segunda-feira, 24 de junho de 2019

PREFEITO MB LEVANTOU A GUIA

Goste quem gostar, o prefeito Marcelo Brandão botou pocando. No São João? Não. O São João de Ipirá, deste ano, deu chabu, por defeito de fabricação. Este foi o terceiro Arraiá do Camisão realizado pela jacuzada após a retomada do poder municipal. Não tem como negar a simetria.

O Arraiá do Camisão 2019 foi uma cópia do São João de 2018 e 2017 em Ipirá. Todos com o ferro da gestão MB. Todos três, insistentemente, na Praça da Bandeira. Aí está caracterizada a simetria, deste com os outros dois, mesmo que tenha ocorrido uma determinada transformação de suas variáveis; a propriedade da desarrumação; da inconveniência; da falta de infraestrutura; da falta de transparência não se alteraram.

Esta foi o terceiro São João da administração Marcelo Brandão. Encanga os três e não dá um. Não dá um que mereça entrar na agenda dos festejos juninos do Estado; não dá um que mereça a atenção e deslocamento das caravanas da capital; não dá um que tenha força de competição com Ibicuí, Barreiras, Amargosa, etc; não dá um que mereça respeito e aplausos por merecimento.

Para você entender de forma bem clara o que eu quero dizer, junte os três Arraiás do Camisão feito pelo prefeito jacu Marcelo Brandão e não dá um São João da macacada, não é que a macacada tenha feito grandes festas não, a diferença está no local da festa.

A Praça do Mercado é muito mais favorável à realização dos festejos de grande porte. E se quiserem fazer um grande evento, pensem no Parque de Exposição. Pena que o município de Ipirá não tenha recursos financeiros para bancar os festejos juninos massivos. A Praça da Bandeira já era.

O prefeito Marcelo Brandão botou prá lá foi na Praça do Puxa. Foi a segunda obra do prefeito MB. A administração do macaco, ex-prefeito Dió, reformou a Praça da Bandeira e eu presenciei, na entrega, as pessoas dizerem “que coisa mais linda! Só falta o mar para eu mim sentir em Copacabana.”

O ex-prefeito Dió botou lascando no povo de Ipirá com aquele passeio fajuto, peba, ‘do Paraguai’, dizendo que era de Copacabana. Hoje, nós estamos observando a degradação e a porcaria que foi a reforma de um milhão que ele fez na Praça da Bandeira. O prefeito MB deu de lambuja na macacada.

Não podemos esquecer que as administrações do jacu e macaco acabaram com a Praça de Santana. Um deu a praça ao INSS, o outro deixou construir aquele monstrengo e tomou mais da metade da praça. Hoje, o que era uma praça se transformou em três ruas e um taco de praça.

Chegou a vez do Puxa. Na questão da estética não tem muita discussão, ficou bonita, linda, como queiram. Que arrancaram muitas árvores para fazerem aquelas reentrâncias, lá isso fizeram! E lá isso tem sua culpa no cartório. Uma árvore tem o seu valor inestimável, que não é simbólico.

Na questão da funcionalidade é que o prefeito MB ficou devendo e devendo muito. Como é que ele inaugura a Praça e não entrega a biblioteca funcionando? Ele quebrou o mérito do propósito. Ou a biblioteca não é uma biblioteca?

Quando a administração pública valoriza a harmonia do jardim, como resultante de certas combinações e proporções regulares, que não alteram as relações métricas, inaugurando esse traçado no entorno e negligenciando a função do centro está negando o papel relevante da função em proveito da estética.
A biblioteca poderá deixar de ser uma biblioteca, desde quando as pessoas mantenham o foco só na estética. Se a funcionalidade for negligenciada, como foi neste momento inaugural, a biblioteca poderá ser uma lan house, um mausoléu, um quiosque ou uma carcaça de ferro, tanto faz, porque o que se vislumbra pelo olhar tem mais força do que aquilo que a mente poderá desvendar.

Na configuração do Puxa, árvores foram extirpadas; espaços foram sugados e suprimidos para estacionamento em partes situadas em lados opostos, essa não é uma grandeza que corresponda à essência, mas uma posição relativa até na forma.

Nenhuma praça foi feita em Ipirá, no século XXI, por administrações do jacu e macaco. Mas, essas administrações são obstinadas em meter as mãos nas praças públicas, sem consultar a população, causando transtornos aos moradores e, depois de certo tempo, com a dissipação do encanto, a realidade se apresenta para mostrar que a insensatez tem seus devaneios.

Ipirá continua necessitando de uma praça com muitas árvores, muitos bancos, bem iluminada, que tenha segurança, com parque para as crianças, com aparelhos para física, com espaço para lazer, cultura e áreas para esporte. Uma praça levanta a guia de qualquer prefeito, é isso que espera o prefeito MB. Mas isso tudo, para você compreender basta adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal, acesse o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.



terça-feira, 18 de junho de 2019

BATEU E NÃO TEM VOLTA


Bateu-voltou é um sistema de excursão de turismo para os festejos juninos, quando a capital invade o interior. Dá para medir o sucesso da festa pela demanda para determinada localidade. Para Ipirá...

O São João de Ipirá será esquentado com um forró de estilo e muita energia. A questão do impacto desfavorável está no local da festa, um espaço bastante limitado, congestionado, inapropriado para grandes eventos. Um público de 5.000 pessoas tornar-se-á uma superlotação.

Trocando em miúdos. A festa junina será realizada na Praça da Bandeira, local onde eram realizados os festejos juninos no século passado e a população urbana era metade do que é hoje.

A administração dos macacos deu um passo à frente quando transferiu os festejos para a Praça do Mercado, local amplo, aberto e com suporte para mais de 10 mil pessoas.

A administração da jacuzada deu um passo atrás, quando retornou os festejos para o antigo espaço, a Praça da Bandeira, justamente, quando a população da cidade duplicou e o festejo absorve grande contingente da zona rural.

Nestas condições, com um espaço apertado e apilado de gente, tem que ter uma infraestrutura que atenda esta demanda, aí a precariedade é maior do que o suportável, o déficit de equipamentos é sofrível, deficiente e vergonhoso.

Não é que o prefeito Marcelo Brandão não entenda de festa, entende e muito. O prefeito MB é bom de festa. Com sua administração, a jacuzada deu um passo adiante ao transferir a micareta para o circuito Henrique Maciel, uma medida positiva, revigorante e inovadora, que deu suporte para o prefeito MB realizar a maior micareta que já houve em Ipirá, em todos os tempos, embora não tenha tido uma abrangência significativa no território da Bacia do Jacuípe.

O prefeito MB realizou duas grandes exposições e uma boa micareta, mas não conseguiu patrocinar um bom São João, nem ao menos um razoável festejo junino que entre no quadro de destaque no Estado.

É devedor de uma grande festa de São João. Bem que poderia realizá-la, mas um grande evento tem um custo elevado para o erário público, daí o grande entrave, a falta de recursos, porque local não é problema na cidade.

São questiúnculas, porque o gestor municipal tem que ficar atento às necessidades elementares do povo, crescimento econômico do município, emprego, renda e problemas cotidianos que não são resolvidos.

O Poder Municipal tem que ter senso de prioridade e ter noção do que é importante para o município, tem coisas que são necessárias agora, até uma boa festa, mas isso tudo, para você compreender basta adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal, acesse o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

domingo, 9 de junho de 2019

DANÇANDO FORRÓ NO ARRAIÁ DO CAMISÃO

A coisa é séria. Andamento do Processo n. 0000382-59.1997.8.05.0106 - Ação Civil Pública - 13/05/2019 do TJBA. O ex-prefeito Antônio Colonnezi dançou.

 

É madeira de dá em doido e sobrou nas costas do ex-prefeito Antônio Colonnezi. Sobrou feio. A sentença foi deferida e as sanções estabelecidas. O réu tem direito a recorrer às instâncias superiores. No mínimo, uma tremenda dor de cabeça.


No âmbito da acusação, entre outras coisas, destaca-se: “Observa-se ainda, da análise dos autos, a aquisição de diversos produtos sem procedimento licitatório ou sem formalização da dispensa ou inexigibilidade da licitação, a exemplo de cimento (fls. 130/141) e botijões de gás (142/153), como afirmado no exordial, curiosamente em período eleitoral.”

 

A defesa do ex-prefeito foi de uma precariedade exemplar: “...não há comprovação de que os botijões de gás adquiridos tiveram preço superior ao de mercado, que os documentos apresentados são inautênticos e houve supressão de documentos pelo atual prefeito para fornecer quadro irreal d situação...”

 

Vai ter que contratar um bom advogado. Se ficar no ataque ao Ministério Público e na conjectura política não vai chegar ao povoado do Pau-Ferro, quem dirá à Brasília.

 

O que essas lideranças da politicagem de Ipirá (jacu e macaco) precisam compreender é que não é mais possível fazer essa politicagem do século XX nos dias de hoje. Uma politicagem na base do clientelismo, do favoritismo e da compra de voto da forma mais descarada possível, com botijão, cimento, dentadura, etc.

 

Não dá mais para fazer campanha milionária em Ipirá e a de 2020 parece que não quer aprender a lição e vai trilhar nos mesmos caminhos anteriores. O tumor maligno está na “campanha do jacu e macaco.”

 

Quanto mais as lideranças neguem, mais vocês enfiam a cara no lamaçal. Agora é a vez do ex-prefeito Antônio Colonnezi, que não faz a menor falta à comunidade como administrador público. Pagar a conta, com a suspensão dos direitos políticos pelo período de 5 anos, isso é o de menos, ele é liderança política, seu tempo de candidato já foi, para o bem de Ipirá.

 

O grande prejuízo da comunidade está na sanção ao bom médico Antônio Colonnezi: “proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de 5(cinco) anos.

 

Pelo que estou entendendo vai ter que suspender sua atuação como médico no setor público e se dedicar à atividade privada. Perdeu a comunidade. E esse foi o prêmio recebido pelo excelente médico que enveredou no campo da politicagem como se fosse um poderoso chefão. Estava enganado. Era, apenas, uma marionete do sistema jacu e macaco, que engole todos eles.

 

Agora, tem que correr atrás; vai ter que pagar a um advogado especialista para tentar reverter a situação; no máximo, apelar para a prescrição por se tratar de fatos de 1996/97; no mínimo, dançar o forró no Camisão.

 

E o que é mais grave nisso tudo, dançar o forró do Camisão na Praça da Bandeira, um espaço em que era realizado o São João no século passado; com três mil pessoas fica superlotado, arrochado e apilado; tem mais ainda, na frente do palco que é barril dobrado; e mais, olhando para cima e observando o camarote particular com a família Martins e pensando: “é verdade, um dia eu estava nesse lugar!”

 

O São João de Ipirá, na Praça da Bandeira, tem uma marca deletéria, que corrompe e desmoraliza; sendo uma organização precária e deficiente, crianças e adolescentes ficam fazendo suas necessidades fisiológicas nas calçadas, em plena praça. O Poder Público tem que ser punido pelo descaso e por contribuir para que adolescentes e crianças fiquem em situação de risco e vulnerabilidade. É fato previsto e antecipado.


Não tem nada não, se for fazer uma corda de caranguejo dos ex-prefeitos de Ipirá, na politicagem do jacu e macaco, vai aparecer cada capivara com comprimento de um quarteirão, mas isso tudo, para você compreender basta adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal, acesse o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

A EXPOSIÇÃO DOS PROBLEMAS DE IPIRÁ

Sem delongas, nem milongas, ficou caracterizado que a Exposição de Ipirá 2019 teve uma organização excelente, espetacular, fantástica, com uma multidão nas apresentações noturnas, o que demonstra que o prefeito Marcelo Brandão é bom de micareta e de exposição, é bom de festa, simplesmente extraordinário e prodigioso. O prefeito é bom todo. A macacada nunca conseguiu fazer uma festa desse porte.
Mas, ficou patente o fora que o prefeito Marcelo Brandão cometeu; foi incapaz de receber a comitiva do senador Otto Alencar que visitou o Parque de Exposição; não foi uma visita-surpresa, o prefeito foi avisado da chegada do ilustre visitante e não fez a devida recepção ao senador. Talvez, o prefeito MB não tenha dimensionado a força de atração da Exposição de Ipirá ou tenha enquadrado a exposição nos limites da estreiteza do grupismo local. A Exposição de Ipirá mobilizou um Senador da República e muitas pessoas na região.

O fora do prefeito não foi tão fora assim, faz parte, porque o prefeito Marcelo Brandão tem demonstrado que é um péssimo feitor para a realização de um grande São João em Ipirá. Está devendo, porque, aqui pra gente, o São João de Ipirá realizado pelo prefeito MB tem sido uma festinha chinfrim, ordinária e meia-boca. A jacuzada nunca conseguiu fazer um São João em Ipirá melhor do que a macacada.
Por mais que o prefeito queira engrandecê-la, ela não passa de uma fantasia de sua imaginação. Na prática, o São João de Ipirá tem uma localização horrorosa e uma infraestrutura precária. A Praça da Bandeira está congestionada, não fornece condições de espaço adequado e confortável para um público de 3.000 pessoas; crianças e adolescentes urinam nas calçadas e entre os carros no São João. Esse espaço não é um ponto de atração, quem vem uma vez, decepciona-se e não retorna. Se o Ministério Público agir esse espaço ficará interditado.
Por outro lado, Ipirá tem um espaço excelente para grandes eventos com suporte para um público de mais de 20 mil pessoas: o Parque de Exposição. As administrações municipais (jacu e macaco) não sabem o que fazer com o Parque de Exposição. Uma área excelente, com uma logística significativa e que é subutilizada. Usado uma vez no ano, por três dias, por iniciativa do poder municipal.

Eu digo tudo isso, porque pressinto que as administrações do jacu e macaco não enxergam uma serventia mais ampla para o Parque de Exposição ou não possuem nenhum interesse.

A feira de animais que está sendo realizada toda quarta-feira no Parque de Exposição está sendo desativada gradativamente, uma vez que, estão retornando para a antiga área, junto ao Centro de Abastecimento.

São duas opções: a primeira, no Parque de Exposição, uma área pública, com boa logística, possibilidades e perspectiva; dependendo de gerenciamento poderá tornar-se a melhor feira da região, com poder de atração e capacidade de extensão e duração da movimentação.
A segunda, junto ao Centro de Abastecimento, um terreno particular que, em breve, será ocupado por construções; o local é uma confusão, balbúrdia e mistura com outros objetos, mercadorias e transações; a forma como o animal é manejado é na base do mau trato que pode ter a reprovação do Ministério Público; poderá ser cobrada uma taxa de um real de quem vende e um real de quem compra o animal pela empresa que locou o Centro; quem comercializa nos dois locais são os mesmos compradores de outros municípios, com um acréscimo pequeno na segunda opção.

Na exposição dos problemas de Ipirá: uma crise econômica em grau dois; um desemprego crescente; uma saúde precária; uma educação insuficiente; muitas debilidades sociais; com um lazer minguado e muitas deficiências em termos de urbanidade e acessibilidade. É uma situação sócio-econômica de dificuldade e preocupante. O Poder Público Municipal foge dessa realidade como o diabo foge da cruz.
O prefeito Marcelo Brandão tem sido um notório ausente nas grandes questões do município: a reforma da Casa do Estudante, o Matadouro de Ipirá, ambulância do SAMU, Mercado de Arte, não decide nada e, agora, a feira de animais, que depende de um posicionamento do Poder Executivo. Aguardamos a posição do prefeito de Ipirá.

domingo, 26 de maio de 2019

ROYALTIES DE PETRÓLEO!


O prefeito Marcelo Brandão está obcecado por dez milhões de reais. Dizendo ele, que com esses dez milhões irá fazer de Ipirá um brinco (jóia), que não seja uma brincadeira (que não é um conjunto de brincos), pois Ipirá não agüenta mais.
Os dez milhões do empréstimo da CEF já foi, já era. Agora é a vez dos dez milhões dos royalties de petróleo. 

Nota da prefeitura: “Com o apoio da Confederação Nacional dos Municípios, a prefeitura de Ipirá conseguiu destravar o crédito de cerca de dez milhões de reais em royalty de petróleo, que o município tem direito. O crédito foi confirmado pelo governo federal, que promete a liberação em breve. O recurso que é livre, deve trazer bons resultados para o município.”
Observe, bem observado, o que aconteceu com Imbé (RS): “Indeferido pedido de liberação dos royalties de petróleo para o Município de Imbé (RS).” “Por decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), o Município de Imbé, no Rio Grande do Sul, não poderá contar, por enquanto, com o repasse de royalties de petróleo, suspenso por determinação do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no Rio de Janeiro, e confirmado pela 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).” Conclusão: Ipirá destravou, Imbé se lascou.
“Os royalties são uma quantia paga por determinada pessoa jurídica para o governo ou para a iniciativa privada pelo direito de uso, exploração e comercialização de um bem. No caso dos royalties aos governos é geralmente devido à extração de recursos naturais, e dessa forma propriedade do governo. São exemplos da origem dos royalties para o Brasil minérios, carvão, petróleo e gás.”

Ipirá não produz uma lata de sardinha de petróleo, mas “Os 417 municípios da Bahia deixaram de receber aproximadamente R$ 2 bilhões em royalties de exploração do petróleo desde 2013, quando a ministra Cármen Lúcia, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar em uma ação direta de inconstitucionalidade impetrada pelo estado do Rio de Janeiro, suspendendo os efeitos da Lei Federal 12.734 /2012. A lei prevê a distribuição dos royalties de campos de petróleo em exploração e já licitados a todos os 5.568 municípios brasileiros, de acordo com a população, mas está suspensa até o julgamento do mérito pela Corte.” Ipirá quer morder essa batatinha de dez milhões.

Observe que São Francisco do Conde que é grande produtor de petróleo – recebia 4,15 milhões e caiu para 2,4 milhões(-40,06%) em fevereiro. Ipirá quer extrapolar seu Chico com uma mordidaça de dez milhões.

O prefeito Marcelo Brandão está invocado por dez milhões. O grande problema: “O crédito foi confirmado pelo governo federal, que promete a liberação em breve.”

Quem assim desejar, poderá entender esse “em breve” como jamais, nunca ou em 2020. Mas, sempre restará um novo royalties para Ipirá buscar dez milhões, como dos minérios, do carvão e do gás, mesmo sem produzir nada disso. O prefeito MB poderá muito bem viver de ilusão, sonho e blefe, Ipirá não.

E para você entender melhor se esse royalties do petróleo vai sair, basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

terça-feira, 14 de maio de 2019

É ELES DE NOVO!

Quem assistiu ao Globo Rural (5/5/19) viu a reportagem sobre o município de Luís Eduardo, no Oeste baiano, e observou o grande desenvolvimento daquela região. Os dados são impressionantes: um PIB de 4 bilhões de reais enquanto o de Ipirá é de 693 milhões; uma arrecadação municipal de 370 milhões de reais/ano, enquanto Ipirá fica em torno de 150 milhões/ano. A edição 2018 da Bahia Farm Show atingiu R$ 1,891 bilhão em volume de negócio. A feira de agronegócios foi realizada na cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.

O município de Ipirá vive numa redoma e atrofiado por um sistema de politicagem (jacu e macaco) que impede que o município prospere. Também pudera, num município sem maiores perspectivas, não resta outra alternativa, senão a vã politicagem do jacu e macaco. Estão começando a campanha um ano e meio antes. Uma loucura!

O jacu está na situação e terá mais um ano e meio para findar o seu controle do município. A administração do prefeito Marcelo Brandão apresenta-se como um grande blefe do jacu, mostrou uma praça virtual no painel eletrônico e vai entregar algo diferente. Está sendo uma farsa. Sem projeto para o município, o gestor empurra com a barriga para ver o que acontecerá. Um grande descalabro e um desgaste sem tamanho.

Pelo estrago provocado no município, o prefeito Marcelo Brandão será o eventual candidato do grupo para as próximas eleições municipais (2019), pois não tem quem se habilite a pegar esse caixão sem alça. Em 2016, o prefeito MB era a esperança, tinha perdido a eleição anterior por 49 votos e foi eleito. Agora, Ipirá tem certeza, tem convicção e conhece o gestor Marcelo Brandão e dificilmente se arriscará em outra dose de quatro anos.


Uma nova campanha para o prefeito Marcelo Brandão custará uma fortuna de dinheiro. Não terá financiadores de campanha com facilidade e de mão aberta. Terá que dinamitar o cofre público para poder encarar uma campanha onde terá que gastar dez vezes mais para recuperar o terreno perdido e o estrago feito dentro do próprio grupo, porque não é como ele está pensando, que basta jogar dois punhados de milho e a ninhada de jacus vem de cabeça baixa, balançando as asas, abanando o rabo e piando. Não será uma tarefa fácil.


Aí a macacada toca foguete e se lambuza no puro mel, achando que é tudo doce e maravilhoso, quando o grande problema está dentro da toca dos macacos. São três pretendentes à cabeça de chapa. Dudy está adotando uma estratégia aguerrida, de partir pra cima, para o abafa, passando o trator. Estabeleceu sua pré-candidatura naquela ida à Salvador para o encontro com o senador.


Com aquela divulgação daquele encontro, que foi publicada na mídia, Dudy selou sua pré-candidatura, sem nenhuma possibilidade de não ser outra coisa, senão cabeça da chapa. Pela desenvoltura política que Dudy vem tendo, não tem como ele recuar, esmorecer e virar um balão de ensaio pela terceira vez. Ele é um pretenso candidato do grupo e não abre pra ninguém. Dentro da sua convicção ele não está errado.

Aí aparece na fita o pretendente Aníbal. Foi o candidato a prefeito do grupo macaco, numa eleição difícil e perdida para o grupo de forma antecipada (como realmente foi). Foi firme, na sustentação do seu nome num barco furado, quando todos os demais se esconderam. Mas na política não existe gratidão. Agora que a sopa está no mel (assim, eles acham) a candidatura de Aníbal poderá ser descartada com um canto de carroceria.

Outro pretendente à cabeça da chapa é o Jurandy Oliveira, deputado com dez mandatos e nenhum serviço relevante prestado ao município de Ipirá, é bom frisar, ao município, nesses anos todos. No assistencialismo o deputado tem esmero e isso tem influência e resposta eleitoral. O deputado busca a cabeça de chapa para sua esposa Nina, mas só terá êxito se mostrar serviço para município de Ipirá. Se não trouxer o asfalto para o centro da cidade antes das eleições 2019 será carta fora do baralho. Lutará pela vice.


Mas, não pense que um macaco comendo um quilo de açúcar fica com o rabo doce, que você estará muito enganado. Como será realizada essa escolha? Eis o problema. Na cúpula dos macacos a definição está bem demarcada: Antônio e Dió apóiam Dudy; Dinovaldo e Jurandy apóiam Nina; Aníbal não tem apoio de nenhum cacique do grupo.



Aníbal só terá alguma chance de ser candidato se houver uma pesquisa popular. A cúpula não aceita pesquisa popular nem a pau. A explicação é muito simples: no sistema de grupismo (jacu e macaco) o povão não será nunca protagonista; quem escolhe é a cúpula que manda, porque se o candidato for escolhido pelo povo, o candidato ficará sem compromisso formalizado com a cúpula da oligarquia. Isso significará uma quebra de compromisso e não tem nada nesse campo da politicagem que não seja alinhavado com antecedência.

Como definir essa situação dentro da macacada? Tem duas maneiras: pela cúpula ou pela convenção. Pela pesquisa pública é que não será, anote aí. Então, entra o fator determinante da politicagem de Ipirá: o dono do voto.

Quem tem voto em Ipirá é o vereador. O vereador é a figura representativa e conhecida junto ao povão. São seis vereadores do grupo macaco. Se esses seis vereadores se unirem e definirem um candidato, esse nome será cabeça da chapa dos macacos, independente da vontade e do desejo da cúpula da oligarquia.

Dudy está com um encaminhamento correto e lógico. Aníbal tem que buscar espaço para fazer a coisa certa e lógica. Tem que ter o controle de um partido até o final de setembro (sem isso já era); tem que conseguir apoio de três vereadores macacos para ter poder de fogo, porque seu nome é um nome popularizado e massificado pela última campanha (aconteceu com MB quando perdeu por 49 votos) e numa pesquisa de campo o nome com maior possibilidade é o de Aníbal.

Aí a cúpula da oligarquia macaca vai à loucura. Sabe por que? Porque para as elites das duas oligarquias (jacu e macaco) vereador só serve para ser e só pode ser vereador. Candidatura a prefeito é uma prerrogativa deles, das elites, dos ricos, dos doutores, dos familiares deles. Aníbal ser candidato na última eleição pela macacada foi um ponto fora da curva, era uma eleição perdida e os macacos precisavam de um ‘boi de piranha’, estão, vai tu Aníbal.

Às vezes, o segredo é fabricado. Com a morte do prefeito Ademildo, Aníbal assumiu o cargo. Logo veio o golpe da Câmara. O único que sofreu aquele golpe no coração e na alma foi Aníbal, porque perdeu o cargo de prefeito.

A cúpula da macacada tem muita culpa no cartório pelo acontecimento daquele golpe. Se não foi conivente, foi displicente; se não foi displicente, foi incompetente; se não foi incompetente, foi omissa. Foi de uma omissão e de uma frieza a toda prova, porque se sentiu a porrada foi por pouco tempo, logo internalizou. Faz parte do jogo das oligarquias jacu e macaco, que só eles entendem.

Aníbal deposto, quem assumiu, pela jacuzada, foi Jota Oliveira, parente do deputado Jurandy Oliveira. Coisa de família; estava tudo em casa. O deputado não disse, mas cairia como uma pérola essa frase na boca do deputado: “eu não concordo com esse golpe, mas é meu sobrinho, convenhamos, esse menino é danado!” O deputado sentiu o baque? Claro que não. Se tem que existir ódio e rancor que fique para Aníbal e não para a oligarquia que domina.

A oligarquia vai querer enquadrar Aníbal, colocá-lo no seu devido lugar: vaqueiro do gado que é utilizado como voto de cabresto. Jamais como postulante a prefeito. Eles determinam e enquadram esse papel para todos os vereadores e cabos-eleitorais nesse patamar. É um controle extensivo e necessário para a continuidade do sistema. O poder oligárquico depende e sobrevive desse trabalho dos vereadores e cabos eleitorais.

Enquanto as oligarquias usufruem do conforto, da boa vida e do prestígio junto aos governantes na capital, os vereadores ficam no seu torrão tentando amenizar o sofrimento e a carência da população local. No apelo e controle do voto, que lhes dá um mandato de vereador, e esse mandato serve para garantir o bem-estar da oligarquia dominante, assim, a roda gira. A população continua na carência; os vereadores apertados e sacrificados para manter essa intermediação e os representantes da oligarquia no bem-bom.

Aníbal tem duas opções: uma, ser um candidato com apoio de alguns vereadores da macacada e buscar o apoio popular. A outra, desistir e ficar na zona de conforto, receber uma vice ou ser candidato à vereança com eleição garantida. Assim é o jogo, a dúvida é que tortura. Sem a candidatura de Aníbal para prefeito, a campanha eleitoral no município de Ipirá, em outubro 2019, será milionária.

Ipirá está longe, muito longe do município de Luís Eduardo, na distância, nos conformes e na realidade. A diferença é que eles não possuem a desgraça do jacu e macaco. A politicagem do jacu e macaco enterra qualquer esperança. E para você entender melhor essa esquematização, basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.

terça-feira, 7 de maio de 2019

FREIO DE ARRUMAÇÃO


Você sabe o que é freio de arrumação?  Vou explicar da melhor forma possível: pense num ônibus da linha Mata Escura para o Campo Grande, via Barra. Pensou? Coloque dentro desse ônibus a lotação de um metrô. Botou? Tá repleto, lotado e entupido, com gente por riba, pelo assoalho, atochado nas portas e janelas. Uma verdadeira lata de sardinha, não cabe um mosquito da dengue. Tá apilado de gente com cara na sovaqueira e no quio-quio, uns dos outros. Calma! Isso é só o preparo do tempero para o freio de arrumação.

Coloque o nome desse ônibus Ipirá e bote como motorista o prefeito Marcelo Brandão. Pronto! Aí é que começa a arrumação do ônibus. Nas poltronas preferenciais, o motô-prefeito colocou, preferencialmente, a família dele, é claro, e meia dúzia de amigos. Tá tudo pronto para o freio?

Calma, ainda não! Tem que ter uma ladeira. Pense no seguinte: o ônibus Ipirá vai descendo uma ladeira, um precipício, melhor dizendo, aí o prefeito-condutor acelera e bota 120 por hora, descendo o precipício. Aí você pensa: “êta, que a bagaceira vai ser grande!”

Que nada! É bom você saber, que só tem airbag para o motorista-prefeito, sua família e a meia dúzia de amigo. Aí você grita: “VALHA-NOS NOSSA SENHORA SANTÍSSIMA MÃE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO QUE A PERDIÇÃO VAI SER GRANDE!” Não bote o nome da santa nessa estória porque ela não tem culpa no cartório.

A habilidade do prefeito-condutor é muito grande, ele dá um cavalo de pau e o ônibus Ipirá está descendo o precipício de ré, com 140 por hora. “nos salve, prefeito  Marcelo Brandão!” vocifera a população.

O prefeito Marcelo Brandão não dá ouvidos para a população. O homem não ouve ninguém. Não tá nem aí para os reclames nem para o que pensa a população. Tá se lixando se está faltando gaze na UPA; se o Hospital de Ipirá não tem UTI; se as ambulâncias do SAMU estão enferrujando numa garagem; se a Casa do Estudante está virando um entulho; se vai faltar um ônibus para levar os universitários para Feira de Santana; se não tem ônibus escolar transportando alunos da zona rural; se os moradores do Puxa estão transtornados com os tapumes; se a Praça do Mercado está uma bagunça; se o comércio de Ipirá está se lascando; se a feira de animais vai acabar... O prefeito Marcelo Brandão, o condutor do município, não este nem aí para esses questionamentos-problemas.

E o freio de arrumação? Calma, que o prefeito está engatando a quarta macha na descida do ônibus Ipirá precipício abaixo. “Vixe, que a desgraceira vai acontecer!” pensa você. 

Vai nada! A salvação de Ipirá ainda é o prefeito Marcelo Brandão. O prefeito quer dez milhões de reais para calçar as ruas que o governador Rui assinou a ordem de serviço do calçamento. Agora, é que Ipirá afunda de vez. O prefeito e o governador querendo salvar Ipirá! Junta os dois e não somam meia dúzia de obras em Ipirá.

E o freio de arrumação? Fica na tua, gente fina! Primeiro, o prefeito Marcelo Brandão tem que botá a mão nesse empréstimo de dez milhões da CEF; tem mais dez milhões dos ambulantes do Centro de Abastecimento; com dez milhões do estacionamento da Praça do Mercado; adicionados aos dez milhões dos precatórios dos professores (prá que professor quer dinheiro?); somados aos dez milhões de multa no trânsito; com mais dez milhões de IPTU; adicionados aos dez milhões do Zona Azul o prefeito MB vai salvar o ônibus Ipirá. Não sabes fazer conta? De dez em dez se ultrapassa o trilhão de Paulo Guedes.

Deixa de prosa ruim, cadê o freio de arrumação?  Vou começar pelo freio de arrumação dentro da Câmara de Vereadores de Ipirá. A Reforma Eleitoral proibiu a coligação nas eleições proporcionais. Todo partido tem que sair com sua chapa própria, Esmiuçando e exemplificando, vamos citar como exemplo o vereador Jaildo do Bonfim, que controla um partido, que não poderá coligar com nenhum outro, daí, esse partido terá que atingir um coeficiente eleitoral de mais de 2.300 votos nas eleições municipais de 2019.

Resultado à vista: o partido do vereador sozinho não atingirá esse salgado coeficiente, para vencer o obstáculo o vereador terá que deixar o partido ou filiar candidatos com votação robusta ao seu partido.  Esse é o beco sem saída em que se encontra o PT de Ipirá para 2020, ou abre espaço para vereadores com peso eleitoral ou não fará um vereador em Ipirá. Quando havia coligação o PT de Ipirá sempre manteve um mandato, sem coligação sempre ficou no vazio.

Essa regra não vale para as eleições majoritárias, aí é permitido aos partidos fazerem coligações. Em Ipirá, a coisa caminha para duas candidaturas dos grupos jacu e macaco.

O ônibus Ipirá está descendo a ladeira do precipício. Quem sobe a ladeira pela contramão é o deputado Jurandy Oliveira, com dez mandatos nas costas, sem nenhuma conquista relevante para o município de Ipirá, agora, como um milagre dos céus, esse deputado, que completará quarenta anos de mandato, resolveu salvar Ipirá com doação de ambulâncias, tratores, poços artesianos, sinal de telefonia móvel e, de boca, está conseguindo verba para a feira de animais e até asfalto para o centro da cidade. Essa alma está querendo alguma coisa! Inclusive, até mesmo, por ser contra o freio de arrumação dentro da macacada.

Subindo a ladeira, achando que representam a salvação do ônibus Ipirá, além do deputado, estão Dudy e Aníbal. Para não ter desarrumação, tem que ter freio de arrumação.

Praia do Forte, Bahia, Brasil, numa confortável mansão, os dois expoentes-mor do grupo da macacada de Ipirá, estavam reunidos, saboreando champagne e deliciando-se com lagosta japonesa, cada um tendo que tirar do bolso do paletó o nome do condutor do ônibus Ipirá para 2020; de um paletó saiu a letra D.., do outro paletó saiu a letra D.., e viva o freio de arrumação da macacada, que para tentar dirigir o ônibus Ipirá em 2020 poderá ser Dudy, Dazinho, Dezinho, Dadinho, Damaceno e até mesmo Dió, só não dá prá ser Anibal.

Aníbal não é um nome do agrado da oligarquia dos macacos, pode ser até do agrado do eleitorado macaco, mas não é da elite macaca. Aníbal tem até setembro de 2018 para tomar uma posição e encontrar um partido para aprender a dar freio de arrumação e assumir a vontade do partido, se vacilar e não conseguir isso vai ter que disputar a vice com Nina, a esposa do deputado. Quem não tiver competência para dar o freio de arrumação estará fora.

E o ônibus que ia para o Campo Grande, via Barra, não teve freio de arrumação? Não. O condutor do ônibus Ipirá, o prefeito Marcelo Brandão, não quer deixar o filé de jeito nenhum, quer continuar dirigindo Ipirá até 2024. O ônibus chegou à Barra, justamente, no dia do Carnaval, justamente, com uma lotação selecionada, o condutor MB, a família e ‘meia-dúzia de seis’ de amigos e, com aquele fuzuê do carnaval, o prefeito-condutor do ônibus Ipirá, o MB, pensou com toda convicção: “em 2020, vou realizar 300 dias de micareta em Ipirá para salvar esse município”

E para você entender melhor o que é freio de arrumação, basta você adquirir o livro que detalha esse negócio aí, para tal basta acessar o site: https://www.amazon.com.br e adquirir o eBook ‘A PRAÇA DA BANDEIRA E OUTRAS BANDEIRAS’. Obrigado e boa leitura.