terça-feira, 7 de maio de 2019

FREIO DE ARRUMAÇÃO


Você sabe o que é freio de arrumação?  Vou explicar da melhor forma possível: pense num ônibus da linha Mata Escura para o Campo Grande, via Barra. Pensou? Coloque dentro desse ônibus a lotação de um metrô. Botou? Tá repleto, lotado e entupido, com gente por riba, pelo assoalho, atochado nas portas e janelas. Uma verdadeira lata de sardinha, não cabe um mosquito da dengue. Tá apilado de gente com cara na sovaqueira e no quio-quio, uns dos outros. Calma! Isso é só o preparo do tempero para o freio de arrumação.

Coloque o nome desse ônibus Ipirá e bote como motorista o prefeito Marcelo Brandão. Pronto! Aí é que começa a arrumação do ônibus. Nas poltronas preferenciais, o motô-prefeito colocou, preferencialmente, a família dele, é claro, e meia dúzia de amigos. Tá tudo pronto para o freio?

Calma, ainda não! Tem que ter uma ladeira. Pense no seguinte: o ônibus Ipirá vai descendo uma ladeira, um precipício, melhor dizendo, aí o prefeito-condutor acelera e bota 120 por hora, descendo o precipício. Aí você pensa: “êta, que a bagaceira vai ser grande!”

Que nada! É bom você saber, que só tem airbag para o motorista-prefeito, sua família e a meia dúzia de amigo. Aí você grita: “VALHA-NOS NOSSA SENHORA SANTÍSSIMA MÃE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO QUE A PERDIÇÃO VAI SER GRANDE!” Não bote o nome da santa nessa estória porque ela não tem culpa no cartório.

A habilidade do prefeito-condutor é muito grande, ele dá um cavalo de pau e o ônibus Ipirá está descendo o precipício de ré, com 140 por hora. “nos salve, prefeito  Marcelo Brandão!” vocifera a população.

O prefeito Marcelo Brandão não dá ouvidos para a população. O homem não ouve ninguém. Não tá nem aí para os reclames nem para o que pensa a população. Tá se lixando se está faltando gaze na UPA; se o Hospital de Ipirá não tem UTI; se as ambulâncias do SAMU estão enferrujando numa garagem; se a Casa do Estudante está virando um entulho; se vai faltar um ônibus para levar os universitários para Feira de Santana; se não tem ônibus escolar transportando alunos da zona rural; se os moradores do Puxa estão transtornados com os tapumes; se a Praça do Mercado está uma bagunça; se o comércio de Ipirá está se lascando; se a feira de animais vai acabar... O prefeito Marcelo Brandão, o condutor do município, não este nem aí para esses questionamentos-problemas.

E o freio de arrumação? Calma, que o prefeito está engatando a quarta macha na descida do ônibus Ipirá precipício abaixo. “Vixe, que a desgraceira vai acontecer!” pensa você. 

Vai nada! A salvação de Ipirá ainda é o prefeito Marcelo Brandão. O prefeito quer dez milhões de reais para calçar as ruas que o governador Rui assinou a ordem de serviço do calçamento. Agora, é que Ipirá afunda de vez. O prefeito e o governador querendo salvar Ipirá! Junta os dois e não somam meia dúzia de obras em Ipirá.

E o freio de arrumação? Fica na tua, gente fina! Primeiro, o prefeito Marcelo Brandão tem que botá a mão nesse empréstimo de dez milhões da CEF; tem mais dez milhões dos ambulantes do Centro de Abastecimento; com dez milhões do estacionamento da Praça do Mercado; adicionados aos dez milhões dos precatórios dos professores (prá que professor quer dinheiro?); somados aos dez milhões de multa no trânsito; com mais dez milhões de IPTU; adicionados aos dez milhões do Zona Azul o prefeito MB vai salvar o ônibus Ipirá. Não sabes fazer conta? De dez em dez se ultrapassa o trilhão de Paulo Guedes.

Deixa de prosa ruim, cadê o freio de arrumação?  Vou começar pelo freio de arrumação dentro da Câmara de Vereadores de Ipirá. A Reforma Eleitoral proibiu a coligação nas eleições proporcionais. Todo partido tem que sair com sua chapa própria, Esmiuçando e exemplificando, vamos citar como exemplo o vereador Jaildo do Bonfim, que controla um partido, que não poderá coligar com nenhum outro, daí, esse partido terá que atingir um coeficiente eleitoral de mais de 2.300 votos nas eleições municipais de 2019.

Resultado à vista: o partido do vereador sozinho não atingirá esse salgado coeficiente, para vencer o obstáculo o vereador terá que deixar o partido ou filiar candidatos com votação robusta ao seu partido.  Esse é o beco sem saída em que se encontra o PT de Ipirá para 2020, ou abre espaço para vereadores com peso eleitoral ou não fará um vereador em Ipirá. Quando havia coligação o PT de Ipirá sempre manteve um mandato, sem coligação sempre ficou no vazio.

Essa regra não vale para as eleições majoritárias, aí é permitido aos partidos fazerem coligações. Em Ipirá, a coisa caminha para duas candidaturas dos grupos jacu e macaco.

O ônibus Ipirá está descendo a ladeira do precipício. Quem sobe a ladeira pela contramão é o deputado Jurandy Oliveira, com dez mandatos nas costas, sem nenhuma conquista relevante para o município de Ipirá, agora, como um milagre dos céus, esse deputado, que completará quarenta anos de mandato, resolveu salvar Ipirá com doação de ambulâncias, tratores, poços artesianos, sinal de telefonia móvel e, de boca, está conseguindo verba para a feira de animais e até asfalto para o centro da cidade. Essa alma está querendo alguma coisa! Inclusive, até mesmo, por ser contra o freio de arrumação dentro da macacada.

Subindo a ladeira, achando que representam a salvação do ônibus Ipirá, além do deputado, estão Dudy e Aníbal. Para não ter desarrumação, tem que ter freio de arrumação.

Praia do Forte, Bahia, Brasil, numa confortável mansão, os dois expoentes-mor do grupo da macacada de Ipirá, estavam reunidos, saboreando champagne e deliciando-se com lagosta japonesa, cada um tendo que tirar do bolso do paletó o nome do condutor do ônibus Ipirá para 2020; de um paletó saiu a letra D.., do outro paletó saiu a letra D.., e viva o freio de arrumação da macacada, que para tentar dirigir o ônibus Ipirá em 2020 poderá ser Dudy, Dazinho, Dezinho, Dadinho, Damaceno e até mesmo Dió, só não dá prá ser Anibal.

Aníbal não é um nome do agrado da oligarquia dos macacos, pode ser até do agrado do eleitorado macaco, mas não é da elite macaca. Aníbal tem até setembro de 2018 para tomar uma posição e encontrar um partido para aprender a dar freio de arrumação e assumir a vontade do partido, se vacilar e não conseguir isso vai ter que disputar a vice com Nina, a esposa do deputado. Quem não tiver competência para dar o freio de arrumação estará fora.

E o ônibus que ia para o Campo Grande, via Barra, não teve freio de arrumação? Não. O condutor do ônibus Ipirá, o prefeito Marcelo Brandão, não quer deixar o filé de jeito nenhum, quer continuar dirigindo Ipirá até 2024. O ônibus chegou à Barra, justamente, no dia do Carnaval, justamente, com uma lotação selecionada, o condutor MB, a família e ‘meia-dúzia de seis’ de amigos e, com aquele fuzuê do carnaval, o prefeito-condutor do ônibus Ipirá, o MB, pensou com toda convicção: “em 2020, vou realizar 300 dias de micareta em Ipirá para salvar esse município”

E para você entender melhor o que é freio de arrumação, basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

sábado, 4 de maio de 2019

FERNANDO JOSÉ: DE BOM LOCUTOR À PREFEITO MEIA-BOCA


De maneira precisa, com exatidão, levando a coisa à risca, a população ipiraense vem acompanhando o desfecho do prefeito de Ipirá, Marcelo Brandão, em sua trajetória administrativa que finda dentro de ano e meio. Fernando José, o locutor, nada disse em Salvador.

Marcelo Brandão está de boa. Tem uma obra nas costas, o asfalto da metade da Av. RGS; uma obra empacada, a Praça São José (Puxa) com sua infalível inauguração para além do previsível; uma doação do Centro Administrativo para os ambulantes pagarem a fatura; um telhado de um mercado para ser recuperado que virou a requalificação (termo bonito, mas inadequado) da praça, que foi invadida por ambulantes de forma improvisada, imprópria e esculhambada. Sem perceber, o comércio da Praça do Mercado está pagando a fatura, o preço e a sobrecarga, devido à ineficiência administrativa do gestor público.

Da mesma forma que o transtorno que estão passando os moradores do Puxa há bastante tempo, devido ao cercamento da praça. Com o prefeito Marcelo Brandão a coisa fica atravancada, com lentidão de cágado, com o imposto (sem consultar o povo) colocado no imposto (taxa) gravoso, ou seja, o povo tem que pagar a conta no IPTU, na ocupação do solo, na futura Zona Azul, tudo fora da realidade, mas de forma exorbitante, nos conformes do gestor MB, que agora exige um empréstimo de dez milhões de reais para salvar Ipirá do buraco e fazer disso aqui um brinco. O locutor-prefeito Fernando José em Salvador era assim: matava a cobra e mostrava o pau.

O prefeito-locutor Marcelo Brandão sabe que Ipirá está no fracasso, no buraco e na requenguela. Tanto sabe que necessita do empréstimo para tirar Ipirá dessa situação e, mais sabe ele, que Ipirá só sai dessa situação com esse empréstimo. O prefeito MB não vai matar a cobra, nem vai mostrar o pau.

A coisa é muito simples: o município de Ipirá está capenga, pela falta absoluta de uma sustentação produtiva rural para o município. Esse é o único suporte real e determinante para o comércio local, é uma pena que as pessoas não queiram enxergar assim, embora com mais de seis mil propriedades rurais, a grande maioria de pequenas propriedades, se isso aqui fosse um antro do latifúndio, Ipirá já teria fechado as portas, mas, o prefeito MB na sua galhardia e nobreza, não enxerga que uma feira de animais, estruturada, organizada, bem gerenciada, semanal, é uma prioridade fundamental e determinante para que o município dê um salto para seu desenvolvimento sustentável com os pés no chão. É uma pena!

Porque um prefeito sem atitude e sem ação está deixando que a feira de animais de toda quarta-feira, no Parque de Exposição, desidrate, perca calor, significado e importância, ao tempo que retorna para o antigo local, junto ao Centro de Abastecimento, simplesmente, um local sem perspectiva, sem rumo e sem futuro. Este é um problema grave, preocupante e relevante para ser discutido e resolvido no nosso município.

Infelizmente, o administrador Marcelo Brandão não está nem aí, o município virando dos pés à cabeça e ele não toma nenhuma atitude e nem prevê nenhuma ação. O povo de Ipirá sabe que o prefeito MB está de boa; o povo de Ipirá sabe que ele será candidato à reeleição em 2020 pelo grupo da jacuzada, como o grande representante da família. É, sem a menor dúvida, o melhor candidato do grupo, até porque não tem na família quem tenha coragem e se habilite a pegar nesse caixão sem alça.

No esquema manipulador e perverso dos grupos jacu e macaco, que pisa no pescoço do povo de Ipirá, em benefício do grupismo, a macacada joga leve e solta; três candidaturas em disputa para ver quem abocanha a cabeça da chapa: correndo por fora, está a pretendente Nina, esposa do deputado Jurandy Oliveira, que depende exclusivamente do asfalto do centro da cidade, que o deputado conseguiu com o vice-governador (dizendo o deputado); como essa obra não sai, adeus candidatura. Restando dois: começando com Aníbal, se esse pretendente não tiver o controle de um partido, já foi! Não será convidado nem para aniversário de boneca.

Nessa engresilhada toda, quem está com a corda no pescoço, apertada com um nó cego é o PT de Ipirá, que não será ouvido, nem consultado, nem sondado antes de decidido, porque será aconselhado a baixar o cangote, dobrar a espinha dorsal, em nome da governabilidade no Estado. Quem te viu e quem te vê, PT de Ipirá! Todo e qualquer partido pequeno em Ipirá, com o PT no bolo, com a proibição de coligação nas eleições proporcionais, não fará um vereador. Repetindo, na nova regra, adeus vereador. E o pequeno-candidato a vereador num partido grande não terá nenhuma chance. A Câmara de Vereadores 2020 será dos mesmos vereadores.

Paga-se o preço pela abdicação da terceira força. Erro político grave, com conseqüências nocivas e imprevisíveis. O candidato à prefeito da macacada sairá, de forma democrática, do bolso do paletó de Diomário Sá e de Antônio Colonnezi, tendo-se a absoluta certeza de que o nome de Aníbal não consta neste bolso. Nem Naninha tem dúvida disso! O raciocínio é simples: se esses dois chefes políticos não indicarem o candidato do grupo, prá que desgraça serve chefe político? Só para referendar? Aí o candidato fica sabendo que não tem chefe, se não tem chefe não tem compromisso.

Se o PT de Ipirá tiver juízo, ou melhor, estiver gozando de plenas faculdades mentais e sem sofrer de transtorno bipolar (petismo + corporativismo) fará um convite solene ao pretendente Aníbal, dando-lhe condições efetivas de ser o candidato do governador em Ipirá, porque Dudy é o pretendente-candidato a prefeito do senador. Se o PT não se colocar à disposição do jogo político, não fará um vereador em 2020. Caso contrário, terá que matar a cobra e mostrar o pau, igual ao locutor Fernando José quando virou prefeito de Salvador.


E para você entender melhor esta engresilhada basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

sábado, 20 de abril de 2019

TABULEIRO DE XADREZ


Vende-se um tabuleiro de xadrez, 20x20, usado, muito utilizado desde o século passado, por um tal de jacu e um tal de macaco.  Como promoção do dia do aniversário da cidade de Ipirá, se você descobrir onde está o povo na foto, você ganhará esse tabuleiro de graça, sem pagar nada. Mas, se você não joga xadrez e acha que esse tabuleiro não tem serventia, tome uma atitude e jogue-o fora, para bem longe de Ipirá e de sua vida.

O prefeito Marcelo Brandão está tranqüilo no tabuleiro da jacuzada, é o pole position na corrida sucessória 2020. Também, pudera, depois do casqueiro administrativo em Ipirá, no período desta gestão, não tem santo na família que queira segurar esse caixão sem alça para fazer um milagre. Depois do estrago em andamento, só tem mesmo o prefeito Marcelo.

Não se trata de implicância com a gestão atual, o problema é que falta um ano e sete meses para o fim dessa administração e o pouco que tem realizado é um nada diante da carência e necessidade do município. Aí nasce o desgaste político.

O atual gestor municipal dá murro em ponta de faca. Ipirá não existe no mapa para o governo federal; sem apoio do governo estadual; o administrador fica atirando no escuro. Meteu-se a fazer uma biblioteca na Praça São José sem recurso. Resultado: se embananou; essa Lan House é um esqueleto de rinoceronte branco.

Para recuperar o mercado que pegou fogo vendeu uma praça, estamos sem mercado e sem praça. Arrendou o Centro de Abastecimento e a obra estancou. A população vai pagar essa conta. Sobre a reforma da Casa do Estudante em Salvador, ele não dá nenhuma satisfação. Desse jeito ele não administra nem um povoado. Não dá a mínima para a população.

Até as coisas mais simples, que não demandam grandes recursos econômicos, como a sinalização do trânsito na cidade, é de uma armengagem total, que quem visitou Ipirá nesta Semana Santa ficou espantado com a sinalização rasteira em cones e apoiada em pedras. Paciência! Só tendo paciência. A feira de animais está se desmantelando e o prefeito não toma nenhuma atitude. Não mostra nem autoridade.

Uma coisa é certa, o prefeito fica serelepe e esperto quando a questão é finanças. A prefeitura com recursos financeiros comprometidos, quebrada na realidade comprometedora e o prefeito só enxerga o povo para pagar a conta, arrocha no IPTU; vai lascar o X nos ambulantes do centro e nas pessoas pela utilização da Praça do Mercado. Quem vai mandar no pedaço não será a prefeitura, mas a empresa que foi contemplada e beneficiada. Vê se pode uma desgrameira dessa?

Sem recurso no cofre, o prefeito apela para um empréstimo de dez milhões na CEF, que a população não sabe onde esse dinheiro vai ser empregado e não tem quem dê a garantia de que a obra vai sair do papel. Nem o líder da jacuzada Luis Carlos Martins tem coragem de avalizar esse garangau. O certo é que pelo andar da carruagem esse fricote vai estourar nas mãos do próximo gestor, caso passe, com autorização dos vereadores da oposição macaca.

Para o prefeito Marcelo Brandão se liquidar de vez, basta ele atrasar o pagamento dos salários do funcionalismo. Aí a coisa vai para o brejo de vez. E essa coisa pode acontecer, não duvidem, porque o atraso aos fornecedores é uma realidade e a chiada está virando barulho, tem prestador de serviço que tinha que receber R$ 57 mil, e foi obrigado a receber R$ 40 mil e, ainda, parcelado. Sinal de que a crise pegou em cheio.

A administração Marcelo Brandão está sangrando e sem buscar a solução para os problemas do município, ao tempo em que não dá ouvidos aos reclames da população e pensa que é o bom da boca. A macacada também vai sangrar para a escolha do candidato a prefeito, porque do jeito que as coisas andam vai ser sopa no mel, será uma retomada sem turbulência, com chance para qualquer uma das três pré-candidaturas que vão disputar o pleito de candidato.

Com a situação desse jeito, a macacada solta foguete e já se vê com a boca na botija e, nessa certeza deslumbrante a macacada não perde tempo, come poeira na estrada e tome-lhe outdoor, todos querendo a cabeça da chapa.

Não tem muito que ficar inventando nomes: se o deputado Jurandy Oliveira conseguir o asfalto prometido pelo vice-governador a candidatura à prefeito 2020, cairá no colo de sua esposa Nina. Não tem obra de graça e sempre é cobrada a gratidão do povo. Como o deputado de dez mandatos não consegue nada que preste para Ipirá é, bem provável, que esse asfalto vá para Quijingue.

Sem asfalto no centro da cidade, a disputa em curso dentro da macacada levantará duas bandeiras: a de Dudy e a de Aníbal. E, por incrível que pareça, se prevalecer o argumento mais comentado e divulgado de que “candidato a prefeito em Ipirá tem que ter dinheiro para gastar” aí, Aníbal está fora do tabuleiro e vai ter que se contentar com a vice.

Caso não exista concordância, Aníbal vai ter que se filiar ao PT, partido do governador, até o final de setembro 19. Entenderam o lance do xadrez. Um candidato do senador e outro do governador, disputando a cabeça da chapa, com a candidata do deputado correndo por fora, para enfrentar o candidato da família.

E para o PT de Ipirá isso é sopa no mel, porque ao entregar a alma, a independência e a autonomia do partido à macacada não restou outra coisa além da submissão e uma candidatura a prefeito seria um sopro de vida, porque com as novas regras eleitorais, proibindo coligação de partidos para o Legislativo, o PT de Ipirá não fará um vereador nas próximas eleições e passará em branco, vai ficar chupando prego. Fruto de que? Da coerência é que não foi.

E para você entender melhor este tabuleiro basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

domingo, 14 de abril de 2019

NOTA FRIA


Em nota escrita por um representante da jacuzada, o prefeito Marcelo Brandão:“vamos juntos fazer uma nova Ipirá.”


Em nota escrita por um representante da macacada, um pretendente ao cargo de prefeito Edvonilson Santos (Dudy):
 “Precisamos unir forças! Pensar e construir uma nova história em Ipirá.”



O que eu tenho a dizer? Ambos estão corretíssimos: a união faz a força. Ambos querem uma nova Ipirá, ótimo. Ambos devotam um grande amor por Ipirá, ninguém tem dúvida disso.

No aproveitamento de tanta boa vontade, que nada seja desperdiçado, muito menos, jogado fora, vamos, todos juntos, fazer tudo para o bem, para a grandeza e para o desenvolvimento de Ipirá.

Uma união pela prosperidade, pela felicidade desse povo ipiraense, feita com muito e profundo amor. Não é a felicidade do povo ipiraense que todos queremos? Vamos fazê-la e realizá-la com o maior exemplo e prova de amor que se pode dar: vamos apresentar um candidato de consenso, um único candidato em 2020. Vamos unir jacu e macaco e lançar a chapa Brandão/Dudy ou Dudy/Brandão, não importando a ordem e para não ter nenhuma desavença, com duas cadeiras de prefeito, uma ao lado da outra.

Pense num pinote! Um foi parar no Japão e o outro na Europa. É mais fácil um mosquito engolir um elefante de uma só golada e sem engasgar do que acontecer uma coisa dessa. União do jacu e macaco! Nunca, jamais, nem pensar. Acabaria a farsa.

Que caia o raio da silibrina e detone esta terra; que o carcará sanguinolento rasgue as vísceras dessa gente ipiraense; que nos lance nas profundas; nunca, jamais, daremos as mãos. A vaca de leite só tem quatro tetas e a bezerrada gosta de mamar até ‘umas zora’; o mel escorre pela boca e lambuza o gogó; o manjá só tem pouquíssima coxa de galinha. O amor perde-se nos labirintos para o poder. O ódio serve para lubrificar a vida.

O acordo é civilizado, com regras, normas e aparências. É impossível um único grupo dominar todo um povo, até mesmo em Ipirá. Sejamos um dueto. Sejamos jacu e macaco. É pela cultura do jacu e macaco que acontecem as cooptações, as manipulações e a utilização da população pelos interesses dos grupos. O jacu domina uma banda da população e o macaco domina a outra. Tá tudo dominado.

Sejamos um sistema, indivisível, único e supremo. Um sistema! Entendeste bem? Um sistema. Uma moeda é um sistema com cara e coroa. Sejamos um sistema, até que a morte nos separe, jacu e macaco, Faremos o rodízio no poder. Quatro anos prá lá e quatro prá cá. Isso é jogo de interesse. Tu és jacu e vós sois macaco. Vós sois o bem e tu és o mal. O povo jamais entenderá esse esgrima, esperam eles. É assim que se mantém uma farsa.

O prefeito Marcelo Brandão diz, em nota: ”e ajudar a Ipirá e seu povo que tanto precisa, não é hora de torcer para que nada dê certo, não é hora de serem do contra, é hora sim de todos serem um só, de ser Ipirá, em vez de torcer para dar errado fiscalizem onde a verba será empregada e vamos juntos fazer uma nova Ipirá.”

Sem dúvida, muito preocupado com o empréstimo de dez milhões na CEF, para a realização de obras, muita obras, diversas obras, múltiplas obras... uma baralhada de obras.

O pretendente a prefeito Edivonilso Santos (Dudy) diz, em nota: “O momento exige que pensemos no macro, deixando de lado projetos pessoais e vaidades.... Precisamos unir forças! Pensar e construir uma nova história em Ipirá.”

Sem dúvida, muito preocupado com inchação e a concorrência de pré-candidaturas dentro do grupo da macacada, com projetos pessoais e muita vaidade correndo solta e ele desprovido disso, pretendendo ser o fator de união do grupo.

Todos estão certos. E para você entender melhor esta engrenagem basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

SINUCA DE BICO


O município de Ipirá já foi uma grande bacia leiteira no Estado, chegou a ter uma produção de cem mil litros/dia, com duas empresas multinacionais na linha de comercialização, a Nestlé e a Parmalat. Hoje, eu não sei se produz três mil litros/dia. Uma queda vertiginosa, gritante, abismal na produção. Já foi.

Toda quarta-feira, saem dois caminhões de ovinos e caprinos que são vendidos na feira de Ipirá. Cem animais por caminhão, significando um total de quatro toneladas de carne, que representa vinte toneladas de carne num mês de cinco quartas-feiras. Vinte toneladas com um potencial para duzentas toneladas/mês. Potencial que o Poder Municipal não enxerga e não quer nem saber. Já foi.

Assim está a produção rural em Ipirá. Tem 6.800 propriedades rurais, que poderiam muito bem está alavancando a produção no município e dando cobertura e sustentação ao comércio local, criando uma auto-sustentação concreta e promissora no município de Ipirá. Já foi.

Para dar suporte à produção é necessário colocar-se em atividade um laticínio (está empacotado), um matadouro (sem operacionalidade), um Parque de Vendas de Animais (está desorganizado). Essa trindade é o que falta para dar garantia e impulsionar a produção rural.

Na venda de animais, o Poder Público não precisa fazer nenhum investimento é, simplesmente, uma questão de gerenciamento para organizar e planejar a ação. Não foi ainda. No laticínio e no matadouro a situação é mais complexa e o parangolé está amarrado. Parece que já foi.

O poder político no município está configurado num sistema de dois grupos que se alternam na prefeitura, um tal de jacu e um tal de  macaco, que não conseguem desatar o nó e impulsionar o município.

Esse sistema jacu/macaco carrega em sua entranha vícios nocivos e está contaminado por uma prática perdulária e corrupta que mantém, alimenta e reproduz o atraso, através do clientelismo, do grupismo, do nepotismo, da prevaricação, do oportunismo, do interesse patrimonialista e personalismo na gestão pública.

Num município precário e amarrado economicamente, salvo do colapso e estrangulamento pela existência do setor de fabrico de calçados e carteiras, pelos salários do funcionalismo público e pela robusta faixa de aposentadorias na quantidade de aposentados rurais e urbanos, não resta muita saída.

Daí e por isso, a receita de dez milhões/mês da Prefeitura Municipal passou a ser a cobiça e a corrida do ouro no nosso município; pela elite dos grupelhos jacu/macaco, por meia dúzia de afilhados, por uma dúzia de comerciantes e alguns espertalhões. Sendo que, os trabalhadores ficam acorrentados ao salário mínimo. Assim a roda gira com jacu e macaco.  

Nessa conjuntura, parece que administração Marcelo Brandão já deu o que tinha que dá. Representando o clã Martins e vestindo a camisa do grupo jacu caminha com a cabeça nas nuvens e sem colocar os pés no chão. Diz que conseguiu sanear as finanças da prefeitura: instituiu altos salários para a máquina pública; fatiou o orçamento público com as empresas de lixo, de construção, publicidade, transporte, nos aluguéis, com advocacia, no comercio, com terceirização. Quando paga ao funcionalismo (em dias) não sobra nada, aí atrasa aos fornecedores e prestadores de serviço (em atraso) porque o dinheiro acabou; assim sendo, fica jogando com a barriga.

Sem dinheiro o gestor MB entra em desespero; arrocha no IPTU; mete a mão no dinheiro sagrado do salário do funcionalismo; a APLB e o Sindicato dos Funcionários reagem e partem para cima; o prefeito vai ter que  recuar.

O prefeito MB não consegue um palito de fósforo na esfera estadual. O pacto federativo castra todo município brasileiro. O prefeito MB está em maus lençóis, só resta tomar um empréstimo na CEF à longo prazo.

Aí o bicho pega. O prefeito MB parece que não goza de credibilidade na Câmara de Vereadores. O prefeito Marcelo Brandão demonstra desespero, lamenta e apela para o apoio da população em nota e carro de som, nessa hora ele lembra que o povo existe, mas não consegue ativar e mobilizar o povo.

Ninguém sabe o que a gestão vai fazer com o dinheiro. O argumento que é para o desenvolvimento de Ipirá é falacioso e está longe da verdadeira necessidade para impulsionar o município.

Faltando um ano e meio para terminar o seu mandato, o prefeito Marcelo Brandão vem perdendo a credibilidade junto a população de forma acentuada e o seu desgaste é visível. Demonstrou de forma clara, na fala e no escrito, que o município está liso, com todo recurso comprometido. Já foi.

Infelizmente, essa é a situação e a realidade do nosso município na demarcação, na ferração e sob o controle do jacu e macaco. Prefeito Marcelo Brandão! Mesmo sem lenço e sem documento, o seu mandato ainda não terminou, organize e dê força e vida ao Parque de Venda de Animais, para quem sabe e queira Deus, V. Exa. seja lembrado como um prefeito que passou por este município. Não seja ingrato com o nosso município.

Não fique com esse jeitão de adolescente enfezado, marrento, traquino, embirrento e inconseqüente, que acha que é dono da verdade num mundo de otários e sai quebrando e derrubando tudo que acha pela frente, botando o município abaixo com sua marreta e achando que só leva espeto e que não recebe nenhum aconselhamento. Cuide do Parque de Vendas de Animais, custará menos do que o empréstimo da CEF, e quando Ipirá estiver exportando para outros municípios 40 toneladas, por feira, de carne de ovino e caprino, serei o primeiro a levantar a bola de V. Exa., neste aspecto.  

Essa engrenagem de Ipirá você só entenderá se tiver o comprometimento de adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

COM A CUIA NA MÃO


Pelo tamanho da gemedeira do prefeito Marcelo Brandão a coisa não está boa para o lado da prefeitura. Tá faltando dinheiro. Fato demonstrado no programa da FM, pelo próprio prefeito.  

A Prefeitura de Ipirá tem que tomar um empréstimo de dez milhões de reais. Ou toma ou se lasca.

As privatizações da Praça do Mercado e do Centro de Abastecimento não surtiram efeito e muito menos deram resultado. Privatização sem entrar grana no cofre público e que a prefeitura tem que gastar nas obras é o mesmo que ‘chover no molhado’.

Com a obra do Puxa parada; a do Mercado de Arte sem andar e a do Centro de Abastecimento estancada; a administração MB fica perdida e num beco sem saída. Sem dinheiro no cofre, só enxerga uma saída: tomar um empréstimo de dez milhões.

Daí a vociferação e o desespero: “que a população participe da votação e pressione seu vereador para votar que sua rua não continue com lama e poeira” e mais “votar contra esse projeto não é votar contra o prefeito, mas sim, votar contra o desenvolvimento de Ipirá.” Uma argumentação de gabinete, com uma conclusão ambígua.

“Esse empréstimo possibilitará a retomada do desenvolvimento de Ipirá.” Uma assertiva que reconhece que Ipirá está estancada igual a jegue no meio do caminho. Tem que retomar o desenvolvimento. Todo ipiraense concorda com isso.

Quanto custa a retomada do desenvolvimento? No dizer do gestor: dez milhões de reais. Na ideia do gestor dez milhões bota Ipirá para andar. É melhor do que nada. Itaberaba recebeu oitenta milhões de investimento do governo do Estado. Ipirá é um borrego enjeitado na esfera estadual (PT/Costa) e federal (PSL/DEM). Não consegue um pirulito. Está esquecido e desprezado.

Sem prestígio e sem conseguir nada lá em cima só resta ao prefeito MB um empréstimo de dez milhões de reais para retomar o desenvolvimento. Retomar com calçamento de ruas. Ipirá ainda capenga e patina na Era do Saneamento Básico. Nosso atraso é visceral e tem o carimbo e garantia do jacu e macaco. É coisa de mais de meio século.

O desenvolvimento de Ipirá tem que ser fincado na tríplice trindade: Matadouro, Laticínio, Parque de Vendas de Animais; acompanhado de estradas rurais eficientes para fomentar a atividade rural. Tem mais, com Universidade pública e gratuita. Com serviço público de qualidade na educação e saúde. Com infraestrutura que atenda aos moradores nas questões da pavimentação, acessibilidade e do bem-estar das pessoas que aqui moram. Dez milhões de reais não dá para melar.

A administração do prefeito Marcelo Brandão está engessada. Não conseguiu resolver problemas básicos e essenciais para o município: a reforma da Casa do Estudante em Salvador está sem solução; o Mercado de Arte continua fechado; as ambulâncias do SAMU continuam na garagem; o matadouro ainda sem servir para nada; não consegue gerenciar uma feira de animais; não tem condições de fazer uma praça que está há dois anos fechada. Assim corre a vida real.

O atendimento da UPA é vergonhoso pela falta de recursos de material básico, até de profilaxia. O hospital continua deficiente. A organização do trânsito da cidade é de uma improvisação sem par. As estradas rurais, recém reparadas, já estão esburacadas, isso demonstra a complexidade do nosso município. Não é nada fácil.

A gestão do prefeito Marcelo Brandão tem tudo para ser o maior fracasso administrativo do nosso município e muito pouco para entrar para a história como o prefeito que mais trabalhou por nossa terra, coisa que mete medo à oposição e só ocorre na cabeça visionária do gestor, mas que está muito longe de acontecer na realidade que vivemos.

A prefeitura está lisa e com a cuia na mão. É uma máquina caríssima. Gasta muito e é perdulária. Dez milhões de reais não dá para espalitar um dente e o “bicho Ipirá” tem muitos dentes (problemas) para serem resolvidos e iniciar o seu desenvolvimento humano, com base no trabalho, renda e na diminuição da desigualdade social.

No critério do jacu e macaco, um empréstimo de dez milhões é a solução do nosso município. Para você compreender essa engrenagem deletéria que surrupia o nosso município, basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

RETROAGINDO OU METENDO A CORDA NO PESCOÇO

                                                        X

Neste artigo, procurarei fazer-me de desentendido para não ser compreendido, embora as coisas ocorram pelo avesso do contrário. É muito simples: um município só desenvolve quando tem produção material ou cultural, ou se embrenha pelo comércio. Levando-se em conta o aspecto da geração de trabalho e renda.

Sendo Ipirá um município de base rural, com uma economia fincada na pecuária, com predominância da pequena propriedade é razoável que se pense de forma coerente sobre esse setor econômico. É justamente aqui, que está o X do problema e o Y da questão. Como desenvolver este setor?

São mais de 6.800 propriedades rurais. A seca é uma agravante, mas não é um impedimento. Onde está a solução para o fomento da atividade pecuária em condições de consolidação e crescimento? De forma bem simples; no amparo da produção. Se a produção tiver meios de garantia e suporte no mercado ela prosperará. Ou não é assim?

Essa pecuária de Ipirá está carente e necessitando de um suporte adequado para poder prosperar. Mais do que prioridade, é uma questão de vida ou continuar na pendenga. Ipirá precisa de um laticínio, um matadouro e um parque de venda de animais. Três coisas para animar a produção rural. Três coisas essenciais, elementares e necessárias. Se não são, mostre o caminho, mas não fique mudo parecendo uma parede.

Por incrível que pareça, não tem um Satanás, no bom sentido, que bote essas três coisas para funcionar em Ipirá. Eu fiz esse arrodeio todo para chegar ao Parque de Vendas de Animais em Ipirá. Não tem como funcionar um, aí fizeram dois locais de venda. É incrível como as coisas acontecem neste município! Aqui, em Ipirá, se dá dois passos atrás, sem a menor vontade de ir adiante.

O local de venda de animais está voltando ao local que era antes, sem nenhuma condição. Um terreno particular, sem infra-estrutura; um lamaçal quando chove; um sol de lascar o juízo quando não chove, sem a sombra de uma árvore sequer, simplesmente, com base no argumento de que está junto ao Centro de Abastecimento e que tem condições de vender a um feirante. Esse é o argumento básico.

Para os que defendem o retorno da venda ao lugar antigo, não importa o atraso, a precariedade do local, muito menos a coisa pequena, miúda e atravancada. Não importa, o gargalo e a falta de perspectiva. Nada disso tem importância, o que vale é que ali poderá aparecer alguém para comprar uma marrã, até pelo preço de mercado, mas com a comodidade de estar junto ao Centro de Abastecimento. Comodidade vale mais do que perspectiva de crescimento.

A feira no Parque de Exposição tem outra estrutura. É outra apresentação. Tem uma logística que não encontramos em outras cidades. Coisa de fazer inveja, mas que não é compreendida assim.

E os compradores? São os mesmos, tanto faz no Parque como junto ao Centro, basicamente, são os mesmos compradores e são bem-vindos, pois eles compram mais de dois caminhões de animais, toda quarta-feira, produzidos no município de Ipirá.

Uma feira de animais em Ipirá, respeitada em toda região; com poder de atração e de competição; que movimente a comercialização da produção do nosso município; que seja um expoente e uma alavanca para o crescimento e desenvolvimento da produção rural. Isso é impossível de acontecer no local antigo, junto ao Centro de Abastecimento, e poderá muito bem ser viabilizado no Parque de Exposição, basta organização, planejamento e ação. No meu ponto de vista, o local antigo é um retrocesso e no Parque de Exposição é uma perspectiva.

Eu posso até está falando e escrevendo para ouvidos moucos, para as paredes ou para aves agourentas e pessimistas, mas numa coisa eu estou correto, mesmo sem ser convincente e sem a obtenção de consenso: o município de Ipirá só será próspero quando incrementar e instrumentalizar a sua produção, nos aspectos da sua eficiência, da produtividade e da comercialização. Que apresentem outros caminhos.

Você pode até dizer que tudo isso é bobagem e que não quer saber de nada disso; que pouco importa e que tanto faz; mas venhamos e convenhamos, tem uma pessoa neste município que tem que tomar uma posição, que tem que decidir e demarcar a situação: é o prefeito Marcelo Brandão. O prefeito é o administrador da cidade, não pode ficar omisso ou em cima do muro.

O prefeito do município tem que agir para resolver o problema, tem que buscar uma solução, tem que mostrar que é e que tem autoridade ou então ficará a triste imagem de um banana omisso, incompetente e inconseqüente.

Não adianta ficar esperando por governo federal e estadual. Ipirá está órfão destas instâncias e não consegue nem ser adotado, esta é uma triste realidade. Ipirá está nas mãos de sua própria gente.