quinta-feira, 30 de julho de 2020

ABRAÇO DE TAMANDUÁ


Entre o facão e a navalha, aparece o podão. Foi assim que a macacada cortou o pescoço de alguns de seus coligados da última Eleição Municipal em 2016. As conseqüências são drásticas; sem pescoço ninguém poderá participar do processo eleitoral deste ano.

A burocracia eleitoral é intolerante. O prazo dado é um compromisso rigoroso e irrevogável com a legalidade. O não cumprimento representa uma violação à legalidade. Acontecendo, a madeira canta.

Após qualquer pleito eleitoral, existe um prazo para a prestação de contas de todas as candidaturas, vitoriosas ou não; queimar o prazo significa que o candidato vai se deparar com o lado amargo da Lei.

A macacada chamou para si a responsabilidade das prestações de contas dos candidatos ao pleito proporcional das Eleições de 2016. Não ficou a cargo de cada candidato individualmente. Quem não sabia se ferrou.

A macacada não deixou uma conta de vereador eleito sem prestação. Neste caso, a macacada foi eficiente e eficaz e cumpriu ao pé da letra com as informações aos candidatos e as exigências de prazo porque e por quem tinha interesse. Essa foi a sua lógica.

Os outros candidatos, alguns foram avisados e os demais nem um reles comunicado. Foram deixados na rua da amargura, sem nenhum reconhecimento, nenhuma consideração e nenhum respeito. A escolha da macacada foi seletiva: quem é do interesse da oligarquia macaca tem todo reconhecimento, quem não é que se arrombe. É mais ou menos assim.

A macacada passou o podão no pescoço de vários candidatos à vereança de seu próprio grupo, comendo seus próprios filhotes, que pensavam que eram bem quistos (querido) no grupo; eram, simplesmente, quistos (cisto), sujeitos ao desprezo pelo o grupo dos macacos.

Alguns coligados, entre os quais salientamos: dois candidatos à vereadores do PT, um do PCdo B e um do PDT foram entregues à própria sorte. Todos eles estão impedidos por Lei de participarem do pleito eleitoral de 2020 por não prestarem contas das Eleições de 2016. Estes sobraram. Outros, a macacada encaminhou suas prestações de contas, salvando-os da degola.

A macacada faltou ao dever moral e faltou por má fé, foi omissa e escrota. Não pense que com a jacuzada isso não acontece; é cometido na mesma dosagem e gosto amargo. Eleições passadas: um candidato à vereador (naturalmente derrotado) do grupo jacu pintou um muro com sua propaganda.

O grupo jacu mandou apagar as propagandas eleitorais do candidato a prefeito; a do vereador continuou. A Justiça eleitoral intimou o vereador. Um advogado e líder da jacazuda prometeu que iria comparecer. Você foi lá? O líder também não e correu à revelia.

A Justiça Eleitoral determinou uma multa de doze mil reais e suspensão temporária dos direitos políticos do candidato a vereador. Um acordo na Justiça dividiu a multa em várias parcelas. A suspensão continuou. Com a Justiça Eleitoral não tem perdão.

Jacu e macaco rezam na mesma cartilha. É um sistema controlado de cabo a rabo por oligarquias. Uma oligarquia é familiar, com a família acima de tudo e de todos; a outra oligarquia tem um seleto grupinho no comando para atender aos interesses particulares e escusos de alguns poucos.

O povão é massa de manobra, sua validade só vale o período eleitoral. Ipirá está no reino da necessidade e é carente de muita coisa; coisas que em outros municípios não são novidades há muito tempo.

sábado, 25 de julho de 2020

LARANJAL EM IPIRÁ!


A conta é simples: na disputa para a Câmara Municipal de Ipirá, cada partido só poderá lançar o máximo de 22 candidatos, ou seja, 150% do número de vagas (15 cadeiras) se quiser apresentar uma chapa de vereadores ‘cheia’. Ponto final.

Ao pé da Lei: os partidos devem respeitar a cláusula de reserva de gênero, que os obriga a reservar vagas para cada sexo. Não é possível registrar apenas homens ou apenas mulheres. Será necessário garantir vagas para cada sexo dentro dos percentuais de, no mínimo, 30% e de, no máximo, de 70%.

Vamos ao que interessa, ao nosso município. A Câmara de Vereadores de Ipirá é um ‘Clube do Bolinha’, raramente aconteceu uma legislatura com duas vereadoras, se aconteceu! Aí é que começa o grande problema. Cada partido terá que lançar OBRIGATORIAMENTE 30% de candidatas mulheres, no caso 6 candidatas.

Com 6 candidatas mulheres restarão 16 vagas para as candidaturas masculinas e acabou. Tem partido que só conseguiu 3 candidatas mulheres. E aí? Aí o bicho pega, porque só poderão lançar 7 candidaturas masculinas para formar um total de 10 candidaturas (30% de 10 = 3 e 70% de 10= 7). Está bem claro, se a cota feminina não for atingida, a lista de homens terá de ser reduzida.

Em Ipirá são sete partidos competindo por 15 cadeiras: grupo macaco (PSD) (PP) (PT) (PSB), grupo jacu (DEM) (PRB) grupo oposição (Movimento 65). Mas, esses grupos jacu & macaco têm mais esperteza e treta do que o capeta para conseguir seguidores. Aí, eles pensam assim: ”O quê! Só tem 3, lança mais 3 e apresenta um total de 6, esse 6 é 30% e vamo qui vamo, qui é nóis nas parada!”

É a plantação do laranjal, com as candidaturas-laranja de mulheres para justificar as candidaturas dos homens. Tem partido que não conseguiu nem 10% de pré-candidatas femininas.

A Lei está de olho aberto: “Portanto, a consequência da fraude à cota de gênero deve ser a cassação de todos os candidatos vinculados ao DRAP. Lançar candidatas fictícias é fraude e crime” sentencia a ministra.

Cassação de toda a chapa. Só queremos o cumprimento da Lei, simplesmente isso, nada mais do que isso, por isso alertamos aos nossos concorrentes. Evidente que estaremos atentos e estamos preparados para entrar na Justiça pelo cumprimento da Lei Eleitoral.

Não pense que é jogo-sujo da nossa parte, trata-se, simplesmente, do conteúdo dos artigos 10 a 16-A da Lei no. 9.504/97 e nos artigos 87 a 102 do Código Eleitoral.

Queremos mesmo é o apoio da população de Ipirá para mudarmos a cara da Câmara de Vereadores de Ipira com os nossos pré-candidatos e futuros candidatos (torço para que ninguém desista):
01.             Deliane Santos – Secretária Acadêmica.
02.             Jeane Alencar – Professora / Sindicalista.
03.             Lucivone Moraes – Func. Pública / Sindicalista.
04.             Luma Gusmão – Psicóloga
05.             Marina Sodré – Educadora / Ativista social.
06.             Mary Soares – Pedagoga / Ex-coordenadora do CIRETRAN de Ipirá
07.             Mônica Freitas – Bibliotecária.
08.             Selma de Bibao – Produtora Rural
09.             Binho de Vavazinho – Mestre em Educação / Pedagogo
10.             Carlos (Cal da Antena) – Eletrotécnico.
11.             Emerson de Aníbal – Contador.
12.             Josué Santana (Thor) – Enfermeiro.
13.             Valter Jr. – Contador.
14.             Edmilson Freire (Ed Freire) – Func. Público
Atenção: Temos mais dois filiados que estão para decidir se serão ou não pré-candidatos. Estamos aguardando, até com certa ansiedade, pois a perspectiva da soma dos dois representa mais de mil votos. Terei a imensa satisfação em anunciá-los, em breve, assim espero.

domingo, 19 de julho de 2020

PERTO DE DUZENTOS CASOS


Faltam quatro meses para terminar a gestão do prefeito Marcelo Brandão. Para terminar ou para continuar?
Observem que numa pergunta espontânea, simplesmente, 50% dos entrevistados não sabem dizer o nome de sua preferência. Quem diria que Ipirá chegaria a esse patamar! Talvez, por não saberem ou não terem um preferido. Vá lá que seja, o dito pelo não dito!
Na verdade, Dudy da macacada e Marcelo Brandão dos jacus não são portadores de uma envergadura de líder dentro de seus referidos grupos; de uma inquestionável confiabilidade para o comando de um município complicado e complexo como Ipirá; nem mesmo, depositários de uma fé absoluta e inabalável no desempenho e execução de um programa de governo em benefício da coletividade. Ninguém, de sã consciência, colocaria a mão no fogo por eles.
Quando a pergunta é estimulada (com o nome dos dois candidatos, Dudy e MB) cai para 30% o contingente de indecisos e isso tem um significado: hoje, 30% não confiam nem em Dudy, nem em Marcelo Brandão. É como se quisessem dizer: “é ‘fufu e fubá’; é tudo farinha do mesmo saco.”
Os dois, Dudy e MB, somam 64% das intenções. Nenhum dos dois é majoritário na sociedade de Ipirá. O sistema jacu e macaco? Este sim; é majoritário. Quem sustenta este sistema? A peça chave desse sistema são os vereadores, que controlam os votos em seus redutos. Dudy e MB são peças suplementares que financiam o controle, com recursos privados e públicos. Esse é o azeite da máquina.
O contraponto a eles, neste momento, é de 36%, um percentual maior do que o segundo colocado nas intenções dos entrevistados.
Os dois, tanto Dudy como MB, podem ser candidatos fracos, rasos e sem credibilidade no grosso da sociedade para tocar os destinos do município, mas, nestas condições, apostam no velho e manjado sistema do jacu e macaco, que domina a população de Ipirá, para melhorar e superar suas fracas performances individuais.
O sistema jacu e macaco é uma única moeda com cara e coroa que custa caro e cobra os olhos da cara aos munícipes ipiraenses. A máquina administrativa, com esse sistema, é cara, perdulária e corrupta, que joga o município numa condição de reino da necessidade e precariedade. Esses dois candidatos têm que agradecer aos vereadores pelos propósitos alcançados.
Indagados sobre os grandes problemas do município, os entrevistados colocaram a educação em sexto lugar, perdendo para calçamento e esgoto.
Nos lugares civilizados dizem que a educação é e sempre será o fator primordial da sociedade. Ou Ipirá não tem noção do valor da educação na sociedade humana ou está totalmente e bem contemplada neste aspecto! Sabemos que é duro a pessoa sair de casa e pisar na lama ou receber poeira no rosto. Uma das tristes heranças do sistema jacu e macaco.
Ao longo dessa pandemia da Covid-19, o problema mais grave e agudo que afetará o município, por longo período, será a questão da crise econômica, com a problemática do emprego e renda, que foi o terceiro colocado nas perguntas.
Amplos setores da população amargarão uma deplorável e difícil condição de sobrevivência. São problemas que não poderão ser atacados com a velha e rota camisa dos grupos jacu e macaco. O poder municipal não poderá estar preocupado com o bem-estar de sua própria família ou de um pequeno e seleto grupo. Tem que sair dessa esfera para poder contemplar a sociedade como um todo.
Uma gestão ativa e útil para a sociedade ipiraense passa pela participação popular nas decisões e não simplesmente na escolha e no desprezo posterior.
As eleições de novembro 2020 tornaram-se um norte e um caminho para uma nova esperança. Ipirá Livre representa este caminho, por mais obstáculos que se apresentem. Hugo Baiano será o representante convocado para coordenar essa participação popular, mas tudo isso só será possível com o seu apoio, cidadão ipiranse. Coragem e vontade para mudar. Contamos com você nessa tarefa.

sábado, 11 de julho de 2020

PESQUISA ELEIÇÕES 2020 IPIRÁ


Em plena pandemia, com isolamento social sendo a ordem de cada dia. Os casos de contaminação crescendo em Ipirá, várias jovens, vindas da capital, furaram o bloqueio da cidade para fazerem pesquisas eleitorais para eleições municipais adiadas. Deveras, quanta pressa!
Pesquisa científica; sem dúvida científica. Indagando sem escrúpulo sobre idade, renda e escolaridade; não deixa dúvida, a tabulação será eficaz, com uma margem de erro comprimida e o monitoramento preciso.
Com outra pesquisa nesses parâmetros, em outubro, com uma diferença razoável entre as partes não haverá necessidade de eleições. É difícil uma virada de mesa quando existe uma tendência de voto pendendo para determinado lado.
Uma pesquisa científica pode ser bem descarada, bastando para tal, sonegar dados ou alterar fatos. Quando o interesse ou a desinformação do contratante procura impor uma situação que não condiz com a realidade dos fatos, fica evidente a safadeza da intenção da dita pesquisa, quando apresenta só dois candidatos e subtrai o nome de Hugo Baiano da condição de pré-candidato a prefeito do nosso município, também, mudou a posição de Jota Oliveira para uma situação de vice, pelo que sei, até este momento, Jota não se propõe a vice como designa a pesquisa.
Uma pesquisa científica, descarada, pode ser bem mafiosa, bastando para tal, ser paga com dinheiro público para interesse privado. Não sendo divulgada ao interesse público e ficando nos corredores para um exame atento e minucioso de determinado grupo, dependendo de que cofre saiu o dinheiro para o pagamento da dita pesquisa, sendo público, é uma falta de vergonha sem tamanho.
Pesquisas constatam e direcionam uma intenção de voto. Dentro das normas, pesquisa não é crime eleitoral. Façam o registro na Justiça Eleitoral e propiciem sua divulgação ao conhecimento público. Sejam transparentes.
O pré-candidato Hugo Baiano é o único candidato que pode propiciar uma gestão transparente, com participação da comunidade e baseado num orçamento participativo. Os outros dois, Marcelo e Dudy, se caracterizam como candidaturas de família e grupelhos, ávidos e insaciáveis pelos recursos públicos.
O que a pesquisa não mostra é que Ipirá precisa de mudança prá valer no Executivo e no Legislativo. Hugo Baiano é o nome da mudança para o Executivo. Para a Câmara de Vereadores estamos apresentando vários pré-candidatos que, sem dúvida, representam uma esperança para que a Câmara de Ipirá comece a ter uma atuação legislativa mais conseqüente e atrelada aos interesses da comunidade ipiraense. Contamos com seu apoio.
01.             Deliane Santos – Secretária Acadêmica.
02.             Jeane Alencar – Professora / Sindicalista.
03.             Lucivone Moraes – Func. Pública / Sindicalista.
04.             Luma Gusmão – Psicóloga
05.             Marina Sodré – Educadora / Ativista social.
06.             Mary Soares – Pedagoga / Ex-coordenadora do CIRETRAN de Ipirá
07.             Mônica Freitas – Bibliotecária.
08.             Selma de Bibao – Produtora Rural
Observação: pela Lei Eleitoral é obrigatório a apresentação de 30% da chapa composta por mulheres. Uma agravante: colocar candidatas só para preencher as vagas (candidata-laranja). Acredite se quiser, nenhum outro partido conseguiu formar uma chapa de mulheres sem a utilização de laranjas.
09.             Binho de Vavazinho – Mestre em Educação / Pedagogo
10.             Carlos (Cal da Antena) – Eletrotécnico.
11.             Emerson de Aníbal – Contador.
12.             Josué Santana (Thor) – Enfermeiro.
13.             Valter Jr. – Contador.
14.             Edmilson Freire (Ed Freire) – Func. Público
Atenção: Temos mais dois filiados que estão para decidir se serão ou não pré-candidatos. Estamos aguardando, até com certa ansiedade, pois a perspectiva da soma dos dois representa mais de mil votos. Terei a imensa satisfação em anunciá-los, em breve, assim espero.

segunda-feira, 6 de julho de 2020

É DE ROSCA (60)


Estilo: ficção
Modelo: mexicano
Natureza: novelinha
Fase: Querendo imitar Malhação, que não acaba nunca, sempre criando uma fase nova, agora é a do prefeito Marcelão.
Capítulo 60 (mês de maio 2019)(atraso de um ano e dois meses) (um por mês)

A sirene tocou na residência do prefeito Marcelão. A secretaria do lar atendeu com a devida desconfiança e sem abrir a porta, escuta:

- Ô de casa! O prefeito Marcelão encontra-se em casa?

- Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Quem deseja falar com ele?

- Para sempre seja louvado! Pode dizer a ele que é o Matadouro de Ipirá, que ele sabe quem é.

- Oxente, meu senhor! Vê lá se eu sou besta ou tenho um ó na testa prá dá trela a uma conversa dessa! O prefeito Marcelão já falou que acabou o Matadouro de Ipirá e se ele falou que acabou é porque acabou.

- Acabou como, dona? Oia eu aqui, de prontidão na casa do prefeito Marcelão querendo ter uma conversa com ele.

- Qui senhor mais insistente! Eu já disse prá vosmicê qui parece sê surdo dus ouvidos, qui o Matadouro de Ipirá já era, depois de vinte e cinco anos o prefeito Marcelão deu um jeito naquele troço, agora é frigorífico, vou dizer bem dito: é FRI-GO-RÍ-FI-CO!

- Mas dona, frigorífico coisa nenhuma! Eu sou é matadouro, eu nasci matadouro e vou morrer matadouro. Será que a dona não compreende isso e fica comendo H do prefeito Marcelão?

- Ora, meu senhor! Vosmicê tá pensando o quê? Qui eu sou uma pessoa à-toa, qui come com a boca dos outros; eu vi com esses dois olhos, o empresário do frigorífico dizer ao prefeito Marcelão qui ele conhece o boi pur dentro e pur fora, mais ainda, que ele tem frigorífico em todo o Nordeste, intonce, dá prá vê qui u homem tem bala na agulha.

- Mas dona, é isso que eu quero conversar com o prefeito Marcelão! Esse empresário só tem um matadouro em Senhor do Bonfim e outro que vai inaugurar em Irecê, como é que está em todo o Nordeste?

- Meu senhor! Ele não tem matadouro, o senhor tem que compreender que esse empresário é dono de frigorífico e não de matadouro; prá ele ter interesse em Ipirá, o prefeito Marcelão teve que acabar o matadouro e fazer o frigorífico. Entendeu agora?

- Mas dona! Só mudou o nome, eu tô do mesmo jeito; agora, ele vai ser responsável pela boiada que esse empresário comprar?

- Mas menino, só faltava essa! Tá no teu haver que o prefeito Marcelão vai vender boi? Quem pariu o bezerro que balance! Agora, meu senhor, eu não vou deixar o senhor entrar porque o senhor está sem máscara contra a Covid-19 e por ordem do prefeito Marcelão aqui só entra jacu arrependido pra comer duas colher de farelo e macaco desgarrado. Passe bem, que a panela está no fogo e a comida pode queimar! – disse a secretária que não abriu a porta.

- Suspense: Será que o prefeito Marcelão acabou com o matadouro ou é mais conversa prá boi dormir? Veja que situação: a novelinha tá de correria, querendo chegar ao mês de agosto 20 sem nenhum capítulo em atraso. Um matadouro querendo ser obra e um prefeito querendo não ter problema! Onde vai parar uma desgraça dessa? O que é que eu tenho a ver com o desentendimento do prefeito Marcelão com o matadouro?

O término dessa novelinha acontecerá no dia que acontecer a inauguração desse Matadouro de Ipirá. ‘Inaugurou! Acabou na hora, imediatamente!’ Agora, o artista é o prefeito Marcelão, que foi grande divulgador da novelinha É de ROSCA pela FM.

Observação: essa novelinha é apenas uma brincadeira literária, que envolve o administrador e o matadouro e, sendo assim, qualquer semelhança é mera coincidência. Eles brincam com o povo e o povo brinca com eles.