quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

O MELHOR PRESENTE DE NATAL EM IPIRÁ

Quem recebeu o melhor presente de Natal em Ipirá? Foi o ex-prefeito Marcelo Brandão. Você pode não acreditar, mas que foi, foi!

 

O político Marcelo Brandão estava pendurado com a corda no pescoço, sobre uma rodilha de cascavel com veneno até no nariz, ladeado por meia dúzia de onças famintas e um rebanho de hienas preparado para torar e limpar a ossatura comprida do sujeito. Tudo preparado.

 

E o sujeito (MB) escapou! Como? Foi ajuda do Espírito Santo? Não. Foi trabalho no terreiro Maria Conga e Caboclo Sete Flechas em Lauro de Freitas? Não. Foi sorte no par ou ímpar? Foi, nada!

 

Foi trama de bastidores; foi ajuste maléfico de interesses; foi combinação espúria de dois bandos (jacu e macaco); foi uma cumplicidade para prejudicar a ética em nosso município e salvar pela raiz qualquer mal feito (de prefeitos) dentro do sistema jacu e macaco em nosso município. Hoje o beneficiado foi o jacu; amanhã (daqui a quatro anos), será o macaco.

 

O estranho é um vereador macaco votar para beneficiar um ex-prefeito jacu!? Não foi um voto em benefício de Ipirá; foi um voto para beneficiar diretamente o ex-prefeito Marcelo Brandão. Pode ser tratado como um conchavo descarado; como um conluio desavergonhado do jacu e macaco.

 

Quem reprovou as contas do ex-prefeito Marcelo Brandão não foi eu, nem você, foi o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que analisou, examinou minuciosamente e concluiu pela reprovação. O TCM não conhece o ex-prefeito Marcelo Brandão; não nutre por ele, seja simpatia ou antipatia; então, o julgamento foi técnico, dentro de critérios objetivos e transparentes.

 

A conta 2020 do ex-prefeito foi colocada no colo da Câmara de Vereadores de Ipirá para sacramentar ou não a decisão do TCM. A Câmara Municipal não possui preparo técnico para uma análise apurada e profunda de contas pública; mas, em contrapartida conhecem pessoalmente o ex-prefeito MB; conhecem tanto, que chegou ao ponto da proximidade falar mais alto. Graças aos votos dos vereadores da macacada aprovaram as contas rejeitadas pelo TCM.

 

A situação do ex-prefeito MB era difícil e complicada. Corria o risco de ficar pendurado com uma inelegibilidade de oito anos; poderia ter que fazer a devolução de muita grana; ainda, ficaria com um bocado de bronca no lombo, tendo que responder processos administrativos. Nada disso vai acontecer. Quem salvou o ex-prefeito Marcelo Brandão? Foi salvo pela macacada. Foi salvo pelos votos de vereadores macacos.

 

Os vereadores macacos votaram pela aprovação das contas do ex-prefeito MB, salvando-o da dificuldade em que ele estava enrolado. Observe a coincidência: Ipirá entrou na fase de valorizar o número onze. O prefeito macaco venceu com 11 mil votos de frente. O ex-prefeito jacu venceu com 11 votos, graças ao apoio da macacada; foi a salvação do ex-prefeito. Não digo nada; não digo nada! Quem sabe?

 

A Câmara de Vereadores de Ipirá, com maioria dos macacos, reuniu em sessão extraordinária na última segunda-feira (23/12), para o julgamento das contas do ex-prefeito MB. Nada de transmissão pelo Youtube, uma sessão quase secreta, com vereadores macacos prontos para pular de galho. A negociata estava articulada e em ponto de execução. Vereadores macacos votaram e salvaram o pescoço de um ex-prefeito jacu.

 

Macacos votarem em jacu? E as lideranças da macacada dizem o quê? Onde estava o grande líder Diomário? Não reuniu os vereadores, nem fez uma orientação aos vereadores do grupo macaco? Nessa hora é jogo de compadre.

 

Cadê o prefeito Dudy? Esse prefeito Dudy falou tanto das mazelas administrativas do ex-prefeito MB, mas na hora de xopá o sujeito (MB), o prefeito Dudy deu uma rabichola. Nessa hora é jogo de compadre.

 

O prefeito que vai entrar (Thiago do Vale) fez o quê? Esse aí não é para se esperar uma atitude, porque ele mesmo disse que não faz política falando de quem quer que seja, naturalmente, nem para defender a probidade com os recursos público. Passada a campanha, uma mão lava a outra e todo prefeito está sujeito a uma situação parecida; aí é preferível o jogo de compadre.

 

Esse é o sistema sem-vergonha do jacu e macaco. Vale a pena recordar: quando o vereador Ademildo Almeida se configurou como um grande parlamentar por ter botado pocando em dois péssimos e inescrupulosos POLÍTICOS de Ipirá (o macaco Antônio Colonnezi e o jacu Luiz Carlos Martins) que ficaram inelegíveis, para o bem do povo de Ipirá, por causa das contas públicas e ambos foram excluídos de qualquer possibilidade de serem candidatos até ao cargo de Inspetor de Quarteirão por malversação do dinheiro público.

 

O placar foi de 11 a 4 favorável ao ex-prefeito Marcelo Brandão. Os quatro votos contrários foram do vereador Arnor e da vereadora Luma, que foram coerentes em seus posicionamentos favoráveis ao julgamento do TCM; do vereador Deteval Brandão, coerente com sua posição tomada e defendida por todo esse tempo e do vereador Weima Fraga que não contrariou as críticas que fazia ao ex-prefeito, mantendo sua posição e não embarcou no jogo de compadre que virou essa politicagem de Ipirá. O cambalacho foi grande, só Deus sabe o que aconteceu. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

AS CONTAS DO EX-PREFEITO MARCELO BRANDÃO

 

Correndo atrás das emendas parlamentares. Andanças por São Paulo, Goiás, Piauí, para chegar à Bahia. Em Campo Formoso, o vereador Chiquinho inventou o jogo da ‘sacola com dinheiro’, é simples: pegou 220 mil reais e colocou-os numa sacola, depois jogou-a pela janela, se a Polícia Federal encontrar a grana você perde; se a Polícia Federal não achar a sacola você ganha. É pura emoção.

 

Em Jequié, KLB, coordenadora na Secretaria de Infraestrutura colocou a bolsa em cima da mesa e um milagre aconteceu, 48 mil reais entraram na bolsa. Propinada, KLB liberava pagamentos retidos em contratos públicos firmados entre a prefeitura e a empresa. Essa KLB é mais esperta do que o cão chupando manga.

 

Fazer o quê?  Asfalto; que chegou em tudo que é buraco. Criaram o asfalto-chicletes, você pisa com uma sandália havaiana e vem um tolosco de asfalto grudado na sandália.

 

Fazer como? Asfalto; que se você futucar com o dedo vai conseguir arrancar um tampão.

 

Comprovar de que jeito? Tirando uma foto de uma rua asfaltada em Juazeiro, você prova que asfaltou uma rua no município de R. Real, que fica bem distante.

 

Em Formosa do Rio Preto um esquema foi montado nas pastas de saúde do município. Ex-secretários municipais de saúde sofreram um baculejo em suas residências. Sem novidades na saúde:

 

Pagamentos por serviços médicos não prestados à população;/ Plantões que nunca foram realizados;/ Lista fraudulenta de pacientes "fantasma";/ Utilização de empresas de fachadas para repassar recursos;/ Exames incompatíveis, como ultrassonografia transvaginal em pacientes homens.

 

Ôs ‘cabrunco da desgraça’! Nem o diabo quer essas desgraças no inferno, pois eles vão infernizar a vida de satanás ao surrupiar as panelas de dinheiro que existem enterradas no inferno. Que fiquem bem longe de Ipirá. Que nunca se aproximem dessa terra. Fiquem por lá, rebanho de coisa ruim, que não podem ver recursos públicos.

 

“Esses recursos, provenientes de emendas parlamentares e convênios, eram direcionados para empresas e indivíduos ligados a administrações municipais. Esta organização se dedica principalmente à prática de crimes como corrupção ativa e passiva, fraudes em licitações, lavagem de dinheiro, utilizando contratos públicos fraudulentos como principais meios de atuação", analisou a PF.

 

No nosso caso, asfalto não é problema, prova disso é o asfalto da avenida RGS, feito na gestão do ex-prefeito Marcelo Brandão, refeito pelo seu sucessor Dudy e com trinta dias a população descobriu que era um asfalto-sonrisal, esfarelou todo perto do cemitério, colocaram brita; dobrou em duas valetas no fundo da fábrica, tá na buraqueira. Uma despesa, duas despesas e precisando de uma terceira despesa. Êta, coisa boa!

 

Saúde não é problema em nossa terra, qualquer dificuldade temos Rui Barbosa, Itaberaba, Feira de Santana e Salvador para resolver a nossa precariedade, basta 1 h de viagem. Como disse o prefeito Dudy: “a policlínica não veio, porque estava no PAC federal, mas ganhamos dois PSF”. Matamos a pau, dois é melhor do que um.

 

Tenho que dizer: a nossa maior e verdadeira desgraça é uma coisa chamada Jacu e macaco. São inimigos até a morte, um querendo sangrar o outro. Um xingando e esculhambando o outro. E o pior? Tem gente que acredita nisso; tem pessoas que acreditam que eles são adversários. É uma pena! Jacu e macaco são farinha do mesmo saco; é um trocadilho e uma grande farsa.

 

Observe bem, o que está acontecendo e responda uma pergunta bem simples: o que você acha das contas do ex-prefeito Marcelo Brandão? O prefeito Dudy esculhambava. Os vereadores Deteval Brandão e Weima Fraga lascaram o sarrafo sem pena. Muitos macacos fazem críticas severas e contundentes. Muitas pessoas batem pesado, com força e de forma dura na gestão de MB. O TCM reprovou as contas do prefeito Marcelo Brandão.

 

“O julgamento das contas do prefeito feito pelo Tribunal de Contas é técnico, quando são analisados os aspectos de legalidade, economicidade, eficiência, eficácia e efetividade das ações do Poder Executivo.” O parecer prévio elaborado pelo TCE foi de rejeição.

Prefeitura de IPIRÁ

(Dados processados em 19/12/2024 09:02:27)

 2020

 09878e21

 Sim

 MARCELO ANTONIO SANTOS BRANDAO

 12/08/2022

 Rejeitado

 

E agora? Ficará por conta da Câmara de Vereadores de Ipirá acompanhar o parecer do TCE ou passar a esponja e apagar tudo, votando um projeto de resolução aprovando as contas de MB e limpando as contas e a cara do ex-gestor Marcelo Brandão. O julgamento do TCE é técnico e o da Câmara de Vereadores é político. Pode um troço desse? Pode.

 

Mas MB não é jacu? É. O jacu não é minoria na Câmara? É. Como Marcelo Brandão poderá ter as contas limpas na Câmara de Vereadores se é minoria? Com a ajuda e beneplácito da macacada, que você romanticamente e ingenuamente acredita que é contrária ao jacu, que é adversária do jacu. Que fazem oposição hostil um ao outro, até envergar um pé de palmeira. Oh, lá ele! São porcos que comem no mesmo cocho.

 

Jacu e macaco é uma moeda de cara ou coroa. Uma mão lava a outra na questão da aprovação de contas, não fosse isso, essa terra seria outra, com muito mais honestidade e transparência.

 

Uma sessão extra está marcada para aprovar as contas de Marcelo Brandão. Será segunda-feira 23/12. Para que a Câmara faça um julgamento contrário ao parecer do TCE é exigido um quórum especial de 2/3 de seus membros (10 votos). Aprovando o ciclo se encerra. Rejeitando MB ficará inelegível por 8 anos e se configurar ato doloso de improbidade, MB ficará torado no pescoço.

 

Por incrível que pareça, o destino da vida política do ex-prefeito Marcelo Brandão está nas mãos e no querer da macacada.

 

“Se as contas forem rejeitadas por irregularidade insanável, que configure ato doloso de improbidade administrativa” aí MB estará lascado. “Somente o Poder Judiciário pode declarar se o ato em questão também configura improbidade administrativa dolosa.”

 

Qual será a orientação dos líderes da macacada (Diomário, prefeito  Dudy e futuro prefeito Thiago) para os vereadores da macacada? Quem tem redondo tem medo; uma mão lava a outra; quem brinca com fogo poderá se queimar; amanhã será outro dia; o risco que corre o pau corre o machado. ‘Votem nas contas de Marcelo Brandão.’ Você duvida?

 

Como votará os vereadores da macacada? Um voto que eu tenho interesse de acompanhar é o do vereador Deteval. Como votará o vereador Deteval Brandão? Qual será o pronunciamento e a sua orientação?

 

Ex-prefeito Marcelo Brandão abra os olhos, as mãos e o cofre. O senhor está no olho do furacão. O senhor depende diretamente da macacada que o carregará no colo. Essa será a maior enrolação já vista em Ipirá. Macaco e jacu duas porcarias de um único sistema. Pena que o povo de Ipirá não quer abrir os olhos para enxergar esse cambalacho.


sábado, 14 de dezembro de 2024

O AUTO (com u) E O BAICHO (com ch)

O prefeito eleito e diplomado Thiago do Vale foi enfático e cristalino em seu supremo momento de gratidão ao se referir ao advogado Diomário Sá, também conhecido como ex-prefeito Dió, na condição de grande mestre da política ipiraense: ‘O Professor’ ou seja, “o maior líder político que ele conheceu!” Foi o prefeito eleito quem disse e com essas palavras.

 

Sim, pode ter sido um momento de grande emoção do prefeito eleito, mas convenhamos, ele vai ficar no mandato por quatro anos, com direito à reeleição e nesse período perdurará essa sentença que ele sacramentou. Isso é a Nova Política. Com habilidade, o prefeito eleito afastou todos os possíveis e prováveis líderes e colocou na cabeça da pule o ex-prefeito Dió, depois dele, na linha sucessória da liderança, só o prefeito da cidade.

 

Enquanto isso, atrasado e esbaforido, chegou o grande líder dos macacos, Antônio Colonnezi e deu um toque na porta e entrou, tomando um grande choque: “eu pensei que você estava sozinho, não sabia que estava em reunião!”

 

O vice-prefeito eleito Deteval Brandão foi preciso nas palavras: “Antônio fique sentado lá fora e espere a reunião acabar!” O prefeito Thiago do Vale calado estava, calado ficou. Para diminuir o constrangimento, o vereador Jaildo do Bonfim interpelou: “Antônio puxe a cadeira e sente aqui.” O líder Antônio Colonnezi preferiu bater em retirada.

 

Se essa narrativa não foi como está exposta acima, coloco esse blog a disposição de qualquer um dos citados para os devidos esclarecimentos, desde quando, eu não estava presente e não presenciei o fato. Essa é a Nova Política dando as cartas.

 

O líder dos macacos, Antônio Colonnezi vai comer o pão que o diabo amassou nesses quatro anos. Vai ficar parecendo aquele guri que o professor colocava no canto da sala, de joelho sobre caroços de milho, com as mãos estendidas tomando bolo de palmatória e levando cipoada de galho de cansanção nas pernas. Que não seja nada disso. Agora, que o ex-grande-líder dos macacos vai passar por muita situação moralmente desconfortável, por muito embaraço e não pouco vexame; lá isso vai!

 

Agora, quero falar ao médico renomado e gabaritado Antônio Colonnezi. O senhor não é e não será mais o líder político da macacada no tempo da Nova Política. Esqueça isso; já foi! O senhor só terá vez nesse esquema da Nova Política como subalterno, como médico submisso e descartável, como um empregadozinho qualquer, que tem que puxar o saco da administração para não perder o contrato com a prefeitura.

 

O volume da sua liderança vai ser reduzido por meio da pressão, aperto e compressão até chegar na estaca zero. Bem melhor seria se o senhor fosse um empresário da saúde colado na prefeitura. O dono de uma cooperativa de médicos, aí sim, nem que fosse uma empresa bufalafumenga, com um contrato de quinze milhões de reais/ano (como é atualmente) e deverá ser renovado por trinta milhões de reais/ano. Tudo é possível.

 

Mas, nem tudo é possível. A Nova Política não aceita o senhor como empresário da saúde de jeito nenhum. Nem botando um laranja no gerenciamento. O senhor tem a sua disposição o emprego de médico plantonista, com um bom salário e com a obrigação e o dever de ser o garoto propaganda da saúde de Ipirá. O ex-líder da macacada, o médico Antônio Colonnezi, não fará parte do esquema da Nova Política que se apossou do poder em Ipirá. Está escrito nas estrelas.

 

Tudo isso acontecendo e o prefeito diplomado definindo uma secretaria para o PT de Ipirá. Acredite se quiser! Ele escolheu a secretaria da Infraestrutura (tudo bem) e ainda escolheu o nome, uma estrela oportunista que mora em Salvador e está de mala, sacola e cuia para vir morar em Ipirá com salário de 14 mil reais. Ninguém vem para Ipirá para lamber sabão. O PT local não tem direito nem a fazer uma reunião para discutir e indicar o nome. Quem deu o sangue na campanha em busca do voto não é nem escutado. Submissão aos caprichos do rei. Quem te viu e quem te vê PT de Ipirá!

 

A panela esquentando e o quase ex-prefeito Dudy participando da sabatina do Jorginho, com uma conversa melosa, parecendo jogador de bola ensaboado, que cisca e não sai do lugar. Disse o prefeito Dudy que: “tenho que agradecer ao povo de Ipirá por ter me ajudado a pagar uma dívida...” Que dívida foi essa? Com quem foi contraída essa dívida e por quê? Como e por quê uma conversa dessa? Dívida a gente entende por quantia emprestada.

 

Aí o prefeito Dudy argumenta que é a dívida ‘de ser prefeito’. Um outro significado é uma ‘obrigação moral contraída por favor ou bem recebido’ aí o prefeito Dudy acha que não deve mais nada ao povo de Ipirá. É assim mesmo prefeito Dudy?

 

Lá pelas tantas, o prefeito Dudy contou uma passagem sua pela Caixa Econômica, dizendo ele que não tomou um centavo emprestado em instituição financeira, aí o superintendente da CEF disse-lhe: “vou lhe dá um presente”

 

Ele pensou que era uma caneta ou coisa do gênero, foi quando recebeu um documento afirmando que a prefeitura de Ipirá tem hoje 110 milhões de reais pré-aprovado com o aval do governo federal para ser pago em dois anos de carência, com oito anos de prazo. Há quatro anos atrás a prefeitura não tinha condições de tomar uma caneta emprestada e que agora tinha condições de fazer todos os projetos e tomar esse recurso.

 

Parece que o homem sentiu vontade de tomar esse empréstimo? A cereja do bolo seria um projeto para sair ainda na sua gestão. Na prorrogação e o homem ainda falando em dinheiro para projeto. Disse que o município está sendo estudado para um grande empreendimento, que se der certo Ipirá vai triplicar de tamanho. Que a Policlínica não aconteceu porque caiu no PAC do governo federal e aí tem dois PSF aprovado em seu lugar.

 

Se o governo não atualizasse a liberação de emendas parlamentares o governo Dudy seria um santo do pau oco, com muita promessa e pouca obra realizada com recursos próprios (não foi pouco dinheiro): a compra da casa do estudante em Salvador (de grande importância).

 

Na retrospectiva do mandato o gestor Dudy não fez menção dos recursos, sua grande promessa de campanha, que foi totalmente esquecida, uma prestação de contas em praça pública. Negou durante quatro anos.

 

Aí o prefeito Thiago do Vale tem toda a razão: “solenidade de certidão não é momento para discurso, que será feito no dia da posse!” Uma ótima oportunidade para o futuro prefeito anunciar o novo programa de governo, que contemple um bilhão de reais durante o seu mandato. Essa é a Nova Política, muito mal entendida pelo prefeito Dudy que disse que com a Nova Politica pedreiro, borracheiro, pintor poderão ser prefeito de Ipirá. Uma grande mentira.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

POSSE DE PREFEITO NO ELOFILO

Próximo ao Banco do Brasil, em Ipirá, tinha um bar contendo a seguinte frase, na parede da frente: “liso sobe à e liso desce ß”, bastaria ter dito: “é proibido a entrada de sujeito liso nesse recinto”.

 

Que parece com o prefeito Dudy, lá isso parece; o modelo pode ser usado em qualquer parede da prefeitura, no seguinte formato: “liso encontrei e liso deixo”. Refiro-me aos cofres da prefeitura.

 

Quando o prefeito Dudy assumiu, afirmou em bom tom que encontrou as contas da prefeitura zeradas. O ex-prefeito Marcelo Brandão nada disse, então ficou o ‘dito pelo dito’, na verdade a população não fica sabendo de nada, porque nada sobre as contas da prefeitura é prestado à população.

 

Quando o prefeito Dudy está se preparando para deixar a prefeitura, em live, ele afirma que: “se ficar dinheiro na conta da prefeitura ele vai distribuir com os funcionários”. Foi mais ou menos assim, ou seja, vai deixar o cofre da prefeitura liso, lisinho da silva.

 

Não tenho certeza, mas o prefeito Dudy será o primeiro prefeito da Bahia a distribuir o dinheiro da prefeitura com os funcionários, numa programação chamada ‘QUEM QUER DINHEIRO?’ Naturalmente, deixando o cofre liso para o prefeito que vai entrar. Tem LEI que dê sustentação ao projeto ‘Conta lisa’? Não sei! A Câmara Municipal avaliza? Não sei!

 

Qual é o funcionário da prefeitura que quer ficar de fora da programação ‘QUEM QUER DINHEIRO?’ Ninguém quer. Parece que não é para todos os funcionários. É o que parece. O prefeito Dudy, como sempre, nada explica.

 

Dizem que é para o setor da Educação. E o pessoal da Saúde vai ficar na turma dos lisos? Tentando explicar: o pessoal da Educação não teve o aumento no tempo devido, assim sendo, nada mais justo do que o pessoal da Educação rapar o tacho. Para a meninada não tem nada melhor do que rapar o tacho da canjica. É cada colherada que enche a boca.

 

Para o prefeito Dudy não tem nada melhor do que não prestar conta da conta da prefeitura, sendo mais claro, das contas do dinheiro público. Promessa feita e não cumprida. Também, pudera! Tem pedra no caminho.

 

Uma pequena pedra. Toda imprensa de Ipirá coloca notícias da prefeitura de Ipirá. ‘De graça’ não é. Saco vazio não fica em pé e o pessoal não pode ficar com o bolso liso. Procurei, procurei (na Transparência) e não achei um contrato, muito menos, um recibo. Quem é que paga? Soube que é uma empresa privada que faz o PIX. Não deixa de ser uma grande ilegalidade aos olhos da ética e transparência.

 

É sempre assim, atira no calango para acertar na codorna gorda! A posse do novo prefeito, sai o prefeito Dudy, entra o prefeito Thiago, será no Elofilo Marques e não na Câmara de Vereadores. A posse dos vereadores na Câmara de Vereadores; a do prefeito no Elofilo. Qual será a mais concorrida?

 

Não se trata de depreciar a Câmara de Vereadores. Não é nada disso! Mas, que o Elofilo vai ficar com lotação completa, lá isso vai! Uma boa oportunidade para o prefeito Dudy colocar um telão no Mercado de Artes, que ficará lotado, sendo uma ótima oportunidade para o desde já, nesse exato momento solene, ex-prefeito Dudy prestar a sua grande promessa de campanha (lisura com o dinheiro público) e fechar com chave de ouro a sua gestão.

 

O futuro ex-prefeito Dudy não prestou as contas do dinheiro público em praça pública como prometeu na sua campanha. Ainda faltam vinte e um dias.

 

quarta-feira, 20 de novembro de 2024

EXCELENTÍSSIMO SENHOR LADRÃO

Senhor ladrão.

Escrevo essas mal traçadas linhas para glorificar Vossa Excelência. Não sei quem é o senhor; nem onde é sua casa; nem sua altura; mas sei que o senhor mora na região do Rio do Peixe e exerce uma profissão digna, notória e necessária: ladrão.

 

Nada mais exemplar do que uma profissão tão elevada, relevante e sublime como a que o senhor exerce com tamanha desenvoltura: ladrão.

 

Sua profissão de ladrão é nobre, decente e contagiante, apesar do preconceito que carrega e de ser malvista na sociedade, mesmo assim, é a que mais cresce no país.

 

Para sanar uma injustiça, o INSS deveria pagar a aposentadoria por tempo de serviço para a profissão de ladrão. Uma vez aposentado, ficaria proibido de exercer a profissão, se o fizer será preso. Nada mais justo!

 

Na madrugada do dia 14 de novembro de 2024, na calada da noite, o senhor com sua agudeza de espírito, manha e malícia adentrou no chiqueiro de minha propriedade rural e surrupiou dois carneiros.

 

Não desmereço a sua virtude e grande qualidade para o roubo. Na madrugada, o senhor travestiu-se de sombra da noite e mostrou elevada aptidão para compreender e executar a sua tarefa com afinco e eficiência. Não deixou rastro, nem vestígios. Fez a coisa bem feita e dois carneiros foram afanados.

 

Quando a sombra da noite adentrou no chiqueiro a carneirada assustou-se em grande desespero com aquela figura medonha e diabólica (para os carneiros) querendo cercá-los para pegá-los. No grande furor, os carneiros brocaram a cerca e dois ficaram para trás. A sombra da noite conseguiu segurar e passar a mão em dois carneiros.

 

Resta-me o apelo: senhor ladrão! Pelo amor que o senhor tem por sua mãe ou por algo sagrado para sua pessoa, devolva os dois carneiros e resolva o problema dos carneiros que ficaram, desde quando, estão assustados e estressados, berrando de forma continuada num berro miúdo e triste, pela ausência de seus dois irmãos de raça. É uma pena.

 

Senhor ladrão! Imagino que o senhor não é um qualquer, não é um ladrão borra-botas, pé de chinelo e bangalafumenga que fica por aí roubando arame enferrujado, galinha sem dente e qualquer porcaria. Não. O senhor, ladrão de meus carneiros! Não, o senhor só rouba coisa boa, não fica por aí roubando ovelhas perebentas.

 

Agora, senhor ladrão dos meus carneiros! O senhor é uma pessoa inteligente, que planejou e executou um roubo extraordinário, sem cometer uma só falha, sem deixar uma só pista; assim sendo, eu tenho que considerar o senhor uma pessoa não só inteligente, mas muito inteligente e esperta; mas, se o senhor não usar a sua inteligência e a sua esperteza para o seu bem; o senhor vai viver eternamente na pindaíba, sempre na precisão de roubar meus carneiros, quando, na verdade, o senhor tem inteligência para ser ladrão das ovelhas de Cristo ou um ardil ladrão de banco e viver sossegado como um ‘bon vivant’ rico e próspero, como um bom ladrão e não precisará meter a mão no meu chiqueiro.

 

De certa forma, tenho que ter muita gratidão ao senhor, sr. ladrão! O senhor não rapou meu chiqueiro, só levou dois carneiros. Sou grato, por isso! Pensando bem! O senhor não leve a mal a forma como estou lhe tratando, chamando-o de senhor, com o furto de dois dos meus carneiros e o seu hábito de roubar, o senhor adquiriu um status maior na sua larga caminhada, devido a tal, passarei a tratá-lo como Vossa Excelência Ladrão de meus carneiros.

 

Não custa nada fazer um pedido a V. Exa. ladrão de meus carneiros: por favor, devolva meus dois carneiros? Só quero os dois e nada mais!

 

Não desejo nada de ruim à V. Exa. Que o senhor viva sempre de boa, tranquilo e sossegado. Que V. Exa. prospere na cadeia evolutiva: que saia da condição de rato e atinja uma posição mais graduada na condição humana, como um ladrão com terno, gravata borboleta e quiçá, uma cartola na cabeça, que chegue ao entendimento de que roubar pouco não vale a pena e deixe meu chiqueiro em paz.

 

Gostaria que essa carta chegasse ao seu conhecimento, mas tenho noção de que o que foi roubado não será restituído, mas aproveito a oportunidade para lhe passar as dificuldades do pequeno criador de caprino e ovinos no município de Ipirá: todo ano é ano de seca, isso é uma constante; as chuvas são escassas; a alimentação é precária; o custo de sustentação sobe; o cuidado redobra; as doenças aparecem; na cidade não tem um local decente para a venda dos animais; tem o ataque dos cachorros-vampiros e de sobra ainda tem os ladrões (não estou falando de V. Exa. não, são outros). Tenha piedade e esqueça o meu humilde chiqueiro, quando a coisa ficar boa do lado de cá, eu faço um comunicado à V. Exa. através de nota pública.

 

Sem mais para o momento, obrigado pela atenção e assino: AB
 

sábado, 16 de novembro de 2024

ESTÁ CHEGANDO A HORA


Quem parte leva / saudade de alguém / que fica chorando de dor / por isso, eu quero lembrar /

 

O dia já vem raiando e Dudy tem que ir embora ou bye bye Dudy? Qual é a sua preferência?

 

A gestão do prefeito Dudy está fechando as cortinas, apagando a luz e arrematando o seu trabalho, que durou quatro anos. Não seria mais claro se dissesse: está finalizando; acabou; já foi?

 

Quando sentou na cadeira do prefeito, o gestor Dudy abriu a boca no mundo e lascou o verbo dizendo que: “recebeu uma prefeitura falida, lascada e lisa; que as contas públicas estavam no buraco e zeradas” Quem não se assustou com esse chororô?

 

Com o pires na mão, o prefeito Dudy deu uma bicuda na canela da gestão que o antecedera: “acabei de diminuir 50 mil reais na conta do lixo!” Quem ouvia, poderia pensar: “êta, sujeito arretado! Evitou que esse dinheiro fosse parar em algum bolso do brim de alguém!”

 

Para quem não lembra. Ainda na campanha, antes mesmo de ser o gestor do município, Dudy enchia o peito, soltava a língua e dizia em alto e bom som: “vou prestar contas do dinheiro da prefeitura em praça pública!”

 

Quem ouvia, podia dizer: “êta, sujeito arretado!” A promessa do santo ‘faiou feio’! Em matéria de transparência a nota do prefeito Dudy é baixa. Não colocou uma placa com o valor dos gastos em suas obras com receita própria. Também, pudera! Quais são (mesmo) as obras da gestão Dudy?

 

É verdade! O prefeito Dudy deveria aproveitar o apito final e fazer uma apresentação das obras realizadas no seu governo. Todas as obras. Seria um levantamento de seu governo, com o legado deixado por sua gestão para a população ipiraense.

 

Desde quando ele não fez uma prestação de contas na praça; nada mal, que ele fosse transparente (pelo menos) na apresentação das obras realizadas pelo seu governo, com um balanço das obras indicando as que foram feitas com recursos próprios e com emendas parlamentares federais e investimentos do governo da Bahia. Aí ficaria tudo esclarecido.

 

Em observação própria, considero a aquisição da compra da casa dos estudantes em Salvador como um marco grandioso de sua gestão e uma ponte torta no esgoto como uma obra importante para a comunidade da área, mas demonstrando a precariedade do seu governo.

 

Asfaltamento e calçamento de ruas estão na conta das emendas parlamentares e no investimento do governo estadual. Quais deles estão na conta dos recursos próprios da prefeitura e em que ordem? Em quais houve a contrapartida da prefeitura? Quantas obras foram feitas com dinheiro da prefeitura?

 

As dúvidas são fruto da falta de transparência. Observe a situação: o governo Dudy utiliza a mídia local para fazer e reproduzir matérias do interesse da sua gestão, mas não tem um só contrato, nem licitação, nem recibo, nem nada, que garanta a mínima legalidade. Quem paga é uma empresa privada através de PIX. Vê se pode?

 

O que não pode é o prefeito/2025 Tiago do Vale dizer que recebeu uma prefeitura sem dinheiro, com as contas vazias e sem condições de tocar a administração, desde o primeiro dia da nova gestão. Não pode dizer que o lixo não está em boas mãos e no valor justificado. Isso aí não pode!

domingo, 3 de novembro de 2024

QUEM É O LÍDER DA MACACADA?

Vou fazer uma simples pergunta ao líder da macacada Antônio Colonnezi: o senhor foi convidado para a festa da chácara?

 

Não; não é a festa da vitória do dia da Eleição, não! Nessa aí, eu vi o vídeo do senhor todo serelepe comemorando entusiasticamente a esmagadora vitória como se dono do pedaço fosse. Essa aí foi portas abertas, para qualquer um que fosse. Eu estou perguntando é pela festa da chácara, o senhor foi convidado?

 

A festa do dia da vitória foi manifestação de massa, com animação e entusiasmo nunca visto, coisa passageira; com alegria fugaz e momentânea, coisa passageira; mostrando a desorganização da torcida organizada. Para o senhor entender melhor: o Flamengo é campeão no Maracanã e a torcida local comemora voluptuosamente em Ipirá. Sacou o lance? É um chuvisco que lava a alma, mas não limpa o espírito. Mais ou menos desse jeito.

 

Vou ser sincero com o senhor. A festa da vitória no dia da Eleição cabe qualquer um na avenida, que está escancarada para todos e todas; para bode, gato e cachorro.  Vem gente de todo lado; vem gente de toda parte; a pé e de montaria, trazendo saco com pouca farinha e nenhum pirão para saborear. Um prazer passageiro. Observando o senhor ali, no meio da multidão, com um sorriso largo e uma felicidade delirante, fiquei a imaginar: “não é possível que o senhor não perceba que está enfiado numa arapuca, que sua batata está cozinhando, que seus dias como líder estão contados!?” O senhor foi convidado para a festa da chácara? É essa resposta que importa.

 

Desde quando, é lá que se decide quem tem farinha no saco na futura gestão. É lá que são traçados os mandos e desmandos do poder. É festa seleta, seletiva e selecionada. É a festa da cúpula do poder com presença indispensável dos vinte empresários do poder econômico e do quarteto que dá as cartas no jogo político, naturalmente, com alguns figurantes. Mesa posta, requintes à parte. Não precisam mais de médicos.

 

Eu estou perguntando isso é para o senhor se precaver. Se o senhor não foi convidado, procure um terreiro e faça um serviço para purificar seu caminho. Não tenha receio, no primeiro espojadouro de jegue que o senhor encontrar pela frente, tire a roupa e role seis vezes para trás e para a frente. Não fique de bobeira, enterre sapos vivos no quintal de quem quer furar seus dois ‘zolhos’ e, quem sabe até, torá o senhor no meio, arrancando seus dois braços e seu pescoço.

 

Muito cuidado, homem! Todo cuidado é pouco e abra bem os seus olhos. Se o senhor não foi convidado para a festa da chácara significa que o senhor já foi; que o senhor vai ficar chupando o rabo da cobra para ver se enche a barriga com leite de graveto. Não vai mandar na saúde; não vai empregar ninguém; não vai indicar nenhum secretário; não vai mandar em nada e tem que se contentar com muito pouco. Que líder borocochó é esse? Líder só no nome?

 

Acorda, homem! Se o senhor pensou que médico seria um líder perene e eterno em Ipirá, pensou errado! É claro que não vou citar nomes para ninguém ficar sabendo quem é, mas tem um prefeito eleito, com seu vice e dois ex-prefeitos que querem lascar o senhor, mas é lascar bem lascado.

 

Aqui, prá gente! Sabe por que o senhor virou um líder meia-boca? Porque o senhor não é mais prefeito; não será candidato a mais nada; não tem aproximação com o governador; não é amigo do senador; não controla partido político; não tem vereador; aí já foi!

 

Agora, tem um jeito do senhor dá a volta por cima: aplique o drible de Garrincha no adversário, do jeito que Neco Atrapalhado, ponta direita do time do Andu, aplicava em seus marcadores, ‘ia mas não ia’ ‘vai e não fica’ ‘foi mas não vai’. Do jeito que o senhor fez com a jacuzada. Faça o lançamento de Dudy para deputado estadual em primeira mão, logo, já e retome o protagonismo da liderança para suas mãos. Mostre que o senhor é quem manda e tem a última palavra na macacada: “Dudy você será o meu candidato a deputado estadual” e ele responderá “sim, senhor!”