domingo, 28 de novembro de 2010

OXENTE, BICHIM! O GOVERNADOR EM IPIRÁ.


Convite da FUNDAL. A convite da PREFEITURA. Oxente! Afinal, quem foi que trouxe o governador? Esta indagação tem certa procedência, embora não tenha tão grande relevância, mas, devido a uns dois comentários que ouvi dos munícipes vizinhos que compareceram ao evento, dizendo que: “não tem um acontecimento que consiga trazer o governador à Bacia do Jacuípe e Antônio Almeida conseguiu.” Oxente foi Almeida ou o prefeito Diomário? A dúvida ficou no ar.

Almeida preparou o melhor cavalo do haras; colocou arreio de ouro e sela com estofo acolchoado, quando foi fazer a montaria, o prefeito Diomário, como bom político que é, pongou na frente e desfilou com galhardia, altivez e brio. É um exímio político.

Dúvidas à parte e deixando a brincadeira de lado, não houve discursos, simplesmente, foi um diálogo entre dois grandes mestres da política, o governador Wagner e o prefeito Diomário, onde o céu era o limite.

O prefeito Diomário estava inspiradíssimo, deve ter levado uns quinze dias preparando o discurso. Foi prolixo, complexo e profundo. Foi longe. Foi buscar nas antigas lições do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA o brilhantismo da filosofia de Ortega y Gasset, deixando o governador boquiaberto e estupefato, e este, não deixou passar em branco a sua admiração e disse: “reconheço que o prefeito Diomário hoje está filosófico e poeta.”

O prefeito Diomário estava cheio de preciosidades e, além do mais, todo faceiro e ensaboado, mostrava-se de uma intimidade exemplar a Wagner e garantiu que estava pronto e que o governador iria receber uma farofa com carne de bode acompanhado de rapadura para a sobremesa. Oxente, bichim! Vê lá se governador vai comer esse tipo de comida depois que passou as eleições e não precisa mais de voto! Isso cheirou muito mais a um recado: “leve esse pirão para comer no avião, agora, olha lá, vê lá se não vai esquecer de mim quando chegar na governadoria, em Salvador.”

Depois do falatório expressivo, eloqüente e elogioso do prefeito Diomário, o governador deve ter pensado: “daqui a dois anos, eu tenho que arranjar um cargo lá em Salvador para esse prefeito.” O próprio governador não pediu segredo e disse: “eu sei que o prefeito Diomário vai me entregar um envelope cheio de pedido, quem não sabe pedir não sabe levar.”

Oxente, bichim! Já que é assim, ou o prefeito Diomário não sabe pedir ou pede mal de mais, ou não adianta pedir nada a esse governador. Uma coisa é certa, depois que criaram os territórios, as reivindicações de municípios do porte de Ipirá perderam-se ao vento. Mesmo sem ser chamado para o debate, eu digo assim: nesses oito anos (faltam quatro) Ipirá não terá uma obra de peso, como um Matadouro; um Hospital com UTI; uma Faculdade estadual; um Parque de Venda de animais; uma Escola Técnica federal; FUNCIONANDO é claro, sucata e virtual não vale, e tem mais, o governador Wagner só voltará a Ipirá, na campanha de prefeito, para defender o candidato macaco e nas próximas eleições para o governo do Estado, para defender o seu candidato, a não ser que o prefeito Diomário traga-o para comer uma carne de bode, com farofa e rapadura.

Oxente, bichim! E eu fico pensando:” o prefeito Diomário, com toda essa habilidade política que carrega, se o governador fosse Paulo Souto, o que ele faria? A oferta seria um filé à parmegiana, com figos na sobremesa. Oxente, bichim! E se fosse Geddel? Seria uma polenta com salmão e amoras frescas para o saboreio. E o falatório? Seria o mesmo apresentado para Wagner.” Como diz o ditado popular: raposa que não baba, não balança o rabo.

O governo foi claro no recado: “não concordo com bandido e essa juventude não pode ir por esse caminho, porque terminará presa ou morta.” A polícia colocou a faixa de alerta na avenida: “não deixe a Bahia virar o Rio, aumente nossos salários” ta dito, se não aumentar, o Rio vem para cá, porque com o que ganha os professores, a juventude vai virar bandida, pelo menos, os que quiserem.

Oxente, bichim! E quem trouxe o homem? Há trinta anos, todas vezes que o governador veio à Ipirá, com chamado da Prefeitura, antes da fala do prefeito e a dele, tocava-se umas dez girândolas, num estardalhaço de fazer tremer a terra, mas, dessa vez, não tocaram um traque de massa. Uma coisa é certa, quem tem média com o governador Wagner em Ipirá é o prefeito Diomário.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

UUUUUUUUUUUUUUUUUUÚ, TU ERROU!

Vaias sobre vaias: [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou].
Realmente, eu tinha feito um prognóstico para o SEGUNDO TURNO das eleições presidenciais no município de Ipirá (foi no conversando com os números 1) e não foi compatível com a realidade.

Realmente, como diz o prefeito Diomário, eu não acerto uma, mas isso não é motivo para essas vaias, eu não as mereço. Tem um culpado por trás disso. No primeiro turno votaram em Ipirá 30.992 eleitores. Eu afirmei (não nego) que iam comparecer para o segundo turno: 30. 500 eleitores. Não é que compareceram 30.088, errei por causa de 412 malandros que preferiram ir à praia do que comparecer ao local de votação para dar uma carimbada na sua condição de cidadão. No primeiro turno foram 8.558 (21,64%) abstenções, justamente a turma que não encontra trabalho em Ipirá e tem que dá seus pinotes lá fora (cortando cana no Paraná, Mato Grosso, etc), para o segundo turno, a abstenção aumentou para 9.462.

A abstenção cresceu 904 votos e eu vejo que a culpa está nos 412 malandros e no prefeito Diomário que, dessa vez, falhou na questão dos transportes para levar o povo para votar na zona rural. Na Praça do Mercado sobrava gente e faltava transporte. No primeiro turno o interesse era o voto para os deputados. Justifiquei o meu erro ?
[uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou]

O voto em branco caiu de 764 para 405. Eu calculei em 629. Realmente, errei por causa de 224 votos. O prestígio de Branco em Ipirá está caindo, aí eu não posso fazer nada. O voto nulo caiu de 2.680 para 1.509. Dessa vez, com o voto solitário, 1.171 pessoas acertaram o dedo. Eu calculei que seriam 775 nulos. Não errei como você está dizendo, foram, justamente, os 734 eleitores (a mais) que não queriam nenhum dos dois candidatos. Isso está claro ? [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou]

A votação de Dilma em Ipirá foi 20.365 e eu coloquei na postagem do dia 5 de outubro que seria 21.948, diferença de 1.583 votos a mais. A votação de Serra em Ipirá foi 7.809 votos e eu coloquei quinze dias antes, que seria 7.148, uma diferença de 661 a menos. [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou]

Não faça isso, eu não mereço essas vaias. [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu errou]. O que é isso, só porque não foi na mosca ... [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuué, tu errou]. Tenha um pouco de paciência, o percentual da diferença foi mínino... [uuuuuuuuuuuuú, tu errou].

Ó sujeito ! não me rete não, senão eu coloco um prognóstico aqui para 2012 e você vai ter que engolir. [uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú, tu não acerta]. É, não acerta não, então lá vai: para 2012, eleições de prefeito em Ipirá, o candidato da macacada será Antônio, ou Dudy, ou Jurandy e o da jacuzada será Luís Carlos, ou Maurício ou Marcelo, agora, engula sua vaia.

[E o resto ?] Que resto ? [o resto da população, você só citou três pra lá e três prá cá]. Ipirá tem 62.197 habitantes menos os seis iluminados e mais o prefeito atual, que não pode ser reeleito, sobram 62.100 habitantes que só servem de massa de manobra e não possuem nenhuma capacidade para administrar esse município, assim está configurado o esquema das oligarquias dominantes. Ó sujeito! Por que você não continua vaiando? [pio, pio, pio, pio].