sábado, 28 de outubro de 2023

FEDERAÇÃO TENTA ATRAPALHAR A SELEÇÃO DE IPIRÁ


Pare a leitura! Não leia porque esta notícia é fake News. Eu tenho uma coisa importante para falar de federação, um furo de reportagem, mas não se trata de Federação Baiana de Futebol. É sobre a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV.

 

Vamos começar pela Federação (PT, PCdoB, PV) na cidade de Jacobina, o prefeito é do PCdoB (não conheço e não sei se faz uma boa administração) e tem direito à reeleição. Acontece que uma pré-candidata a prefeita deu uma entrevista no podcasts Interior Baiano. Bem falante, inteligente e bem articulada é uma pré-candidata petista. Dentista por profissão, foi candidata nas Eleições Municipais de 2020 e teve 10% dos votos.

 

Ela acha que ganhará as próximas eleições, não sei se tem por base alguma pesquisa. Ela acha que o prefeito não deve ser o candidato da federação. Mesmo tendo o direito, não tem a exclusividade e ela quer substituí-lo na chapa da Federação. Tece uma série de críticas à administração afirmando que não tem transparência; que tem dívidas com fornecedores e funcionários; que os conselhos não atuam; etc e tal.

 

Simplesmente, ela espera que um determinado Conselho Político estadual assine em prol de sua candidatura pela federação e que o prefeito se quiser ser candidato saia do PCdoB e vá para outro partido. Dá para entender uma armadilha dessa? Se não tiver seu plano aceito, será que ela vai sair do PT para ser candidata por outro partido? Quero ver como vai terminar esse bafafá.

 

O outro caso de Federação (PT, PCdoB e PV) está acontecendo em Ipirá. A Federação caiu nos braços do prefeito Dudy e vai apoiar Thiagão se este for realmente o candidato. Prego batido e ponta virada. Tudo indica que sim. E daí?

 

Para as devidas precauções, envio uma sugestão para a vereadora Luma: caso a vereadora não vote em Thiagão, nem no Dudy, de jeito nenhum, aguarde a janela partidária, peça sua transferência para outro partido (fora da federação) e concorra à reeleição, porque a carta já está marcada.

 

Um conselho para o blogueiro Agildo Barreto: se o blogueiro não vota em Thiagão, Nina e Dudy, não tem outra saída vote no jegue. “Diga logo o número, porque eu não voto de jeito nenhum em nenhum dos três”. O número do jegue é noventa.

 

Você não lembra daquela senhora que sonhou com um jegue carregado de cana-de-açúcar na ladeira da Caboronga e queria jogar no bicho. O sonho foi desvendado por outra senhora: “cana tem nó e jegue tem venta, una nó com venta que dá noventa”.

 

Três vereadores valem mais do que cinco secretarias. Não estou dizendo que a Federação (PT, PCdoB e PV) está querendo secretarias, apenas estou fazendo uma comparação para dizer que secretarias o prefeito eleito dá e tira com uma canetada e o mandato do vereador o prefeito tem que engolir, porque só acaba quando termina.

 

Observe o panavoeiro: eleitor do prefeito jacu não vota em vereador do prefeito macaco; dizendo em outras palavras; eleitor de direita da candidata Nina não vota em vereador da esquerda. Onde os vereadores da esquerda vão conseguir votos? Na direita do prefeito Dudy.

 

E o que é que vai acontecer? Uma inflação de candidatos a vereadores no lado da direita do prefeito Dudy. Serão dezesseis candidatos da esquerda, mais dezesseis candidatos do PSD e se houver outro partido mais dezesseis. Tem vereador da atualidade do PSD que vai sobrar com 1.300 votos. Quem não tiver uma capanga de dinheiro não conseguirá encher a algibeira de votos. Observe que estou pensando em dezenove mil votos para a direita do prefeito Dudy.

 

Na medida que a esquerda define um candidato a prefeito da direita para votar, as candidaturas dos vereadores da Federação serão prejudicadas. Na medida que chegam dezesseis novas candidaturas de vereadores para concorrerem no grupo de direita do prefeito Dudy, os prejudicados serão os vereadores do próprio PSD.

 

Agora, a Federação solicitou a vice na chapa. Lá isso pediu. Aposto que o prefeito Dudy tremeu o corpo inteiro. Vou dizer por que. O prefeito Dudy tem o plano A, Thiagão na cabeça e um vereador do outro lado na vice. Sem dúvida, o prefeito tem um plano B, se Thiagão não emplacar, vem o prefeito Dudy (90% de aprovação) na cabeça e Thiagão na vice. Ganha a eleição, renuncia e Thiagão assume. A macacada já fez isso uma vez. Agora vem a Federação querendo atrapalhar. Qual é a novidade? O PT já é do prefeito Dudy, a novidade será o PCdoB, com 612 votos na última eleição.

 

Alguém está lembrando que o prefeito Dudy não é de direita. É bom lembrar que ele esteve com um pé na cova de ACM Neto. Alguém vai dizer: “mas não foi!” É verdade. Tudo que foi escrito até agora é Fake News.

domingo, 22 de outubro de 2023

COMENDO CAMALEÃO POR JACARÉ

Caro leitor deste blog, você percebeu a frieza que tomou conta da politicagem de Ipirá neste momento?

 

Antecipada por quase dois anos, a campanha eleitoral em Ipirá foi iniciada fora do tempo e de época. Desta forma não tem outro recurso, que não seja o de entrar naquela brincadeira, outrora bastante conhecida como chicotinho queimado, com base no tá quente ou tá frio.

 

Tá frio. Tão frio que o candidato chapa-branca, que se diz pré-candidato Thiago do Vale, fez aniversário em agosto, encheu a BA-052 de outdoor, até o contorno desta estrada, em Feira de Santana, recebeu a fotografia do referido candidato.

 

Podendo esquentar. Estamos no final de outubro e ainda tem outdoor festejando o aniversário do pré-candidato. Tudo isso por falta de outra coisa para ser feita. Pode esquentar? Pode. Não deixa de ser uma campanha eleitoral antecipada, para ser fotografada e testemunhada para uma provável judicialização no tempo devido. Além do mais, o pré-candidato é genro do prefeito, o que significa nepotismo, para a Justiça Eleitoral dar um parecer no momento certo.

 

A chapa tá quente. 84 mil mulheres grávidas darão luz nestes dias e no mês de novembro sob intenso despejo de bombas e diante de destroços. Isso está acontecendo na Faixa de Gaza, onde uma população de dois milhões de pessoas não tem abrigo, alimento (comida), água, mantimentos, energia, gás, remédio, nem corredor humanitário.

 

Tá frio. Para os ‘Senhores da Guerra’ manipulados e serviçais da indústria bélica compreenderem que uma guerra carrega um arsenal poderoso de irracionalidade, atrocidade e estupidez humana. Os EUA estão oferecendo um bilhão de dólares para seus parceiros beligerantes.

 

Tá quente. Um bilhão de dólares resolveria a questão da fome no planeta Terra. Sem dúvida! Mas existe um roteiro. Um bi é dado ou emprestado à países em guerra. Para ajuda humanitária? Claro que não, mas para comprar armamentos junto a indústria bélica. Naturalmente, americana.

 

Tá frio. Um bi segue o percurso. Sai do Tesouro americano (o Estado americano fica devedor junto ao capital financeiro). Vai para Israel, Ucrânia e Taiwan (ou nem vai) e retorna para a indústria bélica americana. Os países em guerra fazem uma bagaceira nos outros e um estrago medonho para si. Tudo isso, com dinheiro emprestado. Vão ter que pagar. Se atolam numa dívida impagável.

 

Tá frio. Depois do estrago e dos escombros vem a reconstrução. Uma oportunidade para o mega parque industrial americano e das grandes potências se abastecerem de lucros estrondosos. Os países da guerra tomarão empréstimos para a reconstrução. Vão ter que pagar. Se lascam com uma dívida impagável. A guerra tem preço. A humanidade chafurda numa guerra. A paz é a única salvação.

 

Tá quente. O município de Ipirá, localizado no semiárido baiano, está adentrando na boca da seca. Perigo à vista! A crise do município tende a crescer. A falência da fábrica de calçados sendo um caminho sem retorno, com um provável calote nos trabalhadores, desde quando, o paliativo criado acaba em novembro e até agora nada de concreto para renovar a esperança. Que a chuvarada não demore.

 

A chapa está quentíssima. Na Praça da Bandeira, diante do aumento da população de alta vulnerabilidade social na nossa cidade, a população de camaleão, que habita na referida praça, está sendo caçada e exterminada, na condição de ensopado, moqueca e churrasco na brasa.

 

Que Deus tenha pena dos camaleões ou serão extintos da nossa convivência, pelo menos na referida praça! Isso tem o peso de uma guerra (para os camaleões). 

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

EM IPIRÁ, CACHORRO MORDE O PRÓPRIO RABO

O governador Jerônimo Rodrigues, o Herói do Sertão, aquele da novela do rádio, foi à cidade de Jacobina e anunciou a chegada da Universidade pública e da Policlínica. Se língua e palavra de governador não brocharem, teremos um casal de gêmeos aparecendo pelas bandas de lá.

 

Aqui, na nossa querida Ipirá, quem anuncia as boas-vindas não é o governador, mas seu Zé, seu Mané, seu Jão e seu Tonho, que na vontade de suas línguas e das suas palavras afirmam que vem uma Policlínica para Ipirá. “Governo do Estado, estou gostando!” Bom slogan, para eles!

 

Não é que esses quatro não mereçam credibilidade, até que estão habilitados para o reconhecimento geral dos munícipes, até por serem quatro contra um, embora tenhamos que colocar as orelhas em pé, pois a vontade dos quatro anunciantes para que as obras de provetas aconteçam é tão grande, que nas bandas de cá, tem trigêmeos na forma,

 

Imagine o famoso três em um! Hospital, Upa e Policlínica no mesmo espaço! A transferência do paciente acontecerá pelo corredor. É mais ligeiro do que o SEDEX dos Correios. E custo zero, só estraga sola de sapato. Isso só não acontecerá se seu Zé, seu Mané, seu Jão, seu Tonho brocharem na língua e na palavra, sendo que, isso nunca aconteceu.

 

Se Ipirá estivesse nas mãos desses quatro apedeutas (seu Zé, seu Mané, seu Jão e seu Tonho) estaria em boas mãos e de boa, pois a banda tocaria valsa para a população dançar na pisadinha.

 

Ipirá continua atravessado na garganta e dentro da nuvem de esquecimento do governo do Estado da Bahia. Apenas uma iluminação da entrada da cidade; um sistema de esgoto que cobra os olhos da cara da população (80% da conta de água para cobrir o investimento em tempo mínimo) e uma escola de tempo integral (essa é boa). Pronto, morreu Maria Preá!

 

Pronto! A coisa fica nesse patamar, enquanto isso, Ipirá fica só de butuca aguardando as obras de provetas e das línguas dos quatro anunciadores que teimam em não chegar.

 

Com 42,72% da população ativa necessitando de auxílio emergencial do governo federal, Ipirá atravessa um momento difícil e uma situação complicada quando adentra na boca da seca sem noção de quantos carros-pipas precisará beber e sem saber qual será a força da mordida na zona rural, ao tempo que, o desemprego toma força e corre solto com o fechamento da fábrica de calçado que faliu. Isso é um grande problema.

 

A política está preocupada com essa problemática? Nem tanto; nem tão pouco! A verdadeira preocupação dos elementos políticos é com uma campanha prematura, antecipada com dois anos de antecedência (coisa de maluco), que causa o maior estrago nos dois grupos principais e também, de rebarba, nos grupos secundários, que querem solucionar a crise dos graúdos pegando uma ponta no processo.

 

Observe e procure entender a movimentação política dentro das entranhas do sistema jacu e macaco, que não responde mais e não atende às novas demandas populares que surgiram na sociedade de Ipirá, por isso essa desgraça (jacu e macaco) tem que desaparecer para o bem de Ipirá.

 

Vou colocar dois pontos da consequência dessa crise política do sistema jacu e macaco. Primeiro: O MÉDICO DEIXOU DE SER A PRINCIPAL FIGURA na engrenagem da politicagem de Ipirá. Pare, pense e duvide sobre isso.

 

Diga que isso é mentira e que isso nunca vai acontecer. É isso mesmo, eu quero que você conteste, pois será a motivação necessária para eu dar uma explicação. Observe bem: quantos médicos tem hoje na UPA e Hospital atendendo pelo SUS? Coloque mais ou menos uma dúzia.

 

Atendendo de graça; 0800; sem você pagar nada e tem mais, não precisa nem você saber o nome do médico. É simplesmente doutor. O paciente ficando são ficará apenas a gratidão sem compromisso de qualquer espécie, pois trata-se de um direito. Quem ganha e quem perde popularidade e prestígio com isso? O médico que é líder político.

 

Com atendimento dia e noite, além do mais gratuito, na condição de um direito da cidadania, a posição do médico vai perdendo aquele papel de relevância e predominância na sociedade por ser único ou poucos. A consulta tem concorrente e não resulta naquela obrigação de pagar um favor devido.

 

Segundo ponto: quantos doentes os vereadores transportam para o serviço de saúde de outras cidades? Esse é o maior indicativo do fracasso da saúde em Ipirá. Não tem live e conversa mole de prefeito que consiga negar essa realidade. Quem saboreia os frutos desse serviço de saúde, o vereador ou o líder? O vereador. Devido a quê? A precariedade da saúde local.

 

Continuando com os vereadores. Atualmente, cada vereador apresenta seu candidato a deputado estadual e federal. Não segue o líder, muito pelo contrário, nas Eleições 2022 teve ex-prefeito que apoiou o deputado apresentado por vereador. Isso tudo foi minguando o poder e o potencial do médico que era o líder natural e incondicional do grupo.

 

O médico Luíz Carlos Martins, líder da jacuzada, ainda tem o reconhecimento de ACM Neto (por enquanto) mais uma derrota como a última vira líder de papel. O médico Antônio Colonnezi não tem o contato direto com os governadores petistas, aí perdeu terreno e se lenhou.

 

Esse esvaziamento da força e do poderio do médico, enorme quando era exclusivo, fez com que a liderança de Antônio Colonnezi ficasse vulnerável e fosse escanteada dentro do próprio grupo. No mesmo caminho vai a liderança de Luíz Carlos Martins, que não foi abalada ainda porque o ex-prefeito Marcelo Brandão não acertou os ponteiros da bomba-relógio.

 

Se você concordou com minha explicação, continue a leitura, pois chegou o momento de uma pergunta que incomoda bastante: quem vai substituir os médicos na liderança política? Empresários ricos.

 

Ipirá segue o mesmo caminho de Itaberaba, que foi abocanhada por uma família de empresário rico. A família Mascarenhas. Aqui, em Ipirá, não precisa ser tão rica como eles lá, mas não tão pobre como o povão daqui.

 

O empresário Dudy, que virou prefeito e desistiu da reeleição. Por gostar e ter muito apreço pelo genro, resolveu presenteá-lo com um belo presente: a Prefeitura de Ipirá. Seu genro é sobrinho do ex-deputado Jurandy Oliveira. Portanto, pertence à família Oliveira.

 

O ex-prefeito Jurandy Oliveira para satisfazer à vontade da esposa resolveu presenteá-la com um belo presente: a Prefeitura de Ipirá. Mais um membro da família Oliveira para ser agraciada. Correndo por fora, mas querendo ser pré-candidato (com todo direito) está outro sobrinho do ex-deputado Jurandy Oliveira, conhecido por Jota Oliveira, também da família Oliveira.

 

Ipirá é Itaberaba toda. Lá é Mascarenhas, aqui é Oliveira. A crise do sistema jacu e macaco vai deslanchar nisso aí. O sistema jacu e macaco fez uma mistureba tão grande e vai apresentar dois candidatos para o povo votar. Os dois candidatos são da família Oliveira. Você tá entendendo? Parece aquela estória do cachorro com rabo de salsicha; roda, roda e nunca alcança o rabo. Botaram o povo de Ipirá na roda.

 

Em 2024, Ipirá ficará nas mãos e controle da família Oliveira, custe o que custar; goste, quem gostar. Botaram a população numa camisa de força e vão enfiar a família Oliveira goela abaixo do povo.

 

Quem foi que disse que a família Oliveira é a melhor opção para assumir os destinos de Ipirá num momento tão difícil por que passa a nossa sociedade?  Quem e quantas pessoas escolheram essas duas pré-candidaturas? Qual a razão dos eleitores ipiraenses serem obrigados a escolher um membro (entre dois) da família Oliveira para votar?

 

Mire-se no exemplo de Itaberaba: a família Mascarenhas domina o poder municipal por quase vinte anos, com uma briguinha mentirosa e ardilosa de família. Num contexto em que família que reza unida permanece unida; são as moedas dos cofres que fazem as desavenças. Em Ipirá, apresente-se quem vai botar a mão no fogo ou, pelo menos, dar a mão à palmatória, de que tudo isso não passará de uma chuva passageira.

 

Eu querendo terminar meu artigo e o leitor perguntando: e o que acontecerá com os dois médicos, o Luíz e o Antônio? Sem prefeitura, sem lenço, sem documento, para continuar como líder de grupo vão ter que desembolsar um ou dois milhões de reais do próprio bolso, daqueles milhões adquiridos com muito trabalho e suor.

 

Se tiverem maturidade e sabedoria buscarão uma posição acima do status de liderança de grupo e passarão a verificar, debater e buscar a solução para os grandes problemas de Ipirá, ao tempo que, jogarão à quatro mãos, uma pá de terra sobre os escombros de uma porcaria chamada jacu e macaco (sistema), que causou tanta desgraça em Ipirá. Os tempos mudam.