segunda-feira, 4 de abril de 2011

INSS QUER GRILAR PRAÇA EM IPIRÁ (02).

Ronda policial: - NA PAREDE, NA PAREDE! MÃO NA CABEÇA!, ABRE AS PERNAS! VOMBORA, VOMBORA, VOMBORA. Pede logo o documento: - PASSA O DOCUMENTO. VOMBORA, VOMBORA! É A CARTEIRA DE TRABALHO. VOMBORA!
- Aqui, senhor!

O policial examina e dá o veredicto: - ESSE DOCUMENTO É FALSO, VAGABUNDO! TU AINDA TEM A CRETINICE DE APRESENTAR UM DOCUMENTO FALSO, VAGABUNDO - e o policial dá um tabefe por cima da cara do sujeito.

Em Ipirá. O INSS quer ficar com a Praça Santana, nesta bendita cidade de Ipirá e, para tal pleito tem o apoio do prefeito da cidade de Ipirá (Antônio Diomário Gomes de Sá) e da Câmara de Vereadores. Quer ficar com a praça e de graça! Vê se pode! sem gastar uma bufufinha seque. Oh, trem bom! Uma praça de graça! Esse é o verdadeiro pacto do diabo: o cabra só entra com a vontade e fica rico, ganha uma praça prá botar no bolso do brim e o diabo fica dando risada de tanta treta. Esse tal de inferno, também, já deve tá abarrotado e com lotação completa de tanto velhaco na face da terra, com passaporte encomendado para entrar como passageiro de primeira-classe na cafua do dito-cujo.


Só o INSS exigiu isso. E por que? O Banco do Brasil veio, instalou-se na Praça da Bandeira e não fez a indecente proposta de ter a posse do centro da praça, nem menos, a obscena proposta de ter a praça de graça, sem gastar um tostão. Estabelecer-se no meio da praça, de graça ou pagando, é uma proposta leviana, prejudicial e desfavorável à comunidade da Praça Santana. O Banco do Brasil quando chegou à Ipirá alugou um prédio de Sr. Armênio. Logo, depois, comprou a casa de Lurdes Aragão, mais uma casa da esquina e juntamente com a cadeia pública e, desta forma, instalou a agência de Ipirá. Não fez a indecorosa proposta, soa como chantagem, que faz hoje o INSS. O Banco do Brasil veio, ficou numa das laterais da Praça da Bandeira e foi bem recebido e não prejudicou ninguém da comunidade.


A Caixa Econômica da mesma forma, veio para Ipirá e não exigiu a destruição da praça para aqui instalar-se. Encontra-se numa das laterais da Praça da Bandeira, gastou e gasta para aqui permanecer e é bem quista e recebida. Não quis e não procurou afanar o bem público e o bem da comunidade, como está sendo a pretensão do INSS em Ipirá.


Dizem que a comunidade será beneficiada com a pintura de suas casas. Observe quanta maldade e mesquinharia. Veja se tem cabimento trocar uma praça por uma pintura. A comunidade não pode e não deve ficar no prejuízo. Se o INSS quer estabelecer uma agência em Ipirá, que seja justa e decente. Não quer ajudar a comunidade? Compre algumas casas na lateral da Praça de Santana e faça seu investimento de dois milhões de reais, para que, desta forma, venha o benefício. O próprio INSS, pela aquisição valorizando a área. Caso contrário é conversinha prá boi dormir. É furtar da comunidade com acordo espúrio, alinhavado e combinado às escondidas.


O INSS chega à Praça de Santana.

A comunidade exige: - MOSTRA O DOCUMENTO. VOMBORA.

O INSS falando fino, diz: - Aqui meus senhores! Eu só quero o bem de vocês.

A comunidade retruca: - Oxe! Mas, isso aqui é um pedaço de papel prá enrolar sabão.


Conclusão: enquanto o INSS não mostrar esse tal documento da doação, esse dito-cujo (documento) é tão falso quanto o diabo que só pensa em surrupiar do povo. VIVA A PRAÇA DE SANTANA.

Um comentário:

Anônimo disse...

Sempre Agildo Barreto e seu estilo peculiar de trazer à tona assuntos tão relevantes à sociedade. Parabéns mais uma vez Professor.