sábado, 1 de março de 2014

CARNAVAL EM IPIRÁ.

Quem é o prefeito de Ipirá? Ademildo Almeida. Quem seria o melhor Rei Momo para Ipirá? O ex-prefeito Diomário Sá, por ser tarimbado e grande conhecedor da folia.

É carnaval, cidade! Na Câmara de Vereadores temos dois blocos: o da jacuzada e o da macacada. O prefeito não se encontra muito à vontade com o bloco de vereadores da macacada, que sempre tem alguém querendo pular de galho, inclusive cinco deles já subiram nas Torres F, o que não agradou em nada ao bloco do Afonso. Problema em bloco é barril.

O prefeito entregou a chave da cidade ao Rei Momo, que governará no período momesco. A primeira providência foi procurar o bloco do Rui Afonso para derrubar as Torres F e parece que conseguiu. Sendo verdade! Vai ter vereador caindo das Torres F igual a umbu maduro no tempo da safra, caindo sem máscara e abadá, aí vão ter que entrar no bloco do Afonso, senão ficarão fora da folia.

Resolvida essa pendenga, o Rei Momo tomou outras providências momescas: puxou o líder do governo na Câmara para a Secretaria de Infraestrutura; abriu uma vaga para a primeira suplente fazendo com que o segundo suplente passe a ser primeiro, assim abre espaço para que se tire do bloco dos vereadores macacos aquele que cria problema e chateia o prefeito. Tirar como? Fazendo feitiço e acendendo vela no pé do caboclo, para que o sujeito tome uma topada e caia fora. Um Rei Momo tudo consegue. Rei é rei até no baralho embaralhado.

O bloco que ficou de fora do carnaval foi o da Praça Santana. Um vereador do bloco macaco falou que a Praça Santana foi o único lugar que eles acharam para instalar a Agência do INSS. Eu considero esse argumento pífio e engana-tolo, pois essa doação trata-se de crime de prevaricação, cometido por prefeito que indevidamente deu, de mão-beijada, uma área de uma praça pública para o INSS grilar, porque pensou que era o dono da cidade. Depois vem o outro prefeito e aumenta a doação. Eu nunca vi tanto sujeito bom; com o que não é dele! Vá ser bom assim lá no inferno!

Uma coisa é certa: vão construir um monstrengo no meio da Praça Santana, com carnaval ou sem carnaval. Pode custar dois ou dez milhões, representa a modificação da estrutura e a transformação da praça em estacionamento e quatro ruas. O vereador disse: “Ah! O prefeito falou com representante dos moradores!” Que papinho mais furado. O que está prevalecendo é o poder plenipotenciário dos prefeitos das oligarquias jacu e macaco e do prefeito atual que faz questão de não rezar em outra cartilha.

Para ser democrático e honesto com a população da cidade e com os moradores daquela praça, o mais justo seria buscar o parecer de um urbanista idôneo, porque afinal de conta, fazem mais de 30 anos que ocorreu essa doação e a realidade é absolutamente outra, principalmente na questão do trânsito, tráfego, mobilidade urbana, adequação dos equipamentos públicos, etc. Se fizerem uma coisa “à migué” entorta tudo.

Outra coisa respeitosa para com o bloco dos moradores da praça seria fazer uma Audiência Pública, com o acolhimento de votos de todos os maiores de 16 anos e residentes da praça, para termos a decisão popular, que é mais justa e digna do que a de um prefeito concentrador de poder achando que é o “Salvador da Pátria.” Esse tipo de administrador erra e não é pouco. Veja o exemplo do ex-prefeito Diomário, que pegou aquela área entre a fábrica Paquetá e o posto August’os e construiu casas populares. Um grande equívoco, uma cagada elevada a enésima potência. Prejudicou imensamente Ipirá.

Arrombou Ipirá! Como? Não ouviu ninguém, fez como manda o poder centralizado em um só desejo e transformou em moradia o melhor local para ser implantado e impulsionado o pólo coureiro no município de Ipirá, com a fábrica de calçados e a concentração de toda a produção de carteira naquela área. Seria uma área altamente estratégica. Mas, não! Tome-lhe casas populares, que poderiam ser implementadas em outra área, que é o que tem de sobra em Ipirá.

O ex-prefeito Diomário foi um agente do atraso em Ipirá. Oito anos de uma administração que não deixou nada de significativo na demarcação da estruturação para o desenvolvimento e progresso real do município, visando, principalmente, o aspecto da geração de renda e trabalho efetivo. Foi um provedor do programa de casas populares com trabalho temporário. Ipirá manteve-se como um município receptador de benefícios e do assistencialismo.

Faltou e falta em Ipirá, investimentos públicos em ações que se desdobrem em criação de riqueza. O município que desleixa da produção e supervaloriza o assistencialismo não tem futuro, isso não vale só para chineses, vale para aqui também. Em uma sociedade complicada como a de Ipirá, a pessoa beneficiada com casa popular e sem trabalho é um problema sério, não só no carnaval.

Já deu, não tem jeito e, também, não tem outro lugar. Essa idéia tão estúpida quanto a doação que tem 30 anos e não consegue ser transparente em uma nova realidade. Observem bem. Duas mudanças que pareceram exóticas na sua época, hoje estão gozando de uma aceitação plena. O famoso campo de futebol, conhecido como Campo do Garrancho, onde hoje é o CETEP, foi transferido para o Estádio que hoje, fica lá na Várzea. Na época, foi um assombro: “como é que se constrói um campo na casa do chapéu?” Hoje, é outra realidade.

Outra mudança, também contestada, foi a da sede da prefeitura para o pasto de Aristóteles. Parecia que o mundo ia acabar. “O prefeito tá doido!” Não é nada não, hoje o prefeito atual deve respirar aliviado, só de imaginar onde iria colocar a maior frota de tratores e máquinas já vista no município. É assim prefeito! É necessário que se pense no futuro próximo. Construir uma praça para o INSS poderá ser mais eficaz para o desenvolvimento e o progresso do que construir o INSS na praça. E isso não é preciso rei momo para orientar e resolver a pendenga.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Aldous Leonard Huxley (5)


Nascimento – 26 de julho de 1894
                          Godalming – Surrey - Inglaterra
Morte – 22 de novembro de 1963 (69 anos)
                    Los Angeles
Nacionalidade - Britânico
Ocupação -  Escritor e filósofo
Gênero Literário – Ficção científica
Obra-prima – Admirável Mundo Novo

Contraponto (Point Counter Point) (é a obra de nossa referência). Esta postagem não é uma crítica literária, nem de longe pensar nisso, mas um relato sobre aspectos que me chamam atenção na boa literatura.
Acompanhe  o extraordinário diálogo entre Lucy e Walter:

- Romântico, romântico! – escarneou ela. – Tens uma maneira tão absurdamente antiquada de pensar nas coisas. Matar e tripudiar sobre cadáveres e amar e o mais que segue. É ridículo. Por que não andas logo de fraque e plastrão?... Procura ser um pouco mais moderno.

- Prefiro ser humano.

- Viver modernamente é viver rapidamente – continuou ela. – Não podes carregar contigo um vagão cheio de idéias e romantismo nestes tempos. Quando viajamos de avião, devemos deixar para trás as bagagens pesadas. A velha alma de antanho sentava muito bem quando se vivia vagarosamente. Mas é pesada demais para os nossos dias. Não há lugar para ela no avião...

- Nem mesmo para um coração?   – perguntou Walter  – não me preocupa muito a alma –Já uma vez se preocupara com ela. Mas agora que a sua vida não consistia em ler filósofos, ele estava um pouco menos interessado nela. – mas o coração – ajuntou -, o coração...

Lucy sacudiu a cabeça.
- Talvez seja uma pena – concedeu ela – mas tudo tem o seu preço. Se gostamos da velocidade, se queremos ganhar terreno, não podemos levar bagagem. Trata-se de saber o que queremos, e de estarmos prontos a pagar o preço devido. Eu sei exatamente o que quero; assim, sacrifico a bagagem. Se te agrada viajar num caminhão de mudança, viaja. Mas não esperes que eu te acompanhe, ó meu suavíssimo Walter. Não esperes que eu leve o teu piano de cauda no meu monoplano de dois lugares. (pág. 210)

Fantástico esse diálogo entre essa personagem forte e determinada  que é Lucy e seu amante Walter, que está amarrado ao romantismo. Um diálogo elaborado na década de 20 do século passado, mas que manifesta de forma aguda e precisa, pela sua semelhança, o espírito de vida da atualidade, quando ressalta de forma impressionante o viver humano rápido, passageiro, momentâneo, frenético e descartável, dentro de um paradigma de angústia e ansiedade, mas sem o tormento do pecado.

Lucy exprime um estilo de vida com convicção, domínio, de quem faz o que quer e como quer, com liberdade plena e consciente, dentro das condições e possibilidades  que lhe são oferecidas, sempre com um passo adiante e tendo na sua individualidade o bem supremo, a finalidade e o fundamento da sua vida moral. Distanciou-se da tradição. Não tem tempo a perder, nem pode perder tempo, a vida transformou-se no existencialismo imediatista, no aqui agora, no explicitar o conteúdo e as características da plena fruição.

A personagem Lucy formalizou a plenitude desse utilitarismo do prazer individual por meio de sua extensão e compreensão impecável. Em poucas palavras sistematizou com profundidade um estilo de vida que a nova geração pratica, na maioria das vezes, sem dá conta e sem fazer a menor reflexão. O autor conseguiu captar esse sentimento em profundidade, daí a sua grandiosidade.

Seu nome: Aldous Huxley.
Fontes: Os Imortais da Literatura Universal / Wikipédia.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

MEGALOMANIANSIEDADE.


Uma megalomaniansiedade. O prefeito Ademildo apresenta a construção de um prédio do INSS, no centro da Praça Santana, como uma grande conquista e grandioso troféu. Aos seus olhos. Enche a boca e diz: “uma obra de quase dois milhões de reais.” Ainda ratifica: “vai valorizar toda a área.” De conversa mole e boas intenções o inferno está abarrotado de gente.

Quanto o “pobre” INSS pagou pelo terreno? Nada vezes nada. Como foi que o “paupérrimo” INSS conseguiu esse terreno? Na moita, grilando terra! Na época, o prefeito Roberto Cintra, na sua soberba truculência de dono do mundo, fez a doação. Deu uma praça pública ao “pobretão” INSS! Prevaricou com o bem público.

O ex-prefeito Diomário não deixou por menos, deu mais um bom pedaço de chão da praça ao “lascado” INSS. Coitadinho! O bichinho tá com a cuia na mão. Deu o que não era seu. Deu o que pertence ao povo, sem a menor consulta popular e não ficou com a menor vergonha na cara. Prevaricou mais ainda e deixou claro que a opinião pública não tem nenhuma serventia para os detentores do temporário poder municipal. Os administradores lacaios das oligarquias jacus e macacos agem olhando para o próprio umbigo, a opinião do povo é considerada banana podre, sem a mínima importância. Essa gente tem muita coisa vergonhosa no lombo

Do prefeito Ademildo esperava-se que não seguisse essa trilha. Isso com base no seu passado de vereador que fazia muita zoada, mas é justamente o prefeito que vai cavar a fundação em meio à sua própria contradição, quando argumenta que: “vai demolir a antiga Casa de Passagem para abrir a avenida, dando às pessoas uma dimensão de alcance muito grande de cidadania.” É certo, construir visibilidade e humanizar aquela artéria pública.” Corretíssimo.

Mas se contradiz ao construir um prédio do INSS no meio da Praça Santana, demolindo, justamente, a visibilidade e a humanização do espaço público; mas se contradiz veementemente quando reconhece a importância e o valor das praças nos povoados, que funciona como uma verdadeira identidade para a identificação humana das pessoas; interessante,  não observa o mesmo sentimento na comunidade que mora na Praça Santana, na sede do município. Sinceramente, não dá para entender e muito menos compreender essa filosofia.

Cria uma contradição quando diz que aquela área vai ficar valorizada. Parece verdade. Um grandioso prédio em meio a casebres simples. É uma praça popular e as pessoas não possuem meios para construírem mansões na área. Imagine, o que poderá acontecer? Se valorizar, vai acontecer um expurgo das pessoas simples. O valor de compra de uma casa simples é baixo, a valorização vem depois do expurgo.

O prefeito atual envereda na trilha do modelo administrativo do jacu e macaco. Um pecado original e uma decepção para quem esperava diferente. O prefeito acata de forma submissa a doação indecente da praça por jacu e macaco.

Não é que agora o prefeito Ademildo quer ressuscitar a gincana e a micareta, ambas ações da jacuzada, ambas fracassadas, ambas carregando o estigma de uma coisa supérflua e distante das verdadeiras necessidades do município de Ipirá. Significam coisas para encher lingüiça, botá dinheiro no bolso de alguém e mais um dia de feriado para fechar o comércio local. Uma imitação barata da  gestão da jacuzada! Quando menos se esperar vem a arrogância e a prepotência. Querer imitar a jacuzada em tudo cai mal.

Prefeito! Procure fazer uma coisa original, quem sabe um festival de cultura; tente viabilizar um projeto de um carnaval para Ipirá. Uma coisa diferente que se distinga dessa coisa manjada que é a gestão jacu e macaco. Não é nada não! Faça o que diz o seu slogan de governo: “TRANSPARÊNCIA E PARTICIPAÇÃO,” ou seja, cadastre todos os moradores da Praça Santana, acima de 16 anos, convoque uma Audiência Pública e faça uma votação com a comunidade local para saber se os moradores aceitam ou não a construção do prédio tomando a praça. Transparência e participação popular, prefeito!

De qualquer forma, vai ficar um carimbo na sua gestão, talvez a do administrador que teve o mérito de destruir a Praça Santana. Se o prefeito não achar louvável esse título, vai ter que se blindar com a prepotência e a arrogância do outro lá e nesse caso alguém poderá dizer: “é uma gestão xérox de Roberto Cintra, cagada e cuspida!” Lastimável.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Aldous Leonard Huxley (4)


Nascimento – 26 de julho de 1894
                          Godalming – Surrey - Inglaterra
Morte – 22 de novembro de 1963 (69 anos)
                    Los Angeles
Nacionalidade - Britânico
Ocupação -  Escritor e filósofo
Gênero Literário – Ficção científica
Obra-prima – Admirável Mundo Novo

Contraponto (Point Counter Point) (é a obra de nossa referência). Esta postagem não é uma crítica literária, nem de longe pensar nisso, mas um relato sobre aspectos que me chamam atenção na boa literatura.

Para você ter uma idéia da potencialidade desse escritor basta relembrarmos o que escreveu um jornal italiano: “Huxley foi um dos homens mais livres do mundo.” Isso não foi escrito à-toa, tem um significado que deixa forte impressão pela força da expressão de seus personagens.

Contraponto não é aquele livro certinho, com um enredo de início, meio e fim, conduzido por uma trama específica, não é; em grande parte consiste em profundas análises de diferentes personalidades humanas.

Tem um personagem em Contraponto, Walter Bidlake, que é de uma grandeza excepcional, no que se refere ao seu desejo veemente e impaciente, sempre caracterizado pela expectativa de algo que se revela indeterminado e impreciso.Veja o que o personagem diz sobre o ser humano:

“Algo que tinha sido uma célula única, virou um grupo de células, ou seja, um saquinho de tecidos, uma espécie de verme parasita, que agitava-se-lhe no ventre e, o que tinha sido uma ampola gelatinosa dentro do seu corpo, uma massa minúscula de matéria, se converteria num corpo humano, num humano espírito”.

“Um dia viria a ser um homem, um homem adulto, que sofre e goza, que ama e odeia, que pensa, que recorda, que imagina. Inventaria mais tarde um deus e o adoraria, tendo criado, se transformaria num campo de batalha entre o bem e o mal; haveria de olhar para as estrelas, escutar música e ler poesia.”

Que tal? O que você achou disso? É essa a profundidade do autor.

Seu nome: Aldous Huxley.
Fontes: Os Imortais da Literatura Universal / Wikipédia.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

PARQUE DE VENDAS DE ANIMAIS.


Sou favorável à mudança da feira de animais para o Parque de Exposição de Ipirá. Não tenho vergonha de colocar o que penso a este respeito.

Vou começar com um ponto de vista bem simplificado: Feira de Santana é uma sombra sobre Ipirá, percurso feito em 40 minutos. Poderíamos dizer que quando Feira dá um espirro, Ipirá fica gripada. É bem provável! Ipirá poderia ser um grande bairro de Feira. Quem sabe, se não o é!

Algumas pessoas acham que a Feira atrofia Ipirá. Essa atrofia é no bom sentido; ajuda, cai bem melhor! Ajuda muito na saúde e, mais ainda, na educação superior. Fico pensando: qual é a coisa que Ipirá poderá tomar da Feira, este grande centro comercial, industrial, pólo de mercantilização de saúde e da educação? Justamente, o que Feira faz pouco caso, o Campo do Gado.

O Campo do Gado, sim! A pecuária em Feira não tem o peso que tinha antigamente, é possível um deslocamento da atividade da venda de animais para uma área próxima ao núcleo comercial de Feira. Ipirá poderá ser essa opção. 100 km equivale a 40 minutos. Talvez, seja tudo o que Feira quer e que Ipirá precisa.

Se tivermos de pensar uma Ipirá maior do que os nossos horizontes, temos que ampliá-los. Naquele chiqueiro ordinário, junto ao Centro de Abastecimento, onde são vendidos cabras, ovelhas, porcos, cavalos, etc, de forma precária, estaremos reduzidos e fadados ao tamanho da nossa ineficiência e incapacidade. Temos que fazer com que nos enxerguem.

A economia rural de Ipirá precisa ser reativada de forma concreta e tem dois pontos necessários e imprescindíveis para que isso aconteça: o Matadouro de bovinos e ovinos e o Parque de Vendas de Animais.

O Matadouro tem que funcionar. Que feitiço do cão é esse que não tem quem bote essa joça para funcionar? A melhor localização para um Parque de Vendas de Animais é no Parque de Exposição. Se o projeto for bem feito e bem executado, estaremos alavancando e dando a economia da zona rural uma potencialidade e uma perspectiva diferenciada com uma vitrine útil e imprescindível para a venda de animais.

Quanto aos vendedores de galinhas, saqués, marrecos, perus, gansos, ovos e penachos, eu pelo menos não tenho dúvidas, que eles fiquem onde estão, junto ao Centro de Abastecimento, até que chegue o dia em que eles solicitarão um espaço no Parque de Vendas de Animais e serão bem recebidos.

Ipirá precisa de mais um pólo propulsor de desenvolvimento, que garante fôlego comercial para o produtor rural. O Parque de Vendas de Animais no Parque de Exposição é a melhor opção que temos para a visualização e a prática de vendas de animais da zona rural.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Aldous Leonard Huxley (3)


Nascimento – 26 de julho de 1894
                          Godalming – Surrey - Inglaterra
Morte – 22 de novembro de 1963 (69 anos)
                    Los Angeles
Nacionalidade - Britânico
Ocupação -  Escritor e filósofo
Gênero Literário – Ficção científica
Obra-prima – Admirável Mundo Novo

Contraponto (Point Counter Point) (é a obra de nossa referência). Esta postagem não é uma crítica literária, nem de longe pensar nisso, mas um relato sobre aspectos que me chamam atenção na boa literatura.

“Em 1937, Aldous Huxley mudou-se para Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos. Chegou a Hollywood, onde passou a se dedicar a escrever ensaios e roteiros para cinema.”

Observe a inteligência penetrante desse escritor pela sua capacidade de elaboração e influência. “Aldous Huxley tornou-se um guru para o movimento hippie, com o livro “As Portas da Percepção”, publicado em 1954, que exerceu grande influência sobre a cultura hippie. Foi quando ele passou a interessar-se por filosofias orientais e faz um relato das suas descobertas e experiências com o uso da mescalina, um potente alucinógeno.”

“Ele achava que pelo método empírico de comprovação científica não se tem condições de obter uma resposta para um tipo de problema como: Qual é o sentido da vida?  Qual é o sentido do Universo?   Sobre a existência de Deus. São problemas metafísicos ou religiosos inacessíveis ao entendimento humano.”

“No seu ponto de vista, para responder a esses questionamentos teria que haver um maior desenvolvimento das potencialidades dos processos mentais do indivíduo, seria necessário que se elevasse essa capacidade da mente para se buscar e atingir o ápice da condição humana.” Analise a sagacidade e o propósito dessa indução. Com essa engenhosidade conseguiu produzir uma extensa ascendência sobre muita gente no mundo. Foi um gigante elaborador.

“Como a mente humana aumentaria a sua capacidade? Usando LSD, que seria o catalisador dos processos mentais do indivíduo. A partir daí, ele foi um entusiasta do uso responsável do LSD para chegar-se ao conhecimento que não se pode chegar com o método de comprovação científica.”

Onde isso vai dar? Hoje, temos plena consciência que o mundo naufraga  na tragédia das drogas.

Seu nome: Aldous Huxley.
Fontes: Os Imortais da Literatura Universal / Wikipédia.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

PRECATÓRIOS – uma oficina de irresponsabilidade.


Sexta-feira (07-02-14) sem graça. O prefeito Ademildo Almeida não compareceu ao programa da prefeitura e Marcelo Brandão não deu ‘as caras’ no ‘Conexão’. Ficou sem arranca rabo no ar. Não prestou!

Parece brincadeira, mas não é! O prefeito Ademildo não está economizando a língua no programa da prefeitura de Ipirá. Lasca o xis. Ele se queixa, e com boa queixa, que vai ter que se espremer mais do que periquito guerre-guerre para fugir do esparro deixado pelos ex-prefeitos do jacu e do macaco. É verdade! Isso nem a Polícia Federal consegue destrambelhar o nó.

Eu tenho pra mim, que esse prefeito ta enfiado num espeto daqueles que assa galinha na televisão de cachorro. Administrar com macaco não deve ser nada fácil. Macaco é bicho espertalhão e perigoso, bota qualquer um no inferno zodiacal. Senão, vejamos.

Ele levantou uma questão que o preocupa muito, dizendo ele, é o problema dos precatórios. A Prefeitura Municipal de Ipirá tem que pagar mais de dois milhões de precatórios do tempo do ex-prefeito Luiz Carlos. Êta, lasqueira!

Você sabe o que são precatórios? É uma grana preta que a prefeitura tem que pagar a quem não trabalhou. A quem não trabalhou? Como assim? Por ordem da Justiça. Está na lei.

Em Ipirá, essas oligarquias do jacu e do macaco brincam com a cara do povo. É assim: o ex-prefeito Amenar fez um concurso público; seu sucessor Antônio diz que o concurso foi irregular e faz outro; o sucessor Luiz disse que esse concurso era fajuto e demite os que passaram e faz outro; seu sucessor Diomário diz que esse concurso é ilegal, faz outro e assim a fila anda. Os demitidos acionaram a Justiça. Hoje, o casqueiro é de dois milhões e meio.

O prefeito Ademildo disse que chegou a esse valor porque o prefeito Luiz deixou correr à revelia. Quem era o advogado da prefeitura? Será que foi Diomário? Diomário era da curriola da jacuzada, sempre foi carne e unha com os jacus. O prefeito Ademildo sabe, mas não quis dizer, ou não lhe interessa dizer. Tudo em Ipirá é encoberto dentro da conveniência das oligarquias locais.

O jogo é de empurra. É comum os prefeitos demitirem funcionários da prefeitura. Demitir e passar o calote. É comum atacarem o concurso do antecessor e fazerem outro, bem duvidoso. O ex-prefeito Diomário contratou a rodo para garantir a eleição. A bagaceira estourou nas mãos do atual prefeito.

O prefeito Ademildo herdou do antecessor Diomário uma folha de pessoal abarrotada e bem além do índice. Foi obrigado a demitir meio mundo e cortou vantagens do pessoal da educação para pagar a conta. É sempre o pessoal da educação que geme no relho. Por que o funcionário tem que pagar a desgraceira feita por jacu e macaco? O prefeito Ademildo demitiu uma funcionária com doze anos de serviço. Quando essa funcionário entrar na justiça, nasce o precatório. É assim que nasce o dito-cujo que vai estourar lá na frente.

Do ex-prefeito Luiz, o prefeito atual herdou os precatórios dois e meio. Qual foi o caso mais escandaloso de precatório que já ocorreu em Ipirá? Foi quando o ex-prefeito Roberto Cintra assumiu em 1982 e demitiu um médico por puro capricho, sem nenhuma razão para tal.

O médico ficou sem trabalhar e entrou na justiça. O tempo passou, o médico morreu num acidente. A Justiça deu-lhe ganho de causa e ficou para a família. Na época um milhão e meio, hoje o equivalente a uns dez milhões de reais. Não havia necessidade da demissão. Foi simplesmente uma questão de vaidade, de capricho, que custou caro ao município de Ipirá. É assim que esses governantes do jacu e macaco corroem o município: com presunção e extrema irresponsabilidade.

Se o médico tivesse ficado no trabalho e executado suas atribuições funcionais não teria acontecido os precatórios. Ele teria trabalhado e ganho seus salários normalmente. Não é verdade, prefeito Ademildo? Precatório é um crime contra o município de Ipirá. O prefeito atual vai deixar quantos?