sexta-feira, 30 de outubro de 2020

O METEORO QUE ABALOU IPIRÁ


Até que enfim Ipirá apareceu no Jornal Nacional da Rede Globo como notícia boa, devido ao meteoro, um tiro que passou bem longe, mesmo com o locutor afirmando que passou raspando a trave, caso pudesse haver comparativo com jogo de futebol.

 

A última vez que Ipirá apareceu no JN da RG foi quando aconteceu o assalto aos bancos. De lá para cá nada. O meteoro jogou Ipirá no top da mídia nacional. Por incrível que pareça, disseram que Ipirá fica no Baixo Sul da Bahia.

 

Tiraram Ipirá da boca da seca e colocaram-no na boca da mata. Gafe? Desconhecimento ou insignificância de Ipirá? Parece que essa banda de cá é tão insignificante para a banda de lá, que pouco interessa onde está localizado. Para eles não tem a menor importância, nem tiveram o trabalho de pesquisar.

 

Para quem mora nesse torrão, isso aqui tem certo significado, talvez nem tanto, mas para tanto temos que correr atrás de um significado. O debate tem que ser o caminho do significado.

 

O debate deste sábado (31) pelo que está posto nas suas regras amarra o município ao sonho e despreza o pecado de cada qual, na sua capacidade de gerir um município. Evidente que dá para se prever o jogo com chutes nas partes baixas: você acabou com Ipirá nesta sua gestão de quatro anos! diria o candidato macaco, que seria replicado pelo candidato jacu que não deixaria de graça: a gestão de doze anos da macacada enterrou Ipirá e eu fui a salvação deste município! Esta é a ladainha da politicagem em Ipirá e seria a tônica no debate se a corda estivesse frouxa.

 

O erro é sempre do outro, do lado de lá; a salvação é do lado de cá, sou eu (jacu ou macaco)! dizem até que: Eu (jacu ou macaco) sou do bem! numa alusão de que o resto é do mal, uma fórmula bem simples de simplificar o pecado de cada qual diante de nossa comunidade. A regra do debate rechaça esse lengalenga.

 

Tudo será colocado no plano do sonho. Qual será o melhor sonho para o município de Ipirá? Programa para a gestão é um calhamaço para ser esquecido no primeiro dia de gestão. Isso não é novidade.

 

Acredite quem quiser: os candidatos do sistema jacu e macaco vão pavimentar a entrada de Ipirá no paraíso, enquanto isso, a realidade é dura e angustiante para a maioria da população.

 

Um percentual elevado de famílias vive de bolsa família e de auxílio emergencial. O desemprego é avassalador, sendo que o subemprego e o trabalho informal apresentam-se como uma válvula de escape. O IDHM do município de Ipirá é baixo.

 

O poder administrativo municipal do jacu e macaco possuem uma dívida muito grande com a população de Ipirá: não conseguiu colocar duas ambulâncias do SAMU para funcionar; não existe um único leito de UTI no hospital de Ipirá; o atendimento na saúde pública é usado como moeda de troca pelos vereadores.

 

Temos que agradecer a Feira de Santana e Itaberaba pelo ensino universitário presencial, a nossa universidade lá está. A reforma da Casa do Estudante de Ipirá parece uma obra do outro mundo.

 

O matadouro de animais nunca funcionou e a feira de animais regrediu por falta de apoio. Falta a continuidade administrativa nas ações tomadas. São mais de cinqüenta obras feitas pelos dois grupos que não servem para nada, significando dinheiro público jogado fora.

 

O sistema jacu e macaco, que impera nesta localidade, tem as suas manhas e matreirices, que convém à manutenção e reprodução do próprio sistema para ter vida longa. Temos muito para debater nesta terra, apesar de todos os limites e do enorme desinteresse, até da grande mídia nacional, que está se lixando para isso aqui. 

domingo, 25 de outubro de 2020

CUIDADO IPIRA, A BAIXARIA VAI TE CEGAR!


Engraçado, muito engraçado!

Antes das eleições, no período da campanha, os grupos políticos (jacu e macaco) estão mobilizando mais de dez mil eleitores cada um.

 

Depois da posse, em janeiro 2021, vão escolher os apadrinhados da família e alguns poucos amigos para participarem da gestão e os milhares de pessoas que se envolveram na campanha ficarão a ver navios. Assim é o governo de oligarquias.

 

O município entrará no giro da roda desses mais de meio século: agora macaco, depois jacu; agora jacu, depois macaco. O município continua no gargalo e ninguém assume os desmandos, só se apresentam como salvadores.

 

O atual prefeito e candidato à reeleição Marcelo Brandão diz que colocou Ipirá no paraíso e que os doze anos da macacada foram uma verdadeira calamidade.

 

O candidato dos macacos Dudy afirma que, nestes quatro anos, a gestão de MB botou Ipirá no buraco e que agora, cabe a ele, soerguer o município.

 

As torcidas acreditam piamente no que eles dizem, Parece que a sina de Ipirá é entrar no inferno e virar cinzas com uma administração dos macacos e a salvação é o jacu que, também, coloca Ipirá no inferno e atira-o às cinzas e a salvação é o macaco. Não passa de encenação para dominar e ferrar a população. Trata-se de um jogo de compadres.     .


Estamos todos dominados! O apelo é para a emoção, com o amor e ódio para suprimir a razão e as oligarquias manterem seu poderio e domínio da população.


Jacu e macaco só dão certo na bipolaridade, porque o macaco sozinho não consegue dominar toda a população de Ipirá, nem o jacu sozinho conseguirá tal proeza, mas os dois mancomunados, sem que o povo perceba, conseguem. É assim que se estrutura o poder das oligarquias. O controle do poder municipal para a salvação de uma família nas suas dificuldades ou de um pequeno grupo nas suas maracutaias, para se dar bem com o dinheiro público. O povão está fora dessa farra.

 

Essa maneira de tratar a política joga o município de Ipirá num beco sem saída. A disputa entre o jacu e o macaco quebra a necessária continuidade administrativa. Um faz o outro desmancha; o outro desmancha o que um faz.  Um desperdício do dinheiro público e quem paga a conta é a população.

 

As administrações do jacu e macaco nesse último meio século têm nas suas costas e contas administrativas mais de cinqüenta obras sem nenhuma utilidade no município de Ipirá. Pare e pense! Você descobrirá algumas, basta um esforço.

 

Hugo Baiano é candidato a prefeito nestas eleições 2020. É um jovem que tem competência para conduzir este município dentro do prisma da participação popular nas decisões fundamentais para a melhora da vida de toda a população.



Tem um aspecto que é de grande importância para o município. É o Poder Legislativo, que corre o perigo de ficar pior do que o da legislatura que se finda. Ipirá tem que ter uma Câmara de Vereadores à altura de sua envergadura. Isso tem uma importância enorme e o eleitorado de Ipirá tem que pensar nisso.

 

O momento da grande renovação é esse. A mudança acontece pela qualidade e capacidade do vereador que vai receber seu voto. O povo de Ipirá tem que se preocupar com esse nosso município. Isso aqui não pode virar um navio à deriva e sem rumo, com a Câmara de Vereadores sendo um puchadinho do Poder Executivo.

 

Estamos lançando uma chapa para vereadores que não vai envergonhar Ipirá e nem vai trair o seu voto de confiabilidade. Nossos vereadores vão defender o que for importante para Ipirá e benéfico para o povo.

Kau da Antena 65.000

Luma de Canjinho 65.111

Emerson de Aníbal 65.444

Professora Marina 65.555

Professora Jeane 65.888

Binho de Vavazinho 65.123







 

terça-feira, 20 de outubro de 2020

ARNALDO BARRETO VILA NOVA


Não posso falhar nesse artigo, trata-se de reconhecimento, agradecimento, gratidão e, se bem posto, de ampliação da solidariedade.

 

A palavra escrita tem que entrar na medida exata e na forma correta, com toda a força ou intensidade do seu significado. Tenho que ter a precisão e buscar um sentido para o texto, que tenha importância e alcance. Não sei por onde começar. Uma pergunta vem em meu apoio e apresenta-se como um socorro.

 

Qual é o bicho que mais mata o ser humano?

A comunidade científica aponta o hipopótamo, esse brutamonte corpulento e pesadão, que pesa toneladas, visível a qualquer olhar e merecedor do devido respeito. É extremamente territorialista; possui uma força descomunal; mata, trucida, esmaga e esquarteja qualquer estranho que se aproxime.


Os humanos não constam no cardápio de nenhuma espécie. As mortes de pessoas causadas por animais são considerados acidentes

Neste ano de 2020, um ataque avassalador já matou mais de1 milhão de pessoas no mundo e mais de 153 mil pessoas no Brasil. Não foi ação do brucutu pesando toneladas, mas de uma forma diminuta de vida, invisível a olho nu; infinitamente inferior e primitiva: o coronavírus.

Sem autonomia, aloja-se e esconde-se num hospedeiro para se reproduzir no interior de células vivas e ali fica circunscrito. No mundo globalizado, quando acontece a quebra e o rompimento da bolha, ele torna-se um expansionista avassalador, aí ninguém segura. Da China viajou de carona em supersônico pelo resto do mundo. Chegou à Crateús, no Ceará.

Arnaldo Barreto Vila Nova

Classe: Professor Assistente
Função: Coordenador do Curso de Sistemas de Informação
Área de atuação:

Computação Gráfica

Arnaldo Barreto Vila Nova, 34 anos, filho de Eduardo Vila Nova e Anete Barreto (minha irmã), meu sobrinho e afilhado. Professor da Universidade Federal do Ceará, unidade de Crateús.

Arnaldo tem uma inteligência perspicaz, com grande capacidade de assimilar conhecimentos de alta complexidade. Fez mestrado em Recife e doutorado em Fortaleza, na área de Ciências da Computação e Análise de Sistema. Se o Brasil fizesse uma seleção das 100 melhores pessoas com conhecimento de ponta nesta área, sem dúvida, ele estaria entre elas.

Recordo-me de um episódio, em que seu irmão Duda Vila Nova narrava que Arnaldo abria um livro em que todas as páginas eram exclusivamente preenchidas por números e que ele olhava-as e soltava um sorriso maroto, era a confabulação com páginas num entendimento envolvente; era a decifração de uma codificação numérica complexa, num esforço para apreender a essência da simplificação da vida. Para ele isso era uma brincadeira de criança.

Em Crateús, Arnaldo foi infectado pelo coronavírus. Era o início de uma batalha de vida ou morte. Num leito de hospital em Fortaleza travava-se uma luta ferrenha contra o vírus. A carga do coronavírus tinha o peso de toneladas e o oxigênio era disputado como o bem mais precioso para a vida.

Um corpo humano sob toneladas de terra procurando ar para respirar. Uma pessoa caindo num silo gigante de grãos buscando um suspiro para a vida. Um ser humano soterrado numa mina bloqueada esforçando-se por achar uma bolha de ar. Um náufrago na agonia do afogamento pedindo com insistência um sopro de ar. A vida por um fio. Quantos leitos de hospitais tornaram-se um campo de batalha nessa luta renhida contra a morte por sufocamento? Foram milhões pelo mundo afora.

Os médicos e enfermeiras do hospital contra a Covid-19, em Fortaleza, numa dedicação profissional e pessoal obstinada e perseverante se doaram por inteiro nesta luta da vida contra a Covid-19. Um comprometimento inquestionável; uma coragem invulgar; um desprendimento generoso; um humanismo profundo. Arriscando a própria vida em UTIs, expondo-se a risco de se contaminarem, a bom ou mal sucesso, não arredaram os pés, não desertaram do campo da batalha. Quantos profissionais da saúde se sacrificaram, até com a própria vida, nesta batalha contra a Covid-19? A humanidade tem muito que agradecer e reverenciar aos profissionais da saúde que se colocaram na linha de frente no combate à Covid-19, botando a cara ao sol.

O ambiente da UTI é de segurança máxima e isolamento completo. Ficamos na trincheira aguardando o boletim médico expedido diariamente às12 h. O limite de espaço era extenso (Fortaleza / Salvador / Alagoinhas / Ipirá); o tempo se alongava de forma demorada; a comunicação era agilizada pelas redes, o atraso na divulgação de boletins aumentava a ansiedade. Adotei o critério de não querer a chamada do meu celular antes do boletim. Foram dias de apreensão, receio e medo.  A esperança era persistente. Quantas famílias vivenciaram os limites dessa fronteira pelo mundo afora? Milhões de pessoas.

Arnaldo ficou quase 30 dias no hospital contra a Covid-19, em Fortaleza, sendo alguns dias na UTI. O procedimento médico mais delicado foi a implantação de um tubo flexível de calibre considerável empregado para conduzir o ar do respirador pela traquéia. Constantemente, era obrigado a ficar de bruços para respirar melhor. Em estado de coma induzido ficou inconsciente por dias, nos quais se perderam as atividades cerebrais superiores, conservando-se a respiração e a circulação;

Seus órgãos mantiveram certa resistência ao ataque. Agradecemos de coração à Dra. Luciana, ao Dr. Rafael e ao corpo de enfermagem que atuam na UTI, em Fortaleza. Os procedimentos médicos, desde o início, quebravam a volúpia do vírus e fortaleciam o organismo para o retorno à vida.

Quando Arnaldo foi estimulado a despertar ficou agitado e apreensivo, não se situava naquela parafernália de equipamentos e pessoas protegidas por equipamentos de segurança. Um áudio de sua companheira Lílian de Oliveira, também, professora da Universidade Federal do Ceará, trouxe-lhe a calmaria e um sorriso aos lábios.  Arnaldo estava de volta à vida.

Esse papo de ‘efeito manada’ que algumas pessoas defendem, seria um sacrifício sem consideração, massivo e de forma discriminada, sem nenhuma chance para os que possuem um pouco de chance de sobrevivência.

Podemos até dizer que o coronavírus é uma forma de vida inferior no aspecto evolutivo. Podemos falar que é uma coisa ruim, perversa e cruel dentro de uma motivação exclusivamente humana, mas dificilmente poderemos dizer que é uma coisa insignificante, não podemos negá-lo, muito menos discriminá-lo; ele, também, é natureza. Ele existe e persiste. Se o vírus tivesse um querer, sem dúvida, só queria o devido respeito da sociedade humana.

O coronavírus continua circulando em busca de um hospedeiro e de vítimas. A comunidade científica continua a combatê-lo sistematicamente. Os pesquisadores debruçam-se diuturnamente em busca de uma vacina. O corpo médico e o pessoal da enfermaria não arredam da linha de frente da batalha contra a Covid-19. O conhecimento científico é a base de apoio nessa batalha. A humanidade não pode ficar de vacilo diante do perigo.

Todas as orações, preces, pedidos, súplicas, rezas, falas, pensamentos, prédicas, solicitações, rogos, promessas, preocupações, apoios, lembranças e emoções formaram uma corrente positiva e potente com força suficiente para formar um lastro de solidariedade humana neste e nos milhões de casos mundo afora.

“Eu nunca pensei em sorrir para um copo com suco pastoso de acerola” disse Arnaldo, que incomodado exclamou mais tarde: “Chega desse troço no pescoço me machucando e tosses insuportáveis!”  Que alegria e felicidade para todos nós!  Arnaldo venceu a Covid-19.

sábado, 10 de outubro de 2020

TESTE SOBRE A POLITICAGEM DE IPIRÁ


Assista ao vídeo e responda as questões abaixo:

Questão 1. O governador Rui Costa e o prefeito Marcelo Brandão se encontraram no meio de campo no Estádio José Leão dos Santos e partiram em direção ao gol. Houve um entendimento perfeito entre os dois, parecia uma dupla genérica de Pelé e Coutinho, a maior do futebol brasileiro. O que eles conversaram?

(a)           Essa conversa foi de confessionário, trata-se de um segredo que vai para os túmulos dos dois.

(b)          Eu pago R$ 500,00 para ter o conteúdo exclusivo dessa conversa.

(c)           Eu compro por R$ 400,00 o livro As diabruras do prefeito MB” se ele narrar essa conversa.

(d)          O prefeito MB narrava em detalhes ao governador RC, como ele (MB) acabou com o seu próprio grupo jacuzada.

(e)           O governador RC que é inimigo da jacuzada, explicava ao prefeito MB que não é inimigo de Ipirá.

Resposta certa: alternativa (a)

 

Questão 2. O prefeito MB, inadvertidamente ou querendo, abraçou o governador RC, o segurança reagiu de prontidão tirando sua mão. A intenção do segurança foi:

(a)           Defesa: evitar que o prefeito MB enfiasse a faca nas costas do seu inimigo jurado governador RC.

(b)          Ciúme: o segurança disse: tire a mão de cima do meu homem!

(c)           Precaução: evitar que o prefeito MB passasse pó de feitiço de gestão ruim esfregando as costas do governador RC.

(d)          Preconceito: um prefeitinho de uma cidade do interior procurando mostrar intimidade e ser amigo do GOVERNADOR DO ESTADO.

(e)           Consciência: em tempos de pandemia não se toca nas outras pessoas.

Resposta correta: alternativa (e)

 

Questão 3. Esta questão foi formulada na base do disse-não-disse: quando o líder da macacada Antônio Colonnezi viu o prefeito MB disse-lhe na lata: apesar de você ser o prefeito da cidade, o que você está fazendo aqui, se você só vive falando mal do governador RC? Isso significa que:

(a)           O prefeito MB foi um otário, deveria ter mandado um reles representante para receber o governador RC.

(b)          Significa que o governador RC é um homem bem disputado por todos, se fosse uma mulher também o seria, contanto que ocupasse o cargo no.1 do poder na Bahia.

(c)           Significa que governador RC tem muitos amigos sinceros e fieis em Ipirá, pelo menos até 2024, quando termina o seu mandato.

(d)          O prefeito MB parece que não está muito legal da cabeça, vai para uma esparrela da macacada de peito aberto.

(e)           Se o prefeito MB tivesse ido resolver os problemas de Ipirá na China não teria ouvido a piada estúpida do estreito e sectário líder da macacada.

Resposta: todas as alternativas estão corretas.

 

Questão 4. A pergunta que não quer calar: O que o governador RC veio fazer em Ipirá?

(a)           Veio inaugurar uma obra muito boa para a cidade, mas que é uma facada no bolso da população, lá isso é! 80% a mais na conta da água pesa consideravelmente na vida do povo de Ipirá.

(b)          A macacada entregou um papel solicitando a redução da tarifa e o governador RC vai atender de pronto, porque se trata de um pedido de seus amigos e companheiros macacos.

(c)           O governador RC não vai deixar de ficar do lado da sua companheirada macaca para ficar ao lado da Embasa.

(d)          Se o governador RC soubesse que a Embasa vende ventania em Ipirá por preços exorbitantes, ele tomaria uma providência.

(e)           Tudo o que a macacada encaminha ao governador RC ele atende de prontidão, principalmente se for cargos para o deputado Jurandy Oliveira.

Resposta certa: alternativa (a)

 

Questão 5. Por que nem o governador Rui Costa, nem o prefeito Marcelo Brandão inauguram o asfalto do centro de Ipirá, obra terminada há vários meses. Parece que ninguém quer ser o pai dessa criança linda?

(a)           O prefeito MB passou a mão no asfalto da avenida, que era obra licitada pelo governador RC.

(b)          Esse asfalto do centro de Ipirá foi uma chupada, a prefeitura fez as vias que seriam feitas pelo governo estadual.

(c)           No final o que a população viu foi o asfalto e não percebeu o troca-troca da prefeitura com o Estado.

(d)          O Estado pagou o asfalto feito pelo prefeito MB e a Prefeitura pagou o asfalto feito pelo governador RC. A licitação da obra foi completamente desrespeitada de cabo a rabo.

(e)           O prefeito MB deixou o governo RC com as calças na mão, porque atravessou e fez o asfalto que era projeto do governador, aí o jeitinho brasileiro foi asfaltar a rua Silvandira Carneiro que não estava em nenhum projeto e nem foi licitada. Isso é que é sorte!

Resposta: todas as alternativas estão corretíssimas.

Se você acertou todas as questões, meus parabéns. Passe na prefeitura e pegue o seu Certifica de Marqueteiro da Policagem Ipiraense e vá ajudar a tocar a campanha dos candidatos da jacuzada e da macacada.


quinta-feira, 8 de outubro de 2020

O HOMEM QUE DESCOBRIU IPIRÁ


 Quem acompanhou o debate dos prefeituráveis de Ipirá percebeu que o desempenho do candidato Hugo Baiano (PDT/PCdoB) foi muito bom e que Marcelo Brandão (DEM) jogou com a bola levantada na área, corria para cabeceá-la e pedia aplausos da torcida.

 

O candidato Hugo Baiano trafegou pelo campo propositivo. O candidato Marcelo Brandão preocupou-se com a prestação do inventário de sua gestão.

 

O prefeito-candidato Marcelo Brandão pensa, sempre, massageando seu próprio ego e faz questão de colocar-se como o homem que descobriu e colocou Ipirá no paraíso. Ele acha que sua gestão abriu a porta do céu e Ipirá virou um lugar para se ter orgulho de aqui viver

 

Essa Ipirá do prefeito Marcelo Brandão é outra Ipirá, fruto da sua fantasia de visionário que tenta fazer do seu sonho uma moeda de troca a qualquer custo.

 

A realidade é outra. O Índice de Desenvolvimento Humano em nosso município é baixo e o reino da necessidade de nossa população é alto.

 

O Ipirá que este próximo gestor vai governar a partir de janeiro 2021 será um município totalmente diferente deste município administrado por jacu e macaco por quase um século. Estaremos atolados na recessão, talvez depressão econômica, com inflação, e desemprego avassalador, além da queda da receita pública. Dificilmente o país se livrará dessa situação que já começou a dar os seus passos nesse momento.

 

Bom de conversa e de papo, a estratégia mental do prefeito MB é simples: baixar a madeira e arrepiar prá cima dos doze anos da macacada e encher de ar e insuflar a sua gestão para as nuvens. Sugerir e insinuar para o povão acreditar. Se colar, colou. Foi disso que o candidato Dudy ficou com medo e capou o gato.

 

Na argumentação de MB, os doze anos são tempos do Capeta. Terra arrasada; escombros e desmantelo; destruição e devastação. Tudo reduzido a quase nada, à beira das cinzas.

 

Depois de doze anos de plena catástrofe, tinha que aparecer o Messiasou o Salvador da Pátrianão podia ser de outra forma. Ipirá precisava ser salvo dessa ignomínia macacaniana. Eis que surge a gestão MB, uma das grandes maravilhas deste Universo, que não seja, mas assim ele pensa e pensa que os outros pensam assim. Assim funciona o seu mecanismo mental para a criação de fantasia, sonhos, ilusão e enganação. Se colar, colou. Cantando e contando vantagem ele foi ao debate.

 

Saúde: ele disse que encontrou uma estrutura completamente deteriorada e que deu um passo grande e relevante ao aparelhar a saúde de Ipirá gastando R$ 1.377 mil reais na compra de equipamentos, requalificação e reformas. Disse que fez a reforma total do hospital, com ala para a Covid-19, a UPA está com 100% de funcionamento e todos os PSf foram reformados.

 

Ipirá não conseguiu colocar em funciomento duas ambulâncias do SAMU  (doze anos sem funcionar, com quatro do atual prefeito). A saúde de Ipirá não será diferente, enquanto não deixar de ser uma moeda de troca utilizada pelos vereadores em busca de votos.

 

Educação: ele disse que foi o governo que mais prestigiou o magistério e valorizou o professor como nunca aconteceu nestes último doze anos e requalificou escolas.

 

O entendimento anunciado deixou de lado os funcionários que trabalham nas escolas e todo pagamento foi parcelado, como compra por cartão de crédito, em parcelas a perder de vistas, sem a certeza de que não vai faltar dinheiro na conta do pagador.

 

Segurança Pública: ele disse que a criminalidade reduziu muito na sua administração e que o crime caiu significativamente no município.

 

Uma coisa para estudo por especialistas.

 

Assistência Social: disse que a juventude está inserida no mercado de trabalho em sua administração, devido a escola do SENAI e que o primeiro emprego, esquecidos pelas administrações passadas na sua gestão é um acontecimento, seja visto, a empresa CSL.

 

Essa economia do jeito que está, caminha muito mais para o desemprego do que para o emprego em massa. A situação é bastante preocupante.

 

Entretenimento para geração de renda: disse que esta foi uma de suas principais ações.

 

Não fez uma festa junina que fosse, pelo menos, uma festa genérica de Santo Antonio de Jesus.

 

Acesso a água potável: disse que seu governo fez vários mananciais de represamento de água, coisa que não foi feita por doze anos.

 

Pode até dizer que a chuva em sua administração acabou a seca. Quem tem boca diz o que bem entende.

 

Casa do Estudante: disse que a de Salvador só tem 19 residentes e que para Feira de Santana se deslocam mais de duzentos estudantes e que seria interessante uma residência nesta cidade.

 

Parece que ele quer fazer uma casa de estudante em Feira de Santana para duzentas pessoas, pelo menos, esse foi meu entendimento. Os universitários que se deslocam para aquela cidade, em sua grande maioria trabalham em Ipirá. A queda de moradores na residência de Salvador é conseqüência das gestões locais não fazerem a reforma da casa, incluindo até os gestores que foram residentes um dia.

 

Ipirá tem muito problema, mais problemas até do que pensa o grande estrategista Diomário Sá que achou que debates não têm serventia, nem para que a população ipiraense perceba as contradições do atual gestor. O candidato Dudy tem que perder o medo e sair do controle em que foi colocado por seus marqueteiros, que dizem: não indo ao debate perderia dois pontos percentuais e comparecendo perderia cinco.Coisa sem fundamentação e lógica, porque com sua ausência Ipirá perdeu muito mais do que um simples percentual.

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

ALERTA AO POVOADO PAU FERRO E AO DISTRITO DO MALHADOR

A comunidade do Pau Ferro será invadida pela macacada e a do Malhador pela jacuzada através da concentração para grandes carreatas.

 

Algumas perguntas simples: esses dois grupos políticos solicitaram autorização à comunidade para tal ação? Esses dois grupos políticos pediram licença à comunidade para realizarem essa invasão? Esses dois grupos políticos estão tendo consideração a essas duas comunidades nestes tempos de pandemia? Esses dois grupos políticos estão respeitando o direito de distanciamento destas comunidades neste período de Covid-19? Não, não e não!

 

Tudo seria normal e nada mais seria necessário se estivéssemos em tempos de normalidade. Não é o caso.

 

A triste e preocupante verdade é que estamos (ainda) em um período atípico, de grande apreensão e inquietação para todas as pessoas. Estamos convivendo com uma pandemia e até agora não surgiu uma vacina, prova disso é que não é permitido comício, nem reunião com mais de cem pessoas. Por que? Por que estão permitindo carreatas, passeatas e comícios não?

 

Os grupos jacu e macaco são radicais quanto a realização de carreatas e insistem em realizá-las sem considerar nenhuma advertência da OMS contra o coronavírus. O que é uma brincadeira para as oligarquias do jacu e macaco poderá deixar um rastro de infecção para os moradores das localidades. Que nada aconteça. 

Não haverá nenhum protocolo sanitário. Impossível acontecer com segurança máxima em concentrações gigantes. Os locais escolhidos para as concentrações são o Pau Ferro e o Malhador.

 

As comunidades do Pau Ferro e do Malhador estão controladas, vivendo o seu cotidiano normal, o seu dia-a-dia rotineiro e costumeiro, mantendo o distanciamento social e sem riscos extremos na convivência interna. Essas comunidades vivem no momento uma zona de expectativa controlada, um momento de precaução, com medidas sanitárias de distanciamento social previstos, indicados e adotados em toda parte.

 

Agora, vem a macacada e a jacuzada com essa ideia de concentrar dois mil carros e mais de dez mil pessoas nessas duas localidades. A intenção é levar para estes locais milhares de pessoas de todos os outros povoados, sem seguir nenhum protocolo, nem ao menos, a medição de temperatura. Poderão quebrar a bolha de segurança.

 

No mínimo, vão quebrar a normalidade dessas localidades e aumentar o nível de risco.

 

Vão inserir uma situação de risco com aglomerações gigantescas, chamativas e atraentes, um ímã poderoso para a participação de pessoas num amontoado de gente, num ambiente propício e perigoso para o contágio e disseminação de uma doença que já matou quase 150 mil pessoas no Brasil. Vale a pena lembrar que Ipirá tem apenas seis respiradores e nenhum leito de UTI.

 

Que não haja agravamento. Evitem a aglomeração, deixem os idosos e velhos isolados, dentro de casa. Mantenham o distanciamento, mesmo que as oligarquias do jacu e macaco não queiram. A população tem que se cuidar.

 

Após a concentração eles vão invadir Ipirá. A aglomeração é inevitável. Mais difícil é exigir racionalidade de jacu e macaco. A bolha será inflada e poderá explodir. 

sábado, 3 de outubro de 2020

A QUEBRA DO DISTANCIAMENTO SOCIAL


Eu gosto de questionar e o desfecho é um direito de qualquer pessoa.

 

Por que tanto protocolo para o dia das Eleições (15 de novembro)? Distanciamento social; máscara; álcool gel; não ter biometria; etc e tal.

 

Por que uma reunião com a participação de oito pessoas tem que ser, quase que obrigatoriamente, virtual e não numa sala, guardando o devido distanciamento, dentro do fórum? Simplesmente, por ser uma reunião de notáveis.

 

Eu pergunto isso, porque o sinal falhava e o som estava baixo, o que dificultava a audição. A reunião era para decidir sobre a movimentação da campanha política, inclusive a movimentação de mais de 20 mil pessoas nas ruas de Ipirá, nas alucinantes carreatas (a cobra de aço), devidamente liberadas e legalizadas.

 

O capitão Hugo dos Prazeres argumentou sobre as dificuldades e os embaraços que o sistema de segurança enfrenta nessas ocasiões. A Justiça lavou as mãos, afirmando que não estava ali para impor nada, apenas mediava. Os três advogados, representantes das coligações encaminharam a proposta afirmativa. Agora a responsabilidade tem nome, endereço, registro da OAB e autoridade.

 

Engraçado é que o representante da macacada apresentou um pacote fechado e pronto, com os devidos dias de seu interesse e definindo o último domingo da campanha para a sua grande e magnífica carreata. Em todas as eleições anteriores eram realizados o devido sorteio.

 

A esperteza da macacada está aflorada. Abriu a campanha com uma carreata antes de qualquer decisão. Se problema houvesse, pagaria uma multa de dezessete mil reais e seria a única coligação a fazer a carreata. Ninguém sabia o que seria definido na Justiça, aguardava-se a reunião.

 

A esperteza da macacada continuou com um argumento chulo de que foi o primeiro a apresentar e protocolar um cronograma e por isso tinha o devido direito ao reconhecimento do direito. O carro da macacada anda adiante dos bois; quando os outros foram buscar o caju a macacada já vinha com a castanha. Se fosse outra coligação que o fizesse, aceitaria? Sem dúvida, faria o maior pripocó para que houvesse sorteio.

 

O representante da jacuzada comeu mosca e aceitou reverentemente a imposição da macacada e defendeu que a entrega do santinho fosse realizada com luvas, máscara, protetor facial, só faltou dizer com aquela vestimenta dos profissionais da saúde que trabalham em UTI’ isso, depois de ter defendido a liberação das ruas de Ipirá para uma aglomeração de mais de 20 mil pessoas, naturalmente, sem a menor condição de proteção. Entenda como quiser.

 

Dois locais foram escolhidos para a concentração de gente em tempo de pandemia. Gente de todas as regiões e povoados deste município vão se juntar num único local. Pau Ferro para a macacada e Malhador para a jacuzada. Serão os anfitriões, sem nenhuma consulta prévia. Não haverá nem medição de temperatura. Tudo isso sem a menor proteção e todos entreguem à própria sorte.

 

Pau Ferro e Malhador na mira da jacuzada e macacada, que não sejam metas do coronavírus. Depois as ruas de Ipirá serão vias das maiores concentrações de gente em 2020, em uma grande fuzarca, em tempo de pandemia. É a adoção do efeito manada, bastando para tal ter alguém contaminado e ninguém sabe quem.

 

O ponto máximo da polaridade entre jacu e macaco são as carreatas. É aqui que mora a emoção e a grande contradição do sistema do jacu e macaco. Essas mais de 20 mil pessoas em grande aglomeração do jacu e macaco agora, ficarão distantes do poder municipal do jacu e macaco, qualquer que seja, não por distanciamento social, mas para o distanciamento social.

 

Todos comparecem porque querem, são adultos, maiores e sabem o risco que correm, poderão dizer. Parece razoável, mas tem muita criança e adolescentes que são levados pelo entusiasmo. Por que as escolas não funcionam em Ipirá?

 

Encerro com uma pergunta da Juiza Eleitoral: as coligações dos senhores são vacinadas contra a Covid-19?” A esperteza e a estratégia de dominação da população ficaram meio embaraçadas, mas quando a resposta ia ser dada, o sinal da Internet caiu. Que pena!