sábado, 15 de março de 2025

SÃO JOÃO, NO PARQUE, VEM AÍ!

Qual foi o melhor ‘prefeito fazedor de festa’ em Ipirá? Uma boa pergunta para uma enquete em que se estabeleça o ‘bom viver’ na cidade de Ipirá.

 

Uma certeza colocada à mesa: este prefeito, o atual gestor Thiago Oliveira, não é. Até então, não realizou uma boa festa; nem mesmo, um arremedo de festa; estando no prometido.

 

Uma promessa: o maior festejo de São João, que já aconteceu nesta terra. Uma festa de quase 10 milhões de reais em atrações. O prefeito TO anuncia a missa, ajoelha, mas não reza o ‘Pai Nosso’ nem a pau.

 

O prefeito tem a convicção de que será fiscalizado pelo Ministério Público na contaminação de preços na região. A corrida é de cavalo. Ipirá disparou na frente, contratou em primeira mão, na largada, antes do executor acionar o mecanismo que permite os cavalos avançarem na pista. Ipirá saltou na frente. Botou preço. Embora o prefeito não pronuncie o valor. É segredo de festa.

 

Se preço de banda entrasse na cesta básica da inflação, para a computação do índice inflacionário, estaríamos ultrapassando o pico do Evereste. Lá em riba. Embora que: contratos em fevereiro, adiantando o garangau, teriam que ser menores que contratos a realizar em junho, no acender da fogueira, bem no fechamento da grade de cada festejo. Teriam que ser! Motivo pelo qual torna-se precipitado o anuncio de preços desde já.

 

Pense no anúncio: festejos juninos em Ipirá tem um contrato de DEZ MILHÕES de reais em bandas! O Ministério Público iria arregalar os olhos.

 

Para quem precisa e tem necessidade de saltar fogueira, nada melhor do que anunciar festa e, bom seria, que tivesse mais festas para serem anunciadas. Não basta realiza-las, é necessário que sejam as melhores já vistas. Que não sejam na real, mas que sejam pelo menos no virtual.

 

Por que a prefeitura de Ipirá não contrata a rainha do carnaval de Salvador (que é ipiraense), juntamente com as duas princesas daquele carnaval, para divulgarem os festejos juninos de Ipirá? Elas participaram do maior carnaval do Brasil.

 

Contrato feito, pagamento realizado. Peças publicitárias em circulação: “Participamos do maior carnaval do Brasil; em junho estaremos em Ipirá, o maior São João do Brasil” fotos, sorrisos e assinaturas da rainha e princesas. Campina Grande tremeria nas bases.

 

Inauguração do Parque de Exposição em festas juninas. Lotação total. Festa de DEZ MILHÕES de reais. Nos finalmentes, o prefeito TO botou brocando. E no programa Papo Reto, gente chiando barbaridades, nas reclamações de sempre, saúde precária, transporte escolar deficiente, estradas esburacadas, etc e tal. “Cadê esse prefeito? Levanta da cadeira e vai trabalhar!”

 

Que tal, prefeito Thiago Oliveira! Logo, depois do São João, anunciar os festejos de carnaval em Ipirá para fevereiro de 2026. Durante anos, esse tempo todo, Ipirá perde cinco dias, praticamente fechado, sem movimento, devido aos festejos do carnaval da capital baiana, com dois milhões de pessoas no circuito, de um jeito, que tá botando gente pelo sangradouro. Ipirá já pega (acredite se quiser) um carnaval para sair do paradeiro de cinco dias e movimentar sua economia e alegrar sua sociedade.

 

Um carnaval popular, com batucadas, cordões, blocos desfilando, mascarados brincando, escolas de samba, com muita música, sendo que, à noite, um trio elétrico na ‘tal Orla’, contratando atrações que são escanteadas em Salvador. Que se gaste mais dez milhões de reais. Festa é festa. Vai lotar a cidade de gente. Acredite quem quiser!

 

Enquanto o São João não chega e o carnaval não vem, o prefeito Thiago Oliveira está botando prá lascar: já botou no olho da rua quase 200 funcionários aposentados e está tirando parte dos salários de alguns servidores sem dizer para quê e por quê. Enquanto o prefeito bota pra torá.

 

Na última sessão da Câmara de Vereadores, um vereador da situação, do lado do prefeito, disse que a secretária de Saúde falou que: “o hospital de Ipirá não necessita de obstetra.” O tempo fechou. Outro vereador da situação, do lado do prefeito, pediu a palavra e disse que: “queria parabenizar a Liga pelo início do campeonato de futebol.” Na cara do gol, sem goleiro, ele escorregou e botou a bola na bandeirinha do escanteio.

 

Vereadores abram os olhos! No mínimo, fiscalizem o dinheiro público gasto em nosso município. Como será gasto dez milhões de reais nos festejos juninos? Como foram gastos mais de sete milhões de reais para merenda escolar, com compras feitas em empresa de Dias D’Ávila e não em Ipirá? Não se preocupem com os gastos do carnaval em Ipirá, porque carnaval não virá e nossos festejos carnavalescos serão sempre em Salvador. É assim que enxergamos.

 

Nossos prefeitos são péssimos em festejos carnavalescos. Micareta é um refugo desiludido. A micareta de Feira de Santana não abala a nossa região. O importante é que os vereadores de Ipirá não assinem um cheque em branco para o prefeito Thiago Oliveira gastar em festejos e outros ofícios de mordomo.

 

Estamos aguardando a fachada da empresa que vende alimentos, para a merenda escolar, à prefeitura de Ipirá em Dias D’Ávila. Será a fachada de um grande ATACADÃO ou um cacete armado? Com a palavra os nossos vereadores, os verdadeiros fiscais do povo.

 

domingo, 9 de março de 2025

PASSOU O FACÃO NO PESCOÇO DE TODOS APOSENTADOS


Após o Carnaval, a prefeitura de nossa terra resolveu botar seu bloco na rua, quase duzentos funcionários receberam o cartão vermelho. Seria um bloco da alvorada carregando a denominação de “APOSENTADO AQUI NÃO TRABALHA!” Hoje é ele, amanhã é você. Quem não gostou que procure a Justiça.

 

Sem entrar no mérito da questão, recorremos ao fato de que tudo que acontece na gestão pública, pode e deve ser questionado. Vamos dizer: mais ou menos duzentos(as) funcionários(as) aposentados(as) da prefeitura de Ipirá foram colocados no olho da rua. Argumentam que é para o bem e a recuperação das finanças da prefeitura.

 

A prefeitura nada informa a respeito das suas finanças, o quanto a prefeitura irá economizar com a saída desses trabalhadores. Vamos fazer um cálculo com 200 funcionários, com vencimentos de TRÊS salários mínimos (sem encargos) chegariam a R$ 10.929.600,00 num ano.

 

A gestão contratou uma empresa para contratar servidores para trabalhar na prefeitura; não se sabe quantos funcionários são (uma planilha), nem qual é a taxa de administração (deve constar no contrato). Vamos fazer um cálculo com 200 funcionários, com vencimentos de DOIS salários mínimos (com encargos) chegam a mais de 12 milhões de reais/ ano (contratos + aditivos).

 

Se a gestão dispensasse os aposentados e a empresa contratada, a prefeitura teria mais de 22 milhões de reais/ano na contenção de despesas. A preferência da gestão é pela empresa contratada e não pelos aposentados, que terão que recorrer à Justiça.

 

O que não tem explicação clara e plausível é o corte nos salários de alguns funcionários, na folha de pagamento de fevereiro, que recebem uma explicação simplista: ‘foi erro da funcionária’. Depois da folha pronta, não tem uma revisão?

 

O ex-prefeito Dudy foi bem claro nas suas palavras finais, dizendo que deixou dinheiro pegando picula nas contas da prefeitura e que tem o orgulho de dizer que na sua gestão não dispensou um só funcionário.

 

O atual prefeito Thiago Oliveira está com a língua amarrada e tem que engolir à seco as palavras do ex-prefeito, porque está querendo fazer caixa e para isso está passando o facão no pescoço de quase duzentos funcionários da prefeitura de Ipirá.

 

Para a população de Ipirá, nada mais justo e esperado do que a fiscalização dos vereadores para todos os acontecimentos e reclames da nossa gente naquilo que a prefeitura tem a obrigação e o dever de apresentar, mas tem falhado de forma vergonhosa.

 

A população de Ipirá confia na fiscalização dos vereadores para que a gestão pública faça o que o povo de Ipirá necessita e a vida de todas as pessoas melhorem na nossa sociedade.

 

Aguardamos a sessão na Câmara de Vereadores nesta terça-feira (11 de março), para observarmos se algum vereador(a) mostrará a fachada das empresas de Dias D’Ávila, para verificarmos se o porte destas empresas é de um grande atacadista ou de uma simples biboca.

sábado, 1 de março de 2025

CADÊ O FURDUNÇO QUE TAVA AQUI?


 Mais do que nunca Ipirá precisa de seus vereadores. São os legítimos e verdadeiros representantes do povo, que formam o Poder Legislativo em nosso município. Esses vereadores foram eleitos pelo voto proporcional que no fundo reflete de forma clara, o conjunto de ideias, de pensamentos a as visões de nossa sociedade.

 

O município de Ipirá receberá em quatro anos mais de UM BILHÂO de reais. Por ano, o equivalente a um valor superior a 250 MILHÕES de reais.

 

O povo elegeu um prefeito e não um rei, mas é praticamente impossível a população fiscalizar como esse dinheiro será empregado, restando para tal, os nossos verdadeiros e legítimos fiscais do dinheiro público, que compõem a nossa egrégia Câmara de Vereadores de Ipirá, composta por quinze vereadores.

 

Vou fazer uma brincadeira (um jogo) com os vereadores. Essa brincadeira tem vários estágios e a mudança para o patamar seguinte acontecerá pela atuação do vereador na sessão da semana.

 

Nome do jogo: “CADÊ OS SETE MILHÕES DE REAIS QUE TAVA AQUI?”

 

Na última sessão, só três vereadores conseguiram sair do estágio no. 1 e passaram para o estágio no. 2. Foram eles: Laelson Neves, Divanilson Mascarenhas e André da Saúde.

 

Por que os três saíram do estágio no.1 e passaram para o no.2? Porque eles descobriram o nome das duas empresas da cidade de Dias D’Ávila e essas duas empresas utilizam um só CNPJ.

 

Para sair do estágio no. 2, o vereador terá que responder a seguinte pergunta: essas empresas de Dias D’Ávila (duas no mesmo endereço), trata-se de grande loja ATACADISTA ou de uma put_ BIBOCA?

 

Isso pode ser descoberto ‘in loco’ ou pelas imagens do Google (colocando o nome da empresa e, depois, clicando em imagens). Basta o vereador mostrar a fachada da empresa para o plenário da câmara ficar satisfeito ou tomar um susto.

 

Se for um grande ATACADISTA, o jogo está resolvido.

 

Se for uma BIBOCA teremos que responder a uma série de perguntas, com base em um item (quatro toneladas de carne):

1.  Essa empresa tem frigorífico próprio? Se não / comprará de alguém.

2.  Essa empresa tem carro-refrigerador? Se não / alugará de alguém.

3.  Caso não tenha os dois itens 1 e 2, qual seria a melhor localidade para a compra dessa carne? Num lugar que houvesse a eliminação do custo/ transporte e também o preço da carne fosse mais baixo do que Dias D’Ávila. Esse lugar seria Ipirá.

4.  Mas a carne abatida em Ipirá não serve, só serve a de Dias D’Ávila. E nessa Dias D’Ávila tem matadouro? Por sim ou por não. NÃO TER matadouro em Ipirá é para que essa carne seja comprada em Dias D’Ávila. Sim ou não?

5.  Como acontece a entrega dessa carne em Ipirá? Vem todo dia? Impossível. Vem de mês em mês? Onde é armazenada? A prefeitura tem câmara fria?

6.  Qual é a quantidade recebida? Onde é entregue? Tem balança no local? Já vem pesada?

7.  Qual é o dia, hora e local da entrega? Para o acompanhamento e fiscalização do Conselho da Merenda e de vereadores.

Informações: a carne.

“Carne bovina resfriada, alcatra resfriada em peças ou fatiadas em bife, com no máximo 3% de água, 10% de gordura e 3% de aponeuroses, cor própria sem manchas esverdeadas, cheiro e sabor próprio, com ausência de parasitas e larvas, deve ser isenta de cartilagens. Embalagem a vácuo ou em saco plástico transparente e atóxico, com peso médio de 1 a 2 kg, na embalagem devem constar dados de identificação e informações nutricionais do produto, validade mínima de 30 dias a partir da data da entrega, no. do registro na SIF, SIE ou SIM” .

 

O vereador – “Na câmara não tem vereador de situação e oposição; todos são a favor de Ipirá e contra o que prejudicar Ipirá.” (por que esse medo e essa necessidade de acabar a oposição?)

 

Cada vereador tem que falar por si, pois não é bem como estão dizendo, senão vejamos: a prefeitura de Ipirá tem quatro anos que não compra da Agricultura Familiar de Ipirá. Tem vereador da situação que acha que o gestor está certo. Não tem como colocar todos os vereadores (a) na mesma sacola, para o bem ou para o mal de Ipirá.

 

O prefeito – “temos que fazer uma audiência pública para ver qual será o destino deste matadouro de Ipirá”

 

São 30 anos desse matadouro. Esse ‘elefante branco’ é o maior símbolo da incompetência e descaso do sistema jacu e macaco. Nunca matou um garrote, nem um bengo. E agora, fazer o quê? Estando junto ao Parque de Exposição, local da festa de São João, por que não fazer desse matadouro, o local para servir de mictório nos dias da festa? Não pode! Então toca fogo nessa por... (pororoca).

sábado, 22 de fevereiro de 2025

MEXIDINHO DE OVOS DESANDADOS

Solenidade é um embuste, ninguém pode falar a verdade. As pessoas ficam protocoladas, numa formalidade impecável, para ser registrada como um ato oficializado, cheio de não-me-toques e são obrigadas a engolir sapo como se fosse uma saborosa e nutritiva carne de rã. Querem que Ipirá coma, somente, mexidinho de ovos desandados.

 

Explicando: apareceu em Ipirá uma tal de Nova Política, que tem como grande líder o ex-prefeito Dió e como expressões políticas o prefeito Thiago Oliveira e ex-prefeito Dudy (essa é a linha de frente do trio eletrificado preparado para tocar axé para a população de Ipirá). O que eles querem empurrar no povo de Ipirá?

 

Na solenidade, foi dito que: “a política acabou, agora é todo mundo unido por Ipirá!” Oxente! Será que isso é verdade? Acabou por decreto ou vontade da controvertida Nova Política? Vocês querem cuspir no prato que se lambuzaram e não querem mais nem a farsa do jacu e macaco?

 

Na verdade, o que eles querem mesmo? Fisgar, lacrar e calar os vereadores da oposição. ‘Acabou a política e estamos todos no mesmo barco, do mesmo lado e no mesmo saco, sempre na defesa de Ipirá’. Como seria bom 15 a 0. Para quem? Sim, 15 vereadores a favor de Ipirá ou das negociatas da gestão?

 

Será que isso é verdade verdadeira? Exemplificando, para que a população entenda melhor.

 

O prefeito Thiago Oliveira falou em monitoramento da cidade através de câmeras. Isso dito, carregando as palavras no sentido de desenvolvimento, progresso e futurismo da nossa cidade. No dizer dele o 15 a 0 será para Ipirá.

 

Embora tenha escondido o rabo de palha, que tanto incomoda Ipirá. Ipirá não tem um delegado plantonista nos finais de semana; Ipirá não tem viaturas e guarnição suficiente para atender às necessidades do município. Um B.O. tem que ser feito em Itaberaba; um fim de semana que parece um fim do mundo. Assim, não dá!

 

Aí, aparece o prefeito TO achando que as câmeras serão a solução dos nossos problemas e o encontro da paz e felicidade em nosso município. Vai ter câmera com reconhecimento facial mostrando bandido na rodoviária da cidade; o que surpreende mesmo é que não terá polícia para prendê-lo. É tudo muito exagero.

 

Esse projeto já foi aprovado ou tem que ser aprovado por 15 a zero, para o bem de Ipirá? Essa é a proposta da Nova Política.

 

Se não foi aprovado na gestão passada, sem dúvida, é muito estranho, pois já começaram as obras, seria o carro andando na frente dos bois. Sem discutir com a população, seria o carro atropelando os bois. Sem passar pelo debate dos vereadores, seria a prova inconteste que não precisamos nem do carro, nem dos bois.

 

É tudo para o bem de Ipirá!

 

Entenda, leitor desse blog! Durante o dia, na Praça do Mercado, em cinquenta anos, aconteceram três assassinatos. O roubo e assaltos são raríssimos.

 

No calçadão da farmácia de Israel, aconteceu 01 assalto, nunca aconteceu um assassinato e os roubos são uma raridade.

 

Na avenida, um assalto, nenhum assassinato e os roubos são raros. Nada mais do que dois policiais fazendo ronda para garantir a tranquilidade do centro (estou falando do centro da cidade). Quase todas as lojas possuem câmeras. Não acontecem roubos de celulares no centro (são raros). À noite uma viatura desempenha um bom papel de segurança na parte central da cidade.

 

Por que a delegacia não divulga os números da violência em Ipirá? Seria a estampa do problema. Qual seria o gasto mais viável para a prefeitura? Com o monitoramento de câmeras ou com um policiamento mais intensivo?

 

Onde o bicho pega, vai ter câmera ou polícia? Nas estradas rurais a coisa fica fora do controle com a tomada de motos e celulares de quem é obrigado a trafegar por essas áreas. Vai ter câmeras nesses recantos? Nem ‘nos pau’!

 

É tudo para o bem e paz de Ipirá. 15 a zero é para o bem de Ipirá.

 

Aí se esconde a cereja do bolo. É muito simples. Um contrato desse porte vai custar aos cofres públicos milhões de reais (ainda não sei o valor) e para não ter nenhuma surpresa o ganhador da licitação será um eleitor macaco, fantasiado de empresário.

 

Para o bem de Ipirá tem que ser 15 a zero. Sacou o lance? Mesmo não sendo o monitoramento a melhor solução para Ipirá; 15 a zero consagra a verdadeira intenção de beneficiar um ‘amigo macaco’ e ninguém pode duvidar e dizer nada. Atira no sapo para acertar na codorna. O vereador não pode fazer a oposição burra, que é contra Ipirá; chegaram a dizer isso.

 

Transparência Ipirá / Receita e Despesas / Despesas Pagamento – Em fevereiro de 2025 a empresa de carro-pipa recebeu R$ 311.945,34 (relativo a 2024) e a empresa que contrata pessoal recebeu R$ 535.829,49. Como a prefeitura vai fazer obra com esse patamar de despesa? Aí, tem que ficar com a cuia na mão em busca de emendas parlamentares.

 

E por causa desse esbanjamento, a atuação dos vereadores na fiscalização se torna primordial e imprescindível, caso contrário os 15 a zero será uma grande facada no pescoço de Ipirá e uma traição pior do que a de um energúmeno.

 

Hoje, na engrenagem política do município de Ipirá, com as convicções de jacu e macaco aferradas e desmascaradas, ao tempo, que a Nova Política quer ser o que não é, torna-se necessário o papel de fiscalização do vereador para a defesa do nosso município.

 

Observe se não tem alguma coisa errada: a avenida Rio Grande do Sul, foi asfaltada na gestão Marcelo Brandão, em pouco tempo estava toda esculhambada; a gestão de Dudy refez o asfalto e o dito-cujo já está todo esfarelado, esburacado, dobrado, mostrando que era um asfalto 'sonrisal'. A gestão do atual prefeito vai ter que fazer um novo asfalto no local. Que desgraça é essa? Como é gasto o dinheiro público?

 

É por isso que a fiscalização do vereador é super importante. Temos que criar uma barreira para impedir que seja interminável o grande processo de transferência dos recursos públicos para o setor privado de forma a não ter contrariedade, até mesmo, porque a Nova Política deseja, quer e cogita 15 a 0 a favor de Ipirá e nem sempre é Ipírá que ganha.

 

sábado, 15 de fevereiro de 2025

ENFIARAM UM PREGÃO NAS COSTAS DE IPIRÁ

Por enquanto vamos caminhar por uma literatura futebolística. Antigamente, no século XX:

Campo do Garrancho, em Ipirá, uma grande partida de futebol entre a seleção da casa e a seleção de Dias D’Ávila, tendo como juiz da partida o sr. Ioiô Arapiraca, um defensor intransigente de Ipirá, considerado um juiz caseiro, mas eficiente e determinado na condução do jogo. Num lance que ninguém viu, mas ele, corretamente, anulou um gol do time visitante por um impedimento de um dedo; em outro lance, deixou de ser gol porque a bola raspou na mão do atacante ‘deles lá’. Para Arapiraca a nossa Ipirá estava em primeiro lugar e acima de tudo e ‘eles lá’ podiam espernear do jeito que esperneassem, mesmo que fizessem meia dúzia de gols para valer um, só valeria o gol legítimo e verdadeiro. Arapiraca amava Ipirá.

 

Atualmente, século XXI, ano 2025. Uma partida de futebol entre as seleções de Ipirá x Dias D’Ávila.

Estádio José Luiz dos Santos, em Ipirá, a seleção local apresentou um becão, tamanho GG, como capitão do time, uma espécie de prefeito, que manda em tudo; manda e desmanda. O juiz da partida era da FIFA, que com precisão marcou um pênalti a nosso favor e o VAR confirmou. O nosso centroavante, não lembro seu nome, colocou a bola na cal, o nosso becão encostou e falou ao seu ouvido: “isso tem que acabar, não faça o gol, esse pênalti é fake news!” O centroavante correu, atrapalhou-se, sua perna chutou o vento e no retorno bateu o calcanhar e a bola foi em direção ao nosso gol, o jogador de Dias D’Ávila aproveitou e enfiou o pregão em Ipirá. O becão recebeu bola nas costas enfiada pelos próprios amigos atacantes do seu time!

 

O caminho do gol: digite no Google: https://www.pmipira.transparenciaoficialba.com,br (clique) Diário Oficial (clique) fevereiro (clique) pesquisar (clique) procure 4 e 5 de fevereiro. Fez o gol? Você vai ser convocado (a) para a seleção de Ipirá.

 

Deixando a linguagem futebolística de lado, que muita gente não entende, ao tempo que, voltando e caindo na realidade, que é isso que interessa ao povo.

 

Com pregão, sem pregão; com licitação, sem licitação Ipirá está perdendo. O pagamento para comerciantes de outros municípios não interessa para nossa gente e uma pergunta clareia as coisas: qual é a prefeitura de fora que faz compra em Ipirá? Nenhuma.

 

Mas, a prefeitura de nosso município compra 587 kg de abacaxi, 366 kg de acerola, 1.318 kg de aipim, 2.531 kg de banana da prata, 831 kg de beterraba, 6.300 kg de coxa e sobrecoxa de frango ‘e muito mais’ em Dias D’Ávila? Compra e paga.

 

Por que é assim? É por causa do pregão e da licitação. É mesmo?

 

Preste atenção, leitor desse blog! O prefeito Thiago Oliveira falou, na FM do seu tio JO, sobre o que 'vai cair do céu' e 'o que será, será', ou seja, as promessas de Brasília, mas não tocou no assunto. Seria ótimo que ele tivesse esclarecido.

 

O prefeito é uma pessoa competente, que se expressa bem e tem uma boa desenvoltura nas ideias, assim sendo, ele sabe que a população de Ipirá merece uma satisfação sobre esse fato real.

 

Fui informado que o principal argumento do prefeito TO seria: “que o Pregão é nacional e qualquer empresa, em qualquer lugar do país pode participar.” Não foi! Aguardo o seu pronunciamento sobre os fatos reais, que não são fake news.

 

“O pregão eletrônico é uma modalidade de licitação que acontece online, em tempo real, e é semelhante a um leilão de preços. É uma forma de aquisição de bens e serviços comuns pelo governo.”

 

Quem são os empresários locais (amigos do gestor) que ganham os pregões e as licitações da prefeitura em nosso município? Um verdadeiro ‘jogo de compadres’! A falta de transparência não deixa a prefeitura divulgar seus nomes.

 

E por que a prefeitura de nosso município NÃO FAZ campanha para colocar o comerciante em geral e o agricultor familiar de nosso município para participarem do pregão e da licitação em nosso município? O prefeito Thiago Oliveira deve dar essa resposta.

 

O comércio de Ipirá tem ou não condições de oferecer todos esses produtos que foram e serão fornecidos por duas empresas do mesmo CNPJ do município de Dias D’Ávila?

 

Será que Ipirá não produz ou não tem condição de produzir: alface, banana da prata, banana da terra, batata doce, couve, goiaba, manga, mamão, mandioca, pimentão, repolho, tomate, etc? O produtor pode dar essa resposta.

 

Um problema vezeiro.

Prefeito Thiago Oliveira, observe bem! Um dos gargalos das gestões de Ipirá tem sido os ambulantes que vendem verduras e frutas no centro da cidade. É ou não é?

 

Chama a polícia; tira daqui, bota prá lá; chama o guarda; proíbe aqui e acolá; empurra prá baixo, joga prá cima e nada é nada; porque trata-se da sobrevivência de vidas humanas e é a única alternativa que sobra e não há outra possibilidade para essas pessoas e famílias, até mesmo porque, até hoje, as administrações do jacu e macaco, que se alternam no poder, nunca encontraram uma solução para esse problema que diz respeito a vidas humanas.

 

Uma solução.

Em busca de uma solução ou amenizar o problema. Que tal uma tentativa com o Projeto Quintal Produtivo?

 

As casas em Ipirá e povoados possuem quintais. Que tal fazer uma experiência em 100 / 200 quintais das famílias populares em nossa periferia? Bairro 20 de Abril, por exemplo: a prefeitura fornece a terra para a formação dos canteiros da horta, a semente para o plantio e a água para a molhação. As famílias entrarão com o trabalho e os cuidados. Isso significa aprendizagem, produção e interação social.

 

“Interação social é o processo de comunicação e intercâmbio entre pessoas, que acontece em diferentes contextos sociais. É uma condição fundamental para o desenvolvimento humano e para a formação de sociedades.”

 

Com uma orientação técnica, competente e comprometida os frutos virão. Em Ipirá, tem uma pessoa que é um humanista, que sonha com a liberdade, o crescimento e a emancipação das camadas populares através do trabalho coletivo que engrandece o ser humano. É uma pessoa habilitada e capacitada para dirigir tal empreendimento.

 

Prefeito Thiago Oliveira! Em nossa comunidade tem gente que não é vista, mas é portadora de um potencial imenso. A nossa sociedade tem muita gente boa, prefeito TO! Infelizmente são invisíveis para o poder municipal. A grande contribuição que ‘os puxas-sacos’ e ‘os parças’ dão ao gestor é jogar a bola em suas costas. Infelizmente, NÃO são invisíveis para o poder municipal.

 

Voltando aos Quintais Produtivos: essa produção servirá para dar qualidade à alimentação da própria família e para a venda de produtos orgânicos em feirinhas, aos sábados ou domingos, nos bairros.

 

Se a gestão for corajosa, visionária, decidida e reformadora poderá dar um grande salto e a produção dos quintais e pequenas propriedades poderá atingir o maior número possível de quintais aumentando a renda e produtos no nosso município.

 

Com a produção acontecendo, basta a organização legal e coletiva, com a documentação     necessária e habilitada para os nossos setores produtivos e comercial participarem em pregões e licitações aqui e na região. Para tal, basta ensiná-los.

 

Com qualquer produção local é um dever moral da prefeitura local comprar aqui; agora, aumentando a produção, onde a prefeitura de nossa terra terá a obrigação de comprar e pagar 7 milhões e 500 mil reais/ano?

 

E para não deixar de jogar lenha na fogueira e mostra que tem perspectiva.

 

Torna-se necessário dizer, que o Clube Caboronga foi construído com e para uma função social perdida nos últimos tempos, então a prefeitura poderá desapropriar esta área (por dívida do IPTU) para recuperar e manter sua função social, servindo para a montagem de uma grande associação hortigranjeira, que resolva o problema dos vendedores nas ruas e tenha capacidade logística para enfrentar os pregões e licitações para a venda de produtos para a prefeitura de Ipirá e outras prefeituras na região. Ipirá daria um salto no desenvolvimento econômico e social de nossa terra.

 

A Câmara de Vereadores.

“O vereador é o membro do Poder Legislativo do município. Nessa condição, ele desempenha, como funções típicas, as tarefas de legislar e de exercer o controle externo do Poder Executivo, isto é, da Prefeitura.”

 

O vereador é o para-brisa da sociedade ipiraense. Os vereadores (a) são os verdadeiros e legítimos representantes e defensores dos interesses da população de Ipirá. O vereador (a) tem a função de fiscalizar o Executivo.

 

Se o vereador perder suas prerrogativas, ele perde a sua força, desidrata e afina seu poder e importância.

 

Valor dos contratos com aditivos: R$ 7.555.561,96 ano. Um contrato nesse valor tem ou não que ser fiscalizado pelos vereadores (a)? Tem ou não que ser acompanhado em todo o processo, do início ao fim, pelos vereadores (a)? Tem ou não que ter uma marcação continuada dos vereadores (a)? Preços; logística; armazenamento; entrega; prazo; qualidade; quantidade; todos os detalhes.

 

Não é um pregão que vai decliná-los de cumprir com eficiência e coragem o seu papel fiscalizador.

 

Os vereadores de Ipirá não podem dá as costas para esse mar de dúvidas e incertezas, ao tempo, de fazerem negacionismo desse fato real e complicado. Trata-se da qualidade da merenda escolar em nosso município de Ipirá.

 

Ainda aguardamos a palavra do prefeito Thiago Oliveira.