(sexta-feira,
1º./11/ à tarde) Eu faço a postagem neste blog.
(sexta-feira,
1º./11/ pela manhã) O prefeito Ademildo Almeida apresentou-se, no programa de
rádio “A voz do prefeito”, bem mais tranqüilo e suave, sem os torpedos do
“bateu-levou”, embora carregando e soltando muitos sofismas. “Cuidado com o
andor, prefeito, que o santo é de barro!”
(terça-feira,
29/10, à tarde) Em trágico acidente em Ipirá morreram 7 pessoas e 7 ficaram
gravemente feridas na estrada Ipirá-Pintadas. Veio à tona a fragilidade do
Hospital de Ipirá, não havia como dar assistência a um número tão elevado de
feridos. Corpos atirados em qualquer lugar; falta de funcionários; ambulância
sem gasolina; falta de ambulâncias, enquanto duas ambulâncias do SAMU dormem um
sono profundo, há mais de um ano, em uma garagem junto à Escola José Saint
Clair. Sobra incompetência.
(terça-feira,
29/10, pela manhã) Os vereadores votaram o projeto que impede o prefeito
assinar convênio sem autorização da Câmara de Vereadores. Sou favorável, não
sei se o prefeito também é. Se não for, foi derrotado. Tomou 10 a 4.
A crise política
está estabelecida. O prefeito ser derrotado não é problema. Quem não pode ser
derrotado é o município de Ipirá. A Câmara tem que ter compromisso com Ipirá,
não pode e não deve fazer nenhuma extorsão, chantagem ou exigência pessoal
diante do Executivo; por sua vez, o Executivo não pode e não deve manipular e
humilhar a Câmara com benesses pública para que o vereador banque e sustente o
clientelismo devorador.
É um momento
interessante e verdadeiro para que o município de Ipirá livre-se de uma relação
promíscua entre os poderes e atinja um patamar ético na relação entre os
poderes Legislativo autônomo, independente e forte e o Executivo. Isso não é
sofisma.
(segunda-feira,
28/10, à tarde) Os diretores das escolas municipais receberam os salários e
constataram que as vantagens foram cortadas. O prefeito recebeu integral (20 balas);
os secretários receberam sem cortar nada (sete bolas). Não cortaram na carne,
aí os diretores ficam sem entender a lógica do prefeito. Quem tem que pagar
pelas armações do ex-prefeito Diomário? Só quem paga o pato são os diretores e
os demitidos? E para onde vai essa sobra de dinheiro?
(segunda-feira,28/10,
pela manhã) O programa Conexão Chapada foi a forra e tirou o couro do prefeito
Ademildo e a prefeitura, piu! Fugiu da tática do bateu-levou. O programa
noticiou que o prefeito exonerou, dispensou, cortou 20h, professores, comissões
e coisas do ramo, pelo decreto 452 de 03 de outubro de 2013, assinado pelo
prefeito Ademildo. Vixe! Santíssima Mãe de Jesus! O prefeito tinha jurado o
contrário. Fico até preocupado e pensando: “será que Sua Excelência está
assinando a papelada sem ler?” Isso é sofisma.
Prefeito! Não
cometa um lapso desse de jeito nenhum. V.Exa. está metido até o pescoço numa rodilha
de macaco e isso é pior do que rodilha de cobra cascavel, qualquer vacilo, já
foi. Cuidado com esse povo do ex-prefeito Diomário, esse ex-prefeito é mais
sabido do que os “bonecos de Olinda”; o homem só quer limpar suas arrumações,
ou seja, limpar sua área, depois largar a pamonha para quem puder engoli-la.
(sexta-feira,
25/10, pela manhã) O prefeito Ademildo demonstrou que o Conexão Chapada o
incomoda bastante e lascou o X no programa; falou e disse que sofria um
linchamento terrível do mesmo. Botou o Conexão mais baixo do que o serviço de
auto-falante “A voz da independência” comandado por Rogerão da Tora. Bateu,
fritou, chicoteou, lascou o Conexão. O “A voz da Independência” deixava os
opositores falarem, por causa de Rogerão. O Conexão também deixa, por causa de
Marcelo Brandão. O que a macacada não entende é porque o prefeito paga um
programa na Ipirá FM e a FM manda vê e não perdoa. Prefeito! É o povo quem está
falando e V. Exa. fica pensando que é sofisma.
(quinta-feira,
24/10, pela manhã). Uma ouvinte denuncia que o anexo da escola Carlos Santana
está sem aula. O locutor fez alusão às demissões. A prefeitura rebate na base
do bateu-levou. Os ouvintes do programa escutam a voz do prefeito dizendo o que
era que tinha que ser dito. Que gafe! Inacreditável. Parece que V. Exa. está
querendo ser o prefeito Lombarde. Prefeito! Saia do sofisma, esse é um beco sem
saída.
(7 de setembro
2013) Um cidadão ipiraense sente uma dor no peito. Procura um médico que lhe
passa um exame urgente que tem que ser feito no Hospital de Ipirá. O exame
urgente é entregue no hospital e o funcionário examina a assinatura do médico.
Duas horas sem atendimento, o cidadão dirige-se ao funcionário e pergunta-lhe
quando será atendido e ouve: “quem é o senhor?” “Sou ...” e escuta o
funcionário dizer: “aguarde um pouco porque está sem Internet.” Uma hora
depois: “Vamos fazer seu exame.”
Corpo todo
ligado por fios e nada do instrumento funcionar, mexe aqui, mexe acolá, dá um
tombo no aparelho, o cidadão dá um grito: “Uai, estou tomando um choque!” O
funcionário alegre foi dizendo-lhe: “foi bom, o instrumento está funcionando!”
Fizeram o exame. “Agora é só imprimir” disse-lhe o funcionário, que estancou e
gaguejou: “não vai dá”. “O que?”. “Não tem tinta para impressora.” 200 reais um
toner. O prefeito afirmou que uma despesa de 800 mil reais mensal no hospital
quebra qualquer prefeitura. Tem gente que acha isso tudo sofisma.








