quinta-feira, 11 de junho de 2026

PREFEITO TIAGO OLIVEIRA BOTOU BROCANDO NO PGP

O governador Jerônimo Rodrigues estava entusiasmado e tomado por uma forte emoção, ao afirmar e confirmar: “que coisa linda!”

 

Não era para ser diferente, o local do PGP em Ipirá estava apinhado de gente, a lotação estava completa, uma boa oportunidade para um bom e convincente discurso político. Por que não? Tudo nos conformes.

 

A grande e grata surpresa do PGP em Ipirá foi a atuação do prefeito de Ipirá, Tiago Oliveira, que deixou de lado aquela besteira e frivolidade de “pai véi prá lá” e “pai véi prá cá” num tratamento de linguagem e atitude vulgar, que demonstra grande intimidade e carinho mútuo, mas pouco vantajoso, proveitoso e útil para as grandes questões e necessidades da população de Ipirá.

 

O prefeito Tiago Oliveira foi, talvez, o único dos presentes, que tomou um banho de folha, baixou o santo, limpou a área e vestiu a camisa do PGP por inteiro e com completo louvor, como um dia de escuta, diálogo e construção, sem segundas intenções, sem pensamento na Eleição (deles) e na reeleição (sua), de maneira que, de forma republicana, institucional, madura, respeitosa colocou a cereja no bolo, com uma reivindicação clara, precisa e firme de políticas públicas com o endereço da juventude, de suas pautas e demandas relacionadas à formação acadêmica, mas sempre integrada, associada e carregada de políticas públicas abrangentes ao campo do desenvolvimento social e econômico local.

 

“O prefeito de Ipirá, Tiago Oliveira, fez um pedido público ao governador Jerônimo Rodrigues, aos senadores Jaques Wagner e Otto Alencar e às demais lideranças presentes para que levem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a proposta de implantação de uma Faculdade Federal Pública com sede em Ipirá.”

 

Este é um sonho antigo mergulhado num jogo de pôquer, quando o ex-prefeito Ademildo Almeida jogou as cartas na mesa: “Ipirá não pode ficar sem universidade”, na presença de um deputado petista, que sem cartas na manga, soltou a língua: “essa semana, vai acontecer uma reunião na cidade de Lençóis sobre a Universidade da Chapada, vão lá!” Quando a caravana de Ipirá apareceu na reunião, o assombro tomou conta do ambiente: “quem é essa gente!?” O deputado blefou, não tinha jogo.

 

A reivindicação está posta na mesa do PGP pelo prefeito Tiago Oliveira, com amplo respaldo na região e comunidade local. É o brado da juventude. A Universidade da Bacia do Jacuípe é o sonho antigo e de esperança renovada.

 

O prefeito Tiago Oliveira jogou a carta na mesa, composta por um governador, dois senadores, um ministro e vários deputados federais. Que apresentem suas credenciais e cartas. Não mandem o prefeito T.O. para o encontro do G7 (15 e 17 de junho) em Evian, na França, para encontrar o presidente Lula, que não dá certo, pois o presidente norte-americano Trump lá estará e nada producente será um encontro do presidente Trump com o prefeito T.O.

 

“Esse iraniano (prefeito T.O) quer visto de jogador de bola da copa para entrar nos Estados Unidos?” Indaga o presidente, “não, ele é montador de cavalo!” respondeu o assessor; “então, ele é perigoso, sapeca um míssil na cabeça dele e cobra o traslado do corpo para a aldeia dele, que nem universidade tem”

 

Senhor governador e senhores senadores não blefem, não é jogo de pôquer. Essa é a principal reivindicação da Bacia do Jacuípe e de Ipirá. Esse é o maior pedido e solicitação feita pelo prefeito Tiago Oliveira, que até o momento não tem uma obra no município de Ipirá.

 

A indiferença, a desatenção e a sonegação pelos poderes públicos constituídos a essa demanda, será a constatação clara e precisa de que o prefeito T.O. não tem nenhum respaldo e prestígio político na parte de cima e que o reconhecimento do seu valor institucional como prefeito, pelos que gostam e governam com prefeitos, será equivalente a um saco de batata.

 

Se uma reivindicação dessa não ficar na prateleira de cima e não for apresentada com toda sua densidade, nem que seja para uma análise mais detalhada, significa que o PGP é jogo de carta marcada, onde o povo chega junto e sai com a sacola vazia.

 

Se não houver atenção para uma proposta dessa magnitude e não for colocada na balança, não adianta ficar falando em mudança na pauta da juventude e que os jovens estão apresentando demandas relacionadas a formação acadêmica, cultura e futuro profissional, enquanto que, a juventude da Bacia do Jacuípe vai ficar à deriva e excluída da possibilidade de sonhar dentro do seu território. As coisas não podem acontecer somente da boca prá fora.

 

Fiquei de ouvidos abertos para o discurso político. Na fala da turma da “capa preta”, aqueles que possuem alto poder de influência e observei que nenhum deles se referiu ao PT de Ipirá. Disseram até: que tudo começou com Diomário Sá; que não largam as mãos dos seus; que valorizam os lambedores do sal da terra. Seria louvável que acrescentassem o “cresça e apareça”.

 

Não pensem que eu não voto nesse time. Voto sim, com uma exceção. Não votarei para a reeleição do senador Jaques Wagner. Há tempos atrás, ele disse que: “em Ipirá ele era macaco” e que “se votasse em Ipirá, votava no macaco”. Simples assim; eu voto em Ipirá, se eu votasse em Camaçari eu votaria no senador JW; mas eu voto em Ipirá. Assim sendo e ao saber que o Banco Master nasceu foi na Bahia estou no aguardo da delação do banqueiro Daniel Vorcaro. Banana para os macacos e, não esquecendo, para os jacus também.

 

sábado, 6 de junho de 2026

A BUAITE (BOITE) DO PREFEITO TIAGO OLIVEIRA

Na caatinga de Ipirá, uma ovelha dá cria a um borrego no meio do pasto. A ovelha lambe a cria e oferece-lhe o colostro. Um carcará faminto se aproxima esperando a oportunidade. Com a ovelha na proximidade, o carcará cisca e cacareja imitando uma galinha. A ovelha enganada, dá mole e vacila; o carcará aproveita e ataca arrancando os dois olhos e a língua do borrego (só quer isso) deixando um corpo agonizando à beira da morte. Não há crueldade, perversidade ou crime na natureza. O carcará obedece a lei natural, essa é a essência e a natureza do bicho carcará. Compete aos criadores fecharem seus corpos contra cachorro-vampiro, carcará e ladrão. Três pragas no sertão.

 

Na Guerra do Petróleo a conversa é outra. A matança de crianças, mulheres, idosos e civis é crime de guerra e é coisa medonha, trata-se de uma perversidade, atrocidade e genocídio. Nos últimos dias, os aliados de Trump, presidente dos Estados Unidos e Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, bateram boca e trocaram farpas, mas um não passa o tição no outro. Trump disse que Netanyahu é “completamente louco”. Isso é pior do que ser um carcará sanguinolento, violento e cruel.

 

O completamente louco Netanyahu de Israel está atrás de território na região para formar o “Grande Israel” e acomodar sua população que cresce. Tump dos Estados Unidos gasta bilhões de dólares do Tesouro norte-americano na Guerra do Petróleo contra o Irã, para roubar o petróleo iraniano e encher os cofres das empresas petrolíferas norte-americanas (que não gastam um centavo na guerra) com bilhões de dólares, com o domínio e o controle do petróleo no mercado mundial.

 

Trump joga, manipula e especula jogando para cima e para baixo o preço dos combustíveis (gasolina e diesel) com suas afirmações e fake news. A população do mundo paga o custo da guerra, com o combustível mais caro e a inflação subindo para as alturas em todos os países. A guerra continua. Os riscos tiram o sono da população.

 

O governo brasileiro gasta uma grana gorda com subsídios para distribuidoras de petróleo no território nacional para o preço dos combustíveis não disparar. Não se sabe por quanto tempo aguentará o repuxo. Tudo indica que não haverá surpresas no período do São João, não se sabe sobre o período da copa.

 

Enquanto isso, um chute de ‘Di Fora’ para o alto botou a bola na Coréia do Sul. O não comparecimento de ‘Di Fora’ que pediu seis mil reais para jogar a final, deixa claro que ‘Di Fora’ não tem amor, paixão e respeito pelo clube ipiraense. O dinheiro é o troféu. O prefeito Tiago Oliveira reforça a importância do esporte para afastar a juventude das drogas, mas faltou com respeito ao entregar a taça de campeão ao Bahia de Ipirá no escuro, no escurinho da buaite (boite) do prefeito T.O., a torcida do campeão cobrava: “cadê os refletores, prefeito?”

 

Há um ano atrás, o prefeito Tiago Oliveira prometeu a cobertura da arquibancada e os refletores do estádio de Ipirá. Faltou com a palavra. Nem tão caro custa! Nova Fátima tem refletores no estádio. Por que Ipirá não tem?

 

A arrecadação de Ipirá em quatro anos superará a casa de UM BILHÃO DE REAIS, então dinheiro tem para colocar os refletores. Mas acontece que (em quatro anos) vinte empresários vão faturar 500 milhões de reais da prefeitura de Ipirá. prefeito T.O. são 18 ou 22 empresas que vão faturar esses 500 milhões de reais em quatro anos?

 

O certo é que, desse jeito, o dinheiro não dá para comprar refletores; não dá para dar aumento aos professores; não dá para fazer uma obra com recurso próprio; certo que, a prefeitura tem que fazer festa, comprar gasolina e coisa e tal. Mas, o que pega é a falta da palavra dada.

 

Observem que, com o ex-prefeito Marcelo Brandão era na base do “você tem um minuto para falar o que tem que falar”. Aí vem o ex-prefeito Dudy e o tom é na base do “sentado diz uma coisa, quando levanta é outra”. Chegou a vez do prefeito T.O. que só pede “uma hora para o almoço e quatro para a madorna”, quem estiver na fila esperando alguma coisa, vai morrer de esperar sentado na próxima esquina e o time campeão do campeonato local vai ficar esperando um ano para comemorar no escurinho da buaite (boite) do prefeito T.O.