domingo, 4 de março de 2018

OS SETE PECADOS CAPITAIS DO PREFEITO MARCELO BRANDÃO


O pecado no. 1. é a situação das finanças públicas na prefeitura de Ipirá, que começa a dar sinais de debilidade, de falta de controle e poderá provocar uma degringolada sem precedentes. Ainda não passou o calote, mas que o dito calote já está no prego, não duvide. Tem funcionários contratados sem ver a cor do salário; tem fornecedor vivendo de promessa e, o pior, tem dívida de um mil reais contratada para publicidade que não foi paga ainda, parece que isso aí foi contraída com a intenção de passar o calote. Que é isso prefeito, tome jeito homem! No dia em que o  prefeito não pagar o salário dos funcionários em dia, significará que a administração está com a corda no pescoço e já foi. Isso não é praga, simplesmente é a realidade.

O pecado no. 2 está no fato da gestão do prefeito Marcelo Brandão ser uma administração engessada e, o pior, isolada. Não conta com o apoio dos governos estadual e federal; não consegue um pirulito para Ipirá; não traz uma merreca de verba, aí fica querendo que a população de Ipirá pague o pato e a conta, querendo uma reforma tributária que significará enfiar uma peixeira na população para ver entrar até o cabo. Prefeito, Marcelo Brandão cuidado com a gula com o dinheiro público! Se tem crise para a prefeitura que vive de repasse, imagine para a população que tem que espremer o gato para sobreviver. Tenha dó prefeito, o povo também ta na requenguela!

O pecado no. 3 está no fato do prefeito Marcelo Brandão só olhar para seu próprio umbigo. A população clama para que ele resolva o problema do Mercado de Arte e a juventude suplica para que ele solucione a questão da reforma da Casa do Estudante de Ipirá em Salvador e o prefeito fica dando uma de João Sem Braço, sem saber o que dizer e o que fazer. Parece que ele não compreende a importância e a relevância dessas duas instituições para a população de Ipirá. Prefeito Marcelo Brandão, a Casa do Estudante e o Mercado de Arte são reivindicações populares e atende aos interesses do povo! Entenda isso, homem de Deus.

O pecado no. 4 é perigoso. O prefeito Marcelo Brandão é um homem preparado, ilustrado, um bon vivant, que olha de bom olhado para os seus, que não carrega raiva de ninguém, mas o mesmo não está acontecendo com o seu grupo político; a ira que ele desperta em quem votou nele é coisa de louco, tem gente aí que não tomou um frasco de chumbinho porque tem um desejo de vingança marcado para 2020. Prefeito, Marcelo Brandão! Do jeito que as coisas andam, V. Exa. vai enterrar o seu grupo, ao tempo que será estrangulado pela mesma mão que te abanou e tu abandonastes.

O pecado no. 5 é fatal. O prefeito quer porque quer transformar Ipirá em um pólo turístico. Oh, inocente! Vai morrer catando cavaco e não vai conseguir. Ele leva em si um conceito muito fechado e grandioso de festa como categoria totalizante: a maior micareta de todos os temposé bem verdade, o poder público local chimbou legal e Bell pouco se incomodou com isso. O prefeito está preso em suas próprias convicções. O essencial é compreender que o  município de Ipirá precisa superar seu próprio momento, prefeito!

Pecado no. 6.  Eu tenho a impressão que o prefeito Marcelo Brandão é uma grande vítima da soberba, porque o homem ignora todas as reivindicações do povo de Ipirá. O povo pede o mercado, ele quer fazer a praça do mercado; a juventude quer a casa dos estudantes, ele fica de birra, brincadeirinha e nada; não conversa com a comunidade e quer fazer estacionamento de carro na frente da Igreja Matriz. Da a impressão que o prefeito é muito vaidoso, sem ao menos perceber que a vaidade pode levá-lo a achar que é um prefeito de verdade e o maior de todos os tempos, mesmo sem ter realizado nada.

O pecado no. 7 é barril. O prefeito Marcelo Brandão cometeu o pior pecado que um gestor pode  realizar, que é o de subtrair direitos adquiridos e consagrados pela Lei aos trabalhadores. Passou a marreta na periculosidade e insalubridade dos  funcionários públicos, talvez pensando que fossem mordomias. Tá pensando errado, prefeito! Mordomia é só para os de casa.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

A MENSAGEM DO PREFEITO MARCELO BRANDÃO


A mensagem do prefeito Marcelo Brandão na abertura dos trabalhos legislativos foi emblemática, sui generis, retumbante, bombástica; vai das nuvens ao chão e não chegou ao céu da boca, nem caiu na boca do inferno, mas é merecedor de um troféu ‘bola murcha’.

Ele disse que “se fosse fazer um balanço, uma prestação de contas à população” ele demoraria... horas, semanas, meses falando. Não! O prefeito MB é um brincalhão. Falando o que? Nesse primeiro ano de governo o que foi realizado pela administração em obras e em qualidade dos serviços públicos ao povo de Ipirá foi um quase nada, muito pouco em relação ao que Ipirá necessita, precisa, merece e clama.

O prefeito Marcelo Brandão não tem o que apresentar; está, simplesmente, jogando um jogo que só ele vê; jogando para o crescimento da torcida adversária. A administração de Marcelo Brandão carece de obra. Escamoteia a situação, apresenta uma retórica vazia para ver se cola.  O prefeito está espremendo um limão para fazer uma jarra de laranjada e quer que a população engula esse bagunço de jaca.

O prefeito citou a “Educação como uma área de avanços excepcionais, que em 20 anos foi a sua administração que mais valorizou a Educação do município, com o enquadramento de professores e merenda escolar.” Ticurupaco, prefeito! Sem exagero, prefeito!

Lembrei-me do ex-prefeito Antônio Colonnezi (do macaco) estava com uma vontade enorme para mostrar serviço e fez uma escola. Fantástico. O ex-prefeito Luís Carlos (do jacu) querendo mostrar mais serviço do que a gestão anterior mandou reformar a escola. Ato extraordinário. Existia um porém: a escola foi feita no município de Rafael Jambeiro e o outro achou pouco, reformou-a. Que comédia, para não dizer uma baita tragédia.

Agora, vem o prefeito Marcelo Brandão (do jacu) dizer que está fazendo um trabalho excepcional na Educação, mandou pintar todos os prédios escolares. Simplesmente fantástico e extraordinário. Existe um porém. Na hora de colocar a foto da pintura, colocaram um pulo do gato, mostraram uma foto de uma sala de aula do município de Eunápolis. 

Vê se pode? Dizem que se trata de marketing. Não, isso representa um grande blefe. Não tem o que apresentar, blefa para enganar a população, criando uma ilusão virtual para o povo de Ipirá engolir um caroço de angu pensando que é obra bonita e excepcional da administração. Aquela sala de aula não fica em Ipirá.

Mas, também, esse pronunciamento do prefeito MB faz com que o prefeito mereça um troféu ‘bola cheia’ por várias colocações ao dizer: “não sou prefeito de um grupo político, sou prefeito da cidade, da população, do município de Ipirá.” A política de grupo botou Ipirá no buraco, trata-se de quadrilhas infiltradas nos grupos para usurpar o dinheiro público. Quem governar essa terra tem que governar para o povo de Ipirá, principalmente para combater todos os gargalos do atraso, que impedem o seu desenvolvimento econômico e social.

O prefeito MB é merecedor de uma 'bola cheia' ao reconhecer que: “em Ipirá, problemas existem e são sérias as dificuldades.” O administrador não pode fugir e escamotear a realidade. Ipirá não conta com o apoio das esferas governamentais estadual e federal. Ipirá está entregue ao ânimo, esforço e empreendimento de sua gente.

O prefeito merece uma 'bola cheia' ao vislumbrar para o município: “ Lutar para encontrar com fé e força um caminho melhor para o futuro de Ipirá, um tratamento melhor para Ipirá.” Essa luta não está na farsa de uma briga entre jacu e macaco, essa força está na abertura efetiva para a participação da comunidade na busca de um caminho melhor.

O prefeito merece uma 'bola cheia' ao valorizar e reconhecer: “ Contando com a imprensa, com a comunidade, fazendo pontuação dos problemas, criticando, apontando os erros e os pontos críticos, mantendo um embate e aplaudindo os avanços.” A aceitação democrática da oposição política, da mídia como um ponto positivo. Eu aponto como ponto que merece solução a Feira de Animais no Parque de Exposição, está entregue às baratas desde o início desta nova gestão, por falta de gerenciamento.

O prefeito é digno de uma 'bola cheia' pelo fato de nesse pronunciamento, não ficar olhando pelo retrovisor, falando das administrações passadas numa choramingueira sem fim; nesse pronunciamento, não se atolou na fanfarronice, no floreamento e na pavonada, dizendo que Ipirá ganhou um progresso astronômico, fantástico, fenomenal no seu governo;

O prefeito é merecedor de uma 'bola cheia' porque não ficou arrotando obra, num falatório vazio e minguado, numa prestação de contas interminável, evitou ficar falando abobrinhas e desfiando um rosário de promessa, num reme-reme interminável, sem apresentar nada significativo e concreto para o município e o povo. Prefeito Marcelo Brandão! V. Exa. é o motorneiro desse bonde.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

OS VAMPIROS DO PODER


Em Parkland, na Flórida, em uma escola, local sereno e profícuo, um jovem, de 19 anos, matou 17 e feriu 14 pessoas, estudantes e professores.
Em Salvador, na Bahia, em pleno carnaval, ambiente de fuzarca e muvuca, com 3 milhões de foliões, uma morte, nas proximidades do circuito, um estudante foi morto ao receber um murro no rosto.
Muito simples, ‘libere geral’ armas brancas e de fogo no Carnaval de Salvador para vermos o bicho pegar. Que o folião possa levar a arma que lhe aprouver, uma faca, um punhal, um revolver, uma metralhadora, uma AR-15 para virar uma carnificina.
O presidente Trump não deixou por menos e argumentou que foi um problema de perturbação mental, não tocou na questão da arma de fogo. É uma questão de saúde mental. Falou ta falado.
Na multidão de três milhões em Salvador, quantos milhares estão no fio, no triz da saúde mental? Quantos estão em perturbação mental potencializada? Quantos estão carregados de raiva, ódio, violência, frustração, recalque e fúria? Uma só morte. Uma morte estúpida, injustificável, animalesca, imbecil e sinistra.
Na escola americana 14 mortos. Um problema de saúde mental numa ‘sociedade perfeitamente sadia’. Trump escamoteia os fatos, só joga dando bicuda na canela e impondo no grito, é autoritário, tem lado, defende interesses e tem compromisso com a forte bancada da bala e a poderosa indústria ‘bélica’ da morte.
Qual é a saúde mental de Trump? É claro que Trump não concorda e não aceita essas chacinas que ocorrem nos Estados Unidos; é absolutamente contrário, mas ele não pode, não deve ficar contra os seus, contra a sua corriola, contra os interesses e as necessidades de super lucro dos senhores da guerra, que armam bandidos até os dentes e estabelecem a insegurança e a violência em vários pontos do planeta.
A bandidagem do Rio de Janeiro tem face, RG, CPF e AR-15. Desfrutava do palácio, esbanjando luxo e riqueza, quebraram um Estado; escorregam pelos labirintos das favelas esbanjando o poder das armas de ponta, acuando e amedrontando a população de um Estado quebrado. Bamboleiam com desenvoltura e graça nos melindres e artimanhas do poder do asfalto. Vagueiam de forma graciosa e desenvoltamente pelos meandros do poder feito a ferro e fogo nos morros. O asfalto é cliente do morro.
O cidadão brasileiro tem uma arma: o voto. O cidadão-trabalhador brasileiro não pode e não deve usar essa arma contra si. Não pode cometer um suicídio contra a sua cidadania. Não pode ser ingênuo e se deixar enganar pelo belo e venenoso palavreado de líderes demagogos.
Os trabalhadores brasileiros não podem ceder aos interesses dos oligopólios, da grande mídia, das corporações e dos ricos. O interesse maior das classes trabalhadoras é garantir a democracia, o respeito à Constituição e a luta por uma visão mais ampla de justiça social, econômica, racial e ambiental.
É preciso que se busque um futuro governo que tenha compromisso e trabalhe para os cidadãos das classes mais baixas. Os nazistas são todos de direita e pregam uma política excludente, agressiva, violenta, simpatizante do ‘prendo e arrebento’, com separação, segregação, ódio e na defesa dos interesses de grandes corporações econômicas. O interesse dos trabalhadores é o dialogo em favor da democracia e de políticas que preguem a união entre nações e os povos.
Em uma escola pública de Ipirá, um aluno paquerou uma colega, não foi correspondido, atirou-lhe um copo de mingau no rosto. Ainda não foi municiado pelos grandes fabricantes de armas de fogo, nem era portador de qualquer arma branca, mas carregava dentro de si uma perturbação mental que a sociedade ainda não aprendeu a lidar e solucionar.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

É DE ROSCA (39)


É DE ROSCA. (39)
Estilo: ficção
Modelo: mexicano
Natureza: novelinha
Fase: Querendo imitar Malhação, que não acaba nunca, sempre criando uma fase nova, agora é a do prefeito Marcelão.
Capítulo 39 (mês de agosto 2017)(atraso de 6 meses) (um por mês)

Antes do CARNAVAL – (reunião no ninho da jacuzada)

O líder: “Você, prefeito Marcelão, não faz nada, não sapeca a marreta do 25 em mais nada, não quer nada, desse jeito você vai acabar com o nosso grupo!”

Prefeito Marcelão: “Ora, ora! Quem tem grupo é Jogo do Bicho, eu tenho é bloco e vou sair por aí, não digam nada, de Trivela ninguém fala nada. Ipirá não tem nada, então vou viajar e não vou dizer o meu destino por causa desse Matadouro de Ipirá não ficar no meu encalço.

No Carnaval em Salvador – Bahia.

Prefeito Marcelão: “Olha, ali, o bloco do governador Rui! Ô Rui, sou eu, o prefeito Marcelão! Não tem nada não! Você não mim deu atenção hoje, amanhã, é você quem vai precisar de mim”

O prefeito Marcelão foi atrás do bloco do prefeito Neto, quando deparou com o mesmo no Campo Grande, foi gritando: “Ô NETO! Sou eu, o prefeito Marcelão! Ah, é assim né! Já vi que você é pipoqueiro.”

O Matadouro de Ipirá chegou ao Campo Grande há tempo de pegar o pripocó: quem tirou as cordas dos blocos, o governador ou o prefeito? Não dormiu com esse barulho e acordou com o ‘Samba para presidente’. Não encontrou o prefeito Marcelão que tinha viajado para o Rio de Janeiro.

O prefeito Marcelão estava na Av. Rio Branco, no bloco Bangalafumenga, foi dizendo: “Eu ia ficar fazendo o que na Bahia? Neto é pipoqueiro; Rui é coisa de meia dúzia; de Salvador para minha micareta vou levar a maior pipoca, o canário e chiclete, é prá grudar a multidão.”

No bloco Bangalafumenga, o cantor perguntava: “Cadê o prefeito Marcelo?” Quando o prefeito Marcelão ouviu isso, deu um pinote e caiu em cima do trio: “Oia eu aqui!” Foi seguro pelo pescoço e uma voz lhe disse: “Não é V. Exa., não, prefeito Marcelão! Ele está procurando é o Trivela que se picou e deixou o Rio pegando fogo e controlado pelo diabo; o Pezão também tirou o time foi para Piraí.”

O prefeito Marcelão olhou e foi argumentando: “Pira aí, uma zorra! Eu não quero pé de chumbo na minha micareta de Ipirá, do carnaval do Rio eu quero aquilo que foi sucesso e audiência na televisão, atenção, meu povo da jacuzada! Vou levar do Rio o bloco Bangalafumenga com um milhão de foliões e o arrastão que dominou os noticiários da mídia.”

O Matadouro de Ipirá soltou o pescoço do prefeito Marcelão e disse-lhe no ouvido para ninguém ouvir: “Aquilo ali é um sanitário químico, quem mija na rua no Rio é multado.”

O prefeito Marcelão foi grosseiro com o Matadouro de Ipirá: “Aqui no Rio todo mundo mija na rua, porque não pode mijar em Ipirá? Fique aqui, não saia daqui, que eu já volto.”

O prefeito pegou um avião e foi parar em Recife e ficou impressionado com o bloco do Galo da Madrugada, com uma lotação completa de dois milhões de foliões. Acertou tudo e disse: ”É prego batido e ponta virada, lá tem um hotel que cabe o galo inteiro.”

Na ladeira de Olinda, o prefeito Marcelão encontrou quem? O Matadouro de Ipirá. Aí o prefeito Marcelão foi soltando a língua: “Eu sou merecedor de um boneco desse, com minha cara, ‘o maior prefeito que Ipirá já teve’; já acertei tudo para a minha micareta, ‘a maior micareta do planeta’ o galo invade a cidade; o canário parte prá cima, ‘é tudo nosso e nada deles’; o arrastão chega chegando e botando pra fulminar e Ipirá vai ficar bangalafumengado.”

O matadouro, sabe nada inocente, perguntou: “E na cidade tem hospedagem prá tanta gente?” e ouviu do prefeito Marcelão: “Eu vou inaugurar um grande hotel em Ipirá, vai ficar na estrada de Baixa Grande, vai ter (conte as estrelas) ***** e vai se chamar Grande Hotel Matadouro de Ipirá”

Depois do carnaval e antes da micareta.

O Matadouro deu um salto, pegou um foguete e foi parar em Ipirá, colocando uma placa na entrada: MATA-SE GALINHA.

Suspense: Veja que situação: A novelinha tá de correria, quer chegar à fevereiro 18 sem nenhum capítulo em atraso. Um matadouro querendo ser obra e um prefeito querendo não ter problema! Onde vai parar uma desgraça dessa?  O que é que eu tenho a ver com o desentendimento do prefeito Marcelão com o matadouro? A novelinha chegou a agosto de 2017 agora e o prefeito Marcelão já está no carnaval 2018, e até agora nada.

O término dessa novelinha acontecerá no dia que acontecer a inauguração desse Matadouro de Ipirá. Inaugurou! Acabou, imediatamente! Agora, o artista é o prefeito Marcelão, que foi grande divulgador da novelinha É de ROSCA pela FM.

Observação: essa novelinha é apenas uma brincadeira literária, que envolve o administrador e o matadouro e, sendo assim, qualquer semelhança é mera coincidência. Eles brincam com o povo e o povo brinca com eles

domingo, 4 de fevereiro de 2018

JÁ DEU O QUE TINHA QUE DÁ!

Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, 

matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o 

mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a 

luz e, conhecendo o nosso medo,...

(Maiakovski / Eduardo Alves da Costa)  


Eles rastejam na sombra das trevas e diante do silêncio adormecido agem sorrateiramente e fazem a melança que lhes convém, dentro do gosto e prazer que lhes apetece.

Não pediram o seu consentimento, nem solicitaram a sua licença e muito menos te pedirão desculpas pela nódoa e pela mancha de substância gordurosa na frente da tua residência ou da tua casa comercial. Isso é habitual em Ipirá.
Corriqueiro em Ipirá tornou-se o domínio administrativo do município por advogados e médicos por quatro décadas, com três exceções. Não tem sido uma experiência promissora para o município. Dividiram-se em dois grupos: ‘jacu e macaco’, alternando-se nesse processo de triturar, moer e apilar essa formação demográfica chamada Ipirá.


Um comparsa do grupo ‘jacu’ para ser agraciado e favorecido pelos patrões oligárquicos implementou a troca do nome da Praça da Bandeira, mesmo sem ser uma necessidade coletiva. Não ouviu a comunidade, cacetou.
Um administrador ‘macaco’ tomou uma atitude pessoal e não escutou a comunidade, assim sendo, da própria cabeça saiu a idéia de trocar uma casa/terreno (casa de passagem) por três metros de terra no fundo. Uma casa por um terreno! Negócio da China. Não ampliou a passagem nas condições necessárias.
Um administrador ‘jacu’ deu metade de uma praça ao falido INSS. A comunidade reclamou e não deram atenção. O outro administrador ‘macaco’ permitiu que construíssem um prédio dizendo que aquilo seria a redenção do local. A praça foi dividida em quatro ruas e a comunidade aguarda a tal da salvação.
A administração do ‘jacu’ está construindo uma lan house com a convicção de que se trata de uma obra suprema para a cidade. A opinião dos moradores não teve a menor importância e valor. Coisa procedente da arrogância de quem ocupa um posto de mandatário, achando-se o salvador da pátria.
A quadra da Barão é uma coisa infame encravada no centro da cidade. Uma quadra descoberta, feia, horrorosa e que se tornou um desserviço à comunidade em todos os sentidos. Os moradores e a comunidade merecem uma obra decente e digna naquele local. Aqui, fica clara, a indiferença e a incapacidade das administrações do jacu/macaco diante dos problemas do município de Ipirá.
Observe, que só toquei nas questões físicas. Afirmando que o problema principal e mais importante é o ser humano que mora nesse ambiente físico, ficamos a lastimar a vergonhosa posição do município de Ipirá: 4683º. entre 5564 municípios brasileiros, nas variáveis Educação, Saúde, Trabalho & Renda avaliados pela FIRJAN.

Resta-nos, contudo, refletir sobre os versos do poeta:

"Nós vos pedimos com insistência:
Nunca digam - Isso é natural
Diante dos acontecimentos de cada dia,
Numa época em que corre o sangue
Em que o arbitrário tem força de lei,
Em que a humanidade se desumaniza
Não digam nunca: Isso é natural
.”


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

QUE DESGRAÇA FOI ESSA?

Bah, perdeu Ipirá! Bah, caiu Ipirá! Nota da CV (Câmara de Vereadores): “...votadas e aprovadas por unanimidade dos edis, emendas que destinariam parte do orçamento municipal para a reforma da Casa dos Estudantes e do Mercado de Artes...”

A administração municipal rebate com uma nota da PM (Prefeitura Municipal):”... e os vereadores que assinam a reportagem que ora contestamos, propuseram emendas que são proibidas pela lei...”

Nota da CV:”... Os valores estabelecidos no orçamento foram de um milhão de reais para a reforma da Casa dos Estudantes e um milhão de reais para a reconstrução do Mercado de Artes. O prefeito fez um veto a Emenda Aditiva Nº 05/2017, foi aos recurso...”

Nota da PM:”... diferente do noticiado, o orçamento citado tanto para a reforma da casa dos estudantes quanto para a reconstrução da praça do mercado das artes está sim garantido para 2018...”

Nota da CV:”... para a surpresa de todos, o prefeito municipal Marcelo Brandão (DEM) sancionou o projeto aprovado com vetos as emendas colocadas pela bancada de oposição...”

Nota da PM:”... o projeto de lei do orçamento para o ano de 2018 que foi encaminhado à Câmara Municipal já continha previsão para tais propósitos. É nesse sentido que justificou-se o veto às emendas contrárias à legislação, conforme mensagem que acompanhou o veto...”

Estão observando o tamanho da encrenca. Quem tem farinha no saco? Quem está com razão? O prefeito ou os vereadores? Continuando com o bafafá.

Nota da PM:”... Dessa forma, estabelecer a priori parâmetros para a fixação de despesas, segundo sua natureza de gasto, individualizando-a de tal forma, deixando a peça orçamentária pulverizada... Por essa razão, propõe-se veto aos dispositivos em questão...”

Nota da CV:”... Estes recursos sairiam da verba destinada ao gabinete do prefeito municipal...”

A minha interpretação é que mexeram num ninho de jacu cheio de marimbondos de fogo.

Nota da PM:”...sem levar em consideração as prioridades a ser atendida, contraria o interesse público, por flexibilizar a alocação dos recursos, dificultando o atendimento das demandas da sociedade...”

Pergunto eu: Casa do Estudante e Mercado de Arte não é interesse publico e uma demanda da sociedade de Ipirá?

Nota da PM:”... só podemos imaginar que a oposição, demonstrando total falta de compromisso com a população e desconhecimento da legislação orçamentária do país, procura criar polêmicas para tentar obscurecer os grandes avanços que vem passando o município de Ipirá com esta gestão...”

Meu espanto:”... grandes avanços que vem passando o município de Ipirá com esta gestão!” Sou obrigado a tomar dois litros de garapa, com litro e meio de cachaça e duas caixas de Rivotril.

Nota da PM:”... Infelizmente, os vereadores que buscaram criar essa polêmica... tentaram tumultuar e criar dificuldades para a atual gestão, assim como fizeram no projeto de lei que alterava o código tributário do município, um código defasado que dificulta o desenvolvimento da cidade de Ipirá...”

Para mim acabou o segredo, até que enfim, consegui descobrir quem trava o desenvolvimento de Ipirá. São os vereadores de Ipirá. Eles tumultuaram o Código Tributário. São eles e eu pensava que o Capeta  tinha enterrado um jegue em cada canto da cidade.

Nota da PM:”... A gestão ORGULHO DE VIVER AQUI esclarece ainda, Reiteramos, mais uma vez, que estão garantidos no orçamento as previsões para a reforma da casa e reconstrução da praça do mercado, mesmo sabendo que os recursos financeiros podem não ser suficientes, em virtude da não aprovação do novo código tributário no exercício de 2017. Porém, todos os esforços serão realizados para realização dessas obras...”

Eu pensando em ‘Tranca-Rua’ bem na hora que baixou o ‘santo’ do prefeito Marcelo Brandão dizendo nas entrelinha da nota que, os recursos financeiros não são suficientes para a Casa do Estudante e o Mercado; que Ipirá não consegue nem uma agulha dos governos federal e estadual; daí não tem outro jeito, alguém tem que chimbar e não vai ser seu gabinete; não pode nem passar vaselina, tem que meter a peixeira no pescoço da população de Ipirá para tirar dinheiro, fazer dinheiro e bambá de qualquer jeito, pois ele está pensando que o povo de Ipirá está nadando em grana e facilidades. É o preço que se paga.

É o preço que se paga para se manter mordomia, boa vida e pensamento megalomaníaco. Eu quero terminar dizendo uma inverdade: Ipirá não suporta mais bancar essa politicagem do jacu e do macaco. 

Para, encerrar, com a mais pura verdade, encontrada na Nota da Prefeitura Municipal de Ipirá: “...Importante lembrarmos aos nossos edis, a obrigação que todos nós que fomos eleitos temos com a população da nossa cidade em difundir apenas a verdade, e o compromisso com uma gestão séria nos parâmetros da lei.”

sábado, 27 de janeiro de 2018

PREFEITO MB 2017, BOM DE FESTA!

Pense num prefeito bom de festa! Pensou em: Marcelo Brandão. Neste quesito o homem é bom todo, é um Zé Festinha. É prefeito série A .

Quem diz isso é o FLUXOGRAMA, o medidor de eficiência em gestão pública. O FLUXOGRAMA está querendo furar os olhos do prefeito e colocou mais dez festas para o prefeito realizá-las.

Anote a listagen:
1  1.Festa da FM,
       22Arraiá do Camisão,
3.    Micaretão do Marcelão,
4 Cavalgada em Nova Brasília,
5 Festa do Couro,
6 Gincana Setembro,
7, Gincana Outubro,
8. Expo Ipirá,
9. Festival da Juventude,
10. Festival de Verão,
11.Revèillon 2018,
12. Festa,
13. Festinha,
14. Festona,
15 Festança.

No assunto FESTA, o prefeito Marcelo Brandão tirou de letra no seu primeiro ano: realizou uma das melhores Micaretas do interior da Bahia, mesmo com micareta estando fora da moda e do orçamento de qualquer prefeitura. Fez um bom São João e um Revèillon 2017 nos conformes da realidade financeira do erário público.

Coloque aí trinta festas num ano, numa administração que faltam três anos teremos um total de noventa festas. Qual foi o prefeito que alcançou essa marca? Esse homem vai salvar Ipirá.

O prefeito Marcelo Brandão tem uma preocupação muito grande com o desenvolvimento de Ipirá e ele quer, por que quer, transformar isso aqui num pólo turístico. Em suas três grandes festas não conseguiu atingir esse patamar. Estamos no aguardo dos turista, até agora nada.

“Festa deixa muito” diz o prefeito. Mas, o prefeito Marcelo Brandão procura dar uma oportunidade ao trabalho informal de ganhar uma grana do dinheiro que vem de fora, mas a coisa é tão difícil e limitada, que nada é nada. No nosso caso, deixou muito pouco, o faturamento dos ambulantes foram números precários, próximos do ridículo.

Aliás, quem mais atrapalha é o local da festa. Ipirá não tem local apropriado para festas, que são realizadas no mesmo espaço onde eram feitas as festas da década de 80 do século  XX . É a marca do atraso. Não evoluiu para suportar um mega evento do prefeito Marcelo Brandão. Quem vem de fora sofre um desconforto terrível; quem sabe disso, cá não vem.

o prefeito só pensa numa Ipirá alegre e com felicidade plena, mesmo com os baixos e vergonhosos índices sociais que atropelam o nosso município.

Incentivo não falta. Tem como Ipirá fazer um evento com e para 30 mil turistas? Tem. Basta o prefeito pegar dois milhões do dinheiro público e bancar um show de 2h, com toda estrutura, da cantora Anita. Pense, num show estourado! Não tem como não entrar dinheiro de fora.

Se isso aí não deixar o povo de Ipirá com muito bambá no bolso, podemos tirar o cavalinho da chuva, porque vai contraditar com essa idéia de festa para injetar grana nova no município, que é coisa da cabeça do prefeito.

Festa traz alegria e euforia. Na festa rola grana, um pouquinho aqui, um pouco ali. De grão em grão, as atrações enchem o bolso. Pelo superfaturamento, os contratantes embolsam x mil reais e os organizadores dão uma boa mordida. A prefeitura banca a conta de milhões e a mula sem cabeça (Ipirá) fica dando pinote quando recebe esporada no vazio.   

FLUXOGRA retornará em janeiro de 2019.