quarta-feira, 15 de março de 2023

IPIRÁ NÃO AGUENTA MAIS UMA DISPUTA ENTRE DUDY X MB

Alô, jacuzada! Quem te viu e quem te vê! Foi a força dominante na politicagem de Ipirá por décadas; hoje não é mais. A situação da jacuzada não é nada confortável. Está mergulhada e embaraçada nas profundezas das dificuldades quase insolúveis, pelo menos, por esse instante.

 

 

Navega contra a maré. Está colocada à margem do poder político estadual e nacional. Aquele erro político histórico de se render e baixar o cangote para a ditadura militar está cobrando o preço agora. O velho ACM uniu jacu e macaco. Wagner deu uma paulada no ‘quebra pote’ e rachou o que o velho ACM tinha juntado, preferindo e ficando com o grupo que estava com a prefeitura, a macacada. Não deu outra. Aqui a jacuzada perdeu o rumo e sua bússola ficou maluca.

 

 

Qual é o grupo de politicagem que consegue sobreviver fora do esquema de poder do grupo que domina o Estado? É muito difícil. A jacuzada é prova disso, não consegue tirar a corda do pescoço. Apostou no Neto de ACM e quebrou a cara. Não tem como fazer outra aposta diferente. No momento, o colo que sobra para a jacuzada tem a marca e o calor do direitismo bolsonarista. Para quem negou a história lá atrás, basta tapar o nariz que estará em bom aconchego.

 

 

A jacuzada atua num município lulista (o PT nacional e estadual têm obtido vitórias expressivas aqui em Ipirá, na casa dos 60% a 80%) e a jacuzada não enxerga esse fenômeno. Acha que isso aí não tem nada a ver com a questão municipal e tome-lhe lapiada no lombo. É essa situação que a jacuza tem que driblar e não tem conseguido.

 

 

Até que a jacuzada, em vinte anos, ganhou uma com Marcelo Brandão. É aquela situação: ganhou, mas levou pela metade. O prefeito ganhador era personalista e carregava na bagagem um projeto pessoal. Em seguida, na sequência, tomou uma lapada estratosférica, mais de seis mil votos por cima do focinho, coisa nunca vista. Qual é o atrativo que a jacuzada tem para as pessoas aderirem ao grupo? Nem emprego de ‘porteiro de esquina’ consegue arrumar.

 

 

O prefeito Marcelo Brandão foi fruto do desgaste de doze anos da macacada. Do desgaste e das trapalhadas dos governos macacos. Ficou na cara do gol e não soube marcar. Faltou ao prefeito Marcelo Brandão a ponderação que faz o bom condutor.

 

 

Na formação histórica da jacuzada, Marcelo Brandão nunca colocou um só tijolo; na trajetória da jacuzada encontrou o bonde andando e já foi viajando na primeira classe, na janela da frente e sentando na poltrona do chefe. Na hora do almoço procurou sentar-se à cabeceira da mesa. Toda essa performance estava assentada na poderosa idéia e na narrativa do ‘poder de mando e controle da família Martins no seio da jacuzada’. Marcelo Brandão soube usar e usufruir dessa condicionante melhor do que ninguém. Virou prefeito.

 

 

Na verdade MB achou a mesa posta. Com uma administração centralizada em seu egocentrismo e voluntarismo não conseguiu responder e atender às demandas da população e do município. Engessou sua administração no entorno da família e de alguns poucos amigos. O grupo da jacuzada ficou chupando picolé. O prefeito ficou devedor.

 

 

Sua administração pecou pela soberba; pela depreciação das reais necessidades do povo de Ipirá e pelo desmerecimento ao seu próprio eleitorado. Foi o primeiro prefeito a receber a visita da Polícia Federal batendo na sua porta, em nosso município. Caiu no descrédito do povo. Sua administração passou pelo crivo do voto popular, foi julgada e sofreu uma surra. Foi o primeiro prefeito a sofrer uma derrota fragorosa disputando a reeleição.

 

 

A reportagem sobre as candidaturas nem mencionou o seu nome, muito menos colocou o retrato de Marcelo Brandão no mosaico dos pré-candidatos. Sem muita figurinha do jacu no álbum da sucessão do atual prefeito, sobrou para Luiz Carlos Martins. Num momento de imensa dificuldade, seria o nome apropriado para ir para o sacrifício, tapando um buraco.

 

 

No incêndio em que está metido o grupo da jacuzada, a candidatura de LCM seria uma tentativa de forçar a porta de emergência. Tem um significado robusto e forte na conceituação da ‘candidatura da família’, que tem um caráter negativo e traz na borda uma significativa rejeição por parte considerável da população ipiraense.

 

 

O custo financeiro de uma provável candidatura sua é elevado. Não atrai o contingente eleitoral necessário para uma reviravolta e a tomada do poder municipal. Poderá ser encaixada numa estratégia de diminuir a frente eleitoral anterior de seis mil para uma diferença de mil votos, considerável dentro da normalidade da competitividade entre jacu e macaco, sem goleada, reduzindo e mantendo a diferença em níveis suportáveis, o que alimenta a possibilidade de retomada do poder municipal e não deixa aquela marca de derrota antes do dia da eleição.

 

 

Fora da família Martins qual é a alternativa e a saída de emergência para a jacuzada?

 

 

Tá difícil, nunca trabalharam para viabilizar um nome. Aí a reportagem colocou a foto do empresário Joan do Posto São João no miolo da tempestade, como um dos pleiteantes a uma pré-candidatura à prefeitura de Ipirá. Antes de qualquer coisa, quero salientar que essa análise é política, não contendo nada de pessoal, inclusive, por tratar-se de um cidadão íntegro e decente.

 

 

Novato como participante na política eleitoral, Joan é colocado como opção pela jacuzada para buscar uma participação na disputa eleitoral no crivo do sistema jacu e macaco. Não tem inserção política de grande monta na comunidade, nem junto ao eleitorado, mas pode ser destacado como uma candidatura boa, aquela que tem suporte financeiro largo para influenciar cabos eleitorais a uma movimentação que favoreça a uma retomada do poder municipal. Não é tarefa fácil para ser abreviada.

 

 

Dentro do grupo jacuzada, qual seria a candidatura mais competitiva para o grupo?

 

 

Com a jacuzada na UTI, tendo que respirar fora da idéia de família e sem aparelho, a procura de um nome competitivo não é tarefa fácil, não se encontra, nem se enxerga; não tem um nome apropriado e disponível para a disputa que se aproxima.

 

 

Não tem candidato em Ipirá, pode ser jacu ou macaco, que tenha a força eleitoral de uma chapa composta por vereadores. Tem popularidade e estão metidos na comunidade ipiraense pela raiz, com contato aberto, direto, concreto com a população, com base numa vivência cotidiana, diária, de forma a assistir e atender às necessidades e carências da comunidade no campo do assistencialismo.

 

 

Uma chapa formada por dois vereadores de muitos mandatos, no exemplo, Divanilson e Jaildo ou vice-cersa, no campo do jacu ou do macaco, seria confortável e com alta potencialidade para o triunfo, bastando para tal, o apoio de três vereadores de cada lado. Conhecem e são reconhecidos pela população de nosso município. Convivem junto à população, têm a amizade e gozam da confiança do povo.

 

 

Fora do grupo jacu, resta a alternativa de abrir a cabeça da chapa para a vice Nina Gomes, numa expectativa de crescer e disputar a eleição. Nada é fácil e tudo não passa de um cenário especulativo.

 

 

Olhando para o bem de Ipirá, no sentido de tirar o município do atoleiro, eu defendo:

 

Um candidato de consenso para prefeito de Ipirá; a disputa ficaria no campo do legislativo para a composição da casa do povo. Teríamos um baixo custo financeiro na campanha eleitoral, o mínimo possível, sendo que, o candidato se tornaria prefeito sem gastos elevados. A corrida eleitoral com disputa mais acirrada ficaria por conta dos vereadores e a responsabilidade ficaria por conta de cada candidatura.

 

 

O prefeito governaria com o apoio de um Conselho Administrativo, sem remuneração, participando representantes do jacu, do macaco, de setores independentes, de representantes das categorias profissionais e populacionais. As Assembléias populares por bairro definiriam o que o governo teria que fazer.

 

 

Alguém seria apresentado para uma gestão de quatro anos. Bem sucedida terá mais quatro anos. Logo após voltariam as disputas eleitorais com base em programas de governos para uma continuidade administrativa e a aplicação de políticas públicas que proporcionem o desenvolvimento e o progresso do município.

 

 

Seria um governo de transição para superar e dar um basta no esquema jacu e macaco e colocar a disputa política num novo patamar, zelando pelos recursos públicos e sua empregabilidade em benefício do povo.

 

 

Um bom nome para conduzir esse processo transitório, principalmente por não ser político profissional e não está rodopiando nesse ambiente de politicagem em busca de uma boquinha, seria Joan do Posto São João, que poderia fazer muito por Ipirá; muito mais; bem mais do que como prefeito eleito dentro de uma disputa eleitoral politiqueira nos moldes do modelo jacu e macaco. Aqui, seria engolido pelo sistema.

 

 

Quando você diz, com toda a sua sabedoria, que isso nunca dará certo, porque aqui é jacu e macaco! Eu não esperava outra coisa. Eu coloquei tudo isso para dizer só uma coisa:

 

 

O sistema jacu e macaco é uma máquina de moer, triturar e engolir candidaturas a prefeito nesta terra, tanto faz do jacu ou do macaco. Denigre e massacra o candidato, que tem que abastecer um custo de campanha cada vez mais oneroso. É triste ter que dizer isso, mas não tem candidatura do jacu ou macaco que suporte bancar um custo eleitoral por volta de milhões de reais com dinheiro do próprio bolso, quando na oposição e sangrando a prefeitura, quando situação.

 

 

As oligarquias estão perdendo o controle da situação. O sistema jacu e macaco está criando um monstro, que se distrai engolindo a gestão da mesma forma que a sucuri engole o boi, babando, dilacerando, diluindo, sugando as forças por ventosas, apertos, chantagem e corrupção. Não tem financeiro que fique em pé.

 

 

Ipirá está cansando.

 

O sistema jacu e macaco é cruel com os candidatos a prefeitos de Ipirá; nocivo para o município; perverso para com o povo; espezinha a população desqualificando-a.  Danoso, corrompido e sem controle vai virar um monstro e vai engolir todo mundo. Uma questão de tempo.


 

E a foto de Tiago do Vale no mosaico das candidaturas? É a foto do vice na chapa do prefeito Dudy, mesmo podendo ser judicializada até ‘uma zora’. Reeleito, o prefeito Dudy poderá bater o recorde da ex-prefeita Ana Verena, que levou quinze dias no poder. Aí o prefeito Dudy dirá: ”eu não disse que não queria!”

 

terça-feira, 7 de março de 2023

2024: A GRANDE REVANCHE ENTRE MB X DUDY

Qualquer análise da politicagem de Ipirá, que deixa de lado e não enxerga as pré-candidaturas do ex-prefeito Marcelo Brandão e do atual prefeito Dudy está fadada ao fracasso, porque não condiz com a realidade dos fatos e com o volume de situações conflitantes e contraditórias que existem no meio político em nossa sociedade.

 

 

Quem idealiza esse jogo da politicagem como uma coisa sem alma astuta e muita esperteza termina por fazer uma narrativa falsa, uma síntese bajulatória, ou seja, um verdadeiro mamão com açúcar. Prefiro errar com os dois, do que não acertar com seis indicações.

 

 

Ipirá é um lugar pobre politicamente, com opções minguadas em relação às candidaturas para o cargo de prefeito desta terra, porque o ‘sistema jacu e macaco’ fecha o leque. Dos seis apontados só um tem chance, assim mesmo, se o chefe mais forte da politicagem macaca (o prefeito) aprovar o seu nome. O restante é balão de ensaio, fruto da imaginação pessoal, de uma ansiedade extrapolada e de uma expectativa apressada de quem quer florir a mesa. Mas a imprensa é assim mesmo, tem que ser inquiridora e atiçadora.

 

 

Lançar uma pré-candidatura agora (a do NOVO MACACO), faltando ano e meio, tornou-se um ato impensado, que atinge o coração da administração Dudy e joga contra o próprio governo macaco.

 

 

É um sinal claro de que a coisa não está bem e não anda nos conformes. Quem coloca um adesivo desse (NOVO MACACO) está querendo afundar a atual administração antes de terminar. Isso serve para desacreditar a gestão antes do apito final. É uma coisa apressada, voluntariosa e impulsiva.                .

 

 

“VEM AÍ O NOVO MACACO.” A administração atual foi transformada no velho macaco, caso contrário seria: está ai / continua o novo macaco. Nada disso. É a ansiedade pelo novo, que tem que chegar logo, o mais rápido possível. Não deixa de ser um desejo implícito para que essa administração Dudy acabe logo; passe mais rápido do que uma ventania; que seja abreviada como uma tempestade de muito trovão e pouca chuva; ao tempo, que forçam cada vez mais, a abertura das entranhas da administração para que as hienas façam sua farra à beira da ‘fuçura’ do bode.

 

 

Por que tudo isso está acontecendo?

 

 

Tudo isso vem à tona quando o atual prefeito Dudy disse que não será candidato à sua reeleição. A polvorosa se estabeleceu no seu círculo de poder e no seu grupo de politicagem, denominado, macacada. Poucos entenderam o que estava sendo posto, porque o que o PREFEITO (repetindo, PREFEITO) Dudy fala não se escreve.

 

 

Dudy não é um pré-candidato qualquer. Dudy não é um pré-candidato meia-boca, afinal de contas, Dudy é o atual prefeito e é o queridinho do time que manda na Bahia para a reeleição em 2024. Quem tem o apoio do ministro Rui Costa, do senador, do deputado federal, do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia e do governador Jerônimo? É o prefeito Dudy.

 

 

Querer antecipar a campanha do pleito de 2024 um ano e meio, dentro da macacada, é querer jogar sujo contra a administração de Dudy. Tem o significado de dizer e afirmar que a administração Dudy não tá com nada e fica visto que tem um caráter claro e evidencia que ele ‘já era’, ‘já foi’. Tem que acabar logo, antes do tempo, desde quando até seus amigos assim o querem.

 

 

Essa sugestão impensada de que a gestão do prefeito Dudy passe rápido, passe logo, que termine o mais rápido possível e que venha logo a campanha da sua sucessão, torna-se deveras perigosa. Se o povo for contagiado por essa pressa, por essa ansiedade, não tem gestão que fique em pé, que agüente o repuxo. Vai desabar faltando ano e meio, sem mostrar para que veio.

 

 

A imprensa faz o seu papel. Os amigos chegados fazem o papel de Judas apunhalando César pelas costas alegando as virtudes da traição. Essa turma, ao colocar a discussão de pré-candidaturas em um círculo fechado de personalidades está fazendo serviço para as oligarquias que dominam e controlam o sistema da politicagem jacu e macaco.

 

 

Quem faz assim, promovendo figurinhas que estavam arquivadas está muito enganado. Dentre os retratos postados, se somados aos rejeitados, a figurinha que tem mais força atualmente dentro da macacada é a do prefeito Dudy. Quem atiça a discussão de pré-candidatura a prefeito, dentro do grupo macaco, está torcendo para que a administração Dudy se lasque. Quem nega a candidatura do prefeito Dudy à reeleição está viajando na maionese ou não entende nada de nada.

 

 

A NÃO-candidatura do prefeito Dudy à reeleição em 2024 implica em quê?

 

 

Nesta altura do campeonato, o prefeito Dudy tem vontade, mas não tem querer. Com direito à reeleição, se ele  abster-se estará passando um atestado, com recibo assinado pelo próprio punho, de que sua gestão foi uma porcaria e um fracasso de tal monta, que até ele mesmo foi contra sua reeleição. Pasmem! Ou não é assim?

 

 

Se o prefeito não for candidato à reeleição em 2024, a simpatia, a amizade e o conceito que o Dudy-prefeito goza perante o senador e a cúpula mandatária da Bahia vai despencar vertiginosamente, porque o elo mais forte que os une é o político; se esse amalgama for quebrado, a reverência não será a de sempre, porque será considerado como uma personalidade política fraca, ingênua, imatura e covarde, desde quando, não serve para garantir os interesses dos amigos lá de cima, pois está abrindo mão de uma condição natural e legal de reeleição.

 

 

Ao deixar de ser prefeito não será o controlador e mantenedor de votos para a cúpula política mais poderosa na Bahia. Se deixar o poder político voltará a ser um mortal comum. Será visto e rotulado como um gestor sem vontade de poder, sem apetite para governar, que joga a toalha antes do jogo terminar, numa partida que tem direito à prorrogação.

 

 

Se o prefeito Dudy não for candidato à reeleição é a mais pura demonstração de que governar Ipirá é um pesadelo, pois esse jovem empresário, que sempre teve o sonho de governar sua terra, para mostrar como se administra; agora, depois de dois anos e meio, nem terminou o mandato está arrependido e doido para entregar o abacaxi; ao tempo, que reza todo dia e o dia todo, para que todo esse sonho, tudo isso, passe logo, se acabe logo, para que volte a ter paz e tranqüilidade. Imagine aí, se o povo de Ipirá for contaminado por essa vontade, por esse espírito e essa mensagem! Esse governo Dudy se tornará o maior fracasso que aconteceu em nosso município. A culpa não é de Dudy; dentro do sistema jacu e macaco não tem que governe o nosso município.

 

 

A administração Dudy, até o momento, deixou a desejar. Vou extrapolar nas obras para agradar e ajudar a macacada. Fez 50 calçamentos de ruas (95% com Emenda Parlamentar); infelizmente, como acontece com todos os prefeitos em Ipirá, ficou refém da herança maldita recebida da administração passada, tendo que recuperar e reformar o Mercado de Arte, o Centro de Abastecimento, a avenida RGS e prédios escolares. Ficou preso a isso. Ainda com ajuda do governo do Estado a iluminação da entrada da cidade e a escola de tempo integral.

 

 

Não tem uma obra com recursos próprios. Por isso os seus parceiros de grupo expressam indiretamente a pressa em terminar esse governo antes do tempo. Mesmo sem necessidade eles antecipam uma campanha eleitoral.

 

 

Se em tudo isso tem o autorizo do prefeito Dudy; que voe o tempo e acabe esse pesadelo e Dudy acorde de seu sonho ocorrido numa madorna após o almoço que o levou a sonhar em ser prefeito dessa terra. Se a ansiedade dos seus passar para o povo não tem santo que o ilumine.

 

 

Até que politicamente o prefeito Dudy vinha tendo uma boa aprendizagem. Vou recordar um fato. O prefeito era Ademildo da macacada, como ele mesmo dizia, e Dudy conseguiu formar uma chapa com ele e Renée. Alegre, saltitante e entusiasmado foi apresentar a chapa ao prefeito Ademildo, que soltou as cachorras: “Você se lança candidato a prefeito e ainda traz o vice! Não é assim não!” Dudy desistiu da candidatura, mas aprendeu que o candidato a prefeito da macacada quem lança é o prefeito.

 

 

Nem tudo são flores. Dudy como prefeito foi mais longe do que Ademildo como prefeito. Dudy peitou a candidatura do filho do deputado estadual Jurandy Oliveira e o derrotou aqui dentro, coisa que o ex-prefeito Ademildo ficou só na vontade. O prefeito Dudy botou a sua cara em seu sonho, mas pecou em não abanar e afastar as moscas que passeiam junto ao melaço na sua gestão.

 

 

Diomário Sá de novo? Por quê? Já deu o que tinha que dá. É um chefe da macacada que descansa no bem-bom merecido, em Praia do Forte. Deixa o homem descansar em paz. Uma pré-candidatura sua a prefeito de Ipirá seria conceder privilégios a um turista, que não reside aqui, que chegaria numa terça, para trabalhar na quarta e na quinta iria embora. Ipirá não precisa de um administrador ausente, temporário e intermitente, que não tem tempo integral e disponível durante toda a semana.

 

 

Diomário fez fama de bom administrador com o pagamento em dias dos salários dos funcionários da prefeitura. Isso depois das administrações de dois prefeitos (Antonio Colonnezi e Luiz Carlos Martins) que fizeram miséria com o salário dos funcionários da prefeitura, atrasando e até passando o calote. Aí colocam os retratos propondo essas duas candidaturas. Seria a roda rodando prá trás para subir a ladeira. Que misere é esse? Tá querendo arrombar a vida do funcionalismo? Esses dois ‘já era’! Deixa eles cumprirem a sina deles, de viverem a posição de chefes terminais do jacu e macaco. Esses três têm que ficar na condição de consultores e conselheiros de prefeitos dos jacus e macacos.

 

 

A vice Nina Gomes lançou a pré-candidatura a prefeita de Ipirá.

 

A vice-prefeita Nina Gomes foi afirmativa: “se o prefeito não quer a vice aceita!” Uma coisa é certa: candidata dos macacos não será de jeito nenhum (porque o prefeito Dudy não quer e não aceita). Ela pode até pensar em se sentir confortável sendo a vice de Dudy, revivendo a chapa atual, mas (pode tirar o cavalinho da chuva, não será). A vice Nina foi a salina que salgou o leite do prefeito. O prefeito Dudy não cederá; assim o prefeito vencerá a vice.

 

 

A pré-candidatura da vice Nina Gomes implica em que? Será bajulada até ‘umas zora’: “você tá doida!” “Não faça isso!” “Você quer acabar com o grupo?” Numa dimensão mais curta servirá para colocar numa sinuca de bico as duas lideranças macacas, o ex-prefeito Dió e o ex-prefeito Antonio Colonnezi: “vocês dois ficarão com quem?” “Vocês apoiarão quem?” Olha que xeque-mate legal! Sem muita delonga, os dois ficarão em cima do muro.

 

 

A consolidação de uma candidatura da vice Nina implica em que? Na embolação completa da eleição em 2024.

 

 

Onde está a força de uma pré-candidatura da vice Nina Gomes? Tem partido na mão e poderá ser candidata sem depender da macacada. Terá apoio incondicional do ex-deputado Jurandy Oliveira. Tem uma base eleitoral testada e comprovada.

 

 

E crescendo no processo de campanha poderá obter apoio de várias forças e quando estiver reforçada poderá conquistar o apoio da própria macacada, que não quer perder a eleição. Este seria o processo do que aconteceria com Aníbal se não fosse o acidente. Neste caso, assim acontecendo, a vice venceria o prefeito.

 

 

Se a pré-candidatura Nina Gomes não tiver um caráter político morrerá no nascedouro. Qual é o estrago que fará na macacada? Não dá para imaginar,

 

 

O preconceito contra os vereadores.

 

 

Em qualquer análise que se faça, torna-se um grande equívoco e um erro imperdoável não reconhecer e sonegar propositalmente a força política e a popularidade dos quinze vereadores. Exemplificando para facilitar o entendimento (poderia ser outros nomes): uma chapa para prefeito composta pelos vereadores Jaildo e Divanilson ou vice-versa, com apoio de seis vereadores (três jacus e três macacos) endurece qualquer pleito eleitoral em Ipirá e dentro da estrutura de um dos dois grupos da politicagem local (jacu ou macaco) venceria qualquer candidatura ilustrada nos retratos das seis pré-candidaturas da reportagem.

 

 

Com tanta contradição e conflito, o desdobramento disso tudo é imprevisível. Nos meados da próxima semana colocarei uma análise sobre a situação da jacuzada. E falando aos professores é bom salientar que, talvez a população de Ipirá não tenha nada a ganhar, mas os professores têm muito a perder: o Plano de Carreira dos Profissionais em Educação. Por isso a vigilância tem que ser permanente, constante e determinada. Não abandonem esse blog. Continuem lendo. Um abraço.