O grupo da macacada ‘tá di boa’ e o grupo da jacuzada ‘tá
lascado’.
O prefeito Thiago Oliveira disse que: ‘foram transportados
mais de 30 mil pessoas para realizarem exames de procedimentos em hospitais de
referência em outros municípios’. Eu acredito.
Se eu não acreditasse; eu iria fazer as contas: sete meses de
governo são 210 dias. 30 mil dividido por 210 é = a 143 pessoas (com
aproximação). 143 pessoas dividido por 40 (lotação de um ônibus) = 3,5 ônibus.
Conclusão: a gestão do prefeito Thiago Oliveira transporta,
todos os dias, de domingo a domingo, 143 pessoas, em 3 ônibus e meio, para
realizarem exames nas cidades vizinhas. Que não sejam ônibus, serão 09 vans
lotadas. Que não sejam vans, serão 33 carros pequenos lotados. Nem que seja de
carroça, são mais de 30 mil pessoas (metade da população do município de Ipirá)
fazendo exames fora de Ipirá.
Atendendo a 30 mil pessoas na questão da assistência da
saúde. Sendo a saúde, a melhor maneira de garantir votos, num percentual de
mais de 50% de garantia. A macacada acha que está indo bem e pavimentando o seu
trajeto eleitoral para as próximas eleições.
Realizando um São João, que bombou, com a presença de mais de
40 mil pessoas por noite no Parque de Exposição, que ao contemplar os anseios
da juventude e dos festeiros deixou uma marca de satisfação na grande maioria
dos presentes principalmente na juventude. A macacada acha que está indo bem e
pavimentando o seu trajeto eleitoral para as próximas eleições.
Tem uma empresa (naturalmente macaca) trabalhando para a
prefeitura de Ipirá na contratação de mão-de-obra, com um contrato de mais de
12 milhões de reais/ano. Havendo a possibilidade de emprego, por essa empresa,
de 659 funcionários de salário mínimos/mês, com 100% dos votos. A macacada acha
que está indo bem e pavimentando uma base eleitoral.
Na prefeitura tem 20 empresas com faturamento de mais de 500
milhões de reais em 4 anos (um mandato). Naturalmente, não vão querer perder
essa receita. A macacada acha que está indo bem e tem quem banque uma conta
eleitoral.
Se a gestão do prefeito T.O. tiver algum assessor que,
preocupado com o grupo e com muita habilidade, crie uma lista de 400 pessoas
para receber 100 reais/semanal, isso renderá 100% desses votos. Se a macacada
fizer isso; como não dizer que a macacada vai bem?
Você sabe quanto é que ganha a família Oliveira na prefeitura
de Ipirá? Não, eu sei! Observação: não tem nada de ilegal, nem de errado nesses
proventos, são legais e honestos. Essa parte da macacada vai bem e terá condições financeiras para continuar na linha de frente da politicagem dando as
cartas.
Em sete meses, a gestão Thiago Oliveira não fez uma obra. Os
asfaltos, calçamentos, praças, creches, UBS, UPA e casas populares são frutos
dos recursos do governo estadual e federal e das emendas parlamentares. Tá na
hora do prefeito divulgar isso de maneira clara, pois teremos Eleições para
presidente, governador e deputados em 2026, que precisarão do voto popular,
mesmo sendo, o município de Ipirá um município lulista e nem tanto petista.
A gestão atual ainda fará, esse ano, as festas da exposição e
da virada do ano, naturalmente, tudo no parque (não tem local melhor para
grandes festas). A macacada está indo bem e festejando sua avantajada frente
eleitoral.
Como é que a jacuzada vai enfrentar uma máquina poderosa
dessa? Nem aqui, nem no inferno. Se a macacada vai muito bem! Quem está lascada
é a jacuzada. Depois de levar quase 11 mil votos (uma lapada no lombo) de
frente nas últimas eleições, em 2024. Com esses atendimentos médicos, com as
festanças e se tiverem a esperteza de fazerem essa tal lista, essa frente vai
para mais de 15 mil votos. Acredite se quiser.
A jacuzada está na esperança. Espera que o umbuzeiro dê fruto
sem chuva. Espera que a extrema-direita ganhe a Eleição para presidente em
2026. Espera que o carlismo volte a governar a Bahia. A jacuzada depende disso
e acha que ‘isso que está aí’ na prefeitura de Ipirá vai cair de maduro. Não
vai!
A chuva que cai no terreiro da jacuzada é de casca de bala. O
poder municipal da macacada está consolidado para permanecer por mais algumas
décadas. Como é que a jacuzada vai derrubar uma montanha dobrada e gigantesca
dessa? A jacuzada está calada, amordaçada, omissa e vacilante. Ôs, coitados!
Não importa que eu acredite ou não; se isso tudo for verdade,
uma coisa pode ser afirmada com muita convicção: nesse ritmo a jacuzada está
liquidada e derrotada antes da apuração de votos, na próxima eleição municipal,
mesmo faltando longos três anos.
Quem ocuparia o espaço vazio deixado pelo jacu depenado,
chopado, decepado pelo pescoço, com asa quebrada, liso e suruco? A montanha vai
ter que parir um rato.
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