecas”. As administrações jacus & macacos, nas figuras de seus oligarcas ou de seus fiéis seguidores, governam essa terra por mais de meio século, e muita coisa ficou petrificada na mente da população, inclusive a idéia de que “só jacu e macaco têm condições de governar esse município”. Durante esse tempo, povoaram essa terra com suas fantasias mirabolantes e são justamente estes fatos que iremos descortinar para mostrar sua verdadeira face ou ineficiência.

As administrações jacus & macacos adoram vangloriar-se de suas obras, “é coisa de primeiro mundo”. Enchem as papadas com enfeites pretensiosos e querem que a população caia na goela do lobo “essa maravilha só tem em Ipirá”. Exigem confetes e serpentinas como se tivessem alavancado Ipirá para o estrelato “somente Ipirá tem isso”. Exibem atestado de digníssima eficiência administrativa quando afirmam que Ipirá atingiu um progresso espetacular “êta  Ipirá bom”. Apesar das bravatas para encantarem a população “Ipirá é melhor do que Paris”, eles também tiveram a grandeza de esconder toda desgraceira debaixo do tapete.

Mais uma obra para mostrar a extravagância dos paladinos do progresso de Ipirá: um Ponto de Kombi.

Tiveram a genialidade de fazer essa obra no momento em que as kombis estavam sendo substituídas por vans e ligeirinhos. Sumiram as kombis e ficou o “Ponto para Kombi”. Uma obra sem serventia, que nunca foi inaugurada, mas já foi reformada, isso representa dinheiro jogado fora. Pensem numa utilidade para esse troço. Faltou planejamento. Se essa obra cantarolasse, naturalmente entoaria alegremente o grande verso “a gente somos inútil”. Essa é mais uma grande obra que mostra a maluquice e o delírio das administrações dos jacus & macacos em Ipirá.

segunda-feira, 11 de março de 2013

RADIOGRAFIA 003.


O ex-goleiro Bruno do Flamengo negou, negou, negou! Quando falou, falou! E confessou. Sabia do que ia acontecer. O resto fica por conta da Lei, se é que existe Lei.

Não adianta falar do Escândalo da Assistência Social, porque o ex-prefeito Diomário não fala, não fala! Não fala nem dormindo numa cama de sete varas! Esse não é bocudo. Falta Lei.

Os duzentos mil reais que a macacada utilizou na boca-de-urna ainda não foram pagos. Teve gente que emprestou cem mil reais. Fala-se, fala-se, fala-se devagarinho, isso é quase segredo. Não tem Lei que obrigue a prefeitura pagar. Esse empréstimo poderia ser transformado em uma bela contribuição de campanha. Tudo pelo “bem de Ipirá”, inclusive esta contribuição.

Não foi a primeira vítima, mas, sem dúvida, a ex-prefeita Ana Verena foi a grande vítima desta forma de fazer a politicagem em Ipirá. Se a ex-prefeita falasse o que não pode falar o mundo desabava. Como eu não posso imaginar o mundo desabando, eu diria que espalharia a lama que respingaria em meio mundo de gente. Calma! Ela não vai poder falar, vai ficar caladinha, caladinha! Do jeito que gostam, querem e exigem o jacu e o macaco. É a Lei da máfia. Não tem Lei que a obrigue falar, mas seria tudo o que Ipirá gostaria de ouvir.

Para uma mega seca, um mega São João. Para os dois, um mega orçamento. São João é a festa da guerra de espada; é o arraiá da guerra da esperteza. Jacus e macacos sempre utilizaram essa grande festa para fazerem a grande pamonha. Entendendo melhor, comer o mingau. Bem esclarecido, saborear a canjica. Bem compreendido, degustar o munguzá. Explicando melhor, mamar o curau. Vou falar sério, engolir o orçamento.

Não pense que engasga, não engasga. Quanto mais se engole mais delicia-se. É fácil engolir. Uma banda de 100 mil reais, o sortudo contrata por 150 mil; a de 20 mil por 40 mil. Como ser esse sortudo? Não é por concurso, muito menos pelo Reda, nem foi preciso ter “se matado na campanha”, nem passa por licitação. É indicado pelo padrinho. Indicado de dedo e pelo beiço, ou seja, é ressaltado pelos lábios revirados: “é aquele ali”. Aí o sortudo vira afilhado do homem.

Se privatizasse o São João de Ipirá, o sortudo afilhado do macaco aceitaria? Nem com a faca no pescoço. Ele é sortudo e não besta. O que interessa é o orçamento. Um São João desse se tiver uma comissão de 10% fica no bolso 30 mil reais; com uma comissão de 20% entra um garangau de 60 mil reais. É o besta que faz o que vai ganhar. Isso não é comer na prefeitura, é engolir orçamento.

Um funcionário da prefeitura, com salário de um mil reais, terá que assinar o ponto dois anos e seis meses para encostar no que ganha o afilhado sortudo em um São João, isso com 10%, subindo para 20%, precisamente 60 meses, ou seja, um mandato de quatro anos de um prefeito jacu ou macaco e mais um ano de lambuja. O funcionário da prefeitura trabalha; o afilhado sortudo mama.

E o trabalho? Contratar as bandas da grade de show. Sem participar de licitação, só com indicação, é o afilhado que vai fazer esse trabalho. Sendo somente o intermediário. A prefeitura poderia ir direto à fonte, ficaria mais barato. Com intermediário o orçamento  é solapado, triturado e engolido, não sobra nada para a mega seca. É assim que a coisa funciona no planeta dos macacos e no ninho dos jacus. Não tem besta.

Pisar no rastro dos macacos e dos jacus nem sempre é arriscado; é muito arriscado e intempestivo. Uma comissão séria e competente de funcionários da prefeitura sairia bem mais em conta para o município do que um afilhado sortudo.  Se a administração petista não gosta e não admite esse tipo de comentário é melhor que indague aos próximos: por que non te calas? Tudo o que acontece aí vem para as ruas. Ainda bem que não existe lei para calar os plebeus. No mundo do jacus e dos macacos tem sempre quem pague o pato. Pode ser até o gestor, basta que não se calem.

Radiografia 003.

Não deixa de ser uma frase brilhante e contundente aquela que diz: “O MUNICÍPIO DE IPIRÁ SÓ PODE SER ADMINISTRADO POR JACU E MACACO”. O que inspira esses ótimos administradores jacu & macaco? É coisa de dar inveja a qualquer administrador de outro município.

Radiografia vem, mais uma vez, na sua proposta, contribuir para o imaginário popular, no sentido de elevar os renomados administradores e fazer justiça a esses baluartes do progresso de Ipirá.

Observe essa obra. Por onde ela começa ? Nem começou e já terminou. Foi obra da Secretaria da Agricultura. Tudo era feito na base da migalha, e é bom que se frise e bem frisado que: se existe uma Secretaria com possibilidade de fazer Ipirá dar um salto na capacidade de produção e desenvolver o município, é a de Agricultura, basta ter dinheiro e gestão. Não sendo assim, se ficar nesse desprezo, carência e descaso com que sempre foi tratada, não tem santo que faça milagre.

Sendo assim, resta esse papelão ridículo e insignificante que é essa obra realizada, concretizada e acabada na administração jacu & macaco. Tão ridículo que nem os usuários (produtores e compradores) fizeram questão de utilizar esses chiqueiros, preferiram a área externa. Até os chiqueiros já exterminaram, levaram as estacas e o arame. Foguetório para as administrações do jacu & macaco. Palmas. Vivas. Já disse tudo ou quase tudo. E você, que dizes, por que non falas?

quinta-feira, 7 de março de 2013

RADIOGRAFIA 002.


Conversando com o prefeito: “vamos fazer um Mega São João”
Conversa de rua: “L.. foi contratado por 120 ou 200 mil reais”

As gestões do jacu e do macaco sempre fizeram esse grande São João; esse tão esperado São João; aliás, a grande festa do interior. Quem será o felizardo que fará a contratação da cantoria? Vixe, bixim! Esse é o cargo mais desejado. Não tem concurso e não tem Reda; tem é indicação. Um afilhado é indicado e pronto.

O afilhado faz tudo o que tem na cabeça e tá feito. Se tiver quase nada na cabeça também é bom. Pior do que isso é nada. Embolsa direitinho o garangau público, do jeito que o filhinho de papai gosta. Aí aparece o novo riquinho do pedaço cheio de pose e risinho na cara: “Êta, São Jão bão.” Tem sido assim, com essa jacuzada e com essa macacada.

Cuidado, prefeito petista! O município de Ipirá vive uma “mega seca”, mas para não dizerem que tirei a palavra da boca de alguém, eu vou dizer que o município de Ipirá vive uma “puta seca” e é preciso que se pise em terra firme. Pisar neste rastro de jacu e macaco entorta qualquer gestor sério. Quem é que tem condições de apresentar o melhor projeto para esta festa? Vai ter uma comissão séria para fazer o acompanhamento, a monitoração e a fiscalização dessa produção? Na coisa pública, nada pode acontecer de forma solta, porque tem muita gente mal acostumada pensando que dinheiro público é para comer e aí metem um “canário pardo” um “macaco sem rabo” e um “jacu depenado” na programação da cantoria e o povo vai ter que levar a foto do cantor para ver se é verdadeiro ou falso. Nunca aconteceu isso? É bom que a administração petista apresente a conta da festa ao público. Isso é transparência.

Falando com o prefeito: “vamos fazer estudos de viabilização para implantação de Pólo da Universidade Aberta do Recôncavo Baiano em Ipirá.”

Que não levem quatro anos-luz. O ensino superior tem que chegar a Ipirá. Seja com a Universidade do Recôncavo, com a UNEB, ou com a UEFS, ou com a Universidade da Chapada. O governo do Estado deve ao povo de Ipirá; deve e não é pouco; deve e não é promessa; deve fatos concretos que realizem nossos sonhos.

RADIOGRAFIA 002.

A obra preferida pelas administrações do jacu e do macaco: Pintar meio-fio. Isso é vezeiro. Sai prefeito, fez o que o outro fez: pintou o meio fio. Entra prefeito, repete o que o outro fez: pinta o meio-fio, é reincidente.

Eu fico pensando e buscando um por quê: Será que isso é a maquiagem que a cidade precisa? Muitas vezes, o gestor não tem o que fazer e tem um bocado de funcionário da Infra batendo cabeça, então vem a iluminação na cabeça do sujeito e daí surge a idéia de fazer modificações superficiais em algo, para melhorar o aspecto e embelezar a cidade. Interessante é que eles só usam produtos cosméticos brancos (cal) e eu fico pensando não poderia ser um vermelhão, ai ficaria até engraçado, um meio-fio com batom, mas mesmo assim eu fico pensando que isso é uma maneira de mascarar alguma coisa.

Fico eu com essa cabeça dura em não querer engolir as coisas. É para embelezar e pronto. Imagino uma cidade como Salvador, bela por natureza e horrorosa por provocação, por que será que o prefeito Netinho não dá-lhe cal no meio-fio para deixar a dita-cuja nos trinco? E haja fabrico de tinta, era tinta até umas zora. E mão-de-obra? Ia acabar o desemprego, tudo quanto era vadio ia ficar de quatro, só pintando meio-fio. A capital da Bahia ia ficar uma belezura. Mas essas “cabeça-branca” de lá não quer observar as “cabeça-de-bicho de rabo e de pena” de cá, então fica a capital naquele estado lastimoso.

Eu fico sem querer ver a beleza que é o meio-fio pintado. Que não seja por isso, o dito-cujo pintado deve servir de profilaxia. Serve para combater o mosquito da dengue. Que idiotice essa minha! Que não seja por isso, isso no mínimo serve para eliminar, trucidar, aniquilar as bactérias que infestam a cidade. Pronto! Que vão todas para o inferno. É assim que se limpa e se embeleza a cidade.

E a emoção? Botou a bola na marca da cal. Todo mundo fica na expectativa do gol. Não é isso? Pense bem, a cidade está na marca da cal. Eu sei uma coisa: se eu acordar e enxergar esse centro da cidade com o meio-fio pintadérrimo, eu não terei mais dúvida, esse governo de Ipirá não é da estrela do Botafogo, é do mais genuíno segmento dos macacos apurando raça. E tome-lhe cal, Ipirá!

terça-feira, 5 de março de 2013

RADIOGRAFIA 001.



Vou retomar o artigo RADIOGRAFIA e desta vez vou mostrar 50 obras das administrações do jacu e macaco que não representam nada para o município de Ipirá. Preste atenção: 50 OBRAS que não tem utilidade nenhuma; são imprestáveis; sem serventia; são equívocos; significa dinheiro público jogado fora e podem ser verdadeiras mutretas; ou qualquer lambança.

Neste primeiro artigo vou tomar por base a entrevista do prefeito petista Ademildo Almeida no “Falando com o prefeito”. Para você ter uma idéia da situação de aflição em que vive o povo de Ipirá. Imagine que nesse Hospital de Ipirá, se chegar um paciente com um sério problema de apêndice não tem como fazer um exame. Veja que desgraça. Este Hospital de Ipirá não tem condições de fazer um simples exame para detectar uma inflamação de apêndice. São denúncias do prefeito da cidade. E dizem que isso aí é hospital.

São mais de trinta anos que jacus e macacos administram essa cidade e essa vergonha continua intocável. É nisso o que o povo de Ipirá tem que se tocar. Mais de trinta anos de jacu e macaco; mais de trinta anos de mau trato; da manutenção de tudo que causa dor, descaso e humilhação. Mais de trinta anos de vergonha e essa gente que se diz grandes administradores afrontando o povo de Ipirá na maior cara-de-pau. Na política é assim: as deficiências de um hospital causam um sentimento de vergonha e produz um rebaixamento moral na população e nessa desonra as oligarquias do jacu e macaco oprimem o povo. O governo petista anuncia a implantação do Laboratório Municipal de Análises Clínica (Laboratório Municipal 24 horas).

O que você diz de um município que não tira uma identidade? Você pode até dizer que é o "redondo do mundo" e talvez você tenha razão. Não tirar um documento de identidade numa cidade é uma verdadeira esculhambação e Ipirá tem mais de trinta anos que não tira uma simples identidade. Em mais de trinta anos de administrações de jacu e macaco não se tira um documento em Ipirá e essa gente ainda diz que faz tudo por Ipirá. Isso é um verdadeiro desprezo. Nesse descaso, esses governantes de meia-tijela do jacu e do macaco que fizeram o povo desta terra perder a estima e o poder de indignar-se com a negligência dos gestores devido a alienação que inculcaram na população. Esta terra não faz cidadão, o cidadão desta terra é feito em Feira de Santana. O governo petista promete a implantação do Ponto Cidadão para elaboração de documentos de identidade e outros tipos de documentos.

A esculhambação neste município é grande e o descaso com o povo é uma esculhambação bem maior do que se pode imaginar. Não é que levaram água colorida (barrenta) para o povo do Rosário beber. Isso é grave e tem que ser investigado. Ou a pessoa responsável não lavou o tanque ou o carro-pipa levou água poluída para o povo.

Essa administração de Diomário foi tão irresponsável que mesmo sabendo o que estava acontecendo com os carros-pipa pegando água do esgoto para levar para o gado não tomou nenhuma providência. E ele sabia disso. A verdade é que todos os tanques dos carros-pipa que pegaram água no esgoto estão contaminados e não podem levar água da Embasa para a população beber. O prefeito Ademildo tem a obrigação de fazer uma inspeção rigorosa sobre esse fato. O povo merece ter um tratamento digno em qualquer administração. Os jacus e os macacos são negligentes neste aspecto, mas o governo petista não pode caminhar por cima destes rastros. O governo petista não pode ficar limitado à mesmice do jacu e do macaco. Qual é o projeto que o PT de Ipirá tem para o desenvolvimento deste município?

RADIOGRAFIA 01.

Agora vou apresentar a obra no. 1. A Ciclovia (do hospital à fábrica). Não sei se isso aí é para andar de bicicleta, de moto, ou a pé. Nem o gestor petista sabe para que serve. Botaram o nome de ciclovia e não sei se perguntaram as pessoas que têm bicicleta se eles querem utilizar aquilo ali como ciclovia. É costume dos administradores do jacu e do macaco fazerem as coisas sem perguntar ao povo se existe a necessidade e se querem utilizar tal equipamento como tal. É sempre assim. Já vi moto querendo transformar aquilo lá em motovia. O andante que se cuide porque pode tomar um trompaço.

Essa é uma obra da administração Diomário que custou R$ 416 mil reais. Uma obra de segunda categoria, que não foi concluída e já apresenta afundamentos e rachaduras na pista de cimento. Toda essa precariedade é fruto do trabalho das empresas amigas da administração, que não se cansam de fazer porcaria, mas o dinheiro público é embolsado. A obra não está pronta, os canteiros estão nus e crus e não foi feito o calçamento nas laterais e está faltando iluminação, ou não tem iluminação? O prefeito petista quer inaugurar esse troço, significa que não conhece a obra e não sabe o que foi que aconteceu com a mesma. Essa obra vai precisar de aditivo. Significa dinheiro no brim das empreiteiras. É gato.

RADIOGRAFIA tem o objetivo de desmistificar o que está dito, ou seja, desmanchar a idéia da eficiência do jacu e do macaco, com fatos e exemplificando. Quer acompanhar ? Seja bem vindo. São 50 obras. Esta ciclovia foi a primeira, faltam 49, mais a sua dúvida. Acompanhe e verá.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O TRIÂNGULO DAS ESTRELAS.


A pioneira foi Pintadas com a desistência de um dos grupos da politicagem, está no quinto mandato; depois, veio Baixa Grande, que está no terceiro mandato, com a divisão e enfraquecimento das duas oligarquias; agora, Ipirá por circunstâncias, é o primeiro mandato. Está formado o triângulo governado pelo PT.

Em Ipirá, o prefeito petista Ademildo Almeida estabeleceu como meta, no discurso, fazer de Ipirá um município pólo, uma cidade de referência regional. Esse é o querer de todo ipiraense. Eis a questão, como fazê-lo e com quem fazê-lo.

Penso eu, que ele tem um abacaxi para descascar. Não é fácil pegar uma herança perversa de mais de cinqüenta anos de administrações de jacus e macacos, que levou Ipirá a perder espaço, órgãos, força política, poder de reivindicação, visibilidade com os poderes estaduais e, depois de tudo isso, virar um abacaxi. Não adianta muito ficar arrebatado e em estado de exaltação com o dinheirão deixado, de boca, pelo ex-prefeito Diomário que diz que deixou um céu, porque o céu que o ex-prefeito deixou é do tamanho do inferno. Os parâmetros sociais de Ipirá são vergonhosos.

O caminho para fazer do município de Ipirá uma referência não é caminho reto, certinho e com tranqüilidade plena. Tem muitos embaraços pela frente. A chapa vencedora foi Ana/Ademildo, foi 22/13, foi PR/PT. A renúncia foi de Ana, do 22 e do PR; foi a renúncia da linha de frente da administração. Resta Ademildo, o 13, o PT e nenhum dos três quer assumir o poder. Quer manter o tempo de união. Quer manter a composição política liderada pela macacada. Quer manter o compromisso com o líder Antônio Colonnezi. São esses compromissos, seja quais forem, que serão obstáculos para que Ipirá vire o município que o prefeito quer no sonho.

Não se trata de dar um pontapé na macacada, não é nada disso. Qual é a linha administrativa que será executada? A do PT não envergonha, muito pelo contrário, tem dado certo em muitas localidades. A administração dos macacos não é paradigma para se ir muito longe, está no patamar da governabilidade das oligarquias. É necessário que se folguem essas amarras, que se saia desse nó cego, se realmente é um desejo fazer com que Ipirá dê passos adiante. A administração pública tem que ouvir e dar voz à sociedade organizada e ao povo para se contrapor ao governo voltado para os interesses oligárquicos.

Governar para todos os ipiraenses e não só para os que votaram na chapa vencedora é ir além dos enquadramentos e do que foi configurado na campanha. Governo popular nunca foi um princípio de administrações de jacu e macaco e o prefeito petista sabe muito bem disso. A macacada é um aliado que deve continuar na administração, mas não como entrave, não como impedimento para o que o PT objetiva para Ipirá. Para fazer Ipirá crescer é preciso ter vontade política de diferenciar-se da política oligárquica.

É importante que a carta principal do baralho seja a Educação Pública de Qualidade, mais importante é que isso não se torne apenas uma máxima que seja de utilidade e utilizada mais adiante no jogo político. Porque nesta questão um dos poucos atos da prefeita Ana foi sancionar o projeto aprovado pela Câmara de Vereadores que vetava a democracia nas escolas municipais, com o impedimento da escolha da direção pelos estudantes, pais e professores. A prefeita vetou, não o projeto, mas a gestão democrática. É assim que esse balaio funciona. O interesse do vereador é indicar uma direção que trabalhe como cabo-eleitoral do indicador. Educação Pública de Qualidade passa pela gestão democrática no âmbito das unidades escolares. O prefeito tem que perguntar aos vereadores se eles concordam com essa proposta. Não, não é assim não? Educação de qualidade tira o povo do cabresto eleitoral.

O prefeito petista Ademildo Almeida tem experiência como vereador e como Secretário de Saúde. Deve ter um programa de governo. Sem dúvida, ele tem noção do buraco em que está metido Ipirá. A relação com o Legislativo está no limite, oito a sete. O prefeito é conhecedor da casa e dos seus vícios, poderá muito bem saber equacionar essas demandas dentro dos limites éticos.

Como desenvolver esta terra? Eis o problema. O caminho para desenvolver Ipirá não é largo. Quais são os caminhos necessários? Chegou a vez do Estado perceber que Ipirá existe de verdade. A administração petista em Ipirá depende necessariamente do apoio irrestrito, determinado e comprometido do governo petista do Estado. Isso é imprescindível para fomentar o desenvolvimento de Ipirá e estabelecer o impulso que o município deseja e precisa. A administração municipal não pode ficar órfã da administração estadual. A administração municipal petista não pode ser um burrego enjeitado pelo governo estadual. Ficar no “reme-reme”, “vamo vê”, “sei lá o que”, não adianta nada. A coisa tem que ser concreta e imediata. E não é ficar exclusivamente montada só nesses projetos sociais de assistência e amparo da subsistência, isso é só manutenção sem salto para o futuro.

Outro caminho é ver todas as possibilidades do município andar com as próprias pernas. O que é possível fazer com recursos próprios? O que é necessário ser feito para Ipirá dar passos adiante, com suas próprias possibilidades e sem ficar esperando só pelo governo estadual? É nisso e para isso que a população tem que participar da administração de Ipirá. O Renova Ipirá tem uma visualização clara neste aspecto do desenvolvimento econômico de Ipirá, com dois projetos simples, possíveis, não é coisa de outro mundo, e executáveis com custos irrisórios: o Parque de Venda de Animais no Parque de Exposição e a transformação do Mercado do Álcool num Pólo Têxtil. Coisa simples e promissora. Ipirá tem que se livrar desse ódio barato, mesquinho e ridículo, criado, fomentado e mantido pelas oligarquias do jacu e do macaco, que transforma o povo de Ipirá em escravos dos interesses dessas oligarquias do jacu e do macaco. Ou não é isso prefeito?

Ipirá não pode conviver com o tempo dos engodos. O prefeito Diomário propagou que deixou quase nove milhões nas contas (90% convênios). Livre, novecentos mil, só para dizer que deixou dinheiro nos cofres. Não falou dos débitos. Vou citar dois: o da Clínica de Fisioterapia que não recebe desde outubro/12 e o do Escritório de Contabilidade, 6 mil reais e ele deixou pendurado. Deve ter muito mais. É assim que o sujeito tira uma de porreta, mas que deixou de pagar em dia, deixou!

O governo de Diomário foi sustentado por convênios com a união. Ganhou fama pelo pagamento em dia e especializou-se em servir às “empreiteiras mui amigas” que saíram fazendo porcaria pelo município com obras precárias e utilizando material de segunda. Concentrou tudo em sua pessoa para o bem e para o mal. O escândalo da Assistência Social é o resultado da incompetência gerenciando o que não tem condições de tocar. Apelou para promessas vãs (UTI no hospital – SAMU só ambulância) para embromar as pessoas. Deixou Ipirá atravancado no lugar que encontrou. Foi a mesmice. Um desastre.

Agora tem início uma nova administração. Que não seja do PT, que não seja de Ademildo, mas tem a sua assinatura e o seu carimbo. Ele deve estar ciente de que será o administrador mais cobrado, acompanhado e bisbilhotado que já houve nesta terra por causa de sua ação na Câmara de Vereadores e por ter sido implacável na fiscalização das administrações de Luiz Carlos e de Antônio Colonnezi, quando colaborou para sujar a ficha dos dois. Essa administração não pode falhar na questão da ética. Essa administração não pode e não deve ser complacente com nenhum tipo de corrupção. As oligarquias querem o troco. Essa prefeitura vai virar a casa do Big Brother, a casa mais vigiada de Ipirá, por isso é importante que se quebre paradigmas. Ipirá precisa desenvolver.

O prefeito petista governará para quem? Se for governar para o grupo da macacada estará governando para a mesmice. Se for governar para o povo de Ipirá estará descortinando horizontes e alimentando esperanças. Não tem confusão: é só ampliar a capacidade de participação do povo.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

OTARIPANOS.


A vida é semelhante a um filme ou podia ser. O começo: no enterro de um ex-prefeito, outro ex-prefeito disse para alguém que mora em Brasília “vou deixar o PT na prefeitura de Ipirá.” Impossibilitation, impossible, impossível. Seria o enterro da macacada, não na acepção vulgar desta palavra, porque seria uma morte súbita com a grandeza da ressurreição. Seria um milagre.

As coisas da vida acontecem como num filme. Quando o então prefeito Diomário chegou com um pacote de papel e colocou em frente ao líder Antônio Colonnezi e disse: “eis as provas dos ministros; você só não é se não quiser.” O líder ingenuamente acreditou que era o que não era; se assim não o fosse não teria acontecido a fotografia do líder paspalhão e sua trempe. Naquele exato momento, a legião de macacos era vista e transformada num ajuntamento de otaripanos. Você sabe o que é isso? É aquele boneco Mané-Mole que só faz sacudir os braços e as pernas e tem o juízo gelatinoso, porque pensa pouco ou quase nada, mas não é por falta de inteligência, é simplesmente porque tem preguiça de pensar. Aí vira boneco, marionete, mamulengo e no dizer das lideranças que os controlam, bestas.

Nem todo mundo é besta o tempo todo como os sabidos querem que sejam. Faltando vinte dias para as eleições, quem era passou a não ser. Acertaram com Dudy que desejava ser e desembarcou em São Paulo sendo para retornar deixando de ser por não rezar o ABC da cartilha que trazia a impossível lição “o PT na prefeitura de Ipirá.” Faltavam votos e dinheiro.

A busca da vitória traz a ansiedade que não deixa pensar bem pensado e vira burrice. Empurraram uma candidata que não queria ser e foi. O Blog dizendo: “cuida da medicina que eu cuido da administração.” O Facebook rebatendo: “acorda, Agildo.” Meia palavra basta para bom entendedor. Boca de urna com duzentos mil reais emprestados ou ofertados para a campanha, belo presente dos amigos, assegura a votação nem que seja na marra. Grupo Macacada votando sem pensar e fazendo prefeita sem querer ser.

14.891 votos para um mandato de 15 dias. Uma quinzena extremamente estressante com os macacos aloprados na cola; atanazada no juízo pelos macacos viciados; perturbada pela macacada mal intencionada; sofrendo achaque de malfeitores macacos; chantageada por macacos; coagida pela intendência diomarista; assombrada com o que viu e aterrorizada pela assombração do diomarismo. Essa macacada faz muita lambança. Não tem quem agüente. É alta pressão para pressão alta, a medição vai de 50 por 30 com exagero e tudo. Outdoor estampado “ 14.891 votos para renovação da política de Ipirá”. PT na prefeitura de Ipirá.

O ex-prefeito Diomário, no seu interesse, articula bem. O líder dos macacos, no interesse do grupo, articula pessimamente mal. É boca aberta, não sabe onde pisa, não tem firmeza, não sabe saber, mas é líder, fazer o quê? Líder de grupo que pensa pouco em grupo e lança candidata que pensa menos ainda em grupo, desiste no meio da empreitada, mas tem liderados, fazer o quê? Diomário deu um nó tático na liderança da macacada. A liderança da macacada deu um chega prá lá nos liderados, mas ainda quer ser líder, fazer o quê? Os interesses pessoais são mais poderosos que os interesses grupais, fazer o quê?

Na contabilidade é que os interesses pessoais se agigantam, crescem bem mais, muito mais, do que os interesses grupais. O salário de um trabalhador da medicina está na casa dos trinta para cada um; o gestor em torno dos dezesseis para um só. Os interesses pessoais são mais poderosos que os interesses grupais, pelo menos na contabilidade. Na matemática não tem comparação.

Na vida existem circunstâncias em que é muito difícil fazer uma escolha. Vacilo foi de quem colocou uma candidata que não pediu para ser, não queria ser e nunca quis ser. Correram o risco. A ex-prefeita Ana Verena foi uma pessoa determinada e de caráter. É preciso ter coragem para ter caráter. Não aceitou ser uma “Maria vai com as outras”; uma marionete nas mãos de quem quer que seja; não aceitou ser manipulada pelo grupismo que assola e atola Ipirá; não acatou os “arranjos descarados” do afastamento em série. Foi justa na ação e dúbia na mensagem. Não quis dizer o que não pode ser dito, fazer o que? Assim caminha a humanidade no planeta dos macacos: um dia macaco, logo passa a ser otaripano, depois vira petista, passando a ser gente. Deixar de macaquice. Deixar de ser massa de manobra e ser cidadão livre e com direitos. Eis uma lição para quem gosta e não tem medo de aprender.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

QUEM VAI RENUNCIAR PRIMEIRO?


Dizia o poeta: “Triste Bahia! Oh quão dessemelhante.”
Nasci nesta cidade de Ipirá e não quero fazer essa paródia com a minha cidade, com a nossa cidade: “Triste Ipirá! Deveras é semelhante.”
Não quero e não devo, por isso faço esse manifesto, não sei se de alerta ou de desabafo.

O papa Bento XVI renunciará no dia 28 de fevereiro. O papa está sendo coerente,  justo e magnânimo na medida em que, percebendo que o corpo não permite ir além de seu próprio limite vai abdicar, assim sendo, expõe o seu apreço pela Igreja Católica, da qual é o sumo sacerdote.

Em Ipirá, (16/02/13) a situação está nebulosa. É engraçado observar como “os macacos” estão confusos e têm pouco a dizer sobre o que está acontecendo. O edifício de suas crenças desabou. Suas referências não mais servem, frente à força dos fatos. Alguns, mais espertos, estão calados esperando o furacão parar de soprar. Outros, menos precavidos, enchem os ouvidos das conversações que dispõem, com um monte de bobagens. Poucos sabem o que está por acontecer.

Ipirá espera da prefeita Ana Verena uma atitude coerente. Não é fácil tomá-la. Às vezes é mais difícil do que se imagina. A comunidade ipiraense espera uma atitude sensata. Longe de ser a conduta melindrosa de uma adolescente pirracenta querendo impor o impossível por mero capricho, ou a ação impulsiva de uma criança birrenta que quer por que quer que as coisas aconteçam no seu querer. Não é por aí. Prefeita, Ana Verena! Ipirá quer bom senso e respeito; só isso, respeito e bom senso.

Todo ipiraense sabe as dificuldades em que vive o município. O município de Ipirá estava sendo castigado e derrubado por uma seca prolongada e inclemente. As chuvas vieram no início de novembro, amenizou a questão da água; em janeiro, choveu em algumas regiões, em outras não, o fato é que nos deparamos cotidianamente e rotineiramente com a estiagem ou com suas graves conseqüências que colocam o nosso município em xeque-mate, ou na berlinda, ou no corredor da morte, como queiram.

A verdade é que a economia rural de Ipirá está estagnada. Tem que acontecer uma atitude séria para se combater e se reverter essa situação lastimável. Isso é vital. Ipirá, como um todo, é dependente inevitável dessa economia rural. Onde está o poder público municipal? Não está no seu devido lugar. Está vivenciando uma crise de identidade e de governabilidade. Prefeita, Ana Verena! Tem questões prementes no município que exigem uma ação imediata e grandiosa de seus administradores e a bola não pode estar dividida. Não brinquem com Ipirá.

Ipirá tem problemas sociais graves. As questões de saúde pública e educação são problemas mal resolvidos em nosso município. Não minimizem Ipirá e suas necessidades. Não tratem Ipirá de forma irresponsável. Ipirá precisa de administradores que trabalhem em tempo integral; que sejam incansáveis vigilantes; que sejam íntegros nos seus afazeres constantes e diuturnos para destravar e conseguir dar passos para o desenvolvimento. Chega de quem não tem apreço pelo trabalho. Chega de quem não gosta e não quer se doar pelo município. A ação do Servidor Público no.1 tem que ter ressonância com as necessidades e com os interesses do município, caso contrário o óbvio torna-se contraditório.

Dizer que não existe uma crise de governabilidade para o “benefício de Ipirá” é querer tapar o céu com uma peneira. O administrador tem que ter vontade e dispor-se de corpo e alma para administrar Ipirá. Essa tarefa exige o tempo precioso do administrador. Ipirá não é um bode expiatório para servir de brincadeira para incautos.

Governar em benefício de grupo não é muita coisa, é simplesmente governar em benefício de grupo e isso não apaga os problemas corriqueiros que espremem e agridem Ipirá. Isso urge solução e a solução não virá sem a temperança, sem o denodo, sem a insistência, sem a boa vontade de quem se propõe a governar este município. O governo do município tem que ter a responsabilidade necessária e requerida para que se resolva e se solucione as demandas complicadas e complexas que ocorrem no dia-a-dia de um município do porte de Ipirá.

Não é fácil romper com o que está posto. Não é fácil sair da estrada costumeira, mesmo estando infectada. Não é fácil arredar-se do grupismo espúrio que está impregnado em nossa cidade, isso é pior do que o vício do crack. Não é fácil desgrudar-se da tramóia sórdida imposta. Não é fácil separar o joio do trigo no vigor do lamaçal. Sem o alerta, sem a vigilância necessária e precisa, quando menos se espera, está-se enroscado na engrenagem de um jogo politiqueiro sujo e indecente. Isso brilha como falsa realidade. Brilha e impregna. Impregna e suja. Suja a decência e a dignidade.

Quando o Servidor Público no. 1 menos espera, ele encontra-se atolado em um estado de sujeição; preso nas entranhas de pequenas máfias, talvez, de médios mafiosos que bradam que a coisa pública é “ COSA NOSTRA” e, às vezes, quem teve uma orientação ética precisa e sólida ao ver-se imiscuída nessas entranhas sente a náusea mortificante e o pudor vivificante. A vida é coragem e mudança. É necessário que existam pessoas diferentes. Diferentes e que tenham coragem e queiram as mudanças. Ipirá quer mudança e renovação. O Servidor Público no.1, seja quem for, não pode ser refém dos chantagistas que se proliferam nos grupos (jacu / macaco), nem dessa máfia que se incorpora no grupismo (jacu /macaco), que se formou e se consolidou em Ipirá e querem solapar os recursos públicos. È preciso dizer NÃO para os salteadores e SIM para o povo trabalhador de Ipirá.

Esse pequeno manifesto é um simples gesto pessoal, de uma pessoa que nasceu e gosta de sua terra, além disso, quer vê-la plena em desenvolvimento humano, no patamar de uma democracia política, também econômica e, mais do que nunca, social. Não quero e não devo cantar: “Triste Ipirá! O quanto é semelhante.” Não sei se você concorda com isso?