quarta-feira, 20 de março de 2019

DE ALICE A DOM QUIXOTE DE LA MANCHA


O programa da prefeitura na rádio FM poderia muito bem chamar-se “Alice no País das Maravilhas”, por um fato muito simples, pegaram a feitura de um PORTAL na entrada da cidade e fizeram um bereguedê do tamanho de uma montanha: “nenhuma cidade tem um PORTAL mais bonito do que o de Ipirá” e mais: “quem tem orgulho de morar aqui não se cansa de tirar fotos no local” imagina se verdade fosse! E o mais importante: “tem um coração junto ao nome Ipirá que pulsa com a iluminação recebida”. Basta! Já disse o suficiente sobre o País das Maravilhas.

De forma bem simples: que seja o mais belo dos belos; que não exista nada igual em algures; que brilhe majestoso; que prime pela nobreza; que seja imponente; que descanse suntuoso; pois, por mais grandeza que apresente na categoria do sublime, nada acrescenta a esse município; nada soma a essa cidade, simplesmente não cheira nem fede. De forma bem precisa, posso dizer, que não será a redenção do município de Ipirá.

Aí entra em cena o prefeito do município, o gestor Marcelo Brandão, parecendo o personagem Dom Quixote, do escritor espanhol Miguel de Cervantes, que em sua brilhante trajetória entre as nuvens e a realidade, preferia o céu de brigadeiro, tal qual o prefeito MB, que em contato com comerciantes da Praça do Mercado, disse que a iluminação daquela praça vai ficar tão boa, brilhante, clara e luminosa, que aquela praça vai se tornar um grande centro comercial noturno em Ipirá. Pasmem, senhores e senhoras! O prefeito incorpora o personagem de Cervantes, tornando-se um grande sonhador.

Na dura realidade em que vive o município de Ipirá, um fato que se estabelece de forma rotineira, corriqueira e paulatinamente, mas também, muito preocupante, que é o retorno da feira de animais para junto do centro de abastecimento nos moldes e nas condições anteriores; desprezando, gradativamente, o Parque de Exposição como o local da feira. É muito triste esse retrocesso. Ipirá faz questão e insiste em crescer como rabo de cavalo.

O grande problema de Ipirá é não discutir seus verdadeiros e reais problemas. Por isso, estamos mais próximos de um País das Maravilhas administrado por um Dom Quixote. Uma pena!

O povo de Ipirá não está engolindo a fantasia do prefeito Marcelo Brandão. Na realidade ele faz suas malamanhadas e a população paga a conta. Isso todo mundo já sabe, agora se você quiser saber por que tudo isso acontece, basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

domingo, 3 de março de 2019

CARNAVALIZOU OU MICARETOU?


O exemplo vem de Cabral. Nem o dito-cujo, naquele tempo, sabia se tinha chegado às terras brasileiras com a intenção de ou por achismo. O delegado Cabral em Ipirá, há décadas atrás, sentava a ripa no sujeito com a intenção de achar um meliante. O governador Cabral...

Ah! O governador Cabral que, agora, em nosso tempo, depenou o estado do Rio de Janeiro, resolveu abrir o jogo e de forma intencional, ele acha que roubou por causa do vício pelo dinheiro e poder.

Viciado em dinheiro e poder! Eis a matéria-prima que levou o Cabral à perdição. Crimes de um administrador público. O administrador da coisa pública peca por prevaricar; por nepotismo; por peculato; por improbidade administrativa; por pedalada fiscal; por praticar caridade com os recursos públicos; por pedantismo; por não cumprir o programa de governo; por passar o calote em funcionários e fornecedores; por faltar com a palavra e compromisso com o povo; por achar que é o rei da cocada branca; por lavagem de dinheiro; por responsabilidade fiscal; etc e tal. As penas variam da prisão e podem, até mesmo, não dar em nada.

Quais são os vícios das administrações do jacu e do macaco em Ipirá? Esses dois grupos vivenciam o vicio do dinheiro e poder. É a essência da politicagem. Eles criaram e implantaram nesta terra, o tempo dos agiotas, das empresas-laranja, das empresas terceirizadas, etc e tal. Tudo de forma legal no sentido da ilegalidade.

Essas administrações do jacu e macaco chegaram ao ponto de acabar o carnaval em Ipirá. Criaram a micareta. Não tem município pobre que suporte bancar uma micareta de carnaval. Até batendo lata a coisa fica cara.

Mas vamos aos finalmentes. O prefeito Marcelo Brandão não sabe se brinca o carnaval ou se pula a micareta. O gestor mergulhou na avenida à beira mar, com espírito elevado na base do ‘orgulho de viver aqui’; vestiu a fantasia do ‘Ipirá virou um paraíso desenvolvido’ e caiu na gandaia.

Cantou com Bell as delícias da vida; limpou todas as aguadas do município; as estradas vicinais da zona rural viraram um tapete. Cantando samba enredo em ritmo de axé, com marcação de reggae nos tambores do Olodum, levantava Salvador. Era pura fantasia. Era Neto, era Rui, era Marcelo. Era o bloco do poder.

O gestor MB na sua fantasia fantasiosa vestiu a mortalha do bloco Jacu, criado pela turma da Barra/Salvador/Bahia, tornou-se o rei da folia, até que ouviu: “o bloco do Jacu da Barra acabou faz muito tempo, prefeito!’’     

“Aqui é Jacu de Ipirá, minha por..” aborrecido, rasgou a mortalha, vestiu a fantasia de macaco. Você já observou que o prefeito Marcelo Brandão nunca esquece a macacada, está sempre dizendo: “vocês levaram doze anos e não fizeram; eu estou fazendo.” MB só sobrevive politicamente nessa fantasia jacu e macaco. É sua alegoria e ele é o rei desse troço.

Na sua fantasia, com o abadá de ‘Rei da Pirambeira’, o prefeito Marcelo Brandão deseja ardentemente uma reeleição para mandar mais cinco anos neste município. Eu não sei se Ipirá agüenta mais cinco anos de desleixo, desmanche e desacato nas costas.

Madrugada chegou, o palanque caiu; a realidade pintou. O prefeito Marcelo Brandão brinca com o povo de Ipirá. Uma sinalização do trânsito que só funciona pela manhã, à tarde ninguém respeita porque as placas de sinalização são um verdadeiro armengue, no chão, com duas pedras sustentando.

No aperto da vida real, o gestor MB já está descendo a ladeira, faltando um ano e nove meses para findar o seu mandato; muito pouco tem feito, concretamente, asfaltou a metade de uma avenida, a RGS não chegou ao Parque de Exposição; fez um açude e uma aguada. Está embaraçado com a obra do Puxa. Vai lascar com a população de Ipirá com a venda-doação da Praça do Mercado e do Centro de Abastecimento.

O povo de Ipirá não está engolindo a fantasia do prefeito Marcelo Brandão. Na realidade ele faz suas malamanhadas e a população paga a conta. Isso todo mundo já sabe, agora se você quiser saber porque tudo isso acontece, basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

VENDE-SE UMA CIDADE


Não pense que é brincadeira, pois não é. A coisa é mais grave do que você pensa; tornou-se paranóia, psicopatia, mais conhecida por loucura e como pergunta o locutor Marcelo Brandão: “errado é quem faz?” Pensando o locutor que o prefeito está fazendo.

O prefeito MB já vendeu/deu a Praça do Mercado. O comprador faz de conta que entra com dinheiro; as máquinas da prefeitura fazem o serviço; a população pagará estacionamento e o município alugará para fazer a festa do São João.

O prefeito MB já vendeu/doou o Centro de Abastecimento. Um projeto do governo faz a cobertura; a prefeitura cerca com muro; uma firma laranja faz de conta que entra com dinheiro e vai cobrar dos barraqueiros para reaver o que não investiu.

Do jeito que a coisa vai, é bem possível que o prefeito MB pense em vender o Parque de Exposição e a Praça da Bandeira para transformá-la numa Zona Azul, para alguma empresa ganhar mais bufunfa. Isso ele não disse, mas eu estou dizendo, porque na realidade do prefeito MB o povo de Ipirá está de boa e tem que pagar grana para uma prefeitura que está falida. Oh, coitado!

Oh, coitado! Porque o prefeito MB disse que no início foi só crise, dificuldade e dor de cabeça, mas agora, é só coisa boa, até o Banco do Brasil está funcionando e fizeram uma solenidade de reinauguração e que o Banco do Brasil vai atender aos comerciantes e aos ambulantes das duas áreas que foram vendidas por doação, a pedido do prefeito. O homem-prefeito está voando nas nuvens.

O que o Banco do Brasil devia ter era vergonha na cara e pedir desculpas ao povo de Ipirá pelos transtornos que a população passou por um tempo além do necessário e suficiente. Não foi fácil para o cliente do banco, de forma que eu faço um apelo veemente a quem interessar possa: “Sr. Ladrão, pelo amor que V. Exa. tenha a sua mãe, não assalte mais a agência do Banco do Brasil de Ipirá, pois a desgraça caiu toda no lombo da população, que pagou o pato e comeu o pão que o diabo amassou. Um grande abraço e felicidade na sua empreitada lá fora.”

Aí o prefeito Marcelo Brandão disse assim: “a realidade é essa!” Vê se você entende? Dizendo ele, que conseguiu um filho chamado Asfalto, que vai morar no centro da cidade e quando o “filho é bonito todo mundo quer ser o pai.” Não é que apareceu um outro pai! O deputado Jurandy Oliveira, dizendo que é o pai do filho, chamado Asfalto. Vão ter que fazer o DNA. O ovo nem saiu do ‘buteco’ da galinha e eles já estão brigando para ver se é frango ou franga.

E o prefeito MB ainda apelou; “que não venha ninguém atrapalhar, pois o filho Asfalto no centro é uma realidade.” Esse disco é conhecido, eu já vi universidade funcionando em Ipirá; matadouro abatendo bengo; 200 km de asfalto, etc, etc e de tal forma que o pai do filho Asfalto só poderá ser resolvido pelo DNA. Vá lá que esse filho Asfalto desapareça? Aí ninguém vai querer assumir a responsa.

Deus, lá no céu, é testemunha de quanta coisa a jacuzada trouxe para Ipirá e a macacada não deixou entrar ou mesmo, que a macacada conseguiu e a jacuzada empombou. Mas vamos resolver esse problema do filho Asfalto, se o pai do dito cujo é o prefeito MB, aí V. Exa. terá mais quatro anos para vender o resto da cidade, afinal de contas asfalto não pode ficar sem patrimônio.

Se o pai do filho Asfalto for o deputado Jurandy Oliveira, aí a coisa complica, porque esse deputado tem 40 anos de mandato e nunca trouxe uma obra para Ipirá a seu pedido, e agora, conseguindo esse filho chamado Asfalto ele vai querer algo em troca, pois o deputado não é de dá prego sem estopa e aí ele vai querer que sua esposa Nina fique quatro anos na prefeitura, como recompensa pelo filho chamado Asfalto. Agora, observe a situação: tem gente que não está gostando nada vezes nada dessa conversa do aparecimento desse filho chamado Asfalto.

Quem é essa turma? Dudy, Anibal e Diomário. Esse filho Asfalto é um calo no sapato dos três e eles vão querer o aborto desse filho chamado Asfalto. A briga é pelo aborto, mas isso é coisa proibida e ninguém pode saber quem vai conseguir essa desgrameira. Caso não seja possível, a confusão entre os três vai ser para a adoção desse filho chamado Asfalto. Vão meter o governador Rui e o senador Otto nessa embrulhada. A desgraça nem chegou nesse mundo e já está causando um reboliço do cão. Vocês vão ver o resultado disso tudo!

Porque a realidade do prefeito MB é o sonho do povo de Ipirá; o homem disse que vai comprar uma VAN e vai transformá-la em U.T.I. O povo de Ipirá tem que tomar muita garapa para agüentar o tranco. O sujeito tem duas ambulâncias do SAMU 192, emparedada, encaixotada, enferrujando dentro de uma garagem, sem utilidade alguma, tendo despesa e, dizendo aos senhores que a prefeitura não tem condições de bancar o serviço, por isso não funciona; e a solução apresentada para o SAMU é uma VAN U.T.I. Imagine bem imaginado: não tem condições de sustentar duas ambulâncias do SAMU, mas tem para sustentar uma VAN U.T.I.? Essa é a nossa realidade: ou o prefeito MB está ‘ruim da cabeça ou está doente do pé’.

Você pode comprar uma cidade, sim. Não é Ipirá! Para comprar essa cidade chamada Ipirá tem que ser um traficante de cocaína possuidor de 47 aviões, 200 fazendas e que venda 800 toneladas de droga para a Europa. Agora, você pode comprar um livro que tem uma cidade dentro dele e essa cidade poderá ser Ipirá, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.


sábado, 16 de fevereiro de 2019

A DEFESA - 4


Continuando a entrevista informal:
4.    Você acha que o livro ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’ permite ao leitor uma reflexão mais apurada sobre a questão do sertão, que é a temática do livro ou traz uma linha de pensamento fechada, onde o horizonte  é demarcado com o ponto de vista do autor?

Eu entendo que o leitor é soberano, tanto na aceitação e assimilação de qualquer colocação, bem como, na refutação de pontos de vistas que se apresentem como um nó cego, evidente que o leitor vai criar o contraditório naquilo que ele mantém discordância ou acha dissonante, mas isso faz parte e representa a criação de um contexto mais rico, mais emblemático e com maior profundidade. Tudo que é dito tem que ser questionado, não necessariamente refutado, mas o critério norteador é a consciência do leitor, que tem a primazia de desatar qualquer nó.

Você pode adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’ no site da https://www.amazon.com.br

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

A DEFESA - 3


Continuando a entrevista informal:
3. Você acredita que ao ler o livro ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’ o leitor poderá ser agraciado com uma leitura agradável e ao finalizá-la ter aquela sensação aprazível de que valeu a pena?

Acredito que sim. Evidente que no momento em que a narrativa tem o foco na análise de uma situação ou conjuntura, isso requer uma atenção bem maior e uma reflexão mais concentrada no que o texto quer apresentar, desta forma, a leitura poderá ficar densa e marrenta para muitos leitores; da mesma forma quando se tem uma situação de narrativa descritiva, com muitas minúcias, aí a leitura fica maçante, pesada, amarrada e carrascosa.

Agora, diferentemente, quando a narrativa discorre sobre a prosa do catingueiro, aí o livro cresce, ganha vida e torna-se altaneiro, porque entra em cena a prosa do catingueiro, essa figura humana matreira, cheia de esperteza e malícia, que dá nó em pingo d’água ao apresentar uma inteligência fina, extremamente aguda e brilhante, neste momento, o leitor poderá apreciar e desfrutar de um deleite aprazível proporcionada pela inteligência firme do matuto, do catingueiro, do sertanejo; estando aqui, a grandeza e o ponto positivo na narrativa da obra.
   
Você pode adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’ no site da https://www.amazon.com.br

domingo, 3 de fevereiro de 2019

A DEFESA - 2


Dando continuação à entrevista informal:
2.    Você acha que o livro ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’ tem uma importância como história e literatura que ultrapasse o interesse localizado e tenha possibilidade de uma projeção a nível nacional?

Eu digo que sim. O interesse do ipiraense poderia ter sido mais intensivo, por se tratar de um autor que nasceu nesse município e por ter como centro do roteiro esta localidade; sendo que, a temática imprime para uma condição mais regional e a narrativa tem um poder mais abrangente e engloba o ser humano, aqui a obra adquire um caráter de maior amplitude.

Então, da origem e consolidação da vila do Camisão temos a nossa tribo; enquadrado no semi-árido e com secas intermitentes adentramos no regional; na luta pela sobrevivência, nas dores e alegrias, no amor e ódio embrenhamos na universalidade literária proveniente e determinante do ser humano.

Eu acho que o livro ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’ tem essa trajetória interior que ultrapassa qualquer limitação.

O problema é como atingir esse grande contingente de leitores da Amazon com credibilidade e, nesse sentido, é necessário um trabalho de divulgação massivo, daí a importância de todos os leitores desse blog em contribuir com essa propagação da obra, desde quando tenham noção do seu mérito e da sua necessidade. Eu agradeço.

Você pode adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’ no site da https://www.amazon.com.br

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A DEFESA - 1


Firmei contrato com a Amazon Kindle, a quem compete a venda com exclusividade do livro A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS, no formato eBook. A Amazon Kindle é considerada uma das maiores livrarias virtuais do mundo.

https://www.amazon.com.br/s/ref=nb_sb_ss_i_1_11__mk_pt_B=ÅMÅŽÕÑ&url=search-alias ..

No momento em que o livro A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS é apresentado numa plataforma dessa natureza e magnitude, com possibilidade de atingir milhões de leitores na Amazon, necessário se faz, que se faça uma rede em defesa e apoio à obra, para que alcance visibilidade e valor literário e cultural, nesse sentido, é necessário que as pessoas que se sensibilizaram com esta leitura, que participem da divulgação desta obra, compartilhando e propagando nos mais variados grupos nas redes sociais.

Espero que esse trabalho participativo na divulgação faça com que o livro  A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS atinja o patamar de INDICAÇÕES da Amazon, que significará  uma credencial afirmativa da obra.

Quando do pacto contratual, participei de uma entrevista informal, mas que deixou claro  a necessidade de defender em sua essência a obra A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS.

1.    Você acha que o livro A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS tem condição de submeter-se à apreciação numa livraria virtual que tem por excelência apresentar ao público grandes obras?
Autor: Claro que sim. Faço a defesa da obra com tranqüilidade e a segurança de que este trabalho tem uma importância relevante para a compreensão da vida humana no semi-árido. Trata-se da abordagem sobre a implantação de uma sociedade colonizada com marca própria e semelhanças com as mais diversas cidades formadas pela movimentação de boiadas e com o estabelecimento dos currais.

A gênese de uma colonização que tem por base os currais de gado na ocupação espacial, que surge intercalada e potencializada com contradições e em conflitos sociais com os indígenas no estabelecimento da propriedade da terra e da posse dos animais; na difícil luta pela sobrevivência em um território imenso e distante como o sertão que vai de Feira de Santana ao Alto Sertão do São Francisco; uma sociedade que floresce no rastro dos cascos, do estrume e no mugido do boi; que traz a sonoridade e a poesia do boiado dos vaqueiros, como o limiar de uma melodia triste e sonhadora na expressão humana.

Esta é a sociedade do boi, com suas fazendas, seus vaqueiros, sua lida, suas dificuldades, atribulações e conquistas; tudo isso foi a vida que virou temática no livro A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS.

Se a vida passou como tinha que passar, o livro A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS tem esse papel de rebuscar e reavivar esse passado, embora num formato ficcional, para trazer à tona e não deixar morrer, a beleza e o épico dessa aventura humana neste grande sertão, que representa a ligação, a raiz e é o cordão umbilical que está enterrado neste glorioso sertão.

A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS no seu romancismo é um clamor à persistência e a importância à historiografia regional e um apelo à consciência humana para que não percamos a sensibilidade, a beleza e o sonho de pisar e comer desse chão. É por isso que solicito o apoio e a ajuda dos leitores desse Blog na divulgação do eBook A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS.