sexta-feira, 27 de agosto de 2021

PRIVATIZAÇÃO DO HOSPITAL DE IPIRÁ


A saúde pública em Ipirá é uma boa mina de votos. Boa é pouco; é mais do que ótima! Muito se fala e muito se diz, mas pouco se faz. Se fizerem alguma coisa será o desmanche da mina produtora de votos. Aí, venhamos e convenhamos, essa mina não pode desandar de jeito qualidade. Simplesmente, não pode deixar de dar votos.

 

O governo do jacu Marcelo Brandão durou quatro anos e passou. Dizendo ele que fez a melhor saúde que a população de Ipirá já teve. No momento em que isso acontecer será a quebra da espinha dorsal do sistema da politicagem local: a saúde como uma ótima geradora e mantenedora de votos.

 

Com a pandemia da Covid-19, o ex-prefeito MB anunciou que montou uma ala de excelência contra a doença no Hospital de Ipirá, com respiradores, UTI e os cambal. Quando o ex-prefeito MB sentiu os sintomas do coronavírus, não pensou duas vezes, se picou pra Salvador. Gato escaldado tem medo de água quente, mesmo que o chuveiro seja o da sua casa.

 

Agora é a vez do prefeito macaco Dudy. Na partida, anunciou que não encontrou nem uma aspirina deixada pela gestão passada (da jacuzada). Logo, logo divulgou vídeo com a primeira cirurgia de joelho feita no Hospital de Ipirá. Parecia coisa do outro mundo.

 

A casa caiu com a saída da primeira Secretária de Saúde. O médico Antônio Colonnezi, líder da macacada, detonou o Hospital de Ipirá. Detonou completamente. As vísceras apareceram. O Hospital de Ipirá não servia para muita coisa, nem para libertar a população local da obrigação do voto pelo atendimento da medicina.

 

É triste a situação de Ipirá! Quando a jacuzada está no poder municipal é um governo para a família. Família deles. Com o macaco Dudy na prefeitura trata-se de um governo voltado para um Consórcio de Empresários. A prefeitura está esvaziando suas funções e responsabilidades em benefício de alguma empresa, sendo empresário do grupo macaco melhor ainda. É a vez ‘deles comerem’. Tem sido assim.

 

A saúde pública de qualidade em Ipirá é combalida desde as questões mais simples, por ser combatida pelos interesses das lideranças dos grupos jacu e macaco. São médicos e com interesses concretos na saúde privada. Essa é uma questão e outra paralela é o fato do governo do Estado não ter nenhuma preocupação por Ipirá neste sentido. Aí a politicagem que barganha voto pelo atendimento de saúde deita e rola. #Partiu doente de Ipirá para Salvador, Feira, Itaberaba, Rui Barbosa, Castro Alves, Riachão, Coité e o voto fica garantido.

 

Para que serve o Hospital de Ipirá? Sem saber o que fazer, a gestão Dudy PODERÁ PENSAR em privatizá-lo. Vamos ser verdadeiro na análise. Não tem uma empresa-macaca com capacidade financeira, administrativa e gerencial de tocar um hospital. O único que poderia fazê-lo seria o médico Antônio Colonnezi que, naturalmente, não vai querer pegar esse barco furado, para ganhar dinheiro e perder a liderança eleitoral. È uma coisa ou outra: é dinheiro ou voto.

 

Ainda assim, o gestor Dudy PODERÁ PENSAR em privatizar o Hospital de Ipirá. O primeiro passo: o governo do Estado equiparia o hospital para regionalizá-lo em seguida; depois, viria a privatização, o que tornaria a saúde uma vaca de leite. Bastaria um empresário de fora topar a parada, porque conversas não faltam.

 

Qualquer direcionamento nesse sentido, o prefeito Dudy terá que dizer claramente à população de Ipirá quais serão as vantagens para nossa gente. Qual será o benefício para a comunidade de Ipirá com o hospital privatizado? Qual a vantagem da privatização para o povo? Em que aspecto a saúde de Ipirá será melhor? São muitas perguntas.

 

Uma atitude de privatização terá que ser discutida com a população. Discutida e debatida. As coisas da saúde não podem ser empurradas goela abaixo, com o controle do interesse privado, particular e eleitoral. É por isso que não fica uma Secretária de Saúde pública nessa gestão. É tudo controlado e engessado pelo interesse privado. Uma coisa é certa, a saúde pública não pode ser vista e encarada do mesmo jeito que a venda de um shampoo Umidi Hair.  

 

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

TRÂNSITO DE IPIRÁ

Toco nesse assunto por ser um problema sério que poderá virar um problemaço. Seria uma apelação dizer que está à beira do colapso fazendo um parâmetro com o trânsito enviesado da Índia. Não chega a tal ponto.

 

Antigamente, diga-se de passagem, o trânsito de jegues, cavalos, vacas e cachorros era livre, totalmente liberado e sem normatizações de qualquer espécie. Até que surgiu o Código de Postura e o Curral do Conselho. Era a civilização.

 

Na civilização, o trânsito cresceu, aumentando o número de veículos motorizados. O Curral de Conselho fechou as porteiras e o Código de Postura deixou de ser executado em plena civilização.

 

Um novo problema apareceu, está crescendo e pode virar um monstrengo. Enquanto não vira, o desmantelo vai tomando forma e virando um triste conteúdo. É sobre isso que quero escrever.

 

SINALEIRA da AVENIDA. O maior e único símbolo do progresso e desenvolvimento civilizatório da nossa sociedade movida à gasolina.

 

Uma SINALEIRA tem lá sua utilidade. Não é uma fantasia para embelezar a avenida. Serve para ordenar e protocolar a interação entre motoristas e pedestres, de maneira humana, respeitosa e civilizada.

 

SINAL VERMELHO significa PARE. É PARE e não tem outra interpretação. A SINALEIRA da AVENIDA assinala o VERMELHO para os motoristas motorizados pararem e VERDE para que os pedestres atravessem a avenida, definindo quem direito tem. É simples e compreensível.

 

Têm motoristas e motoqueiros que não estão obedecendo e isso está acontecendo de forma continuada e constante. Nos finais de semana é como não existisse SINALEIRA. Como negar a razão de ser de uma SINALEIRA?

 

SINAL VERMELHO e alguns motoristas e (ou)(alguns) motoqueiros avançam de forma criminosa, perversa, maldosa, apressada e enlouquecida colocando em risco de acidente e morte a pessoa que tem o direito, dado pela SINALEIRA, de atravessar a avenida. Esta infração é grave e está acontecendo de maneira acentuada em nossa cidade.

 

Quem não sabe o significado do SINAL VERMELHO (conhecimento elementar e essencial) não pode dirigir nem moto nem carro. Quem interpreta o SINAL VERMELHO à sua maneira e gosto não pode ser condutor de moto e carro. Não tem justificativa passar de forma desrespeitosa atropelando o sinal vermelho. A ignorância e a estupidez não podem prevalecer na civilização humana.

 

Ipirá tem UM único SEMÁFORO e cinco pontos críticos de trânsito no centro da cidade. Também, convive com uma área embananada nos dias de quarta-feira. O Poder Público Municipal fica jogando com a barriga. Paga a um preposto desde que tomou posse e fez a plotagem de um carro para o trânsito e não consegue sair dessa situação.

 

O Poder Público Municipal não pode ficar omisso e negligente diante desta problemática ou fazendo de conta. Esta situação requer e exige uma ação direcionada para a sua melhora. O trânsito em Ipirá não pode ficar entregue ao próprio descaso.

 

O crescimento do número de carros aumentou o movimento nas ruas da cidade. Isso exige a urgente aplicação de normas, que só virá com o planejamento e organização do trânsito na cidade. Ipirá não pode prescindir disso. Não pode e não deve.

 

O Poder Municipal não pode fugir da sua responsabilidade. Uma situação grave poderá tornar-se gravíssima diante do desleixo e morosidade da prefeitura.

 

Está na hora desse novo governo assumir a administração da cidade. Enquanto o motoqueiro/motorista sem educação, sem consciência, sem esclarecimento e sem entendimento coloca em risco a vida das pessoas e a própria.

 

É comum moto com uma roda empinada; veloz na ultrapassagem forçada, equivocada, apressada e com alta periculosidade, colocando em risco a vida das pessoas e a própria.

 

Ipirá tem autoridade? Tem! É por isso que se faz necessário um alerta veemente para o perigo que representa essa situação de trânsito melado.

 

Faltando planejamento e organização, ao tempo que, vai crescendo de qualquer jeito, o trânsito local atingirá uma situação caótica. Isto acontecendo, a estatística dos acidentes fatais será o SINAL verde para as autoridades explicarem porque não conseguiram obedecer ao SINAL vermelho.

 

terça-feira, 20 de julho de 2021

A MACACADA NO CONTROLE

Para onde caminha a gestão do prefeito Dudy? Sem projeto para o município de Ipirá navega pelo lado obscuro do grupo da macacada.

 

Desarrumado internamente; carregando contradições conflituosas e sem possibilidade de entendimento à curto prazo, a administração Dudy, depois de amassar o doutorzinho, está amassando o povo de Ipirá sem pena nem piedade. É triste a sina deste município.

 

A vice-prefeita Nina é um calo para a gestão Dudy. Logo no início, com uma aliança com o grupo da jacuzada tentou abocanhar a presidência da Câmara de Vereadores sem anuência do prefeito. Aqui, o bicho pegou!

 

Sete meses após a posse, podemos sentir com mais clareza qual seria o estrago daquele ato: SE (olha o se) o vereador Rafael tivesse vencido a eleição para a presidência da Câmara, com a grande possibilidade de cassação de seu mandato neste momento, a presidência ficaria com o vereador Divanilson Mascarenhas do grupo da jacuzada. Como ficaria a vida do prefeito Dudy? Entraria em parafuso.

 

A atitude da vice-prefeita foi vista como uma traição absurda, sem pé e sem cabeça, que obrigou o prefeito a fazer uma aliança com um vereador da jacuzada e isso não foi considerado traição. Com este fato e neste exato momento, o nó foi apertado no pescoço da administração Dudy.

 

Resultado de tudo isso: na administração Dudy a vice fica na geladeira, não tem vez, nem voz. Foi colocada de escanteio e não chupa um pirulito.

 

Não tem jeito. O racha da macacada está mais do que evidente, bastando apenas uma eleição, que será em 22. O rompimento com o grupo do Deputado Jurandy Oliveira está posto na mesa, quem apostar que não haverá, perderá. Nem o grande chefe Diomário Sá poderá resolver essa encrenca.

 

Mas, a vice-prefeita Nina tem um sonho: ser prefeita de Ipirá. A chance de ouro será nas Eleições de 2024. Neste momento, a vice-prefeita está perdendo espaço político, com a provável cassação de dois vereadores; com o congelamento na gestão Dudy e o risco da perda de continuidade de mandato do deputado JO, inclusive SE o deputado não for o candidato, Poderá ser o fim da ERA política do deputado JO.

 

Ocorrendo essa combinação de acontecimentos a vice-prefeita Nina ficará enfraquecida politicamente para qualquer postulação futura e para impor sua candidatura dentro do grupo macaco. Restando apenas sua Associação Beneficente para levantar a poeira e ir de encontro à vontade do prefeito Dudy. É muito pouco para marcar presença e garantir a realização do grande sonho. O cartão do prefeito Dudy será vermelho.

 

Para o sonho não sumir na fumaça, tem que ser agora. Não adianta reza, nem bozó. O rompimento derrubará o sonho de uma candidatura futura, mas em contrapartida, reitera o afastamento do prefeito para a antecipação do sonho sonhado de forma concreta.

 

Na surdina, Ipirá é um pesadelo. Ipirá não tem dado sorte com seus administradores. O governo da jacuzada é feito para a família da oligarquia. O governo da macacada é feito para um pequeno grupinho de empresários. Para encobrir essa realidade encenam uma discussão do “não fez em doze anos” e do “não fez em quatro anos”. Pura balela para encobrir a falta de compromisso com a causa pública.

 

O gestor Dudy assumiu o poder sem um projeto de governo para o município e está degringolando porque está amarrado nas questões política e administrativa. Não está dando conta do recado, mas já disse para que veio. Apresenta-se para dar favorecimento e sustança a empresas particulares num festival de licitações. É aqui que pulsa o coração da gestão.

 

O dilema do contraditório encurrala a gestão, que fica presa entre atender aos interesses populares ou satisfazer às empresas privadas amigas e macacas, demonstrado claramente qual é a intenção central e o compromisso ferrado desse governo.

 

Esse é um caminho pedregoso e perigoso que deixa nódoa em qualquer administração pública. A mistura do público e o privado mancha qualquer governo. O sonho da vice ganha mais fermento nesse panorama.

 

Já estamos observando o emaranhado em que se envolve a gestão por causa desse direcionamento ao se enrolar com a compra de remédio e café.

 

Mas, ainda há tempo para estancar a sangria. Muito pior estaria SE (olha o se), por acaso, estivessem transportando biscoito na van da TFD Ipirá para a padaria, aí seria a promiscuidade total entre o público e o privado. Justamente o que asfaltaria o caminho da vice para uma antecipação do sonho sonhado.

 

A gestão do poder público municipal não pode negar e reduzir a transparência ao nada, como fez o ex-prefeito Marcelo Brandão, inclusive porque foi uma promessa de campanha do prefeito Dudy e reiterada constantemente em diversos encontros, a tal da PRESTAÇÃO DE CONTAS, em praça pública, à população. Até o momento nada.

 

Ipirá já recebeu quase 70 milhões de reais em sete meses. O governo Dudy se distancia cada vez mais das promessas e da população. Esse poderá ser seu grande equívoco. A vice-prefeita Nina está no aguardo e de prontidão, mesmo que não seja esse o seu sonho.   

 

domingo, 11 de julho de 2021

DUDY 1 X 0 NINA


Ora, ora! Se partida de futebol fosse, não haveria a menor dúvida, o time de La Dudy saiu na frente do La Nina.

 

O laranjal de dona Nina sofreu uma derrota anunciada na Zona Eleitoral local, resta recorrer ao Tribunal Regional para ver se empata, retarda, embarrera, enseba esse jogo e, depois, vira o muito difícil e quase impossível resultado.

 

Vamos recordar, pois é importante relembrar! Nas Eleições Municipais 2020 o PP (Partido da Nina) numa tentativa de burlar a Lei Eleitoral na questão da representatividade de gênero (obrigatoriedade de 30% feminino). Apresentou uma laranja (candidatura para fazer de conta) na sua chapa. Aí? Entornou o caldo; azedou o suco que era doce.

 

Não sei como uma liderança dá um fora desse. Uma jogadora com uma irregularidade clara, configurada com uma candidatura que ficou com ZERO VOTO, só pode ser fruto da ingenuidade ou da falta de capacidade completa.

 

Resultado: todos os votos recebidos foram anulados e os dois vereadores eleitos (Rafael e Ernesto) vão ser cassados. Dificilmente não serão. De quem foi a autoria desse erro primário e grosseiro?

 

O lado de Dudy festeja o resultado de 1 a 0. Também pudera, depois da posse ficou no ar um cálice de sangue com gosto de vingança. Na posse, ocorreu o lançamento da candidatura do vereador Rafael para a presidência da Câmara de Vereadores, contrariando a vontade e o desejo do prefeito Dudy, que não engoliu a audácia.

 

Para o núcleo central do Poder Municipal que fica no entorno do prefeito Dudy foi uma grande traição, um atrevimento, uma insolência, uma afronta ao dono do poder, o prefeito. Isso não ficaria de graça, sem uma retaliação e sem uma resposta à altura.

 

Quando saiu o primeiro resultado da suspensão dos mandatos em Primeira Instância o grito que estava preso na garganta veio à tona: “Há, há, estou rindo à toa!” “Que felicidade!” “Tu viu, cabra ...” Uma parte da macacada vibrou guardando energia e fôlego para comemorar a derrota do deputado Jurandy Oliveira no ano que vem.

 

Evidente que os dois vereadores recorreram à Segunda Instancia Regional, desde quando, estão pagando para ver. Vão ter que rezar pela morosidade da Justiça Eleitoral. A causa de ambos está perdida. Protelar o tempo para que demore o maior tempo possível para a sentença ser dada torna-se a melhor alternativa possível.

 

Os dois vereadores (Rafael e Ernesto) fazem parte da renovação na Câmara de Vereadores de Ipirá, tiveram uma boa votação e estão fazendo um trabalho interessante e não estão submissos ao poder do prefeito, mas por obra de um erro primário de alguém que permitiu uma candidatura-laranja vão pagar com a perda dos mandatos. É uma questão de tempo.

 

Uma questão de tempo. Pode ser hoje ou levar três anos. O que importa é que não adiantará o recurso implementado. Por bem ou por mal, por mais tempo que fiquem serão dois mandatos sangrando, com a faca no pescoço, esperando um corte que acontecerá quando menos se esperar. É o preço que se paga pelo equívoco cometido. Para a alegria da macacada e o desespero de quem se encontra nessa situação que ajudaram a criar. O prefeito Dudy vai conseguir dormir sem assombração.

 

quarta-feira, 7 de julho de 2021

SEM SÃO JOÃO

Dois anos sem São João! Não convém considerarmos dessa forma. São dois anos sem aglomeração de São João! Assim fica bem mais maleável e aceitável, simplesmente, porque aglomerações humanas estão fora da moda, neste determinado momento.

 

São João está sempre colado em São Pedro, lado a lado. Nada de grande evento. Nada de ajuntamento de gente. Precaução e isolamento fazem uma combinação perfectível, que se impõe, tornando-se essencial e indispensável neste turbulento momento.

 

A EUROCOPA já permite aglomeração contida nas arquibancadas e para dizer a verdade, não por graças de São João e São Pedro, mas por providência e dádiva da vacinação.  

 

A aglomeração que reativa o futebol e festas depende da vacinação. O comandante do quartel botou pé-firme, aflorou a cabeça de bagre e negou a vacina. Esse negacionismo fdp provocou um genocídio desnecessário e tresloucado. Mais de meio milhão de mortos ocorreram devido ao descaso e ao desmerecimento pela vida humana.

 

Para cada dose de vacina seria adicionado um dólar. Para cada banda contratada para festejos juninos na nossa localidade costuma-se adicionar alguns mil reais. Essa é uma prática local. Não houve festejos juninos do jeito que o povo gosta. Não rolou, não deu certo, nem lá, nem cá. Nem vacina, nem banda nesses moldes. Foram suspensas as compras, que floresceram e afrouxaram gradualmente até desaparecer nas tentativas do não realizável.

 

Sem aglomeração dos eventos, restou a boa e simplória fé, regada à comida junina, aos estampidos de fogos com fumaça e poucos passantes. São João esteve presente e foi lembrado para jamais cair no esquecimento, sempre junto a São Pedro.

 

Quem não reclamou dessa situação foi a Prefeitura Municipal de Ipirá, que deixou de bancar a festa e economizou numa boa o custo da festa, que poderia ficar na casa de um milhão de reais.

 

É uma pena que São João e São Pedro não tenham ajudado a gestão do prefeito Dudy, para alavancar o Ibope do gestor, que está em queda e sangrando.

 

São seis meses de administração do prefeito Dudy e até o momento ele não disse para que virou prefeito, com uma vitória esmagadora.

 

Seu maior estrangulamento ocorre no campo político, com a desarmonia dentro do seu próprio grupo (macaco), marcado pelo estranhamento com a vice Nina; com a forte intenção em não apoiar o deputado Jurandy Oliveira e com a dificuldade em manter a coesão de sua equipe de vereadores.  Para quem tem um mínimo de conhecimento político local, o prefeito Dudy está com o laço político apertado no próprio pescoço.

 

Que São João e São Pedro ajudem o prefeito Dudy a governar esse município. Que São João e São Pedro relembrem ao prefeito Dudy que ele tem que cumprir suas promessas de campanha (promessas que saíram de sua própria boca), caso contrário o governante perde a credibilidade junto à população.

 

Que São João e São Pedro ajudem ao gestor Dudy a fazer a primeira prestação de contas, expondo em Praça Pública, no tempo prometido, pois já estamos com seis meses de seu governo, sendo que, a Prefeitura Municipal de Ipirá já recebeu quase 60 milhões de reais e a população não sabe como foi gasto esse dinheiro público.

 

Que São João e São Pedro ajudem o prefeito Dudy a se afastar das pegadas e do mesmo caminho que trilhou o ex-prefeito Marcelo Brandão, que foi prefeito por quatro anos e nunca prestou conta do dinheiro público, que entrou nesse período, à população, nem uma única vez, nem ao menos constando nas placas das poucas obras realizadas no seu período. Que o prefeito Dudy não seja uma xerox do ex-prefeito Marcelo Brandão. Ipirá não agüenta mais. Que São João e São Pedro tomem conta desse governo.         

 

domingo, 6 de junho de 2021

O LOCUTOR VOLTOU, O LOCUTOR VOLTOU Ô...

Como fazem as torcidas futebolísticas quando abocanham um caneco de campeão: “O campeão voltou, o campeão voltou ô...” Seis meses após uma derrota acachapante, o ex-prefeito Marcelo Brandão voltou a fazer um pronunciamento político pela rádio Ipirá FM.

 

O ex-prefeito Marcelo Brandão não deixou barato, fez um pronunciamento carregado de verdade, meias-verdades e muita tentativa de ‘forçação da barra’ para fazer e levantar um castelo de areia que não suporta o menor sopro da verdade dos fatos.

 

Ele criou uma versão sem humildade, com excesso de soberba e muito personalística, que virou uma ‘narrativa quatro f’: fantasiosa, fantasmagórica, faraônica e farsesca.

 

Destaca a soberania popular como árbitro legítimo, legal e apropriado na questão eleitoral. É verdade que ele aceita a soberania popular do voto. Afirma que todos têm que acatar o poder de decisão do povo, mas por necessidade de sobreviver como político mergulha numa contradição visível, na medida em que precisa esvaziar o potencial e a força da soberania popular para poder continuar existindo como político com alguma possibilidade.

 

A soberania popular impôs uma histórica diferença de 6.094 votos contra a sua reeleição. Como explicar esse fato? Ele foge dessa questão da mesma forma que o diabo foge da cruz.

 

Ele tem que considerar os 6.094 votos de diferença como não sendo contra sua gestão, embora ele fosse o prefeito e candidato à reeleição em 2020. Se aceitar a verdade das urnas significará assinar o atestado de óbito como ‘político com alguma chance’.

 

Assim sendo, ele é obrigado a criar um castelo de areia ao afirmar que sua gestão foi exemplar, excelente, responsável e cheia de realizações positiva em todos os sentidos, que Ipirá progrediu como nunca, ao atender muitas aspirações da população. Na sua cabeça, sua gestão foi sensacional, fantástica e fora de série.

 

Sua gestão emplacou o ORGULHO DE VIVER AQUI como uma verdade absoluta. Essa é a sua (subjetiva) mais pura verdade e, portanto, inquestionável na sua cabeça.  

 

Se a ‘verdade de sua cabeça’ é verdadeira, por que MB tomou a maior lavagem eleitoral em Ipirá?

 

Aí ele tem que justificar com uma justificativa inapropriada: o povo não tem capacidade e não pode julgar uma administração tão boa, ótima e positiva como a dele. A sua derrota foi um erro da população.

 

Com esse argumento ele acha que a população não sabe o que quer, joga no escuro, não tem discernimento, não sabe escolher e definir. Quando escolheu o outro, escolheu errado e a prova é o fracasso representado pela administração atual em apenas cinco meses. É assim que raciocina para expor sua argumentação ‘tapa o céu com a peneira’ na tentativa de justificar sua derrota e acalentar o sonho do retorno à prefeitura.

 

O povo tem um comportamento solto, equivocado, impreciso, não sabe agir, tem memória fraca, esquece com facilidade, não internaliza suas ações e comportamento. No imediatismo, simplesmente esquece, não tem memória e quem perdeu por seis mil, poderá ganhar por oito mil em 2024. Argumento na tentativa de justificar o sonho do retorno.

 

Para não ficar esquecido e relegado no campo político, o ex-prefeito MB argumenta que perguntam se ele será candidato à deputado estadual em 2022. Observa que apesar da grande expectativa existente, ainda não tem inspiração nesse sentido.

 

Mais uma fantasia do ex-prefeito MB. Sem lastro eleitoral no Estado da Bahia não tem a menor condição concreta de sucesso. Além de não perceber que está em queda eleitoral e de popularidade no município de Ipirá devido ao momento de desgaste acentuado sofrido em razão da sua administração.

 

Argumenta que não atendeu as questões pessoais de muitos correligionários por ter dado prioridade ao coletivo, motivo pelo qual foi abandonado por essas pessoas. Assim justifica o abandono de mais de 4 mil eleitores em quatro anos (dezoito mil caiu para quatorze mil) e a queda de popularidade. Será que todos, sem exceção, abandonaram o grupo jacu por esse motivo?

 

Quem desarma o ex-prefeito MB é o seu próprio líder Luiz Carlos Martins. O líder argumentou na reunião com o Ministro das Cidades, que indicou como uma necessidade para o grupo jacu, a união para sair da crise em que vive e o melhor caminho é a renovação com uma nova candidatura a prefeito. O descarte do ex-prefeito MB veio com o dedo apontado para o principal responsável pela situação em que se encontra o grupo da jacuzada.

 

A realidade desmente as colocações do ex-prefeito MB. A diferença de 6094 não foi uma resposta ao acaso. Foi uma resposta clara e objetiva à pessoa de Marcelo Brandão como gestor do município de Ipirá, com embasamento na insatisfação popular e na avaliação de sua administração.

 

A população direcionou, apontou e registrou sua insatisfação, sua revolta, sua indignação, sua decepção e sua frustração com aquele jeito de administrar Ipirá (Dudy que se cuide ou será a próxima vítima). A atitude eleitoral da população é intencional e trata-se de um recado direto, sem qualquer subterfúgio. Foi um julgamento com um veredicto direto, objetivo e firme.

 

Não entendendo assim, o ex-prefeito MB pede para a população não comer regue, nem o H de Mairí, muito menos cair no canto da sereia, para evitar sentar na graxa, ser vítima de um blefe ou sucumbir no conto do vigário. Uma grande lábia, apenas lábia.

 

’O locutor voltou...’ não deixa de ser uma grande esperança para Ipirá. Se ele conseguir descer do pedestal e cair na real sobre a dura resposta da soberania popular livre, democrática e decisiva; aí sim, ficará inquestionável a mais pura rejeição à sua gestão, porque:

 

Será mais um para lascar a língua nessa administração desastrosa que se implantou em Ipirá há seis meses e que faz de tudo para imitar a gestão MB até nos malanhamentos. Coisas do jacu e macaco.

 

segunda-feira, 31 de maio de 2021

É DE ROSCA. (64)

Estilo: ficção

Modelo: mexicano

Natureza: novelinha

Fase: Querendo imitar Malhação, que não acaba nunca, sempre criando uma fase nova, agora é a fase do artista prefeito Dydudy.

Capítulo 64 (mês de setembro 2019)(atraso de quase  dois anos) (um por mês)

 

Reunião secreta de aniversário na prefeitura.

O Mestre do Cerimonial pergunta:

- Prefeito Dydudy! A vice-prefeita Dynyna está aqui, deixa ela entrar?

 

- Não! Ela aqui, não chupa nem um pirulito – respondeu o prefeito Dydudy.

 

Nova pergunta do Mestre do Cerimonial:

- Prefeito Dydudy! Se aparecer por aqui três ex-prefeitos, melhor dizendo, o Dió, o Jura e o Toninho, é prá deixá eles entrarem?

 

- Não, de jeito nenhum! Na administração deles eu não chupei um picolé, agora é minha vez de administrar e eles não vão pegar nem um palito de picolé.

 

- Prefeito Dydudy! Tem uns menudos aqui na porta, o que é que eu faço com eles? – indagou o Mestre.

 

- Você ainda mim pergunta? Não deixe nenhum deles do lado de fora! Vou lhe dizer logo e que fique bem claro, os menudos têm passe-livre; tem os meus quatro convidados especiais; tem uma pessoa que vem mim dá os parabéns, é o ex-prefeito Marcelão, esse você deixa entrar pela porta secreta para que ninguém de fora o veja.

 

Foi chegando e entrando: o Matadouro de Ipirá, o Centro de Abastecimento, o Mercado de Arte, a Casa do Estudante (a casa, nenhum estudante) e o ex-prefeito Marcelão, que foi parabenizando o aniversariante:

 

- Meus parabéns prá V. Exa, prefeito Dydudy! Que sua ótima administração continue desse jeito até o final é o que eu mais te desejo. O meu grande líder, Luiz do Demo, já falou que o nosso grupo tem que continuar unido para a gente salvar Ipirá desse fracasso em que se encontra. É uma opinião dele. Eu quero falar com V. Exa., é que a rádio da jacuzada não vai mais falar mal de sua administração. Desde já, eu saliento que minhas contas vão chegar para a aprovação da Câmara de Vereadores e eu espero que a macacada não fique inventando e criando problema. Posso ficar tranquilex?

 

- Sim, sim, é nóis na parada! Fique na sua, que tudo será nos conformes do sistema jacu e macaco. Temos é que comemorar esse grande momento da administração que só faz levar o nosso município para o desenvolvimento. Vamos comemorar; um cafezinho para os presentes!

 

- Lá ele, é quem toma esse cafezinho! – Disse o Mercado de Arte.

 

- O que é isso, seu Mercado de Arte! Não é um cafezinho puro, é um cafezinho com leite – disse o prefeito Dydudy.

 

- Vixe, Nossa Senhora do Monte Belo, não basta o café, ainda quer empurrar o leite! Assim não tem quem agüente – falou o Centro de Abastecimento.

 

- Não seja ingrato, seu Centro de Abastecimento! Para reforçar esse café com leite tem um cuscuz feito na hora – complementou o prefeito Dydudy.

 

- Êta, miserê do cão! Cuscuz na administração dos macacos é barril dos grandes! Quem não se lembra? Parece que enterraram um jegue nessa terra, pois não tem prefeito que conserte essa geringonça – afirmou a Casa dos Estudantes.

 

- O que é isso, sua Casa dos Estudantes! Eu não resolvi o problema de vocês ainda, porque todo o dinheiro que entra aqui é para eu pagar os débitos do ex-prefeito Marcelão – explicou o prefeito Dydudy.

 

- Oxente, prefeito Dydudy! A sua vitrola só toca esse disco? Na minha contagem, em cinco meses, já chegou cinqüenta milhões na prefeitura e até agora nóis quatro aqui, convidados especiais, não viu a cor de um centavo. Assim não dá, não é prefeito Dydudy! No nosso não entra nada? – pergunta indignado o Matadouro de Ipirá.

 

- Eu vou falar na televisão: o Matadouro de Ipirá vai matar boi; o Centro de Abastecimento vai ser o maior do Nordeste; o Mercado de Arte vai virar empresa e a Casa dos Estudantes vai ser reformada com um dinheiro que eu estou esperando de uma emenda do meu grande amigo e irmão senador Otttoo – discursou o prefeito Dydudy, que foi entusiasticamente aplaudido pelos presentes.   

 

- Suspense: e agora? Será que esse matadouro vai funcionar?

 

Fazer essa novelinha demorada e enrolada não é fácil. Faltaram 17 capítulos para o prefeito Marcelão e para o prefeito Dydudy já está no terceiro, formando um total de 20 capítulos vencidos e atrasados.

 

O término dessa novelinha acontecerá no dia que acontecer a inauguração desse Matadouro de Ipirá. ‘Inaugurou! Acabou na hora, imediatamente!’ Agora, o artista é o prefeito Dydudy.

 

Observação: essa novelinha é apenas uma brincadeira literária, que envolve o administrador e o matadouro e, sendo assim, qualquer semelhança é mera coincidência. Eles brincam com o povo e o povo brinca com eles.