quarta-feira, 27 de julho de 2022

PREFEITO DE IPIRÁ FAZ GOL CONTRA

Em ano eleitoral, a preocupação está no ar. Quem será o vencedor? Enquanto a eleição não chega, as pesquisas eleitorais assumem um papel preponderante e chamam para si, todas as atenções. São as vedetes do momento.

 

Quando as pesquisas indicam uma margem de preferência favorecendo ao candidato Lula, tem gente que parece ‘lavadeira’ no ato do seu ofício de lavagem de roupa, torce a peça bem torcida, com vontade, força e determinação, quanto mais bem torcida, melhor, até que, fique completamente seca, visivelmente seca.

 

Neste esforço, eles enxergam empate técnico em julho ou no mês seguinte, quiçá, no dia da votação. Tudo bem! Só não caiam na loucura insana de colocar a culpa nas urnas eletrônicas, pela confirmação das pesquisas e, neste caso, com prego batido e ponta virada.

 

Quando as pesquisas apontam uma margem elevada de preferência, com muita gordura, favorecendo ao candidato ACM Neto, tem gente que continua sendo uma ‘lavadeira’ no ato do seu ofício de lavagem de roupa, colocando mais água e muita água, achando que não tem quem tire essa gordura que está completamente grudada, visivelmente grudada.

 

Neste esforço, eles enxergam que não tem jeito e não adianta qualquer tentativa, nem no dia da eleição. Tudo bem! Só não caiam na loucura insana de colocar a culpa nas urnas eletrônicas, pela falta de confirmação das pesquisas e, neste caso, com prego batido e ponta virada.

 

Não adianta a visível ansiedade; qualquer dúvida e toda expectativa, que antecedem ao pleito, serão eliminadas, atiradas na lata do lixo e lacradas no dia das Eleições 22, com o gabarito das urnas eletrônicas, mesmo que mentes insanas busquem na negatividade dar mostras de uma loucura doentia e avassaladora, que poderá levar à paranóia.

 

Evidente que existem interesses e torcidas afloradas neste período de campanha eleitoral. Exemplificando, aqui em nossa terra, o ex-prefeito Marcelo Brandão acende uma caixa de velas e faz propaganda eleitoral, todo dia, no programa ‘Papo Reto’, em defesa de ACM Neto. Ele sabe que, para ele e seu grupo, não existe outra alternativa, caso queiram retomar a prefeitura em 2024.

 

O ex-prefeito Marcelo Brandão viveu a dura experiência de ser prefeito depois de uma administração dos macacos e ele não nega que encontrou o município completamente destroçado, um verdadeiro escombro e para piorar não tinha a parceria do governo do Estado, desta forma, ficou sem chupar o tutano do osso. É o que ele diz. É bem possível e bem provável que o gestor tenha pensado em ‘pular para o lado do governador’, que, talvez tenha pensado: “você, aqui não!” Pode não ter sido nada assim, mas ele sabe que é barril não ter o governador como parceiro na gestão municipal.

 

Enquanto isso, o atual prefeito Dudy parece que não entende que, nestas eleições de outubro 22, o bacamarte está apontado para a testa da sua gestão. No início, o prefeito macaco salientou que recebeu o município do prefeito jacu totalmente e completamente falido. Parece que Ipirá vive de desgraça chamando por desgraça.

 

Até agora, o prefeito Dudy está enrolado em resolver dois problemas deixados nas suas costas: o telhado do Mercado de Artes e a finalização do Centro de Abastecimento. Muito mais pelo jogo do jacu e macaco do que por praga jogada, essas duas parangas consomem rios de dinheiro e o prefeito Dudy fica atolado na sua gestão tentando resolver e solucionar coisas de décadas passadas. E, não sai nada novo no seu governo!

 

Se observarmos de forma apurada, a gestão de Dudy, até o momento, tem feito o serviço rotineiro, razoável em algumas áreas, mas em termos de obras, tem se empastelado, algumas ruas calçadas, através de Emendas Parlamentares e nada mais.

 

Não perdendo de vista, que o prefeito Dudy tem a parceria do governo do Estado, que bancou a iluminação da entrada da cidade e o asfalto de 2 km que liga a entrada do Malhador à Estrada do Feijão. Obra feita é basicamente isso. Ordem de Serviço e um rosário de promessas, com agendas, contratos e projetos enchem uma carreta de serviço.

 

Ótimo para a administração Dudy! Mas parece que ele não acordou para isso. A ‘reunião de campanha’ no Território da Bacia do Jacuípe estava programada para ser realizada em Ipirá, de repente, foi transferida para Capim Grosso. Tudo bem!

 

Bem mesmo! Apesar das especulações, com duas observações: SE a ordem foi lá de cima (não vai ser lá), significa que o município de Ipirá não está com a ficha limpa junto ao governo do Estado; SE a mudança foi uma decisão do prefeito Dudy (aqui eu não quero), significa que o prefeito não está entendendo a importância das eleições para a sua gestão. Ele não sabe o que significa um prefeito administrar sem o governador do seu time. Será que foi isso mesmo?

 

Pior seria se o prefeito tivesse sonhado em fazer como o prefeito de Itaberaba que pulou de lado, deixando o barco que ele acha que está furado. Isso aí não! De uma coisa, eu não tenho dúvida: se um troço desse tivesse acontecido, o senador daria um esporro monumental, um carão esculachado e ‘daqueles’ no prefeito e o governador daria um puxão de orelhas e um pisão no pé. Nada disso aconteceu porque seria uma atitude insana.

 

A administração do prefeito Dudy corre o risco de sobrar na curva nos últimos dois anos do seu mandato sem o governo estadual ou não. As Eleições deste ano decidirão, também, esta questão, resta saber quem ficará lambendo o osso, o ex ou o atual prefeito.

 

quarta-feira, 20 de julho de 2022

RUA PROJETADA SEM CALÇAMENTO PRECISA DE ADVOGADO

A população de Ipirá tem que refletir e pensar um pouco mais sobre o nosso município. Todos nós sabemos que em Ipirá existe uma disputa entre dois grupos especialistas em politicagem: o tal do jacu e o tal do macaco.

 

Todos nós sabemos que de quatro em quatro anos, esses dois grupos mobilizam mais de dez mil pessoas (cada um) nas ruas da nossa cidade e dos nossos povoados. Para quê? Para a festa das oligarquias que almejam o poder municipal.

 

Com que objetivo? O primeiro e grande objetivo em pauta é atender e satisfazer os interesses de uma família (jacu) e de um grupinho (a panelinha do macaco) afinal de contas, são 13 milhões de reais na ponta da agulha.

 

E esse povo lembrado e festejado no tempo da campanha? Fica esquecido por quatro anos, desde quando o nosso município tem serviços públicos precários e não observamos um desenvolvimento à contento e como merecemos, principalmente quando fazemos um comparativo com Itaberaba e Santo Estêvão. Ou não somos merecedores?

 

Pouca coisa aqui é feita com recursos próprios! Até calçamento é feito com recursos federais, através de Emendas Parlamentares conseguidas por vereadores. Quase treze milhões de reais e pouca coisa!

 

O governo Dudy já mostrou para que veio e para quem administra Ipirá. Anote aí e não esqueça. Em junho 22 (o ano todo e todos os anos) a gestão do prefeito Dudy pagou a QUATRO escritórios de advogados: (1) R$ 7.011,00; (2) R$ 14.700,00 (3) R$ 7.140,00 (4) 13.400,00.

 

Mantendo esses valores e isso tem sido uma constante, verificamos que em um ano, essas quantias equivalem a (1) R$ 84.132,00; (2) R$ 175.400,00; (3) R$ 85.680,00; (4) R$ 160.800,00; totalizando a importância de R$ 506.017,00 por ano, para advogados.

 

Tudo indica que esses valores são pagos por contrato e não por serviços e para ativar a nossa incompreensão, a prefeitura tem um advogado (daqui) contratado por R$ 7.900,00 mensais, equivalendo R$ 102.700,00  por ano.

 

Para você entender melhor: essa turminha aí, em quatro anos, recebe mais do que foi gasto pelo Estado no asfalto de 2 km que liga a Estrada do Feijão ao Malhador: R$ 2 milhões de reais. Mesmo assim, os prefeitos do jacu e macaco nunca prestaram contas, de forma transparente, ao povo de Ipirá.

 

Essa turma de advogados faz mesmo o quê? Enquanto isso, a rua projetada da ‘Ponte de Amenar’ está entregue à lama, quando chuvisca; à poeira, quando venta ou passa um carro; ao fedor permanente do esgoto que corta a rua e a um arremedo de ponte de pedaço de madeira podre (uma vergonha de mais de 20 anos!).

 

A politicagem do jacu e macaco de Ipirá tem toda a culpa nesse cartório e o governo de Dudy não passa de uma correia de transmissão dos recursos públicos para um grupinho de aproveitadores da macacada. O povo? Será lembrado e convocado para uma próxima campanha eleitoral para prefeito de Ipirá. Assim será, mas não sabemos porque tem que ser assim!

 

quarta-feira, 13 de julho de 2022

O RISCO QUE CORRE O PAU CORRE O MACHADO

Em junho/22, a prefeitura de Ipirá teve uma receita de R$ 12.479.961,99 (a maior arrecadação do nosso território).

 

Tem vereador que tem mais obra (com emenda parlamentar federal) do que o prefeito, por isso o prefeito tem que divulgar suas obras e deixar de lado seu rosário de promessa.

 

O programa Papo Reto divulgou que o palco do São João custou quase um milhão de reais, procurei e não encontrei esse valor. Será que é caixa dois ou oferta do governo do Estado? O prefeito tem que desfazer as dúvidas.

 

Por exemplo, não encontrei nenhuma informação sobre o pagamento da prefeitura municipal à rádio FM do deputado. Esses valores não podem ser objeto exclusivo do orçamento secreto. Houve licitação entre as duas FM ou não é necessário?

 

O prefeito Dudy tem que tomar muito cuidado com as contas públicas municipais. Vou dar um exemplo simples: a relação da sua gestão com a imprensa local (ligada ao poder municipal) tem que acontecer no campo da legalidade explícita.

 

Caso contrário, pelos vínculos e condicionamentos impostos, essa imprensa local carrega um conjunto de informações que, levadas ao Ministério Público, poderá provocar um possível impedimento do prefeito, com a cassação de seu mandato.

 

Não vejo muita vantagem nisso, pois que, em seu lugar entraria a vice-prefeita Nina Gomes, que governando no mesmo esquema do ‘grupo macaco’ naturalmente, seria a troca de seis por meia-dúzia.

 

Brincando com a problemática formulada, poderia dizer que o prefeito se acha o ‘dono do poder’, então, seria um ‘seis dobrado’, transformado em doze, daí uma dúzia não será ultrapassado nunca por meia-dúzia. A vice-prefeita pode tirar o cavalinho da chuva.

 

Mesmo se achando o ‘dono do poder’ o prefeito Dudy deveria fazer aquilo que ele próprio prometeu na campanha: a tão propalada prestação de conta em praça pública. A prefeitura recebeu quase doze milhões e meio de reais e gastou nisso, nisso e naquilo. Por que não pode ser assim?

 

quarta-feira, 6 de julho de 2022

O IPIRÁ RESOLVIDO E SOLUCIONADO


Ipirá realizou a maior festa junina de todos os tempos. Sim, foi, sem dúvida! Não podemos esquecer que foi uma realização do prefeito Dudy.

 

Não podemos esquecer que o governo anterior realizou a maior micareta que essa terra já viu. Sim, foi, sem dúvida! Não podemos esquecer que foi uma realização do ex-prefeito Marcelo Brandão.

 

Dessa forma, Ipirá conseguiu resolver todos os seus problemas e suas problemáticas. Ipirá não tem mais um só problema, Ipirá chegou ao céu. 


Milagre! Inclusive, com o reforço que veio de longe: a inauguração da iluminação da entrada da cidade. Que festa! Carreata estrondosa, com foguetório mais estrondoso ainda. É assim que se trabalha pelo município.

 

Eu fico imaginando e perguntando: que festa seria se Ipirá recebesse uma Policlínica? Seriam seis meses de micareta e festejos juninos para balançar o chão da praça. E não precisaria ser uma Policlínica de capital, bastaria ser igual àquela que Itaberaba recebeu. Seria uma festa tamanho G, do tamanho do São João de Dudy e da Micareta de Marcelo Brandão!

 

É muito discurso! Discurso na assinatura da Ordem de Serviço; discurso na inauguração e mais discurso quando for funcionar. Tudo isso e isso tudo, para uma obra, que deve ser um espetáculo: um telhado. Um telhado, sim!

 

O Mercado Municipal, com telhado e tudo mais, foi feito na década de 50, do século passado, com recursos próprios. Sim, recursos da prefeitura! Se você não consegue acreditar, sem dúvida, é um problema seu!

 

Eu compreendo a sua descrença, desde quando, hoje, na atualidade, para fazer o telhado foi preciso, necessário, indispensável e inevitável recursos da União; como é que naquele tempo, a prefeitura fez com recursos próprios e hoje? Deixa prá lá! Em junho, a empreiteira recebeu R$ 1.086.151,08.

 

Eu não encontrei o valor de quase um milhão de reais pago pelo palco do São João. Onde é que está isso? Está em que prestação de contas? É caixa dois? Escutei a informação desse valor no programa ‘Papo Reto”; procurei e não encontrei nada a respeito do valor do palco na prestação de contas ‘obrigatória e oficial’.

 

O gasto com atrações consta na prestação de contas; quem mais recebeu foi a empresa que contratou os cantores locais:  R$ 216.903,34 especificando [R$ 148.903,34 para quatro cantores] e [R$ 68.000,00 para mais quatro cantores, incluindo evento do João Velho,  em fase de liquidação, para ser pago em julho e talvez tenha mais uma parcela, vamos aguardar].

 

Valores das atrações pela ordem: (1) R$ 202.350,00 (2) R$ 191.700,00 (3) 159.750,00 (4) R$ 149.100,00 (5) R$ 78.750,00 (6) 18.600,00 e (7) R$ 13.373,10 para locação de equipamentos e estruturas temporárias. Totalizando: R$ 1.017.153,34 em atrações.

 

Para este mês de julho/22, está em fase de liquidação um valor total de R$ 92.515,84 para quatro (o4) empresas, (1) R$ 19.151,34 (2) R$ 24.572, 30 (3) R$ 15.800,00 (4) R$ 32.992,30, para pagamento da MERENDA ESCOLAR relativos ao mês de junho. Essa meninada comeu o quê mesmo no mês passado?

 

O prefeito Dudy estava entusiasmado, com toda a razão, e fez uma manifestação ouvida e transmitida, no boca a boca: “o São João de Ipirá no próximo ano será o maior dentro de um raio de 300 Km”.

 

Poderá ser! Se gastar o dobro, do que gastou em 2022, inclusive em propaganda, poderá trazer o dobro de pessoas (40 mil), MAS, SE o local for o mesmo de 2022, não caberá uma cabeça de gente a mais do que o público de 2022. Conclusão: será dinheiro público jogado fora para trazer turistas que não participarão da festa por não caberem na ‘lata de sardinha’. Vamos pensar na comodidade das 10 mil pessoas que fazem a lotação total do local do evento. A não ser quê...