terça-feira, 15 de agosto de 2017

PREFEITO MB NA SÉRIE C, COM ZERO PONTO

Você se lembra do livrinho do PROGRAMA do prefeito Marcelo Brandão? São promessas de campanha que eu trago de volta à sua memória. Se ele realizar 10 promessas em quatro anos será um prefeito NOTA 10.

FLUXOGRAMA é um medidor de gestão, que qualquer pessoa poderá dar acompanhamento ao trabalho do gestor com critério e com base em alguma coisa necessária e importante para o município e não pelo desejo ou paixão da pessoa.

Você pode observar que na série A são as festanças aí, sem nenhuma dúvida, o prefeito Marcelo Brandão realizará mais de 120 festas em quatro anos. É a cara da gestão.

Na série B, são as obras que Ipirá necessita, incluindo algumas que passaram a ser prioridades (não eram) por obra e graça do prefeito Marcelo Brandão.

Na série C, são as promessas de campanha, que estão registradas no livrinho da campanha, com o PROGRAMA base do prefeito. Algumas são estapafúrdias, outras hilariantes, até mesmo românticas, mas fazer o que? Tá registrada no livro do gestor. Foram destacadas 19 promessas, se ele realizar 10 ficará com nota DEZ.

Na série D, terão por base a qualidade dos serviços públicos prestados pela Prefeitura Municipal de Ipirá. É isso prefeito, ajoelhou tem que rezar! Verifique as 19 promessas de campanha:

01. Criação do Sopão, em nossa terra. A Secretaria de Desenvolvimento Social vai criar um espaço em região central da cidade e lá instalar o Sopão, com muito asseio, qualidade e sabor.

02. Construiremos um grande açude nas proximidades da sede do município, para criatório de peixes de qualidade.Ficará garantido às pessoas cadastradas o acesso a pesca, diária e regulada, e o sustento da família.

03. Instalar ao longo do governo em todas as localidades do interior um Módulo de Lazer, que serão construídos de uma quadra poliesportiva e um parque de diversões, o que dará opção de entretenimento ao cidadão.

04. Será construído o Parque da Cidade, com pistas de corrida, praça de malhação, quiosques com produtos naturais e saudáveis, área de lazer e parque infantil, para garantir o lazer e malhação com tranqüilidade.

05. Terá destaque o Caminho da Caboronga. Embelezar todo o trajeto até aquela fonte, tornando aprazível o passeio. No percurso será montado um espaço para piquenique, com mesas e bancos sob o verde da mata, e mais um posto mantido pelo poder público com um profissional permanente para prestar primeiros socorros e informações turísticas.

06. O Monte Alto, serão objeto de requalificação com vistas ao lazer e ao turismo, o que vai aumentar as opções no município.

07. Construiremos na Praça Roberto Cintra, a Concha Acústica de Ipirá. O espaço terá capacidade para cerca de mil pessoas e será palco para a música, o teatro, o folclore, enfim, a cultura e a arte.

08. Central de Merendas.

09. O estádio municipal José Luiz dos Santos terá manutenção continua e será iluminado com refletores, cujos postes serão removidos para uma área que não prejudique o jogo e a visão do campo.

10. Criaremos imediatamente uma bem estruturada Feira de Animais em Ipirá.

11. Reformulação do trânsito, com acompanhamento de profissional habilitado.

12. Colocar à disposição da comunidade, já a partir dos primeiros dias do próximo governo, dois ônibus que farão linhas circulares na sede do município, totalmente gratuito.

13. Construiremos ao longo do governo e em áreas estrategicamente planejadas 06 (seis) açudes de grande porte.

14. Estudos para alcançarmos a perenização do Rio do Peixe.

15. É compromisso da nova administração a aquisição de um ônibus para a instalação do Ipirá Bus Couro. Esse veículo, em parceria com uma agência de viagem em Salvador, vai transportar diariamente comerciantes varejistas da área de artefatos de couro, da capital baiana para visitação e compras às fábricas de tais artefatos em Ipirá.

16. Tornaremos viável através de empresas privadas da área de engenharia e pavimentação o Projeto Estradas. Esse projeto visará reconstruir toda malha rodoviária do município.

17. Fazendo o saneamento básico e pavimentação de todas as pequenas ruas, vielas e becos desta cidade, com recursos próprios, dada a urgência do serviço, dentro do projeto Viver Bem.

18. O programa Morar Melhor. O programa prevê a reforma básica dos imóveis residenciais de pessoas carentes, cuidados elementares de higiene com a construção de sanitários. O Morar Melhor vem acompanhado, quando necessário, do projeto “Tá Rebocado”, que vai garantir o reboco das paredes dos imóveis.


19. A nossa administração criará o núcleo de transporte de pacientes, com acompanhamento de auxiliares de enfermagem, para centralizar a saída de veículos.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

PREFEITO MB, NA SÉRIE A, COM 600 PONTOS

Pense num prefeito bom de festa! Pensou em: Marcelo Brandão. Neste quesito o homem é bom todo, é um Zé Festinha. É prefeito série A e, nunca na história dessa cidade, nenhum prefeito alcançou essa marca de 600 pontos (seis festas) em sete meses.

Quem diz isso não sou eu não, é o FLUXOGRAMA, o medidor de eficiência em gestão pública. O FLUXOGRAMA está querendo furar os olhos do prefeito e colocou mais dez festas para o prefeito realizá-las, caso contrário, terá sua nota subtraída e os olhos furados.

Anote a listagen: 1. Festa da FM, 2 Cavalgada em Nova Brasília, 3 Festa do Couro, 4 Gincana Setembro, 5, Gincana Outubro, 6. Expo Ipirá, 7. Festival da Juventude, 8 Festival de Verão, 9. Revèillon 2017, 10. Festa, 11. Festinha, 12. Festona, 13 Festança.

Nesse assunto, quem se lascou mesmo foi o FLUXOGRAMA, nisso aí o prefeito Marcelo tira de letra; coloque aí trinta festas num ano, numa administração de quatro anos dá um total de cento e vinte festas. Qual foi o prefeito que alcançou essa marca?

O prefeito Marcelo Brandão tem uma preocupação muito grande com o desenvolvimento de Ipirá e ele quer, por que quer, transformar isso aqui num pólo turístico. Estamos no aguardo dos turista de Itapipoca no Ceará e do fã-clube organizado que saiu de Brasília e até agora nada. Se perderam no caminho da roça.

Tem administração que se lambuza até onde pode com festa. Festa deixa muito. Não é o nosso caso, o prefeito só pensa numa Ipirá alegre e com felicidade plena, mesmo com os baixos e vergonhosos índices sociais que atropelam o nosso município.

Mas, o prefeito Marcelo Brandão procura dar uma oportunidade ao trabalho informal de ganhar uma grana do dinheiro que vem de fora, mas a coisa é tão precária, que nada é nada.

Para melhorar a situação o prefeito confirma que dona Maria ganhou R$ 345.000,00 (trezentos e quarenta e cinco mil reais) e seu Luís ganhou R$ 424.000,00 (quatrocentos e vinte e quatro mil reais) nas festas juninas 2017. E tem gente que não quer ver que a coisa está melhorando para o povo de Ipirá.   

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

PREFEITO MB. NA SÉRIE B COM ZERO PONTO

Qual é o jogo preferido do prefeito Marcelo Brandão? O FLUXOGRAMA. Que joguinho é esse parceiro? O FLUXOGRAMA não é jogo, trata-se de um controle da administração em Ipirá. Explicando melhor esse baranguandê.

O  FLUXOGRAMA é está carinha graciosa que está na parte de baixo do retrato acima, trata-se de uma entidade móvel, que se movimenta para os lados, para cima e para baixo e caminha por todo o retrato. Só perderá a acessibilidade quando a obra estiver disponibilizada à população e marcada com um X no retrato, assim sendo o FLUXOGRAMA não poderá ter acesso a essa obra e perderá força.

O prefeito é este rosto emblemático e preocupado em realizar o seu trabalho, que está no centro do retrato e de todas as atenções dos munícipes. Ao seu redor estão dez obras importantes para o município de Ipirá. Toda vez que ele realizar e colocar uma dessas dez obras à disposição da população, esta obra será assinalada com um X e será ponto para o prefeito.

Se em quatro anos, o prefeito não realizar as obras necessárias ao município de Ipirá, o FLUXOGRAMA vai ficar azuretado da vida e vai partir para tapar o rosto do prefeito. Isso acontecendo: bay bay, prefeito! Já foi, viu prefeito!

Se o prefeito realizar uma obra: nota 1. Se o prefeito realizar 10 obras em quatro anos: nota 10. E para não dizerem que são questões dificílimas; vamos colocar mais seis obras, além das dez do retrato: 

I. Praça do Mirante, II. saneamento básico III. faculdade de verdade (pública, gratuita, de qualidade, que não seja curso de extensão,  temporário e intempestivo); IV. estradas vicinais rurais (com a técnica que o locutor Marcelo Brandão apresentava e cobrava); V. pequenas represas (tipo Trapiá) para represar os rios que passam por Ipirá, até perenizá-los; VI. calçamento de 100 ruas (onde houver inauguração de calçamento, verificaremos a metragem).

Até o momento, em sete meses, o prefeito Marcelo Brandão não realizou uma obra, não disse para que veio, mas tem mais de três anos para tirar uma nota 10 ou 16, porque estamos querendo ver o desenvolvimento de Ipirá.


Qualquer cidadão poderá controlar a performance do gestor em quatro anos. Mas vem aí a série A e a série C. Na série B, não é nada confortável a situação do prefeito em Ipirá.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

IPIRÁ TOMOU NO WO

Não dá para acreditar, mas a seleção de Ipirá sub-17, que disputa um torneio de futebol do Território Bacia do Jacuipe perdeu os pontos dentro de casa! Acredite se quiser, perdeu sem jogar.

Isso foi no sábado (9/7). Inacreditável foi o motivo: não foi porque o ônibus furou os quatro pneus, nem por ter perdido o vôo do avião, mas tão simplesmente, porque não fizeram a marcação do campo com a cal e por não ter uma guarnição de dois policiais para dar proteção aos árbitros e fazer a segurança do estádio. Conclusão: Ipirá está virando uma roça ou o prefeito Marcelo Brandão está de brincadeira com a  população.

Eu digo de brincadeira, porque em entrevista na final do campeonato ipiraense 2017, o prefeito disse com aquela categoria, firmeza e postura de voz que lhe é própria, que não só o futebol terá todo apoio de sua gestão, mas também, outras modalidades de esporte, como baskete, vôlei, futebol de salão, etc, que seriam ativadas e prestigiadas. Muita gente acreditou.

Só pode ter sido de brincadeira, porque na primeira oportunidade, ele mostrou um desprezo substancioso por uma categoria importante no futebol que é a sub-17. É necessário todo apoio ao esporte para que essa juventude de Ipirá não naufrague nas drogas por causa do vazio e da alienação que existe nessa cidade. Convoque os profissionais de educação física da cidade e escute as propostas que eles possuem para a juventude e o esporte. Não é questão de grupo, essa coisa de grupo (jacu e macaco) é bajulação e negócio escuso, essa coisa cavernosa não resolverá um único problema social de Ipirá.

Dá para perceber que a conversa do prefeito É PAPO RETO, ou seja, ilação, ou melhor ainda, conversa prá boi dormir. Vamos aos fatos: Quem é o maior defensor de que Ipirá se torne um pólo turístico? É público e notório que é o prefeito Marcelo Brandão. E onde reside toda a contradição do prefeito? Tá nos fatos da realidade.

A conversa bonita do prefeito é ilação e contraditória. Ilação porque floreia na argumentação da atenção à todos os esportes na sua gestão e não atende de forma adequada ao futebol, que é o esporte mais popular e tradicional em nosso município. O descaso com a seleção sub-17 é incompreensível e não apoiar a seleção de Ipirá no Intermunicipal é o seu contraditório.

Quais foram os eventos que trouxeram mais visitantes à Ipirá até hoje? Foram três: o primeiro bingo realizado por Ademar Freire; um concurso fajuto e cheio de trambique realizado pelo prefeito Diomário e a invasão de Ipirá promovido pela torcida de Santo Amaro numa partida da semi-final do Intermunicipal.

Observem bem. O Intermunicipal da Bahia é o maior campeonato amador do Brasil. A partir das semi-finais a TVE transmite os jogos para todo o Estado da Bahia. A final tem a cobertura da rádio Sociedade da Bahia e do jornal A Tarde. Qual é o grande evento de Ipirá que terá uma cobertura de mídia nesse patamar e de graça? Nenhum. O Intermunicipal tem essa capacidade especial e esse potencial de divulgação do município. O Intermunicipal tem força para mobilizar visitantes e tem um custo menor do que qualquer festa de São João ou Micareta.

O prefeito Marcelo Brandão é um grande entusiasta nesta questão das pessoas visitarem Ipirá e aqui consumirem e deixarem dinheiro novo na cidade. Aqui está seu contraditório, quando ele não colabora para que Ipirá participe do Intermunicipal para que Ipirá receba visitantes está indo de encontro à sua principal idéias para desenvolver o município. Uma bela contradição.

A torcida de Santo Amaro pegou Ipirá desprevenida. Chegou em mais de trinta ônibus. Em pouco tempo, não tinha nem pastel nos bares da cidade. O Bar Ibirapuera fechou as portas mais cedo, porque vendeu tudo que tinha para vender. No Estádio José Luis dos Santos a torcida de Santo Amaro cantava: “Ah, eu tô com fome! Eu quero é gol! Vamo Santo, mata esse bode (Ipirá, a terra do bode) pra servir de tira-gosto” Venceu Santo Amaro por 2 x 0. A festa do Intermunicipal é sempre assim, ruidosa, mas consegue trazer visitantes e confraternização.


O prefeito fica preso ao PAPO RETO, brincando com a população. Ele falou em calçamento de 100 ruas de Ipirá com recursos próprios. Eu não acredito nem tomando uma surra de cansanção e ainda fiquei na dúvida, se escrevo esse 100 com c ou com s, mas de qualquer maneira ele tem mais uma obra para realizar, pois já conseguiu a Emenda Parlamentar de seu deputado, um pouco mais de 50 mil reais para a Praça do Mirante (15ª obra) para realizá-la em pouco menos de quatro anos. Cinquenta mil reais! Tem que ser com recursos da União? É por essas e outras que Ipirá está perdendo no WO..

domingo, 9 de julho de 2017

AS MIJONA

São João 2017, Ipirá, Bahia, Brasil. Muito forró, sertanejo e mijação. Nem todo município tem condições de fazer um grande evento; alguns o fazem para causar viva impressão e, às vezes, conseguem.

Praça da Bandeira, em todas as noites principais do festejo junino, uma multidão palmilhava e espremia-se na praça. Duas adolescentes, aparentando 14 ou 15 anos de idade, andavam sem rumo certo e sem uma certeza firme em busca de um lugar mais escondido, mais sombrio, mais recuado, menos povoado e com menos passantes, para não serem vistas, procurando privacidade em praça aberta e movimentada. Posicionaram-se entre os carros, uma baixou o short para mijar na calçada, a outra vigiava. Um ato profundamente íntimo realizado sem a devida dignidade. Foram várias mulheres nessa situação.

Observe a situação de extrema vulnerabilidade, exposição indevida e de risco em que foram colocadas as adolescentes que compareceram ao festejo junino de Ipirá. Condicionadas a atitudes sem pudor, reserva e segurança. Desse jeito mesmo; desprotegidas e inseguras devido à precariedade do conjunto das instalações necessárias às atividades humanas, que foram colocadas à disposição das pessoas. Quem se compromete a realizar e organizar grandes eventos tem que ficar atento para estas questões. Quem está na obrigatoriedade legal da defesa dos jovens e adolescentes tem que exigir e cobrar o cumprimento de tais demandas.

Foram muitas mulheres e homens mijando na calçada. Isso não é um sinal civilizacional, comum, normal e humanamente digno. O grande evento, como gosta o prefeito Marcelo Brandão, é sempre simbolizado, propagandeado e vendido como ‘tudo na vida’, como a ‘salvação do município’, mas a falta de condições, organização e eficácia demonstraram a nosso atraso de civilização. A prefeitura colocou sanitários químicos é bem verdade, não sei se na quantidade suficiente para uma festa de dez mil pessoas.

Às vezes, é necessário até uma reflexão mais apurada para o entendimento das ações humanas. Ainda nos festejos juninos. na Praça da Bandeira, no passeio do jardim, em frente a minha residência, tinha um caminhão parado, que virou ponto de mijação masculina. Eu fico refletindo sobre a capacidade ilimitada do raciocínio humano, que chega ao ponto de olhar e perceber num caminhão um sanitário químico. É uma capacidade impressionante. Para entendermos a capacidade dessa inteligência impar, jamais, em momento algum, essa inteligência enxergará num sanitário um caminhão.

E aquela inteligência que achou que o melhor lugar para mijar era dentro da casa da minha vizinha, se posicionou na grade e eu falei: “Você vai mijar aí?” Ele respondeu: “Quem não gostar que dê seu jeito!”. Era um caso de delinqüência, uma inteligência conturbada.

Certa feita, num Sete de Setembro, chegaram a essa terra do Ipirá duas jovens suecas e o que mais deixou-as impressionadas foi quando viram um casal de cachorro engatado em plena Praça da Bandeira, o Marco Zero da cidade. Nunca tinham visto cachorra no cio, nem pelo canal Discovery. Acharam o máximo. Na Suécia ninguém caga, nem mija na rua e é considerada o paraíso de libertinagem. Não é pertinente comparar Ipirá com Estocolmo, são dois mundos completamente diferentes.

Agora que Ipirá é exótico, isso ninguém pode negar. Cachorro em Ipirá caga no passeio do jardim e mija em poste. É normal e natural. Certa feita, no tempo do ex-prefeito Diomário, a grama do jardim estava alta, na altura do joelho, eu trouxe um carneiro para aparar a grama e contribuir com a administração. Vixe, Nosso Senhor Jesus Cristo! Foi um ‘Deus nos acuda’ o preposto da prefeitura se aproximou e disse-me: “Se você não tirar esse carneiro do jardim, eu vou lhe quebrar todo no cacetete e ainda vou chamar a polícia!” Tem muita autoridade na prefeitura.


Neste São João 2017, 6h da manhã, o carro-tanque fazia a sucção dos sanitários químicos. O Poder Municipal mostrava eficiência. Os passeios e o calçamento em frente às casas continuaram com as poças e uma fedentina de mijo insuportável. Tudo isso aconteceu, não por causa da incompetência da gestão atual, mas por um fato muito simples: a Praça da Bandeira não tem condições de suportar grandes eventos e em Ipirá não tem áreas apropriadas e em condições de atender a mega eventos. É isso que a inteligência oficializada não procura entender e eu não consegui fazer a correção do título, por isso, mijonas ficou sem o s. Tudo é exótico.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

É DE ROSCA (31)

Estilo: ficção
Modelo: mexicano
Natureza: novelinha
Fase: Querendo imitar Malhação, que não acaba nunca, sempre criando uma fase nova, agora é a do prefeito Marcelão.
Capítulo 31 (mês de dezembro 2016)(atraso de 7 meses) (um por mês)

No fundo da Igreja Matriz, na Praça da Bandeira, uma criança abriu o berreiro:

- Buá, buá, buá, buá, buá!...

- Tu ta sintino o quê, trem ruim? – indagou a mãe.

- Buá, Buá! Cadê o parquinho qui tava aqui? Buá, Buá! – perguntou o menino que continuava chorando.

- Tu num sabe né, fie de cascavé arripiado! O prefeito Marcelão marretou o parque das criança brincá – explicou a mãe.

- Buá, buá, buá, e as criança vai ficá sem parque de brinquedo? Buá, Buá... – quer saber o menino.

- Tu para de chorá feito bode lacraiento! O prefeito Marcelão vai trazê brinquedo de primeiro mundo, vai tê uns zavião qui vai até a torre da Igreja e vorta; vai tê cavalinho correno atrás do outro; vai tê carrinho de batida bateno um no outro; só vai tê brinquedo das Zoropa. Tu para de chorá ou tu não vai brincá nesses brinquedo – argumentou a mãe.

- Buá, buá, eu quero é vê! Eu vou chorá, buá, buá...

- Ô trem sem serventia, tu fecha essa matraca! Foi R quem me disse, qui essa praça vai virá praça dos trinque, vai impatá cum as praça de Turim – disse a mãe.

- Buá, buá, eu quero é vê! Aonde fica Turimba? Eu vou é chorá, vou, vou, vou, buá, buá..,

- Sou eu quem vou sabê aonde fica essa tal de Turim! Eu vou botá tu prá cunversá cum R e ele vai te dizê cuma vai ficá o parquinho dus minino. Se tu não pará com esse chororô eu vou dizê a R qui foi tu qui furou o pneu do carro dele, ai tu vai vê cum quantos pau se faz uma cangaia.

Nesse, exato momento, começou uma confusão na passarela em cima do tanque para criar tilápia, obra magnífica do inesquecível ex-prefeito Dió. O empurra-empurra era grande e o chega prá lá não parava. Aí, o menino parou de chorar e veio observar o acontecimento.

- Chega prá lá, prefeito Marcelão! Quem vai tirar a foto agora sou eu, porque eu cheguei primeiro.

- Nada disso, seu Matadouro de Ipirá! Quem vai tirar a foto sou eu, porque eu sou o prefeito dessa terra e você saia daqui. Eu não tenho sossego em minha vida por sua causa, seu matadouro!

- Que é isso, prefeito Marcelão! Eu quero viver bem com todos os prefeitos desse pedaço, agora, eu posso dizer que só penso em coisa boa para V. Exa., como podemos observar nesse Brasil de meu Deus, o que aconteceu com a presidente Dilma e com esse famigerado golpista e trambiqueiro Temer, que recebe bandido no palácio, conversa e desconversa, rola uma mala abarrotada de real e diz que não tem culpa no cartório. Esse sujeito tem que deixar a presidência do Brasil, é FORA TEMER, aí eu só penso em V. Exa. e...

- Muito grato, Matadouro de Ipirá! O seu reconhecimento para mim é uma honra e eu saberei me portar como um verdadeiro estadista para que sua grandiosa menção tenha o valor meritório para o engrandecimento de nossa nação e...

- É verdade, prefeito Marcelão! V. Exa., é tão bom de festa que eu não posso deixar de pensar em V. Exa., para presidente do Clube Caboronga como um nome a altura de revigorar aquele clube com festas espetaculares como as que V. Exa., vem realizando na cidade.

- Seu Matadouro de Ipirá! Pode procurar um outro local para se esconder, porque aqui em minha terra você não tem guarida. Nada de matadouro por estas bandas. Vá prá Punta del Leste.

Suspense: Veja que situação: Um matadouro querendo ser obra e um prefeito querendo não ter problema! Onde vai parar uma desgraça dessa?  O que é que eu tenho a ver com o desentendimento do prefeito Marcelão com o matadouro? Será que o matadouro deixou de ser um problema em Ipirá? Prefeito Marcelão vai apilar o Matadouro de Ipirá?

O término dessa novelinha acontecerá no dia que acontecer a inauguração desse Matadouro de Ipirá. Inaugurou! Acabou, imediatamente! Agora, o artista é o prefeito Marcelão, que foi grande divulgador da novelinha É de ROSCA pela FM.


Observação: essa novelinha é apenas uma brincadeira literária, que envolve o administrador e o matadouro e, sendo assim, qualquer semelhança é mera coincidência. Eles brincam com o povo e o povo brinca com eles.

domingo, 25 de junho de 2017

GE 10 DO SÃO JOÃO DE IPIRÁ

Em festejos, o município de Ipirá vai a todo vapor, está ótimo, nota mil para o prefeito Marcelo Brandão. Show de bola na Micareta e no São João. Se o administrador resolver fazer festa entraremos numa era de festanças e festejos top de linha, de deixar Salvador de queixo caído.

Poderá vir tanta festa que não temos nem como imaginar: festa da rádio FM; gincana um, dois e três; festa do couro; exposição 2017; festival da juventude; festas das estações; festival de verão, do inverno, da primavera; festa dos bichos, festança do bode, festinha da cabra, festona do jegue, festival de macaco ... opa, lá ele! Errei, apague esse último aí, esse bicho aí não entra nem passando vaselina. Prá encerrar, pense na festa da família. Essa vai ser bacana! Essa é prá venerar e santificar mitos.

Na administração a coisa não vai lá essa coisa toda, tem bate cabeça na equipe, a gente fica até sem saber quem é quem e quem assina por quem, parece que está tudo em um presídio, pelo menos na saúde qualquer Presídio manda e desmanda.

Aí a ação administrativa fica malemolenga, parecendo lesma. Um tal de ‘Choque de Ordem’ que era prá ser pá e bife, não disse prá que veio e nesse não disse vai ficando prá ficar até o fim do mandato. Não é choque de coisa alguma. É a ação administrativa do homem que é assim mesmo, boa de língua e ruim de cuspe.

São seis meses de gestão e Ipirá continua com seus problemas e seus dilemas terríveis em todas as questões. São seis meses de um continuísmo de mais de meio século de jacu e macaco e é um tempo muito curto para um gestor resolver essa problemática, isso não deixa nenhuma dúvida.

Em obras, a nota do atual prefeito Marcelo Brandão é zero. Vocês observaram que a foto tem dez obras de grande utilidade para Ipirá e o prefeito tem quatro anos para fazê-las. Quatro anos e não seis meses! Cada obra vale um ponto, se fizer dez OBRAS ficará com NOTA DEZ na sua gestão. Tem quem aposte que ele não fará 20%! Aí também é demais, venhamos e convenhamos.

Tem duas que não constavam na agenda do prefeito e caíram no seu colo. Todas duas têm grande urgência urgentíssima: a reforma da Casa dos Estudantes e o Mercado de Arte. Em relação a este último, ele complicou a situação, ao resolver mexer em toda praça e fazer do mercado um Centro de Convenções. Vê se pode e se vai dá certo?

Tem uma obra que é original da sua cabeça: o asfalto da avenida Rio Grande do Sul. Tem duas que não eram prioridades, mas ele transformou-as em obrigatoriedade: a biblioteca fantástica do Puxa que tem cheiro de lan house e o parque infantil do fundo da igreja, que ele destruiu com uma marretada. Tem o dever e a obrigação de refazê-lo, mas aí, ele decidiu requalificar a Praça da Bandeira. Complicou o caso, vai precisar de mais grana do que gastaria para pôr em boa condição o que estava danificado ou estragado, mas não, tem que fazer duas novas praças. Futucou com vara curta.

Tem uma obra que tem um significado muito grande de respeito pela pessoa humilde e pelos trabalhadores que é a cobertura do Centro de Abastecimento para humanizar aquela área. A coisa não se concretiza nem a pau. É muita falta de vontade política.

Para Ipirá ser uma cidade de progresso, respeitada e valorosa tem que ter um atendimento de saúde digno para o seus munícipes. Se isso aqui não tem condições de ter e manter leitos de UTI e ambulância do SAMU, isso aqui, não passa de um povoado chinfrim.

Tem o ‘falado’e “refalado” asfalto do centro da cidade. Parece que é coisa do outro mundo, mas em Ipirá é obra de língua e promessa; promessa e lorota; por ser lorota não acontece nada. A décima obra é a mais conhecida, badalada e enrolada obra de Ipirá. Só tenho uma coisa a dizer: nem Satanás inaugura esse Matadouro de Ipirá!

Para não dizerem que são tarefas impossíveis, tome mais quatro obras extras, cada uma valendo um ponto: saneamento básico (sem isso, essa cidade fica igual a uma merda); faculdade de verdade (pública, gratuita, de qualidade, que não seja curso de extensão,  temporário e intempestivo); estradas vicinais rurais (com a técnica que o locutor Marcelo Brandão apresentava e cobrava); pequenas represas (tipo Trapiá) para represar os rios que passam por Ipirá, até perenizá-los.

Ipirá-BA vai receber R$ 1.496.252,44 do repasse extra ao FPM – Julho – A Confederação Nacional de Municípios – CNM – é quem informa. Boa notícia. O município precisa de investimento e projetos estruturais que melhorem a imagem da cidade e a vida dos seus munícipes.


O que o gestor do município vai fazer com esse dinheiro? Que a prefeitura não escorregue nos seus devaneios, até o ponto de chegar a deixar os salários dos servidores em atraso. Aí o macaco comerá a banana ao invés de levá-la.

domingo, 18 de junho de 2017

BAIÃO DE DOIS

Na semana passada, o PT de Ipirá fez sua convenção e lascou o xis no prefeito de Ipirá, Marcelo Brandão. Bateu sem pena e sem pedir licença. Alguns convencionais martelaram Sua Excelência no atacado e pelo varejo. O pecado capital posto diante das vistas e submetido à apreciação foi o contrato de um milhão de reais com uma empresa de publicidade para fazer a propaganda da administração do prefeito.

Que bom que o PT de Ipirá tenha quebrado o pacto com o silêncio e deixado para trás uma longa quarentena de privação da fala. Inclusive, eu acho, que o PT de Ipirá ficou amordaçado por conveniência. Mas, apesar dos pesares, é muito bom ter mais uma língua afiada cobrando por uma administração eficiente e transparente para Ipirá.

Nada melhor do que um dia após o outro. Aquele silêncio petista em relação a administração do município de Ipirá era uma tortura mental, pois tratava-se de uma calada comprometedora. Até que enfim, o PT de Ipirá assume uma posição crítica mais clara e deixa o estado de letargia com uma vontade de apilar o gestor, de tal forma que chegou ao ponto de exagerar na dose.

É verdade! Bateram com tanta veemência, que exageraram na dose; botaram uma dose e meia. O contrato publicitário não é de um milhão, firma-se em 800 mil reais. É necessário dá-se o desconto devido, porque o PT de Ipirá ficou mudo por muito tempo e agora que voltou a falar é natural que a fala venha acometida de excesso.

O que o PT de Ipirá faz questão de não compreender é que a dança do jacu e do macaco é um baião de quatro. Dois prá lá (povo) e quatro pra cá (oligarquia). A desgraceira que o macaco fez com Ipirá é a mesma desgraceira que o jacu está disposto a realizar. Mas, a mudez e a fala dançam de acordo ao som do baião, embora, os convencionais tenham inteira razão, um contrato de um milhão ou oitocentos mil reais é muita grana e, ainda mais tratando-se de um contrato nebuloso e pouco esclarecido.

Publicidade para quem? Para usufruir da aclamação pública, com aplausos ou honras entusiásticas e clamorosas feitas ao gestor público? A propaganda é a alma do negócio. Ficaria fora do prumo o gestor contratar com a rádio da família; bem mais primoroso há de ser, a rádio da família ater contrato com uma empresa de publicidade para aprumar com os desígnios do gestor. É assim a festança ao som do baião de quatro, com o poder público pagando a conta.

Chegamos ao São João de uma administração amarrada, morosa e complicada. O gestor Marcelo Brandão, que é bom festejador, está retrocedendo até na festa, deu um passo à frente quando criou o circuito Henrique Maciel e deu um pinote para trás quando faz uma festa de massa, que é o São João, num local inadequado, sem espaço aberto e inconveniente para uma multidão fazer ponto por várias horas. O local não deixa de ser um obstáculo para uma grandiosa festa, ou no mínimo, uma grande desvantagem. Ipirá cresceu e está realizando festejos de massa no mesmo local da década de 1980.

A porta está fechada. A gestão de Marcelo Brandão tem sete obras de peso e um livrinho (da campanha) de programas para realizar em Ipirá. Se brincar não faz uma. Com recurso próprio não vai para lugar algum. Tem que ter convênio com o Estado e a União. Se não acontecerem esses convênios é caixão e vela.

O prefeito vai ter que esperar uma troca no governo da Bahia. Vai ter que mostrar serviço e fazer o dever de casa, derrotando o governador Rui Costa em Ipirá. O governador por sua vez não vai querer perder aqui dentro, foi o que disseram os seus prepostos na convenção. Pense num baião de dois bem tocado. Dá-lhe Paraíba do Acordeom, o Rei do Baião em nossa terra.



domingo, 11 de junho de 2017

É DE ROSCA (30)

Estilo: ficção
Modelo: mexicano
Natureza: novelinha
Fase: Querendo imitar Malhação, que não acaba nunca, sempre criando uma fase nova, agora é a do prefeito Marcelão.
Capítulo 30 (mês de novembro 2016)(atraso de 7 meses) (um por mês)

À véspera da grande final do campeonato ipiraense de futebol com o clássico, Vila Nova contra o Bahia, o prefeito Marcelão descansava em casa, ao tempo que assistia a grande final da Champios League com o grande clássico Real Madrid contra a Juventos de Turim. Quando a cigarra tocou insistentemente. Ele olhou para a funcionária de sua residência e fez uma advertência:

- Veja quem está aí na porta, seja quem for, macaco ou jacu, eu não estou em casa.

A funcionária dirigiu-se até a porta, viu aquela figura espalhafatosa do lado de fora e indagou-lhe:

- Quem é o senhor? – sem aguardar a resposta foi dizendo – o prefeito Marcelão não está em casa.

- Eu só vim aqui, prá pedir um dinheiro ao prefeito Marcelão prá eu assistir ao jogo,  Vila Nova com o Bahia.

A funcionária, com uma mão na porta e só com uma greta aberta, ficou pensativa e viajava em seu pensamento “Oh, meu Deus do Céu! Se ele veio pedir dinheiro só pode ser um jacu eleitor do prefeito Marcelão! E agora, meu Deus do Céu, o qui é que eu vou fazer? Do jeito qui esse prefeito Marcelão ta perdendo jacu, o ninho do jacu não vai ficar nem pichilinga. Num sou eu qui vou jogar água da bacia, o qui dependê de minha pessoa ele num perde um voto.”

- Oia, meu senhor! O prefeito Marcelão tinha acabado de sair e terminou por chegar, o senhor entra aí, que ele ta lá na sala.

Quando o prefeito Marcelão viu aquela figura na sua sala, pensou: “O que é que essa desgraça de macaco quer na minha casa?” Por educação e com medo de gravação, pediu para que o visitante sentasse e indicou-lhe o local no sofá, mas não deixou de fazer uma pequena advertência:

- Vamos assistir esse final de jogo em silêncio, porque eu estou concentrado e a próxima decisão da Champion League vai ser no campo de futebol de Ipirá e eu só quero Real Madrid e Barcelona.

- Se for do querer do patrão prefeito, eu telefono agora e acerto logo o próximo jogo do Real Madrid e Barcelona do campeonato espanhol para Ipirá – disse a funcionária da casa.

- Vê lá se eu vou querer jogo de campeonato espanhol em Ipirá, eu quero é uma final da Champions aqui em nossa cidade, como Ipirá merece, isso aqui vai ficar cheio de turista da Europa – complementou sorridente o prefeito Marcelão.

O jogo terminou com a vitória do Real Madrid 4 x 1 Juventos. O prefeito Marcelão levantou e solicitou que a funcionária pegasse seu capacete e a marreta do 25, no seu quarto.

O visitante quando ouviu a palavra marreta do 25, sentiu o sangue gelar e deu uma tremedeira nas pernas, conseguiu respirar e disse ao prefeito:

- Prefeito Marcelão! Eu só quero dez reais para eu comprá um ingresso do jogo Vila Nova e Bahia no campo de Ipirá, mas V. Exa. já vai falando em marreta do 25 e eu já esqueci o qui eu vim fazê aqui.

A funcionária da casa do prefeito Marcelão, chegou ao quarto e ficou na dúvida:” Eu não sei pra que o prefeito Marcelão faz coleção de marreta, aqui tem marreta de um quilo, marreta de vinte e cinco quilos, até marreta de cem quilos, a que ele gosta menos é essa de 49 kg, não sei nem porque! Esse prefeito vai destruir esta cidade de tanta marretada!”

O prefeito Marcelão levantou a marreta de cem quilos e chamou o visitante para saírem de carro. O visitante assustado foi dizendo:

- Esqueça o que eu lhe pedi, eu não vou assistir o jogo do Vila Nova e Bahia não, eu quero vê é o Real e Barcelona no campo de Ipirá, vai ser um jogão.

Acompanhado do visitante, prefeito Marcelão com capacete e marreta na mão, pararam no fundo da Igreja Matriz, saltou do carro e foi sentando a marreta, em determinado momento levantou a marreta e ouviu o grito:

- Nãaaao, V. Exa. vai apilá na cabeça da criança! V. Exa. perdeu o juízo, prefeito Marcelão? – gritou o visitante.

- Ele ta com cara de filhote de macaco e não vai ficar nada feito por macaco nessa terra, vou apilá tudo – disse o prefeito Marcelão.

- Como é que V. Exa. apila o parquinho das crianças? E agora, onde é que as crianças vão brincar? V. Exa., não faz uma obra e acaba com o que tem, onde Ipirá vai parar desse jeito?  – perguntou o visitante.

- Eu estou salvando Ipirá! Eu vou fazê a vila do arraiá do Camisão para o São João aqui, no fundo da igreja, depois do São João, eu derrubo o arraiá e faço um novo parque para as crianças, vou fazê um parque fantástico, de primeiro mundo no lugar. E você, seu Matadouro de Ipirá! Tá conversando muito, quem vai tomar uma marretada agora vai ser você.

- Não, prefeito Marcelão! Primeiro V. Exa. tem que dá uma marretada naquelas quatro estacas de cimento, que a macacada enfiou no campo de futebol de Ipirá para colocar refletores. Se V. Exa. não apilá aquilo lá, como é que vai ter o jogo do Real Madrid com o Barcelona? – argumentou o Matadouro de Ipirá.

- É verdade! Foi bem pensado, mas eu estou pensando em aproveitar aquela grande obra da macacada em Ipirá, que ninguém valoriza, mas eu sei porque aquilo lá foi feito daquele jeito, aquilo lá são as traves de futebol americano e eu vou trazer a final do Super Bowl do campeonato de futebol americano entre o Chicago Bears contra Buffalo Bill no campo de Ipirá, isso aqui vai encher de turista dos Estados Unidos – concluiu o prefeito Marcelão.

Suspense: Veja que situação: Um matadouro querendo ser obra e um prefeito querendo não ter problema! Onde vai parar uma desgraça dessa?  O que é que eu tenho a ver com o desentendimento do prefeito Marcelão com o matadouro? Será que o matadouro deixou de ser um problema em Ipirá? Prefeito Marcelão vai apilar o Matadouro de Ipirá?

O término dessa novelinha acontecerá no dia que acontecer a inauguração desse Matadouro de Ipirá. Inaugurou! Acabou, imediatamente! Agora, o artista é o prefeito Marcelão, que foi grande divulgador da novelinha É de ROSCA pela FM.


Observação: essa novelinha é apenas uma brincadeira literária, que envolve o administrador e o matadouro e, sendo assim, qualquer semelhança é mera coincidência. Eles brincam com o povo e o povo brinca com eles.